Financiamento climático na Tunísia
| Parte da série sobre |
| Financiamento climático |
|---|
![]() |
O financiamento climático na Tunísia se refere aos recursos e mecanismos financeiros mobilizados pelo país, bem com aqueles advindos do exterior, para reduzir emissões de gases de efeito estufa e adaptar-se aos impactos das mudanças climáticas.
A Tunísia é signatária do Acordo de Paris.[1] Em 2021, o país enviou suas Contribuições Nacionalmente Determinadas (NDC, na sigla em inglês) atualizadas, determinando metas de redução de emissões de 45% abaixo dos níveis de 2010, até 2030.[2] É uma meta considerada drástica se comparada ao impacto das emissões do país, que correspondem a apenas 0,07% das emissões globais.[3]
Em 2023, o Banco Africano de Desenvolvimento (BAD) calculou em US$5 bilhões as perdas e danos causadas por mudanças climáticas no país, e projeta que os custos de ações climáticas, adaptação e mitigação dos efeitos climáticos entre 2020-2030 são de cerca de US$4,24 bilhões, US$2,4 bilhões e US$4,14 bilhões, respectivamente.[4] Um relatório de 2023 do Banco Mundial aponta que os efeitos das mudanças climáticas podem fazer o PIB do país encolher em 3,4% (US$1,8 bilhão) até 2030.[5] Por outro lado, se medidas forem tomadas, o PIB pode crescer em 8,8% até 2030 (em comparação ao cenário de inação) e a pobreza pode cair 2,5%.[6]
Uma pesquisa de 2013 apontou que 62% das pessoas identificavam as mudanças climáticas como uma grande ameaça ao país. Em 2017, o índice caiu para 44%, diferentemente do que se viu em outros países do chamado sul global. A pesquisa não concluiu um motivo para isso, mas apontou o crescimento do terrorismo e questões econômicas como possíveis razões.[7] Em 2022, nova pesquisa, desta vez realizada pelo Banco Europeu de Investimento, apontou que 84% da população dizia que as mudanças climáticas já estão afetando suas vidas cotidianas; 52% acreditavam que as mudanças climáticas e danos ambientais afetaram sua renda ou fonte de sobrevivência; e 83% acreditavam que invetimentos em energias renováveis deveriam ser priorizados.[8]
Impacto das mudanças climáticas na Tunísia

A Tunísia é dividida em três regiões que devem vivenciar os impactos das mudanças climáticas de maneiras diferentes.[9] A região noroeste, banhada pelo Mar Mediterrâneo, é ameaçada pelo aumento do nível do mar enquanto que as regiões centrais e leste podem sofrer precipitação variada, temperaturas crescentes e mais enchentes, entre outros extremos climáticos.[10]
O aumento do nível do mar ameaça as áreas litorâneas, correspondentes a 90% do PIB[11][12] e 2/3 da população[4][12] do país (dados de 2023)), com erosão, submersão e degradação da infraestrutura essencial.[13] [14] Cerca de 68% do litoral tunisiano é classificado como estando entre moderadamente e muito altamente vulnerável aos efeitos da subida do nível do mar e erosão costeira. O mar deve aumentar entre 30–50 cm até o final do século XXI.[15] Projeta-se que entre 250 mil e 800 mil pessoas sejam afetadas por enchentes anualmente, a depender do quanto as temperaturas aumentem.[16]
No clima e na temperatura
A Tunísia deve ser um dos países mais afetados pelas mudanças de temperatura, com uma média anual projetada pela ONU de aproximadamente 20 °C entre 2040 e 2059, comparado a uma média global prevista de 16 °C.[15] O Instituto Nacional Tunisiano de Meteorologia projeta um aumento de temperatura de 1,8 °C até 2050 e de 3 °C até 2100.[15] Esse aumento deve impactar diretamente na saúde humana, podendo aumentar o número de mortes relacionadas ao clima.[15] [14]
O índice de chuvas deverá atingir extremos tanto para mais quanto para menos; o país passou por uma seca história no início dos anos 2000 e enfrentou enchentes sem precedentes em 2018.[17] Contudo, a tendência geral é que as chuvas diminuam e o calor aumente; algumas regiões podem simplesmente se tornar inabitáveis por conta das altas temperaturas.[17]
Nos recursos hídricos
.svg.png)
