Tratado descritivo do Brasil em 1587

TRATADO
DESCRIPTIVO DO BRASIL
EM 1587
 
OBRA DE
 
GABRIEL SOARES DE SOUSA
Senhor de engenho da Bahia, n’ella residente dezesete annos
seu vereador da Camara, etc.
 

Edição castigada pelo estudo e exame de mui-
tos codices manuscriptos existentes no Brazil, em
Portugal, Hespanha e França, e accres-
centada de alguns commentarios á obra por
Francisco Adolpho de Varnhagen.

Segunda Edição mais correcta e accrescentada com um additamento
 

 
RIO DE JANEIRO
typographia de joão ignacio da silva
81Rua da Assembéa81

1879
INDICE
DA OBRA E DOS COMMENTARIOS DE GABRIEL SOARES
ARRANJADO PELO COMMENTADOR.
 
Pag.  Com.  Pág do
Com.
additamento. Notícia biographica acerca de Gabriel Soares 
 xiii
PARTE PRIMEIRA
ROTEIRO GERAL DA COSTA BRAZILICA.
 1
 
capitulos:
 3        1      333
3. 
Donde começa a correr a costa do Brazil 
 6        3        ib.
4. 
Do rio Amazonas 
 7        4        ib.
5. 
Costa do Amazonas até o Maranhão 
 8        5        ib.
6. 
Do Maranhão até o Rio Grande 
 10        6        ib.
7. 
Do Rio Giramde até o de Jagoarive 
 11        7        ib.
8. 
Do Jagoarive até o Cabo de S. Roque 
 12        8        ib.
9. 
Do Cabo de S. Roque até o porto dos Buzios 
 13        9        ib.
10. 
Do porto dos Buzios até a bahia da Traição, e como João de Barros mandou povoar a sua capitania 
 14      10        ib.
11. 
Da bahia da Traição até a Parahiba 
 15      11      335
12. 
Como se tornou a commetter a povoação da Parahiba 
 17      12        ib.
13. 
Vida e costumes do gentio Petigoar 
 19      13        ib.
14. 
Do rio da Parahiba até Tamaracá, quem foi o primeiro capitão 
 20      14        ib.
15. 
Do rio de Igaroçú até Pernambuco 
 21      15        ib.
16. 
Da villa de Olinda, e da grandeza de seu termo, e quem foi o primeiro povoador d’ella 
 22      16        ib.
17. 
Do porto de Olinda até o cabo de S. Agostinho 
 24      17        ib.
18. 
Do cabo e rio de Ipojuca até o Rio de S. Francisco 
 25      18        ib.
19. 
Quem são os Caités 
 27      19      336
20. 
Da grandeza do rio de S. Francisco 
 29      20        ib.
21. 
Do Rio de S. Francisco, até o de Seregipe 
 32      21        ib.
22. 
Do Rio Seregipe até o Rio Real 
 33      22        ib.
23. 
Do Rio Real, e de seus merecimentos 
 34      23        ib.
24. 
Do Rio Real até o rio de Tapocuru 
 36      24        ib.
25. 
Do Itapocuru até Tatuapara 
 37      25        ib.
26. 
De Tatuapara até o rio de Joanes 
 38      26      337
27. 
Do Rio de Joanes até á Bahia 
 39      27        ib.
28. 
Como Francisco Pereira Coutinho foi povoar a Bahia, e os trabalhos que n’isso teve 
 41      28        ib.
29. 
Da ponta do Padrão até o rio Camamú 
 43      29      337
30. 
Do rio de Camamú até os Ilhéos 
 44      30        ib.
31. 
Como se começou de povoar a capitania dos Ilheos 
 45      31        ib.
32. 
Quem são os Aimores 
 47      32        ib.
33. 
Do Rio dos Ilheos até o Rio Grande 
 49      33        ib.
34. 
Do Rio Grande até o de Santa Cruz 
 51      34        ib.
35. 
Do Rio de Santa Cruz até o de Porto Seguro 
 52      35      338
36. 
Quem povoou a capitania de Porto Seguro 
 53      36        ib.
37. 
De Porto Seguro até o Rio das Caravellas 
 55      37        ib.
38. 
Do Rio das Caravellas até o Cricaré 
 56      38        ib.
39. 
Quem são os Tupiniquins 
 57      39        ib.
40. 
Do Cricaré até o rio Doce 
 59      40        ib.
41. 
Do rio Doce até o do Espirito Santo 
 61      41      339
42. 
Capitania do Espirito Santo a Vasco Fernandes Coutinho, que a foi povoar em pessoa 
 62      42        ib.
43. 
Do Espirito Santo até o cabo de S. Thomé 
 65      43        ib.
44. 
Como Pedro de Góes foi povoar a sua capitania da Parahiba ou de S. Thome 
