Financiamento climático na Nigéria

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O financiamento climático na Nigéria inclui uma mistura de financiamento de origem nacional e internacional para a adaptação, mitigação e resiliência às alterações climáticas.[1][2][3]
Como maior economia da África e um dos principais produtores de petróleo do continente, a Nigéria enfrenta desafios significativos relacionados às mudanças climáticas, incluindo inundações, desertificação e dependência de combustíveis fósseis, que impactam diretamente sua economia e a segurança alimentar.[4]:54[5] O país busca alinhar suas políticas climáticas com as metas do Acordo de Paris, utilizando uma combinação de fundos públicos, privados e cooperação internacional para atingir as metas establecidas em sua Contribuição Nacionalmente Determinada (NDC).[6]
Contexto e vulnerabilidades
Contexto agrícola e florestal

A Nigéria possui uma área total de 910.770 km²,[7] dos quais 77% são destinados a culturas agrícolas (incluindo terras aráveis, culturas permanentes e pastagens)[8]:1 e 22% são cobertos por florestas, conforme dados de 2020.[9] Segundo o Banco Mundial, o setor agrícola é responsável por 34% da geração de empregos no país.[10] Entretanto, a degradação do solo afeta cerca de 33% das terras agrícolas, exacerbada por mudanças climáticas.[11]:VII
O setor de agricultura compõe ainda cerca de 23% do PIB do país, segundo dados do Banco Mundial para 2021.[12] Mudanças nos padrões de chuva, aumento da frequência de inundações e desertificação no norte do país ameaçam a segurança alimentar e os meios de subsistência na Nigéria, que já enfrenta escassez de alimentos frente a sua demanda interna.[4]:54[5] O aumento na importação de alimentos básicos, como o arroz, é um dos exemplos da dificuldade em suprir a demanda alimentar do país. Em 2019, foi constatado que a Nigéria consumiu 7 milhões de toneladas do cereal, mas produziu 3,7 milhões de toneladas.[13]
Segundo o Relatório de Avaliação de Necessidades Pós-Desastre (PDNA) de 2012, as enchentes, que iniciaram em julho do mesmo ano, geraram danos estimados em US$ 16,9 bilhões, destacando a necessidade de investimentos em adaptação.[14]:xx
Contexto energético

