The Office (Estados Unidos)

 Nota: Para a franquia internacional, veja The Office. Para a série da CBS, veja The Office (série de 1995). Para o filme, veja The Office (filme). Para o jogo, veja The Office (jogo eletrônico).
The Office
Informações gerais
Formato Sitcom
Gêneros
Baseado em The Office, de Ricky Gervais e Stephen Merchant
Desenvolvido por Greg Daniels
Showrunners
Elenco
Compositor da música tema Jay Ferguson
País de origem Estados Unidos
Idioma original Inglês
Temporadas 9
Episódios 201 (lista de episódios)
Produção
Produtores executivos
Produtores
Cinematografia
Editores
Duração
  • 21 min. (episódios normais)
  • 28 min. (episódios estendidos)
  • 42 min. (episódios de 1 hora)
Empresas produtoras
Formato
Câmera Câmera única
Exibição original
Emissora NBC
Transmissão 24 de março de 2005 (2005-03-24) – 16 de maio de 2013 (2013-05-16)
Programas relacionados
The Office (série britânica)
The Paper

The Office é uma série de televisão norte-americana em formato de mocumentário criada por Greg Daniels e exibida pela NBC. É baseada na sitcom homônima britânica, transmitida entre 2001–2003 pela BBC e concebida por Ricky Gervais e Stephen Merchant. O programa retrata o cotidiano dos funcionários da filial da empresa de papel Dunder Mifflin em Scranton, Pensilvânia, e foi ao ar de 24 de março de 2005 a 16 de maio de 2013, com um total de nove temporadas consistindo em 201 episódios.[1] Foi coproduzido pela Deedle-Dee Productions, Reveille Productions (mais tarde Shine America) e 3 Arts Entertainment (embora não seja creditada) em associação com a Universal Television. A produção executiva original foi composta por Daniels, Gervais, Merchant, Howard Klein e Ben Silverman, com muitos outros sendo promovidos nas temporadas posteriores.

Assim como a versão original, a série foi filmada em câmera única sem plateia no estúdio ou risadas de fundo, para imitar a aparência de um documentário real. Seu elenco principal original foi composto por Steve Carell, Rainn Wilson, John Krasinski, Jenna Fischer e B. J. Novak. O programa passou por numerosas mudanças em sua equipe durante a exibição, com destaque para saída de Carell após a sétima temporada. Outras pessoas que integraram o elenco incluem Ed Helms, Rashida Jones, Amy Ryan, Mindy Kaling, Craig Robinson, James Spader, Ellie Kemper e Catherine Tate.

The Office recebeu críticas moderadamente positivas durante sua curta primeira temporada (exceto pelo episódio piloto, que recebeu críticas mistas), mas as temporadas seguintes foram aclamadas pelos críticos de televisão à medida que os personagens, conteúdo, estrutura e tom da série divergiram consideravelmente da versão britânica. Ganhou diversas premiações, incluindo um Prêmio Peabody, dois Screen Actors Guild, um Globo de Ouro pela atuação de Carell e cinco Emmys, incluindo um de Melhor Série de Comédia. O programa foi criticado pela queda na qualidade após a saída de Carell, no entanto, a nona e última temporada recebeu uma resposta geralmente positiva. O último episódio foi assistido por cerca de 5,7 milhões de telespectadores e ganhou aclamação da crítica.[2] Em 2016, a Rolling Stone nomeou The Office como um dos 100 melhores programas de todos os tempos.[3]

Produção

Equipe técnica e desenvolvimento

Greg Daniels adaptou a série britânica The Office para a televisão estadunidense e atuou como showrunner nas primeiras quatro temporadas. Ele então deixou o cargo quando co-criou a sitcom Parks and Recreation com seu colega Michael Schur, e dividiu seu tempo entre os dois programas.[4] Com sua ausência, Paul Lieberstein e Jennifer Celotta foram nomeados desenvolvedores.[5] Celotta deixou a série após a sexta temporada e Lieberstein permaneceu na função por mais dois anos. Ele abandonou o posto em seguida com a expectativa da produção de um spin-off sobre Dwight Schrute, intitulado The Farm, que acabou sendo recusado pela NBC.[6][7] Daniels retornou ao cargo original para a nona e última temporada.[8] Outros produtores executivos incluem B. J. Novak e Mindy Kaling.[9][10]