 66      44        ib.
45. 
Quem são os Goitacazes? 
 67      45        ib.
46. 
Quem são os Papanazes? 
 68      46        ib.
47. 
Do cabo de S. Thomé até o Cabo Frio 
 69      47      340
48. 
Reconcavo do Cabo Frio 
 70      48        ib.
49. 
Do Cabo Frio até o Rio de Janeiro 
 71      49        ib.
50. 
Entrada do Rio de Janeiro, e ilhas que tem defronte 
 72      50        ib.
51. 
Bahia do Rio de Janeiro, da ponta do Pão de Assucar para dentro 
 73      51      341
52. 
Dita, da ponta da cidade para dentro 
 74      52        ib.
53. 
Governador Mem de Sá no Rio de Janeiro 
 76      53        ib.
54. 
Povoação d’esta cidade 
 78      54        ib.
55. 
Como foi governador do Rio de Janeiro Antonio Salema 
 80      55        ib.
56. 
Conclue-se com o Rio de Janeiro com a tornada de Salvador Corrêa 
 81      56        ib.
57. 
Costa do Rio até S. Vicente 
 82      57        ib.
58. 
Quem é o gentio Tamoio 
 83      58        ib.
59. 
Barra e povoações da capitania de S. Vicente 
 84      59        ib.
60. 
De quem é a capitania de S. Vicente? 
 85      60        ib.
61. 
Capitania de Santo Amaro 
 87      61        ib.
62. 
Fertilidade da terra de S. Vicente 
 89      62        ib.
63. 
Quem são os Goaianazes? 
 90      63        ib.
64. 
Costa do rio de Santo Amaro até à Cananéa 
 91      64        ib.
65. 
Da Cananéa até o Rio de S. Francisco 
 92      65        ib.
66. 
Do Rio de S. Francisco até o de Itapocurt 
 92      66      342
67. 
De Itapocurú até o Rio dos Patos 
 93      67        ib.
68. 
Costumes dos Carijós 
 94      68        ib.
69. 
Costa do Rio dos Patos até o da Alaguna 
 95      69        ib.
70. 
Do porto da Alaguna até o Rio de Martim Affonso 
 96      70        ib.
71. 
Do Rio de Martim Affonso até o porto de S. Pedro 
 96      71        ib.
72. 
Como corre a costa do Rio de S. Pedro até o cabo de Santa Maria 
 97      72        ib.
73. 
Do cabo de Santa Maria até ao Rio da Prata 
 98      73        ib.
74. 
Ponta do Rio da Prata, da banda do Sul, até além da bahia de S. Mathias 
 99      74        ib.
PARTE SEGUNDA.
MEMORIAL E DECLARAÇÃO DAS GRANDEZAS DA BAHIA.
TITULO 1. — Historia da Colonisação da Bahia.
 101      75      342
2. 
Quem foi Thomé de Souza 
 102      76      343
3. 
Edificação da Cidade do Salvador 
 103      77        ib.
4. 
Nova armada em favor da colonisação 
 104      78        ib.
5. 
Governo de Duarte da Costa 
 106      79        ib.
TITULO 2. — Descripção Topographica da Bahia.
6. 
Clima da Bahia: curso dos ventos na costa, e das aguas nas monções 
 107      80      343
7. 
Cidade do Salvador 
 108      81        ib.
8. 
Sitio da cidade 
 110      82        ib.
9. 
Como corre esta da Sé por diante 
 111      83        ib.
10. 
Como segue por este rumo 
 112      84      343
11. 
Como corre a mesma da banda da praça para a banda do Sul 
 113      85        ib.
12. 
Outras partes que a cidade tem para se notar 
 114      86        ib.
13. 
Como se tratam os moradores do Salvador e algumas qualidades suas 
 115      87        ib.
14. 
Como se póde defender a Bahia com mais facilidade 
 116      88        ib.
TITULO 3. — Da enseada da Bahia, suas ilhas, reconcavos, ribeiros e engenhos.
15. 
Grandes qualidades que tem a Bahia 
 117      89      344
16. 
Barras que tem, e como está arrumada a ilha de Taparica 
 118      90      345
17. 
Como se navega para entrar na Bahia 
 119      91        ib.
18. 
Tamanho do mar da Bahia, e de algumas ilhas 
 120      92        ib.
19. 
Terra da Bahia da cidade até á ponta de Tapagipe, e suas ilhas 
 121      93        ib.
20. 
Engenhos de assucar de Pirajá 
 122      94        ib.
21. 
Fazendas que ha da barra de Pirajá até o Rio de Matoim 
 123      92        ib.
22. 
Tamanho do Rio de Matoim e engenhos que tem 