Fontes de energia na Nigéria[15]
O setor energético da Nigéria é dominado por biocombustíveis e resíduos (43,4% do suprimento total de energia), principalmente lenha e carvão vegetal, utilizados por 65% dos domicílios para necessidades diárias, como cozimento.[15][16] A eletricidade é amplamente gerada por gás natural (75%), enquanto fontes renováveis, como hidrelétrica (1,1%) e solar (0,3% em 2022), representam uma pequena fração da matriz energética.[17][18] Apesar disso, Nigéria possui um potencial hidrelétrico de 14.120 MW, mas apenas 2.062 MW estão instalados, e o potencial solar é estimado em até 210 GW com apenas 1% do território.[19][20]:27
A capacidade instalada de eletricidade é de 12,5 GW, mas apenas 3.500 a 5.000 MW estão disponíveis devido a perdas significativas na transmissão e distribuição (28-40%).[21] Mesmo assim, a demanda elétrica da Nigéria é muito superior à capacidade máxima da rede, com cerca de 17.556 MWh/h em 2020, segundo dados oficiais.[22]:38 Em 2023, a taxa de acesso à eletricidade era de 61,2%, com uma disparidade significativa entre áreas urbanas (89%) e rurais (menos de 33%); em um contexto onde as frequentes falhas na rede elétrica custam à economia cerca de US$ 29 bilhões por ano.[23][24][25]
Contexto econômico
A Nigéria é considerada a maior economia do continente africano, com um PIB de US$ 188,27 bilhões em 2023 e 233,3 milhões de habitantes, mas seu PIB per capita é o mais baixo entre as dez maiores economias africanas devido à grande população.[26][27] O setor financeiro do país é o terceiro maior mercado bancário de nível 1 da África, com bancos como FBN Holdings, Access Bank e Zenith Bank liderando rankings regionais.[28] A Bolsa de Valores da Nigéria (NGX) alcançou uma capitalização de mercado de aproximadamente US$ 47 bilhões em junho de 2025, com 148 empresas listadas, embora nenhuma seja exclusivamente dedicada a energias renováveis.[29][30]
Apesar do potencial, o financiamento verde é limitado, pois os incentivos de investimento priorizam o setor de combustíveis fósseis, com a Nigéria sendo o maior produtor de petróleo bruto da África.[31]:27[32] Em 2020, o país gastou US$ 71,3 bilhões em importações, superando as exportações em US$ 43,6 bilhões, na maioria devido à dependência de petróleo refinado importado, apesar da capacidade de refino doméstico.[33][34]
Marcos legais e institucionais
A Nigéria integrou as mudanças climáticas em suas políticas por meio de documentos como o "Plano de Transição Energética da Nigéria" (2021) e a "Política Nacional de Energia" (2022), que promovem metas de energia renovável e expansão do mercado de investimentos sustentáveis.[35]
A Lei de Mudanças Climáticas de 2021 estabeleceu o Conselho Nacional de Mudanças Climáticas, responsável por coordenar políticas climáticas e gerenciar o Fundo Nacional de Mudanças Climáticas.[36]
Para atrair investimentos, o governo oferece incentivos como feed-in tariffs, isenções fiscais, redução de impostos de importação e zonas econômicas especiais (SEZs) que permitem isenção total de impostos e repatriamento de lucros.[37] Estrangeiros podem deter 100% de participação em projetos, sujeitos a registro na Comissão de Assuntos Corporativos (CAC) e aprovações da Comissão Regulatória de Eletricidade da Nigéria (NERC) e da Comissão Federal de Concorrência e Proteção ao Consumidor (FCCPC).[38][39]:4 No entanto, corrupção, burocracia e atrasos na aprovação de acordos de compra de energia (PPAs) dificultam os investimentos em energias renováveis.[40]
Desde 2019, a Bolsa de Valores da Nigéria exige relatórios ESG (ambientais, sociais e de governança) para empresas listadas, e a partir de 2027, relatórios de sustentabilidade alinhados aos padrões IFRS S2 serão obrigatórios.[41] Os Princípios de Bancos Sustentáveis da Nigéria (NSBP) exigem que bancos integrem fatores ambientais e sociais em suas decisões e relatem impactos de forma transparente.[42]
Contribuições nacionalmente determinadas
A Nigéria é parte da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (UNFCCC) desde 1994 e ratificou o Protocolo de Quioto em 2004. A primeira Contribuição Nacionalmente Determinada (NDC) do país foi entregue em 2015, com o compromisso de reduzir as emissões de poluentes climáticos de curta duração e hidrofluorocarbonetos em 47% até 2030, a um custo projetado de US$ 542 bilhões.[6][43] Em 2021, a Nigéria publicou a atualização de sua NDC.[6]
As NDCs incluem metas para aumentar a participação de energias renováveis para 30% até 2030 e alcançar o acesso universal à energia até 2060.[44]:22 Já para alcançar a neutralidade de carbono até 2060, estima-se que sejam necessários US$ 410 bilhões em investimentos.[45]
Fontes de financiamento
Entre 2012 e 2016, o principal financiamento climático da Nigéria veio do orçamento nacional, com US$ 4,8 milhões alocados do Fundo de Investimento Climático, uma doação do DFID de £ 17 mil e US$ 352 mil do Fundo Global para o Meio Ambiente. Além disso, em 2024, o Banco de Desenvolvimento da Nigéria também foi credenciado para acessar entre US$ 50 milhões e 250 milhões do Fundo Verde para o Clima, para apoiar medidas contra as alterações climáticas[1][43][46]:167–168 Há também financiamento climático da Fundação Heinrich Böll (HBS, na sigla em alemão) entre 2012 e 2016 no valor de 423.320 euros.[43]:129
Segundo o Relatório de Avaliação de Necessidades Pós-Desastre (PDNA) de 2012 para a UNFCCC em 2017, as necessidades importantes de financiamento incluem a gestão de enchentes e a necessidade de consertar danos de US$ 16,9 bilhões. Além disso, são necessários investimentos de cerca de US$ 177 bilhões para atenuar os desafios dos resíduos, recursos hídricos e efeito estufa.[47]:13–14[2]:4