Kaling, Novak, Daniels, Lieberstein e Schur formaram a equipe principal de roteiristas.[11] Kaling, Novak e Lieberstein também desempenharam múltiplas funções, pois interpretaram personagens regulares, além de terem dirigido e produzido. Creditada com vinte e quatro episódios, Kaling é a roteirista mais prolífica entre a equipe. Ricky Gervais e Stephen Merchant, que criaram a série original, são creditados como produtores executivos e escritores tanto do piloto quanto de "The Convict", da terceira temporada.[12] Merchant mais tarde dirigiu "Customer Survey", enquanto Gervais apareceu brevemente em "The Seminar" e "Search Committee", reprisando seu papel como David Brent da versão britânica.[13][14] Randall Einhorn é o diretor mais frequente da sitcom, com quinze episódios. O programa também teve muitos diretores convidados, incluindo o co-criador de Lost, J. J. Abrams, o criador de Buffy the Vampire Slayer, Joss Whedon,[15][16] ambos fãs de The Office, e os cineastas Jon Favreau, Harold Ramis, Jason Reitman e Marc Webb. Vários atores dirigiram episódios, incluindo Carell, Wilson, Krasinski, Helms e Baumgartner.[17][18]

Antes de "Diversity Day", os roteiristas conduziram pesquisas em escritórios. Este processo foi usado em outros programas de Daniels, como King of the Hill e Parks and Recreation. O piloto é baseado integralmente no primeiro episódio da série original. Daniels escolheu seguir este caminho porque "começar completamente do zero seria muito arriscado" devido ao fato de ser uma adaptação. Ele considerou brevemente usar a ideia de "The Dundies" na estreia.[19] Depois que os roteiristas conheceram o elenco, eles puderam escrever se baseando nos atores, o que permitiu que o programa se tornasse mais original. Após a reação mista em relação à primeira temporada, a produção buscou tornar a sitcom mais "otimista" e fazer com que Michael Scott fosse mais agradável.[20] Eles também estabeleceram melhor os papéis secundários, dando-lhes personalidades com as quais o público pudesse se identificar, e deixaram as luzes do escritório mais brilhantes, o que permitiu que a comédia se diferenciasse de sua inspiração.[20]

Um problema comum com os roteiros, de acordo com Novak, é que eles tendiam a ser muito longos para o tempo regular de 22 minutos, levando a vários cortes.[21] Por exemplo, o texto do episódio "Search Committee" tinha inicialmente 75 páginas, dez a mais do que o ideal.[21] Todas as falas dos personagens eram escritas; no entanto, os atores tinham oportunidades de criar durante as filmagens. Fischer disse: "Nosso programa é 100% roteirizado. Eles colocam tudo no papel. Mas também podemos improvisar um pouco. Steve e Rainn são improvisadores brilhantes".[22] Essas improvisações levaram a um grande número de cenas deletadas em quase todas as gravações de The Office, todas as quais são consideradas parte do cânone da série por Daniels.[23] Trechos cortados às vezes foram restaurados em reprises para alongar sua duração ou atrair pessoas que já tinham visto a primeira transmissão. Em um experimento, uma cena deletada de "The Return" foi disponibilizada via NBC.com e iTunes, explicando a ausência de um personagem nos vários episódios seguintes.[23] Daniels esperava que a propaganda boca a boca entre os fãs espalhasse a informação, mas acabou considerando o experimento um fracasso.[23]

Escolha do elenco

Steve Carell, que interpreta o personagem principal Michael Scott

De acordo com Jenna Fischer, a série utilizou um processo de seleção incomum que não envolvia um roteiro. Por exemplo, os produtores faziam várias perguntas aos atores e eles respondiam como os personagens para os quais estavam fazendo o teste.[24] O executivo da NBC, Kevin Reilly, originalmente sugeriu Paul Giamatti ao produtor Ben Silverman para o papel de Michael Scott, mas o ator recusou. Martin Short, Hank Azaria e Bob Odenkirk demonstraram interesse.[25] Silverman ofereceu o personagem a Ricky Gervais, que interpretou David Brent na versão britânica, mas ele não aceitou, pois sentiu que não faria sentido e não queria se mudar para os Estados Unidos.[26]

