Galeria:Tratado descriptivo do Brasil em 1587.pdf
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INDICE
DA OBRA E DOS COMMENTARIOS DE GABRIEL SOARES
ARRANJADO PELO COMMENTADOR.
Pag. Com. Pág do Com. additamento. Notícia biographica acerca de Gabriel Soares PARTE PRIMEIRA
ROTEIRO GERAL DA COSTA BRAZILICA.
capitulos: 3. Donde começa a correr a costa do Brazil 6 3 ib. 4. Do rio Amazonas 7 4 ib. 5. Costa do Amazonas até o Maranhão 8 5 ib. 6. Do Maranhão até o Rio Grande 10 6 ib. 7. Do Rio Giramde até o de Jagoarive 11 7 ib. 8. Do Jagoarive até o Cabo de S. Roque 12 8 ib. 9. Do Cabo de S. Roque até o porto dos Buzios 13 9 ib. 10. Do porto dos Buzios até a bahia da Traição, e como João de Barros mandou povoar a sua capitania 14 10 ib. 11. Da bahia da Traição até a Parahiba 15 11 335 12. Como se tornou a commetter a povoação da Parahiba 17 12 ib. 13. Vida e costumes do gentio Petigoar 19 13 ib. 14. Do rio da Parahiba até Tamaracá, quem foi o primeiro capitão 20 14 ib. 15. Do rio de Igaroçú até Pernambuco 21 15 ib. 16. Da villa de Olinda, e da grandeza de seu termo, e quem foi o primeiro povoador d’ella 22 16 ib. 17. Do porto de Olinda até o cabo de S. Agostinho 24 17 ib. 18. Do cabo e rio de Ipojuca até o Rio de S. Francisco 25 18 ib. 19. Quem são os Caités 27 19 336 20. Da grandeza do rio de S. Francisco 29 20 ib. 21. Do Rio de S. Francisco, até o de Seregipe 32 21 ib. 22. Do Rio Seregipe até o Rio Real 33 22 ib. 23. Do Rio Real, e de seus merecimentos 34 23 ib. 24. Do Rio Real até o rio de Tapocuru 36 24 ib. 25. Do Itapocuru até Tatuapara 37 25 ib. 26. De Tatuapara até o rio de Joanes 38 26 337 27. Do Rio de Joanes até á Bahia 39 27 ib. 28. Como Francisco Pereira Coutinho foi povoar a Bahia, e os trabalhos que n’isso teve 41 28 ib. 29. Da ponta do Padrão até o rio Camamú 43 29 337 30. Do rio de Camamú até os Ilhéos 44 30 ib. 31. Como se começou de povoar a capitania dos Ilheos 45 31 ib. 32. Quem são os Aimores 47 32 ib. 33. Do Rio dos Ilheos até o Rio Grande 49 33 ib. 34. Do Rio Grande até o de Santa Cruz 51 34 ib. 35. Do Rio de Santa Cruz até o de Porto Seguro 52 35 338 36. Quem povoou a capitania de Porto Seguro 53 36 ib. 37. De Porto Seguro até o Rio das Caravellas 55 37 ib. 38. Do Rio das Caravellas até o Cricaré 56 38 ib. 39. Quem são os Tupiniquins 57 39 ib. 40. Do Cricaré até o rio Doce 59 40 ib. 41. Do rio Doce até o do Espirito Santo 61 41 339 42. Capitania do Espirito Santo a Vasco Fernandes Coutinho, que a foi povoar em pessoa 62 42 ib. 43. Do Espirito Santo até o cabo de S. Thomé 65 43 ib. 44. Como Pedro de Góes foi povoar a sua capitania da Parahiba ou de S. Thome 66 44 ib. 45. Quem são os Goitacazes? 67 45 ib. 46. Quem são os Papanazes? 68 46 ib. 47. Do cabo de S. Thomé até o Cabo Frio 69 47 340 48. Reconcavo do Cabo Frio 70 48 ib. 49. Do Cabo Frio até o Rio de Janeiro 71 49 ib. 50. Entrada do Rio de Janeiro, e ilhas que tem defronte 72 50 ib. 51. Bahia do Rio de Janeiro, da ponta do Pão de Assucar para dentro 73 51 341 52. Dita, da ponta da cidade para dentro 74 52 ib. 53. Governador Mem de Sá no Rio de Janeiro 76 53 ib. 54. Povoação d’esta cidade 78 54 ib. 55. Como foi governador do Rio de Janeiro Antonio Salema 80 55 ib. 56. Conclue-se com o Rio de Janeiro com a tornada de Salvador Corrêa 81 56 ib. 57. Costa do Rio até S. Vicente 82 57 ib. 58. Quem é o gentio Tamoio 83 58 ib. 59. Barra e povoações da capitania de S. Vicente 84 59 ib. 60. De quem é a capitania de S. Vicente? 