 124      96        ib.
23. 
Feição da terra da boca de Matoim até o esteiro de Mataripe, e mais engenhos 
 126      97        ib.
24. 
Da terra da boca do esteiro do Mataripe até a ponta de Marapé, e dos engenhos que em si tem 
 128      98        ib.
25. 
Rio de Seregipe e terra d’elle á boca do Paragoaçú 
 130      99      346
26. 
Grandeza do Rio Paragoaçû, e os seus engenhos 
 131    100        ib.
27. 
Terra do Rio de Paragoaçú tocante á capitania de D. Alvaro 
 133    101        ib.
28. 
Como corre a terra do Rio de Paragoaçú ao longo do mar da Bahia até a boca de Jagoaripe, e por este rio acima 
 135    102        ib.
29 
Tamanho e formosura do rio Irajuhi, e seus reconcavos 
 136    103      346
30 
Da boca da barra de Joaguaripe, até Juquirijape, e d’ahi até o rio Una 
 138    104        ib.
31 
Do rio Una até Tinharé, e da ilha de Taparica, com outras ilhas 
 139    105        ib.
32 
Quantas igrejas, engenhos e embarcações tem a Bahia 
 142    106        ib.
33 
Fertilidade da Bahia, e como se n’ella dá o gado 
 143    107        ib.
TITULO 4. — Da Agricultura da Bahia.
34 
Algumas arvores de Hespanha, e como se criam 
 145    108      346
35 
D’outros fructos estranhos 
 149    109        ib.
36 
Das sementes de Hespanha, que se dão na Bahia 
 150    110      347
37 
Da mandioca 
 153    111        ib.
38 
Das raizes da mandioca, e do para que servem 
 154    112        ib.
39 
Quão terrivel é a agua da mandioca 
 155    113        ib.
40 
Da farinha fresca que se faz da mandioca 
 156    114      348
41 
Do muito para que prestam as raizes da carimá 
 157    115        ib.
42 
Da farinha de guerra, e como se faz da carimá 
 158    116        ib.
43 
Dos aipins 
 159    117        ib.
44 
Alguns mantimentos de raizes que se criam debaixo da terra 
 160    118        ib.
45 
Do milho 
 162    119        ib.
46 
Legumes 
 163    120      349
47 
Dos amendoins (mandobins) 
 164    121        ib.
48 
Quantas castas de pimenta ha 
 165    122        ib.
49 
Dos cajús e cajuins 
 166    123      350
50 
Das Pacobeiras e Bananeiras 
 168    124        ib.
51 
Dos mamões e jaracateás 
 169    125        ib.
TITULO 5. — Das arvores e plantas indigenas que dão fructo que se come.
 170    126      350
53 
Da arvore dos ambús 
 172    127      351
54 
De algumas arvorès de fructo afastadas do mar: sapucaia, piquiá, macugé, genipapo, etc 
 172    128        ib.
 177    129        ib.
56 
Hervas que dão fructo 
 179    130        ib.
 181    131      352
TITULO 6. — Das arvores medicinaes.
58 
Das arvores de virtude 
 182    132      352
59 
Da embaiba e caraobuçú, e caraoba merim 
 183    133        ib.
60 
Da arvore da almecega, e de outras, arvores de virtude 
 184    134        ib.
TITULO 7. — Das hervas medicinaes.
61 
Das hervas de virtude: tabaco, etc 
 186    135        ib.
62 
Como se cria o algodão, e de sua virtude, e de outros arbustos 
 188    136      353
63 
Virtudes de outras hervas menores 
 190    137        ib.
TITULO 8. — Das arvores reaes e paus de lei.
64. 
Do vinhatico e cedro 
 192    138      353
65. 
Do pequihi, e de outras madeiras reaes 
 193    139        ib.
66. 
Em que se acaba a informação das arvores reaes 
 194    140      354
TITULO 9. — Das arvores means com differentes propriedades, dos cipós e folhas uteis.
67. 
Da camaçari e guanandi 
 196    141      354
68. 
Das arvores que dão a envira 
 197    142      355
69. 
De algumas arvores muito duras 
 198    143        ib.
70. 
Arvores que se dão ao longo do mar 
 199    144        ib.
71. 
De algumas arvores moles 
 200    145        ib.
72. 
Algumas arvores de cheiro 
 201    146        ib.
73. 
Arvores de que se fazem remos, e hastes de lanças 
 202    147      356
74. 