A Tunísia é um dos países em situação mais crítica com relação à disponibilidade de água, ficando em 20º lugar em um ranking da World Resources Institute que monitora a questão.[15] Nos últimos anos, houve uma queda brusca nos índices pluviais na Tunísia, com 110 milhões de metros cúbicos de chuva caindo no período de setembro de 2022 a março de 2023, ante uma média anual de 520 milhões antes de 2020.[15]
Ela explora principalmente a água subterrânea para obter água potável e recursos para irrigação.[18] O consumo insustentável desse recurso está reduzindo sua disponibilidade e permitindo a invasão de água salgada em aquíferos,[18] o que torna a água imprópria tanto para consumo humano quanto para uso na agricultura.[15]
A combinação de redução de água subterrânea, queda na qualidade e aumento na demanda por água potável (projetada em 38%) deve fazer o país perder 75% de seus recursos hídricos costeiros até 2050.[15] Há projeções para a perda de até 28% da disponibilidade de água até 2030 no país.[16] Uma seca em 2023 motivou o governo a implementar um racionamento de água pela primeira vez em vários anos.[15][19]
Outro fator que vem afetando o fornecimento de água no país é a intensificação da exploração desse bem pela vizinha Argélia, que construiu diversas represas em rios ao longo da fronteira entre as duas nações e aumentou a extração de água dos aquíferos que ambas compartilham.[20]
Na economia
O governo calcula que o país pode perder 36 mil postos de trabalho nos setores de turismo e agricultura nos próximos 30 anos por conta do aumento do nível do mar, o que também pode causar US$2 bilhões em perdas de infraestrutura.[16] Um estudo de 2024 sugere que a maioria das cidades tunisianas carece de recursos financeiros para arcar com a mitigação e adaptação às mudanças climáticas.[21]
Agricultura

A Tunísia deve vivenciar mais secas e safras menores, pressionando a produção de comida no país.[22] Os cultivos de trigo, cevada e azeitona devem ser os mais impactados pelas secas e o país já vivenciou uma queda de 12% na produção agrícola de 2000 a 2017.[22] O período de cultivo do trigo, por exemplo, pode cair entre 10 e 30 dias.[23] A Tunísia é um dos maiores exportadores de azeitonas do mundo, e as árvores em questão são altamente dependentes da chuva.[23]
Além da seca, a degradação do solo também compromete a agricultura local. 70% do solo tunisiano sofre impactos de erosão, salinização e redução de nutrientes, um processo que se intensifica com o aumento das temperaturas.[22] O governo calculava em 2020 que o país poderia perder até 30% das suas áreas agrícolas até 2030 como consequência das mudanças climáticas.[23]
A falta de comida chegou a um ponto em que o contrabando de alimentos vindos da vizinha Argélia se intensificou.[20]
Pesca
Além da agricultura, a pesca é crucial para o PIB da Tunísia. As mudanças climáticas ameaçam a resiliência de ecossistemas no Mar Mediterrâneo, que contém 7,5% da fauna marinha do mundo e 18% da flora marinha do mundo.[24] As temperaturas nesse mar estão subindo 25% mais rápido do que no resto do oceano na média, o que põe em risco os ecossistemas que sustentam a produção de pescados na Tunísia.[25]
Turismo

O turismo na Tunísia se concentra nas áreas costeiras e montanhosas, que serão ambas impactadas pelas mudanças climáticas. No caso da costa, a subida do nível das águas e a erosão das praias pode comprometer a atividade turística.[13][14] Eventos extremos como marés de tempestade e tormentas devem amplificar a deterioração das costas e, por consequência, a atividade turística.[13][14] O setor de turismo, ao mesmo tempo em que é altamente vulnerável às consequências das mudanças climáticas, pode também contribuir com elas e até exacerbá-las.[26]
No caso das montanhas, os resorts de ski dependem de climas estáveis de inverno. Contudo, o aumento das temperaturas deve encurtar a temporada de inverno, reduzindo a neve e tornando o local menos propício para a prática de esportes de inverno.[13]