85 60 ib. 61. Capitania de Santo Amaro 87 61 ib. 62. Fertilidade da terra de S. Vicente 89 62 ib. 63. Quem são os Goaianazes? 90 63 ib. 64. Costa do rio de Santo Amaro até à Cananéa 91 64 ib. 65. Da Cananéa até o Rio de S. Francisco 92 65 ib. 66. Do Rio de S. Francisco até o de Itapocurt 92 66 342 67. De Itapocurú até o Rio dos Patos 93 67 ib. 68. Costumes dos Carijós 94 68 ib. 69. Costa do Rio dos Patos até o da Alaguna 95 69 ib. 70. Do porto da Alaguna até o Rio de Martim Affonso 96 70 ib. 71. Do Rio de Martim Affonso até o porto de S. Pedro 96 71 ib. 72. Como corre a costa do Rio de S. Pedro até o cabo de Santa Maria 97 72 ib. 73. Do cabo de Santa Maria até ao Rio da Prata 98 73 ib. 74. Ponta do Rio da Prata, da banda do Sul, até além da bahia de S. Mathias 99 74 ib. PARTE SEGUNDA.
MEMORIAL E DECLARAÇÃO DAS GRANDEZAS DA BAHIA.
TITULO 1. — Historia da Colonisação da Bahia.
2. Quem foi Thomé de Souza 102 76 343 3. Edificação da Cidade do Salvador 103 77 ib. 4. Nova armada em favor da colonisação 104 78 ib. 5. Governo de Duarte da Costa 106 79 ib. TITULO 2. — Descripção Topographica da Bahia.
6. Clima da Bahia: curso dos ventos na costa, e das aguas nas monções 107 80 343 7. Cidade do Salvador 108 81 ib. 8. Sitio da cidade 110 82 ib. 9. Como corre esta da Sé por diante 111 83 ib. 10. Como segue por este rumo 112 84 343 11. Como corre a mesma da banda da praça para a banda do Sul 113 85 ib. 12. Outras partes que a cidade tem para se notar 114 86 ib. 13. Como se tratam os moradores do Salvador e algumas qualidades suas 115 87 ib. 14. Como se póde defender a Bahia com mais facilidade 116 88 ib. TITULO 3. — Da enseada da Bahia, suas ilhas, reconcavos, ribeiros e engenhos.
15. Grandes qualidades que tem a Bahia 117 89 344 16. Barras que tem, e como está arrumada a ilha de Taparica 118 90 345 17. Como se navega para entrar na Bahia 119 91 ib. 18. Tamanho do mar da Bahia, e de algumas ilhas 120 92 ib. 19. Terra da Bahia da cidade até á ponta de Tapagipe, e suas ilhas 121 93 ib. 20. Engenhos de assucar de Pirajá 122 94 ib. 21. Fazendas que ha da barra de Pirajá até o Rio de Matoim 123 92 ib. 22. Tamanho do Rio de Matoim e engenhos que tem 124 96 ib. 23. Feição da terra da boca de Matoim até o esteiro de Mataripe, e mais engenhos 126 97 ib. 24. Da terra da boca do esteiro do Mataripe até a ponta de Marapé, e dos engenhos que em si tem 128 98 ib. 25. Rio de Seregipe e terra d’elle á boca do Paragoaçú 130 99 346 26. Grandeza do Rio Paragoaçû, e os seus engenhos 131 100 ib. 27. Terra do Rio de Paragoaçú tocante á capitania de D. Alvaro 133 101 ib. 29 Tamanho e formosura do rio Irajuhi, e seus reconcavos 136 103 346 30 Da boca da barra de Joaguaripe, até Juquirijape, e d’ahi até o rio Una 138 104 ib. 31 Do rio Una até Tinharé, e da ilha de Taparica, com outras ilhas 139 105 ib. 32 Quantas igrejas, engenhos e embarcações tem a Bahia 142 106 ib. 33 Fertilidade da Bahia, e como se n’ella dá o gado 143 107 ib. TITULO 4. — Da Agricultura da Bahia.
