Página:Tratado descriptivo do Brasil em 1587.pdf/411

Esta página foi revisada, mas ainda precisa ser validada
— 381 —
 
Pag.  Com.  Pág do
Com.
 274    218      365
145. 
Do marisco que se cria n’agua doce 
 275    219        ib.
146. 
Dos caranguejos do mato 
 276    220        ib.
TITULO 17. — Noticia ethnographica do gentio Tupinambá que povoava a Bahia.
147. 
Que trata de quaes foram os primeiros povoadores da Bahia. 
 277    221      365
148. 
Proporção e feição dos Tupinambás, e como se dividiram logo. 
 278    222      366
149. 
Como se dividiram os Tubinambás 
 279    223        ib.
150. 
Linguagem dos Tupinambás 
 280    224        ib.
151. 
Das aldeas e seus principaes 
 281    225      367
152. 
Maneira dos casamentos dos Tupinambás e seus amores 
 282    226        ib.
153
Dos enfeites d’este gentio 
 286    227        ib.
154. 
Da criação que os Tubinambás dão aos filhos, e o que fazem quando lhes nascem 
 284    228        ib.
155. 
O com que os Tupinambás se fazem bizarros 
 282    229        ib.
156. 
Da luxuria d’estes barbaros 
 286    203        ib.
157. 
Das ceremonias que usam os Tupinambás nos seus parentescos 
 287    231        ib.
158. 
Do modo de comer e beber dos Tupinambás 
 288    232      368
159. 
Modo da grangearía dos Tupinambás, e de suas habilidades 
 290    233        ib.
160. 
De algumas habilidades e costumes dos Tupinambas 
 291    234        ib.
161. 
Dos feiticeiros e dos que comem terra para se matarem 
 292    235      369
162. 
Das saudades dos Tupinambas, e como choram e cantam 
 292    236        ib.
163. 
Como os Tupinambás agazalham os hospedes 
 294    237        ib.
164. 
Do uso que os Tupinambás têem em seus concelhos, e das ceremonias que u’estes usam 
 295    238        ib.
165. 
De como se este gentio cura em suas enfermidades 
 296    239        ib.
166. 
Do grande conhecimento que os Tupinambás tem da terra 
 297    240        ib.
167. 
Como os Tupinambás se apercebem para irem á guerra. 
 298    241        ib.
168. 
Como os Tupinambás dão em seus contrarios 
 299    242        ib.
169. 
Como os contrarios dos Tupinambàs dão sobre elles, quando se recolhem 
 300    243        ib.
170. 
Como o Tupinambá que matou o contrario toma logo nome, e as ceremonias que n’isto fazem 
 301    244        ib.
171. 
Do tratamento que os Tupinambas fazem aos que captivam, e a mulher que lhes dão 
 303    245        ib.
172. 
Da festa e apparato que os Tupinambas fazem para matarem em terreiro a seus contrarios 
 304    246      370
173. 
De como se enfeita e apparata o matador 
 305    247        ib.
174. 
O que os Tupinambás fazem do contrario que mataram. 
 306    259        ib.
175. 
Das ceremonias que os Tupinambás fazem quando morre algum, e como o enterram 
 307    249        ib.
TOMO XIV
52