Histórico de pacotes e metas internas

Desde os anos 1990, a Tunísia vem investindo no aumento da sua eficiência energética. Com efeito, entre aquele ano e 2009, o país reduziu suas emissões de carbono em 25%, tornando-se um dos menores emissores de todo o Oriente Médio.[27] O governo empreende esforços também na área de reflorestamento e agricultura.[27] Um relatório de 2018 apontava que, à altura, o investimento em energia solar na Tunísia não tinha bom custo-benefício, embora o mesmo documento reconhecesse a análise como não sendo definitiva.[28]
O governo local lançou nos anos 2020 a Estratégia para Transição Ecológica, com objetivos englobando a adaptação e resiliência climática de vários setores e partes da população, incluindo a meta de atingir a neutralidade de carbono até 2050. As metas do plano demandam US$2,2 bilhões para serem atingidas.[29]
A Tunísia lançou em 2012 sua Estratégia Nacional de Mudança Climática (NCCS, na sigla em inglês).[27] Os custos previstos para implementar todas as medidas de mitigação estava previsto em US$18 bilhões, e os custos das medidas de adaptação eram estimados em US$2 bilhões.[30]
O país pretende atingir 35% de energias renováveis até 2030, comparado aos 3% que existiam em 2024[16] e persistiam em 2024.[31] Pretende também que fontes renováveis cubram 50% da demanda por eletricidade no país até 2035, e 100% até 2050.[31] Essas metas compõem 75% do compromisso da Tunísia com a redução dos gases do efeito estufa.[32] Para atingir esses objetivos, o governo tem deslocado populações e confiscado terras agrícolas para a implementação de projetos de energia renovável, o que gerou críticas.[33] As Contribuições Nacionalmente Determinadas atualizadas em 2021 estipulam que a Tunísia reduza emissões em 13% até 2030, com um adicional de 47% de redução possível em caso de ajuda internacional.[34] Para isso, são necessários US$19,4 bilhões entre 2021-2030.[35]
Como consequência da revolução de 2011, o governo implementou processos mais participativos, permitindo que governos locais tenham mais autonomia para tomar decisões sobre o meio ambiente.[36] Além disso, a constituição do país passou a ser uma das três do mundo a incorporar permanentemente a questão das mudanças climáticas em seu texto (dado de 2018).[27][16]
A Tunísia possui o National Adaptation Plan (Plano de Adaptação Nacional, em tradução livre; NAP, na sigla em inglês) para orientar resiliência climática em vários setores como energia, água, agricultura e saúde.[37]
Histórico de iniciativas da sociedade civil
O Fundo das Nações Unidas para o Desenvolvimento do Capital trabalha com o governo tunisiano para fortalecer esforços locais de mitigação por meio da iniciativa Local Climate Adaptive Living Facility (Instalação Viva Adaptativa Climática Local, em tradução livre; LoCAL, na sigla em inglês), financiada pela União Européia.[38] São subsídios que incentivam soluções vindas do cidadão, em vez do governo.[39]
Histórico de financiamentos, doações e cooperações internacionais
A Tunísia aderiu à Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre a Mudança do Clima em 1993,[27] ao Protocolo de Quioto em janeiro de 2003[1] e ao Acordo de Paris em abril de 2016.[1] No caso do Acordo de Paris, o comprometimento é com a redução da intensidade de carbono em 41% até 2030, sendo que os primeiros 13% são incondicionais e o restante dependente de apoio financeiro externo.[16]
Em 2018, o país tinha três projetos internacionais ativos de financiamento climático, totalizando aproximadamente US$11,5 milhões em investimentos.[30] Em 2020, uma parceria entre a UPC Renewables (UPC) e o Climate Fund Managers (CFM) anunciou a construção de um parque eólico de 30 megawatts em Sidi Mansour, no norte da Tunísia, para ajudar o país a atingir a meta de 30% de energia renovável até 2030.[40]