Algumas aryores que tem ruim cheiro 
 203    148        ib.
75. 
Arvores que dão fructos silvestres, que se não comem 
 203    149        ib.
76. 
Dos cipós, e para o que servem 
 204    150        ib.
77. . 
Folhas proveitosas que se criam no mato 
 205    151        ib.
TITULO 10. — Das aves.
 206    152        ib.
 207    153        ib.
 208    154        ib.
 209    155      357
 210    156        ib.
 211    157        ib.
 212    158        ib.
 213    159        ib.
 214    160      358
 215    161        ib.
 217    162        ib.
 217    163        ib.
TITULO 11. — Da entomologia brazilica.
 219    164      358
 220    165      359
 221    166        ib.
 222    167        ib.
TITULO 12. — Dos mammiferos terrestres e amphibios.
94. 
 223    168      359
 224    169        ib.
 225    170        ib.
97. 
 226    171        ib.
 227    172        ib.
 228    173        ib.
 229    174      360
 230    175      360
102. 
 231    176        ib.
 232    177        ib.
104. 
 233    178        ib.
 234    179      360
106. 
 235    180        ib.
 236    181        ib.
 236    182      361
TITULO 13. — Da herpetographia e dos batrachios e varios outros
 237    183      361
 239    184        ib.
 240    185        ib.
 241    186        ib.
 242    187        ib.
 243    188        ib.
 244    189        ib.
116. 
 245    190      362
 246    191        ib.
 247    192        ib.
TITULO 14. — De varios hymenopteros etc.
 248    193      362
 249    194        ib.
 250    195        ib.
122. 
Diversas castas de formigas 
 251    196        ib.
123. 
Do copim e dos carrapatos 
 251    197        ib.
124. 
De varios insectos sevandijas 
 252    198        ib.
TITULO 15. — Dos mammiferos marinhos e dos peixes do mar, camarões, etc.
125. 
 254    199      362
126. 
Do espadarte, e de outro peixe não conhecido que deu á costa 
 255    200        ib.
 256    201        ib.
128. 
Do peixe serra, tubarões, tuninhas e lixas 
 256    202      363
129. 
Do peixe-boi 
 257    203        ib.
130. 
Dos peixes pezados e grandes 
 258    204        ib.
131. 
Dos meros, cavallas, pescadas e xaréos 
 259    205        ib.
 261    206        ib.
133. 
Das albacóras, bonitos, douradas, curvinas, etc. 
 262    207        ib.
134. 
Peixes que se tomam em redes 
 263    208      364
135. 
Algumas castas de peixe medicinal 
 264    209        ib.
136. 
D’alguns peixes que se criam na lama, e andam sempre no fundo. 
 265    210        ib.
137. 
Da qualidade de alguns peixinhos, e dos camarões 
 266    211      365
TITULO 16. — Dos crustaceos, molluscos, zoopbitos, echinodernes, etc. e dos peixes d’agua doce.
138. 
Dos lagostins, e ucás 
 267    212      365
139. 
Diversas castas de caranguejos 
 268    213        ib.
140. 
Das ostras 
 269    214        ib.
141. 
De outros mariscos 
 270    215        ib.
142. 
Da diversidade de buzios 
 271    216        ib.
 272    217        ib.
 274    218      365
145. 
Do marisco que se cria n’agua doce 
 275    219        ib.
146. 
Dos caranguejos do mato 
 276    220        ib.
TITULO 17. — Noticia ethnographica do gentio Tupinambá que povoava a Bahia.
147. 
Que trata de quaes foram os primeiros povoadores da Bahia. 
 277    221      365
148. 
Proporção e feição dos Tupinambás, e como se dividiram logo. 
 278    222      366
149. 
Como se dividiram os Tubinambás 
 279    223        ib.
150. 
Linguagem dos Tupinambás 
 280    224        ib.
151. 
Das aldeas e seus principaes 
 281    225      367
152. 
Maneira dos casamentos dos Tupinambás e seus amores 
 282    226        ib.
153
Dos enfeites d’este gentio 
 286    227        ib.
154. 
Da criação que os Tubinambás dão aos filhos, e o que fazem quando lhes nascem 
 284    228        ib.
155. 