Em janeiro de 2004, a Variety noticiou que Steve Carell, do programa The Daily Show with Jon Stewart do Comedy Central, estava em negociações para assumir o protagonista. Na época, ele já estava comprometido com outra comédia da NBC, Come to Papa,[27] mas o programa foi cancelado, permitindo seu total comprometimento com The Office. Mais tarde, Carell disse que só tinha visto cerca de metade do episódio piloto da série original antes de fazer o teste. Ele não continuou assistindo por medo de começar a copiar as características de Gervais.[28] Outras pessoas que foram consideradas incluíram Ben Falcone, Alan Tudyk, Jim Zulevic e Paul F. Tompkins. Rainn Wilson, que assistiu a todos os episódios da sitcom britânica, foi escalado como Dwight Schrute.[29] Ele originalmente buscava interpretar Michael, mas sua performance foi descrita como uma "terrível imitação de Ricky Gervais"; por fim, os diretores de elenco gostaram de sua atuação como Dwight e o contrataram. Seth Rogen, Matt Besser, Patton Oswalt e Judah Friedlander também fizeram testes para o papel.[29] Carell foi posteriormente acompanhado por sua esposa Nancy Walls quando ela foi escalada como Carol Stills, um interesse amoroso de Scott. Quando perguntado sobre como era trabalhar com Nancy, Carell disse que ela se sentiu intimidada no início, pois havia se aposentado da atuação anos antes, mas que se divertiram juntos.[30]

John Krasinski e Jenna Fischer foram escalados para seus respectivos papéis como Jim e Pam, o principal interesse amoroso do programa. Krasinski estudou com B. J. Novak e os dois eram melhores amigos.[31][32] Antes de conseguir o personagem, ele considerou abandonar a atuação. Krasinski relatou no The Late Show with Stephen Colbert que se mudou para Nova Iorque e deu a si mesmo dois a três anos para que sua carreira de ator tivesse sucesso ou desistiria. Ele não gostava de trabalhar como garçom e de ter dificuldade em encontrar papéis, mas sua mãe lhe disse para esperar até o final do ano. Apenas três semanas depois foi confirmado em The Office.[33] Fischer se preparou para o teste parecendo o mais entediada possível e criando o penteado original de Pam.[34] Em uma entrevista no Fresh Air da NPR, ela relembrou as últimas fases do processo de escolha, onde os produtores juntaram os potenciais casais para avaliar a química deles. Quando Fischer terminou sua cena com Krasinski, ele lhe disse que ela era sua Pam favorita, ao que ela retribuiu afirmando que ele era seu Jim favorito.[24] Adam Scott, John Cho e Kathryn Hahn também buscaram o cargo.[35]

O elenco de apoio inclui atores conhecidos por seu trabalho de improvisação: Angela Kinsey, Kate Flannery, Oscar Nunez, Leslie David Baker, Brian Baumgartner, Melora Hardin e David Denman.[36] Kinsey originalmente buscou o papel de Pam. Os produtores acharam que ela era "muito espirituosa" para a personagem, mas a chamaram de volta para interpretar Angela Martin.[37] Flannery fez o primeiro teste para Jan Levinson-Gould antes de assumir Meredith Palmer.[38] Já Baumgartner buscava interpretar Stanley, mas acabou sendo escalado como Kevin.[39] Ken Kwapis, o diretor do episódio piloto, gostou da maneira como Phyllis Smith, uma assistente de elenco, lia com outros atores e a escalou como Phyllis.[40] No início da terceira temporada, Ed Helms e Rashida Jones se juntaram ao grupo como integrantes da Dunder Mifflin em Stamford. Jones mais tarde deixou o programa, tornando-se regular em Parks and Recreation em fevereiro de 2007, e a NBC anunciou que Helms seria promovido a membro regular.[41]