Na COP26, a delegação da Tunísia expressou preocupações quanto à capacidade do país e de sua população se adaptarem, alegando que até aquele momento o país tinha apenas um plano de resiliência.[3]
Em 2023, um relatório do BAD apontou que a Tunísia era o país norte-africano com mais acesso ao financiamento climático anual necessário, atingindo 48,3% do total.[41]
Em fevereiro de 2024, o governo tunisiano anunciou um fundo climático para direcionar investimentos a comunidades locais, com apoio operacional do Fundo de Desenvolvimento de Capital das Nações Unidas (UNCDF, na sigla em inglês) e com o primeiro investimento vindo do Communal Climate Action Fund (Fundo Comunal de Ação Climática, em tradução livre; CCAF, na sigla em inglês), totalizando US$7,65 milhões.[42]
Na COP29, a Tunísia enviou uma delegação para discutir e capacitar sobre assuntos como o setor da saúde nas mudanças climáticas, gestão sustentável de resíduos, gestão de recursos hídricos nas mudanças climáticas, vulnerabilidade da costa tunisiana ao aumento do nível do mar, agricultura e segurança alimentar, entre outros.[43]
Em setembro de 2024, foi finalizado o documento com a proposta da Tunísia para o Fundo de Adaptação, estipulando uma ajuda de pouco menos de US$10 milhões para aumentar a resiliência e o engajamento de comunidades, bem como reduzir suas vulnerabilidades, o que passaria pelo fortalecimento da agricultura e pela criação de alternativas de renda. Também foi proposta a conservação de oásis e melhoria na gestão da água.[44]
Em 2025, o Banco Europeu de Investimento anunciou um total de mais de €400 milhões em investimentos na Tunísia, com parte desse montante sendo direcionado a áreas particularmente vulneráveis às mudanças climáticas.[45]
Também em 2025, o primeiro ministro Sara Zaafarani anunciou uma iniciativa da Comissão Econômica e Social das Nações Unidas para a Ásia Ocidental que propunha trocar dívida externa por investimentos em projetos climáticos, inclusive áreas prioritárias como gestão de recursos hídricos, energias renováveis e restauro de florestas.[46] Um acordo similar com a Alemanha, por meio do banco KfW, permitiu o direcionamento de €15 milhões para a adaptação da costa tunisiana às mudanças climáticas em 2023, fortalecendo um programa que estava em curso desde 2013.[11]
No mesmo ano, financiamentos vindos de fundos climáticos da Itália e do Japão viabilizaram um projeto de produção de biometano a partir da incineração do lixo na ilha de Djerba.[47]
Bibliografia
- Climate Change Profile: Tunesia (PDF) (Relatório). Ministério das Relações Exteriores da Tunísia. 2018. Consultado em 29 de agosto de 2025
- Webster, Robin; Wang, Susie; Marshall, George; Chibani, Achref (Novembro de 2020). Communicating climate change in Tunisia (Relatório). Climate Outreach. Consultado em 1 de setembro de 2025}
- Tunisia Country Climate and Development Report (Relatório). Washington, DC: World Bank Group. Novembro de 2023. Consultado em 2 de setembro de 2025
- Youssef, Adel Ben; Dahmani, Mounir; Mabrouki, Mohamed (2024). Decoupling Carbon Emissions and Economic Growth in Tunisia: Pathways to Sustainable Development (Relatório). Edward Elgar Publishing. Consultado em 2 de setembro de 2025
Referências
- ↑ a b c «Tunisia». United Nations Climate Change. Consultado em 5 de dezembro de 2024
- ↑ «Tunisia | Climate Promise». climatepromise.undp.org (em inglês). 24 de novembro de 2023. Consultado em 5 de dezembro de 2024
- ↑ a b Delpuech, Aïda (12 de novembro de 2021). «At COP26, climate finance is a matter of justice» [Na COP26, financiamento climático é questão de justiça]. Earth Journalism Network (em inglês). Consultado em 1 de setembro de 2025. Cópia arquivada em 20 de janeiro de 2025
- ↑ a b «AfDB estimates Tunisia's loss and damage to $5bln» [AfDB estima perdas e danos da Tunísia em $5 bi]. Zawya (em inglês). 2 de agosto de 2023. Consultado em 2 de setembro de 2025
- ↑ Relatório do Banco Mundial 2023, p. xiii.
- ↑ Relatório do Banco Mundial 2023, p. xviii.
- ↑ Webster et al. 2020, p. 13.