Em 2024, o governo destinou recursos para o Climate Change Fund, com apoio do Banco Mundial, da Corporação Financeira Internacional (IFC) e do FMI, visando expandir o financiamento verde.[48] Em abril de 2025, o Ministro das Finanças e Ministro Coordenador da Economia, Wale Edun, reuniu-se com a Dra. Nkiruka Madueke, Diretora-Geral do Conselho de Mudanças Climáticas da Nigéria (NCCC) para discutir o lançamento do Fundo para Mudanças Climáticas, com o objetivo de apoiar soluções climáticas e impulsionar o financiamento verde.[49] No entanto, a priorização de investimentos em combustíveis fósseis e a queima de 7 bilhões de metros cúbicos de gás anualmente, resultando em perdas de US$ 2,5 bilhões, limitam os avanços em energia limpa.[50][51]
Além do financiamento governamental, há financiamento do Grupo C40 de Grandes Cidades para a Liderança Climática, no valor de US$ 3 milhões, US$ 1.515.512 do Fidelity Bank e US$ 2 milhões do Banco Mundial[46]:170 Bancos como Access Bank, First Bank of Nigeria e United Bank for Africa aderiram aos padrões da Parceria para Contabilidade de Carbono Financeiro (PCAF), visando promover transparência nas emissões.[52] Apesar disso, segundo uma análise de 2022 intitulada Nigeria Green Tagging Banking Review, o setor bancário continua concedendo empréstimos, principalmente, a indústrias intensivas em carbono.[53]
Cooperação internacional e financiamento externo
A Nigéria depende significativamente de financiamento externo para cumprir as metas climáticas de sua NDC. Organizações como o Fundo Verde para o Clima, o Banco Mundial e a Sociedade Alemã de Cooperação Internacional (GIZ) estão entre as fontes importantes. Em 2023, o Banco de Indústria da Nigéria firmou parceria com a FSD Africa para expandir o financiamento climático.[54] No entanto, cerca de 75% do financiamento climático público internacional é fornecido por meio de dívidas, o que aumenta a carga financeira do país.[55][56]
Principais setores beneficiados
Energia
A transição para energias renováveis é uma prioridade nacional, com destaque para projetos hidrelétricos, como a usina Kainji (760 MW), comissionada ainda em 1968; e solares, incluindo sistemas off-grid e minirredes.[57][58] Em 2016, o governo assinou PPAs com 14 desenvolvedores solares, mas os projetos estagnaram devido à redução de tarifas feed-in.[59][60][61] Em 2022, a capacidade instalada de energia renovável era de 24,5%, com hidrelétrica representando 96% desse total.[18] Em 2023, o investimento em energia limpa aumentou mais de 900% em relação a 2022, totalizando US$ 69,3 milhões, dos quais a maior parte é de parcerias público-privadas.[62][63]
Em 2017, o governo nigeriano emitiu o primeiro título soberano da África no valor de US$ 29 milhões, que financiou projetos de energia solar para universidades e comunidades sem acesso à rede elétrica. Entre 2019 e 2021, foram emitidos 4 títulos verdes corporativos e 1 título verde soberano no valor aproximado de US$ 38,02 milhões.[64][65]
Transporte
O setor de transporte, dominado por triciclos (keke napap), micro-ônibus (danfos) e motocicletas (okadas), é uma das principais fontes de poluição urbana.[66] O mercado de veículos elétricos (EVs) está em ascensão no país, impulsionado por preocupações com poluição e custos de combustível.[67] Algumas iniciativas promovem a adoção de EVs por meio de subsídios e estações de recarga gratuitas, embora a infraestrutura de recarga permaneça limitada.[68][69]

Agricultura e florestas
O país comprometeu-se em restaurar 4 milhões de hectares de terras degradadas até 2030, sob a Iniciativa Africana de Restauração da Paisagem Florestal (AFR100), e alcançar a Neutralidade da Degradação da Terra (LDN) no mesmo período, com um investimento estimado de US$ 194 bilhões.[70]:5[71]:4, 30
Perspectivas futuras
A Nigéria possui um vasto potencial renovável, com 14.120 MW em hidrelétrica e até 210 GW em solar,[19] mas a subutilização persiste. A remoção de subsídios a combustíveis em 2023 e a liberalização do mercado de câmbio aumentaram a atratividade para investidores, mas a instabilidade regulatória ainda é um obstáculo.[72][73]
Ver também
- Financiamento climático na África
- Financiamento climático na África do Sul
- Financiamento climático nos Camarões
- Financiamento climático no Gana
- Financiamento climático no Quénia
- Financiamento climático na República Democrática do Congo
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