Quatro dos roteiristas da série também apareceram no programa. B. J. Novak foi escalado como Ryan Howard depois que Daniels viu sua apresentação de stand-up. Lieberstein recebeu o papel de diretor dos recursos humanos Toby Flenderson por sugestão de Novak, após as leituras iniciais do roteiro.[36] Kaling ganhou falas de última hora em "Diversity Day", onde Michael precisava ser esbofeteado por uma pessoa de minoria racial. "Desde [aquele tapa], estou no programa [como Kelly Kapoor]", disse Kaling.[40] Michael Schur também fez várias aparições como convidado como o primo de Dwight, Mose, e o produtor consultor Larry Wilmore interpretou Mr. Brown, que realiza uma palestra sobre diversidade. Planos foram feitos para que Mackenzie Crook, Martin Freeman e Lucy Davis, da série britânica, aparecessem na terceira temporada,[42][43] mas conflitos de agenda os impediram;[44] no entanto, Gervais fez duas aparições na sétima temporada como David Brent.[45]

Filmagens

Estúdio que representa a filial da Dunder Mifflin em Scranton, Pensilvânia

The Office foi filmada em câmera única, no estilo cinéma vérité, para criar a aparência de um documentário real, sem plateia em estúdio ou trilha de risadas, permitindo que seu humor "seco" e "absurdo" fosse totalmente transmitido.[46] O enredo principal do programa é que uma equipe de filmagem está documentando a Dunder Mifflin e seus funcionários, aparentemente 24 horas por dia.[46] A gravação é reconhecida pelos personagens, especialmente Michael Scott, que participa entusiasticamente.[47] Alguns personagens, especialmente Jim e Pam, também olham para a câmera quando o chefe cria uma situação constrangedora.[24] As cenas principais são complementadas com entrevistas "falando para a câmera", onde os personagens gravam individualmente suas opiniões ou comentários.[24]

Para desenvolver o estilo de documentário, os produtores do programa contrataram o diretor de fotografia Randall Einhorn, conhecido por dirigir episódios de Survivor e creditado por dar ao reality show uma sensação "áspera e agitada".[47] Isso foi facilitado pelo plano aberto do cenário principal, propositalmente projetado por Daniels, pelo designer de produção Donald Lee Harris e pelo diretor do piloto Ken Kwapis, para permitir que os operadores de câmera pegassem os atores "desprevenidos". Diferentemente da maioria dos estúdios, o escritório foi construído com paredes imóveis para enfatizar sua atmosfera isolada – "aprisionando" a equipe de filmagem do documentário com os personagens.[48]

Schur exigiu que a série seguisse rigorosamente o formato de mocumentário.[49] Os produtores e diretores tiveram longas discussões sobre como algumas cenas poderiam funcionar no formato.[49] Por exemplo, no episódio da quarta temporada, "Did I Stutter?", Michael passa por um longo processo para ir ao banheiro sem passar por Stanley. A equipe debateu se isso era possível e Einhorn percorreu o ambiente para analisar se um operador de câmera real conseguiria ir a todos os lugares para filmar o momento.[49] Temporadas posteriores relaxaram o formato, com imagens de locais onde equipes de documentário reais não iriam. Isso também mudou os estilos de escrita e comédia da série,[50] uma inconsistência criticada por alguns avaliadores e fãs.[50][51] A primeira temporada da série foi filmada em um escritório real em Culver City, Califórnia. As temporadas restantes foram realizadas no Estúdio Central Chandler Valley, no Vale de São Fernando.[52]

Abertura e música

A torre da Pennsylvania Paper & Supply Company, mostrada durante os créditos de abertura.

Quando se tratou de escolher a música-tema para The Office, Daniels tinha várias faixas que estava pensando em usar:[53] canções existentes, incluindo "Better Things" de The Kinks, "Float On" de Modest Mouse, e "Mr. Blue Sky" da Electric Light Orchestra,[54] além de várias composições criadas por artistas e enviadas aos produtores.[55] Ele decidiu que o elenco votaria na canção a ser usada e lhes deu quatro das opções.[53] A maioria deles queria "Mr. Blue Sky", mas essa se mostrou inválida, pois já estava sendo usada na série dramática LAX (2004–2005). Assim, a escolha final foi uma gravação original escrita por Jay Ferguson e executada por The Scrantones.[54]