O com que os Tupinambás se fazem bizarros 
 282    229        ib.
156. 
Da luxuria d’estes barbaros 
 286    203        ib.
157. 
Das ceremonias que usam os Tupinambás nos seus parentescos 
 287    231        ib.
158. 
Do modo de comer e beber dos Tupinambás 
 288    232      368
159. 
Modo da grangearía dos Tupinambás, e de suas habilidades 
 290    233        ib.
160. 
De algumas habilidades e costumes dos Tupinambas 
 291    234        ib.
161. 
Dos feiticeiros e dos que comem terra para se matarem 
 292    235      369
162. 
Das saudades dos Tupinambas, e como choram e cantam 
 292    236        ib.
163. 
Como os Tupinambás agazalham os hospedes 
 294    237        ib.
164. 
Do uso que os Tupinambás têem em seus concelhos, e das ceremonias que u’estes usam 
 295    238        ib.
165. 
De como se este gentio cura em suas enfermidades 
 296    239        ib.
166. 
Do grande conhecimento que os Tupinambás tem da terra 
 297    240        ib.
167. 
Como os Tupinambás se apercebem para irem á guerra. 
 298    241        ib.
168. 
Como os Tupinambás dão em seus contrarios 
 299    242        ib.
169. 
Como os contrarios dos Tupinambàs dão sobre elles, quando se recolhem 
 300    243        ib.
170. 
Como o Tupinambá que matou o contrario toma logo nome, e as ceremonias que n’isto fazem 
 301    244        ib.
171. 
Do tratamento que os Tupinambas fazem aos que captivam, e a mulher que lhes dão 
 303    245        ib.
172. 
Da festa e apparato que os Tupinambas fazem para matarem em terreiro a seus contrarios 
 304    246      370
173. 
De como se enfeita e apparata o matador 
 305    247        ib.
174. 
O que os Tupinambás fazem do contrario que mataram. 
 306    259        ib.
175. 
Das ceremonias que os Tupinambás fazem quando morre algum, e como o enterram 
 307    249        ib.
176. 
Successor ao principal que morreu, e das ceremonias que faz sua mulher, e as que se fazem por morte d’ella tambem 
 308    250      370
177. 
De como entre os Tupinambás ha muitos mamelucos que descendem dos Francezes, e de um Indio que se achou muito alvo 
 309    251      371
TITULO 18. — Informações ethnographicas acerca de outras nações visinhas da Bahia, como Tupinaé, Aimorés, Amoipira, Ubirajara, etc.
178. 
Dos Tupinaés 
 310    252      371
179. 
Costumes, e trages dos Tupinaés 
 311    253        ib.
181. 
Vida e costumes dos Amoipiras 
 312    254        ib.
182. 
Quem são os Amoipiras, e onde vivem 
 313    255        ib.
183. 
Da vivenda dos Ubirajaras, e seus costumes 
 314    256      372
184. 
De quem são os Maracás 
 316    257        ib.
183. 
Da terra que os Tapuias possuiram 
 316    258        ib.
185. 
Sitio em que vivem outros Tapuias, e parte de seus costumes 
 318    259        ib.
186. 
Alguns outros costumes 
 319    260        ib.
TITULO 19. — Recursos da Bahia para defender-se.
187. 
Pedra para fortificações 
 320    261      372
188. 
Commodo para se poder fazer cal, e como se faz 
 321    262        ib.
189. 
Dos aparelhos, para se fazerem grandes armadas 
 322    263        ib.
190. 
Mais aparelhos para se fazerem armadas 
 323    264        ib.
191. 
Aparelhos que faltain para as embarcações 
 324    265        ib.
192. 
Dito para sa fazer polvora, picaria, e armas 
 325    266        ib.
TITULO 20. — Metaes e pedras preciosas.
193. 
Do ferro, aço, e cobre 
 326    267      372
194. 
Das pedras verdes e azues do sertão 
 327    268      373
195. 
Das esmeraldas e outras pedras 
 328    269        ib.
196. 
Da quantidade de ouro e prata 
 329    270        ib.

Esta obra entrou em domínio público pela lei 9610 de 1998, Título III, Art. 41.


Caso seja uma obra publicada pela primeira vez entre 1930 e 1977 certamente não estará em domínio público nos Estados Unidos da América.