34 Algumas arvores de Hespanha, e como se criam 145 108 346 35 D’outros fructos estranhos 149 109 ib. 36 Das sementes de Hespanha, que se dão na Bahia 150 110 347 37 Da mandioca 153 111 ib. 38 Das raizes da mandioca, e do para que servem 154 112 ib. 39 Quão terrivel é a agua da mandioca 155 113 ib. 40 Da farinha fresca que se faz da mandioca 156 114 348 41 Do muito para que prestam as raizes da carimá 157 115 ib. 42 Da farinha de guerra, e como se faz da carimá 158 116 ib. 43 Dos aipins 159 117 ib. 44 Alguns mantimentos de raizes que se criam debaixo da terra 160 118 ib. 45 Do milho 162 119 ib. 46 Legumes 163 120 349 47 Dos amendoins (mandobins) 164 121 ib. 48 Quantas castas de pimenta ha 165 122 ib. 49 Dos cajús e cajuins 166 123 350 50 Das Pacobeiras e Bananeiras 168 124 ib. 51 Dos mamões e jaracateás 169 125 ib. TITULO 5. — Das arvores e plantas indigenas que dão fructo que se come.
57 TITULO 6. — Das arvores medicinaes.
59 Da embaiba e caraobuçú, e caraoba merim 183 133 ib. 60 Da arvore da almecega, e de outras, arvores de virtude 184 134 ib. TITULO 7. — Das hervas medicinaes.
61 Das hervas de virtude: tabaco, etc 186 135 ib. 62 Como se cria o algodão, e de sua virtude, e de outros arbustos 188 136 353 63 Virtudes de outras hervas menores 190 137 ib. TITULO 8. — Das arvores reaes e paus de lei.
64. Do vinhatico e cedro 192 138 353 65. Do pequihi, e de outras madeiras reaes 193 139 ib. 66. Em que se acaba a informação das arvores reaes 194 140 354 TITULO 9. — Das arvores means com differentes propriedades, dos cipós e folhas uteis.
67. Da camaçari e guanandi 196 141 354 68. Das arvores que dão a envira 197 142 355 69. De algumas arvores muito duras 198 143 ib. 70. Arvores que se dão ao longo do mar 199 144 ib. 71. De algumas arvores moles 200 145 ib. 72. Algumas arvores de cheiro 201 146 ib. 74. Algumas aryores que tem ruim cheiro 203 148 ib. 75. Arvores que dão fructos silvestres, que se não comem 203 149 ib. 76. Dos cipós, e para o que servem 204 150 ib. 77. . Folhas proveitosas que se criam no mato 205 151 ib. TITULO 10. — Das aves.
85. TITULO 11. — Da entomologia brazilica.
91. TITULO 12. — Dos mammiferos terrestres e amphibios.
95. 97. 100. 103. 104. 106. TITULO 13. — Da herpetographia e dos batrachios e varios outros
109. 113. 116. TITULO 14. — De varios hymenopteros etc.
122. Diversas castas de formigas 251 196 ib. 123. Do copim e dos carrapatos 251 197 ib. 124. De varios insectos sevandijas 252 198 ib. TITULO 15. — Dos mammiferos marinhos e dos peixes do mar, camarões, etc.
125. 129. Do peixe-boi 257 203 ib. 130. Dos peixes pezados e grandes 258 204 ib. 131. Dos meros, cavallas, pescadas e xaréos 259 205 ib. 132. 133. Das albacóras, bonitos, douradas, curvinas, etc. 262 207 ib. 134. Peixes que se tomam em redes 263 208 364 135. Algumas castas de peixe medicinal 264 209 ib. 136. D’alguns peixes que se criam na lama, e andam sempre no fundo. 265 210 ib. 137. Da qualidade de alguns peixinhos, e dos camarões 266 211 365 TITULO 16. — Dos crustaceos, molluscos, zoopbitos, echinodernes, etc. e dos peixes d’agua doce.
138. Dos lagostins, e ucás 267 212 365 139. Diversas castas de caranguejos 268 213 ib. 140. Das ostras 269 214 ib. 141. De outros mariscos 270 215 ib. 142. Da diversidade de buzios 271 216 ib. 146. Dos caranguejos do mato 276 220 ib. TITULO 17. — Noticia ethnographica do gentio Tupinambá que povoava a Bahia.