O tema é tocado sobre imagens de Scranton, na Pensilvânia, incluindo a torre da Pennsylvania Paper and Supply Company. O ator John Krasinski realizou as filmagens da abertura quando soube que havia sido escalado como Jim. Ele visitou a cidade para pesquisa e entrevistou funcionários de empresas de papel reais.[56] Alguns episódios usam uma versão abreviada da música-tema. A partir da quarta temporada, ela também é tocada sobre os créditos finais, que antes passavam em silêncio. Ferguson descreveu sua melodia como "fora do padrão; ela tem essa vulnerabilidade, essa ânsia que logo explode em um otimismo exagerado que então é esmagado – o que é basicamente o que o programa é."[55]

O formato de falso documentário não permite trilha de risadas e a maior parte da trilha sonora é diegética, com canções cantadas ou tocadas pelos próprios personagens, ou ouvidas em segundo plano em rádios, computadores ou outros dispositivos; no entanto, gravações foram usadas em momentos específicos ou nos créditos finais, como "Tiny Dancer" de Elton John (em "The Dundies") e "Islands in the Stream" de Kenny Rogers e Dolly Parton (em "Email Surveillance").[57][19] A música em destaque tende a ser bem conhecida e muitas vezes reflete o personagem, como a tentativa de Michael de parecer engraçado ao usar "Mambo No. 5" e, mais tarde, "My Humps" como seu toque de celular.[57] O gerente regional confundindo "Just Dance" de Lady Gaga com "Gimme More" de Britney Spears é outro exemplo disso.[58] Daniels disse que não conta como trilha sonora original desde que já tenha aparecido no episódio.[19]

Promoção de produtos

The Office realizou acordos para promoção de produtos com as empresas de papel Staples[59] e Olympic,[60] bem como menções em diálogos ou exibição de logotipos, como do Sandals Resorts, computadores HP, Apple e Gateway, e a série de videogames Call of Duty da Activision. Em certas versões de "The Merger", Kevin Malone usa uma fragmentadora da Staples para cortar um CD-R da mesma marca e muitos outros itens não relacionados a papel, incluindo uma salada.[59]A Cisco Systems, fornecedora de equipamentos de rede e telefonia, pagou pela colocação de produtos e seu nome pode ser visto em close-ups dos telefones IP. Alguns têm rótulos adicionais anexados; isso pode ser visto claramente na impressora fotográfica HP na mesa de Toby na 6ª temporada.[61] Em "The Secret", Michael leva Jim ao Hooters para discutir os sentimentos dele por Pam.[62]

Muitos itens apresentados não fazem parte de acordos de marketing, mas são inseridos pelos roteiristas como produtos que os personagens usariam para criar realismo. Os restaurantes Chili's foram usados para filmar em "The Dundies" e "The Client", pois os escritores acreditavam que eram escolhas realistas para uma festa da empresa e um almoço de negócios.[63][64][65] Embora não fosse uma divulgação publicitária, os produtores tiveram que receber permissão do Chili's sobre o roteiro final antes de filmar, fazendo com que uma cena de "The Dundies" fosse reescrita às pressas quando a rede se opôs à versão original.[64] A Wegmans, uma rede de supermercados com sede em Rochester, Nova Iorque, tem um relacionamento com a série desde o outono de 2007. Cereais, pipoca e latas de refrigerante Wegmans apareceram discretamente em muitos episódios desde então.[66] A Apple recebeu mais de quatro minutos de publicidade para o iPod quando ele foi usado como um presente muito desejado em "Christmas Party", embora a empresa não tenha pago por isso.[67]

O website TripAdvisor foi destaque durante a 4ª temporada, quando, após uma visita à pousada de "agroturismo" de Dwight, a Schrute Farms, Jim e Pam postaram uma avaliação online sobre sua estadia. A equipe técnica teria informado o serviço de avaliações de viagens sobre o uso de seu nome no programa e o TripAdvisor criou uma página para o local fictício, que recebeu centenas de críticas.[68] A aparição de Second Life no episódio "Local Ad" foi classificada em oitavo lugar na escalação das dez divulgações de produtos mais eficazes de 2007.[69]