- ↑ «EIB Climate Survey: 84% of Tunisians say climate change is already affecting their everyday life» [Pesquisa Climática do BEI: 84% dos tunisianos dizem que as mudanças climáticas já estão afetando suas vidas cotidianas]. Banco Europeu de Investimento (em inglês). 20 de dezembro de 2022. Consultado em 2 de setembro de 2025
- ↑ Sarah Yerkes and Joy Arkeh, Carnegie Endowment for International Peace (2024). «What Tunisia's Municipalities Can Contribute to Climate Adaptation»
- ↑ Benachir, Nouhaila (2023). «The Climate Change In TUNISIA». SSRN 4567019
- ↑ a b «Debt-for-climate swaps» [Trocas de dívida por clima]. Federal Ministry for Economic Cooperation and Development (em inglês). 8 de dezembro de 2023. Consultado em 2 de setembro de 2025. Cópia arquivada em 31 de julho de 2025
- ↑ a b Relatório do Banco Mundial 2023, p. 9.
- ↑ a b c d «Climate Change and Tourism» (PDF). Proceedings of the 1st International Conference on Climate Change and Tourism. 9–11 de abril de 2003
- ↑ a b c d Youssef, Dahmani & Mabrouki 2024, p. 3.
- ↑ a b c d e f g h i «What Tunisia's Municipalities Can Contribute to Climate Adaptation». Carnegie Endowment for International Peace (em inglês). Consultado em 5 de dezembro de 2024
- ↑ a b c d e f Webster et al. 2020, p. 12.
- ↑ a b Webster et al. 2020, p. 10.
- ↑ a b Zghibi, Adel; Mirchi, Ali; Zouhri, Lahcen; Taupin, Jean-Denis; Chekirbane, Anis; Tarhouni, Jamila (30 de outubro de 2019). «Implications of groundwater development and seawater intrusion for sustainability of a Mediterranean coastal aquifer in Tunisia». Environmental Monitoring and Assessment (em inglês). 191 (11). 696 páginas. Bibcode:2019EMnAs.191..696Z. ISSN 1573-2959. PMID 31667673. doi:10.1007/s10661-019-7866-5
- ↑ Relatório do Banco Mundial 2023, p. 6.
- ↑ a b Meddeb, Hamza (18 de março de 2025). «Tunisia's Climate Crisis, Economic Downturn, and Growing Dependency on Algeria» [Crise Climática , Desaceleração Econômica e Dependência Crescente da Argélia da Tunísia]. Fundo Carnegie Para a Paz Internacional (em inglês). Consultado em 2 de setembro de 2025
- ↑ Youssef, Dahmani & Mabrouki 2024, p. 7.
- ↑ a b c El Bilali, Hamid; Amir Fares, Nader (dezembro de 2023). «Nexus Between Climate Change and Food Security in Tunisia». ResearchGate
- ↑ a b c Webster et al. 2020, p. 11.
- ↑ «Biodiversity in the Mediterranean | Regional Activity Centre for Specially Protected Areas». www.rac-spa.org. Consultado em 5 de dezembro de 2024
- ↑ Pita, Ignacio; Mouillot, David; Moullec, Fabien; Shin, Yunne-Jai (2021). «Contrasted patterns in climate change risk for Mediterranean fisheries». Global Change Biology (em inglês). 27 (22): 5920–5933. Bibcode:2021GCBio..27.5920P. ISSN 1365-2486. PMID 34309958. doi:10.1111/gcb.15814
- ↑ Gaaloul, Noureddine (2024). «Adapting Infrastructure to Climate Change Impacts: The Case of Tunisia» [Adaptando Infraestruturas aos Impactos das Mudanças Climáticas: O Caso da Tunísia]. EIMed (em inglês). Consultado em 2 de setembro de 2025
- ↑ a b c d e Country Profile 2018, p. 8.
- ↑ Tunisia: Derisking Renewable Energy Investment 2018 (PDF) (Relatório). Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento. Junho de 2018. p. 20. Consultado em 1 de setembro de 2025
- ↑ Relatório do Banco Mundial 2023, p. 15.
- ↑ a b Country Profile 2018, p. 10.