147. Que trata de quaes foram os primeiros povoadores da Bahia. 277 221 365 148. Proporção e feição dos Tupinambás, e como se dividiram logo. 278 222 366 149. Como se dividiram os Tubinambás 279 223 ib. 150. Linguagem dos Tupinambás 280 224 ib. 151. Das aldeas e seus principaes 281 225 367 152. Maneira dos casamentos dos Tupinambás e seus amores 282 226 ib. 153. Dos enfeites d’este gentio 286 227 ib. 154. Da criação que os Tubinambás dão aos filhos, e o que fazem quando lhes nascem 284 228 ib. 155. O com que os Tupinambás se fazem bizarros 282 229 ib. 156. Da luxuria d’estes barbaros 286 203 ib. 157. Das ceremonias que usam os Tupinambás nos seus parentescos 287 231 ib. 158. Do modo de comer e beber dos Tupinambás 288 232 368 159. Modo da grangearía dos Tupinambás, e de suas habilidades 290 233 ib. 160. De algumas habilidades e costumes dos Tupinambas 291 234 ib. 161. Dos feiticeiros e dos que comem terra para se matarem 292 235 369 162. Das saudades dos Tupinambas, e como choram e cantam 292 236 ib. 163. Como os Tupinambás agazalham os hospedes 294 237 ib. 164. Do uso que os Tupinambás têem em seus concelhos, e das ceremonias que u’estes usam 295 238 ib. 165. De como se este gentio cura em suas enfermidades 296 239 ib. 166. Do grande conhecimento que os Tupinambás tem da terra 297 240 ib. 167. Como os Tupinambás se apercebem para irem á guerra. 298 241 ib. 168. Como os Tupinambás dão em seus contrarios 299 242 ib. 169. Como os contrarios dos Tupinambàs dão sobre elles, quando se recolhem 300 243 ib. 170. Como o Tupinambá que matou o contrario toma logo nome, e as ceremonias que n’isto fazem 301 244 ib. 171. Do tratamento que os Tupinambas fazem aos que captivam, e a mulher que lhes dão 303 245 ib. 172. Da festa e apparato que os Tupinambas fazem para matarem em terreiro a seus contrarios 304 246 370 173. De como se enfeita e apparata o matador 305 247 ib. 174. O que os Tupinambás fazem do contrario que mataram. 306 259 ib. 175. Das ceremonias que os Tupinambás fazem quando morre algum, e como o enterram 307 249 ib. 176. Successor ao principal que morreu, e das ceremonias que faz sua mulher, e as que se fazem por morte d’ella tambem 308 250 370 177. De como entre os Tupinambás ha muitos mamelucos que descendem dos Francezes, e de um Indio que se achou muito alvo 309 251 371 TITULO 18. — Informações ethnographicas acerca de outras nações visinhas da Bahia, como Tupinaé, Aimorés, Amoipira, Ubirajara, etc.
178. Dos Tupinaés 310 252 371 179. Costumes, e trages dos Tupinaés 311 253 ib. 181. Vida e costumes dos Amoipiras 312 254 ib. 182. Quem são os Amoipiras, e onde vivem 313 255 ib. 183. Da vivenda dos Ubirajaras, e seus costumes 314 256 372 184. De quem são os Maracás 316 257 ib. 183. Da terra que os Tapuias possuiram 316 258 ib. 185. Sitio em que vivem outros Tapuias, e parte de seus costumes 318 259 ib. 186. Alguns outros costumes 319 260 ib. TITULO 19. — Recursos da Bahia para defender-se.
187. Pedra para fortificações 320 261 372 188. Commodo para se poder fazer cal, e como se faz 321 262 ib. 189. Dos aparelhos, para se fazerem grandes armadas 322 263 ib. 190. Mais aparelhos para se fazerem armadas 323 264 ib. 191. Aparelhos que faltain para as embarcações 324 265 ib. 192. Dito para sa fazer polvora, picaria, e armas 325 266 ib. TITULO 20. — Metaes e pedras preciosas.
193. Do ferro, aço, e cobre 326 267 372 194. Das pedras verdes e azues do sertão 327 268 373 195. Das esmeraldas e outras pedras 328 269 ib. 196. Da quantidade de ouro e prata 329 270 ib. |