Elenco

Muitos papéis de The Office são baseados em personagens da série original. Embora esses geralmente tenham as mesmas atitudes e percepções que seus equivalentes britânicos, foram modificados para se adequarem ao público estadunidense. The Office é conhecido por seu elenco relativamente grande e muitos de seus atores e atrizes são notórios, em particular, pelo trabalho de improvisação. Steve Carell estrela como Michael Scott, gerente regional da filial da Dunder Mifflin em Scranton. Vagamente baseado em David Brent, interpretado por Gervais, Scott é um homem bem-intencionado cujas tentativas ingênuas de humor frequentemente ofendem e irritam seus colegas, e às vezes resultam em repreensões de seus superiores. Rainn Wilson interpreta Dwight Schrute, baseado em Gareth Keenan, um vendedor e o assistente do gerente regional, um título imaginário criado por Michael.[70]

John Krasinski interpreta Jim Halpert, um vendedor e, nas últimas temporadas, co-gerente, conhecido por sua perspicácia e suas pegadinhas com Dwight. É baseado em Tim Canterbury e, no início da sitcom, é conhecido por ter sentimentos pela recepcionista Pam Beesly, que está noiva do funcionário do depósito Roy.[71] Pam, interpretada por Jenna Fischer, é baseada em Dawn Tinsley. Ela é tímida, mas frequentemente colabora com Jim em suas brincadeiras.[72] B. J. Novak interpreta Ryan Howard, que nas duas primeiras temporadas é um trabalhador temporário, mas é promovido a representante de vendas na terceira temporada. Mais tarde, ascende a ser o vice-presidente mais jovem da empresa, até que suas inovações sejam expostas como fraude corporativa e ele seja demitido. Em seguida, consegue um emprego em uma pista de boliche e mais tarde trabalha brevemente para a Michael Scott Paper Company. Depois disso e de uma passagem pela reabilitação, Ryan acaba novamente como funcionário temporário.[73]

O departamento de contabilidade inclui Angela Martin (Angela Kinsey), uma mulher tensa e ultrarreligiosa; Kevin Malone (Brian Baumgartner), um homem ingênuo de humor infantil; e Oscar Martinez (Oscar Nuñez), que é inteligente e culto, mas cuja homossexualidade e herança hispânica o tornaram um alvo frequente dos comentários inadequados de Michael.[74] Completando o escritório estão o lacônico vendedor Stanley Hudson (Leslie David Baker), de herança afro-americana; a vendedora matrona Phyllis Lapin (Phyllis Smith), que namora e depois se casa com Bob Vance (Robert R. Shafer) da Refrigeração Vance; o representante de garantia de qualidade Creed Bratton (Creed Bratton), que tem um misterioso histórico criminal; Andy Bernard (Ed Helms), um vendedor da filial de Stamford, Connecticut, apresentado na terceira temporada e que se transfere para Scranton após a fusão dos dois escritórios; Karen Filippelli (Rashida Jones), um breve interesse amoroso de Jim; a atendente ao cliente tagarela Kelly Kapoor (Mindy Kaling); a alcoólatra representante de relações Meredith Palmer (Kate Flannery); o responsável pelo RH Toby Flenderson (Paul Lieberstein), que é detestado por Michael; o encarregado do depósito Darryl Philbin (Craig Robinson); o noivo de Pam, Roy Anderson (David Denman), que é demitido na terceira temporada por atacar Jim; e a vice-presidente regional, Jan Levinson (Melora Hardin).[75][76]

No final da quarta temporada, Holly Flax (Amy Ryan) é transferida para o escritório como substituta de Toby. Ela se torna o interesse amoroso de Michael, pois compartilham traços de personalidade muito semelhantes. Nos anos seguintes, a alegre e ingênua Erin Hannon (Ellie Kemper) é apresentada como a substituta de Pam na recepção e a Dunder Mifflin passa por uma reformulação, sendo comprada pela Sabre, cuja CEO é Jo Bennett (Kathy Bates). Gabe Lewis (Zach Woods) então é designado como diretor regional de vendas. Na sétima temporada, Nellie Bertram (Catherine Tate) serve como gerente regional substituindo Bernard, depois que Robert California (James Spader) se torna o novo CEO da Sabre. No último ano de exibição, Clark Green (Clark Duke) e Pete Miller (Jake Lacy) se juntam como novos representantes de atendimento ao cliente que tentam resolver as reclamações ignoradas por Kelly.[77]