- ↑ a b «Green Energy Production in Tunisia: The World Bank Group Assistance». World Bank (em inglês). Consultado em 6 de dezembro de 2024
- ↑ «Green Energy Production in Tunisia: The World Bank Group Assistance». World Bank (em inglês). Consultado em 19 de novembro de 2024
- ↑ «What Tunisia's Municipalities Can Contribute to Climate Adaptation». Carnegie Endowment for International Peace (em inglês). Consultado em 19 de novembro de 2024
- ↑ «Tunisia». UNDP Climate Promise (em inglês). 24 de novembro de 2023. Consultado em 19 de novembro de 2024
- ↑ Relatório do Banco Mundial 2023, p. 17.
- ↑ Fund, Green Climate (4 de agosto de 2021). «National Adaptation Plan: Advancing risk-informed development and land-use planning in Tunisia». Green Climate Fund (em inglês). Consultado em 6 de dezembro de 2024
- ↑ Fund, Green Climate (4 de agosto de 2021). «National Adaptation Plan: Advancing risk-informed development and land-use planning in Tunisia». Green Climate Fund (em inglês). Consultado em 19 de novembro de 2024
- ↑ «LoCAL Tunisia: Six communities identify adaptation and mitigation priorities». www.uncdf.org (em inglês). Consultado em 19 de novembro de 2024
- ↑ «LoCAL Tunisia: Six communities identify adaptation and mitigation priorities». www.uncdf.org (em inglês). Consultado em 6 de dezembro de 2024
- ↑ El-Huni, Omar (22 de julho de 2020). «Tunisia invests in major wind farm as part of longterm renewable energy plan» [Tunísia investe em grande parque eólico como parte de plano energético renovável de longo prazo]. The Arab Weekly (em inglês). Consultado em 2 de setembro de 2025
- ↑ «Climate financing: Egypt, Tunisia major recipients» [Financiamento climático: Egito e Tunísia são grandes recebedores] (em inglês). 4 de agosto de 2023. Consultado em 2 de setembro de 2025. Cópia arquivada em 23 de maio de 2025
- ↑ «A new national fund paves the way for local action against climate change in Tunisia» [Um novo fundo nacional abre o caminho para ação local contra as mudanças climáticas na Tunísia]. UNCDF (em inglês). 8 de fevereiro de 2024. Consultado em 2 de setembro de 2025
- ↑ «COP 29: Tunisian delegation to hold workshops and bilateral meetings» [COP 29: Delegação tunisiana realizará oficinas e encontros bilaterais]. Agence Tunis Afrique Presse (em inglês). 17 de novembro de 2024. Consultado em 2 de setembro de 2025
- ↑ World Food Programme (11 de setembro de 2024). «Strengthening adaptive capacity and livelihood security in the most vulnerable oases of the Governate of Tozeur» (PDF). Adaptation Fund Board. Consultado em 2 de setembro de 2025
- ↑ «EIB Global steps up financing for Tunisia, committing €415 million in 2024» [EIB Global aumenta o financiamento para a Tunísia, comprometendo €415 milhões em 2024]. Banco Europeu de Investimento (em inglês). 24 de fevereiro de 2025. Consultado em 1 de setembro de 2025
- ↑ «Tunisia – Debt-for-Climate Swap : Government Approves Roadmap to Invest in Vulnerable Regions» [Tunísia – Troca de Dívida por Clima: Governo Aprova Mapa para Investir em Regiões Vulneráveis]. Tunisie Numérique (em inglês). 5 de agosto de 2025. Consultado em 1 de setembro de 2025
- ↑ «Tunisia: Djerba opts for biomethane as an engine of a sustainable economy» [Tunísia: Djerba opta pelo biometano como motor de uma economia sustentável]. Webdo.tn (em inglês). 27 de agosto de 2025. Consultado em 1 de setembro de 2025
Ligações externas
- Contribuições Nacionalmente Determinadas da Tunísia (em francês)
- Perfil da Tunísia no Climate Watch, do World Resources Institute
- Perfil da Tunísia no Fundo Conjunto dos ODSs (em inglês)
- Estudo da Cascades sobre os impactos das mudanças climáticas no sistema de agricultura e alimentos da Tunísia (em inglês)
- Página de projeto climático da PNUD na Tunísia (em inglês)
- Página de projeto climático do EGF na Tunísia (em inglês)
- Perfil da Tunísia no Fundo Verde para o Clima (em inglês)
- Perfil da Tunísia no Fundos de Investimentos Climáticos (em inglês)