Inicialmente, os atores que interpretam funcionários do escritório foram creditados como convidados, sendo nomeados membros regulares durante a segunda temporada.[78] Entre as celebridades que fizeram aparições estão os comediantes Jim Carrey, Jack Black, Conan O'Brien e Ray Romano, o empresário Warren Buffett, os atores Ken Jeong, Evan Peters, Will Ferrell, Stephen Colbert, Tim Meadows, Amy Adams, Rob Riggle, Yvette Nicole Brown, Christian Slater, Timothy Olyphant, Will Arnett, Josh Groban, Idris Elba, Jessica Alba e Kevin McHale. Dakota Johnson, Joan Cusack e Ed Begley Jr. participaram do encerramento.[79][80] O elenco do programa foi bastante elogiado pela crítica e recebeu dois Prêmios Screen Actors Guild de Melhor Elenco em Série de Comédia.[81] Carell teria recebido 175 mil dólares por episódio a partir da terceira temporada.[82] Krasinski e Fischer eram pagos cerca de US$ 20 000 no início do programa,[82] e cerca de US$ 100 000 por episódio na quarta temporada.[82]

Sinopse

Uma exibição típica tem uma duração de 20+12 minutos.[83] A primeira temporada consiste em seis episódios; a mais curta da série. O programa começa apresentando os funcionários da Dunder Mifflin conduzidos pelo gerente regional Michael Scott.[84] Jim tem uma queda pela recepcionista Pam, que o ajuda a fazer pegadinhas com Dwight, embora ela esteja noiva de Roy, que trabalha no depósito, no andar de baixo. Rumores se espalham pelo escritório de que a empresa está planejando reduzir os funcionários. A temporada seguinte tem 22 episódios e introduziu a primeira gravação estendida com duração de aproximadamente 28 minutos.[85] Muitos personagens vistos em segundo plano são desenvolvidos e vários relacionamentos se iniciam: Michael com sua chefe, Jan;[86] Dwight e Angela, mas em segredo;[87] e Kelly com Ryan. Durante uma viagem de cruzeiro da empresa, Roy concorda em marcar uma data para seu casamento com Pam,[88] deixando Jim deprimido. Ele revela para Pam que está apaixonado por ela e, em seguinda, pede transferência para a filial de Stamford.[89]

A terceira temporada consiste em 25 episódios, sendo dezessete comuns, quatro estendidos e a introdução de duas transmissões de 42 minutos.[90] Para resolução da crise, a Dunder Mifflin fecha sua filial em Stamford[91] e os vendedores Andy Bernard e Karen, com quem Jim começou a namorar, são transferidos para Scranton. Pam encerra seu noivado com Roy e os sentimentos dela por Jim levam a tensões crescentes. No último episódio, Jim, Karen e Michael fazem entrevistas para uma posição na matriz que acaba sendo a de Jan, que é demitida por mau desempenho. Jim ganha o cargo, mas o rejeita fora das telas,[92] optando por permanecer em Scranton e convidando Pam para um encontro, o que ela aceita alegremente. Na cena final, descobrimos que Ryan conquistou o cargo.[93]

A NBC encomendou uma quarta temporada completa de trinta episódios, mas terminou com apenas 19 (nove episódios de meia hora e cinco de uma hora) devido à paralisação causada pela greve dos roteiristas.[94][95] Karen deixou o escritório após o término com Jim e se torna a gerente regional de Utica.[96][97] Jan, agora autônoma, se muda para o condomínio de Michael, até a dissolução do relacionamento. Após Dwight realizar eutanásia no gato doente de Angela,[98] ela o deixa por Andy. Enquanto isso, Ryan tenta modernizar a empresa com uma nova página de vendas online, mas logo é preso e demitido por enganar os acionistas e cometer fraude nos números. Toby anuncia que está se mudando para a Costa Rica e é substituído por Holly Flax, que rapidamente demonstra gostar de Michael. Pam decide seguir seus interesses artísticos e é aceita em um curso presencial de design gráfico de três meses no Instituto Pratt em Nova Iorque. No final, Andy pede Angela em casamento, o que ela aceita relutantemente. No entanto, Phyllis flagra Dwight e Angela fazendo sexo no escritório.[99]

A temporada seguinte consiste em 28 transmissões, sendo duas de uma hora, uma das quais foi ao ar após o Super Bowl XLIII.[100] Pam retorna para Scranton, após Jim pedi-la em casamento em um posto de gasolina na metade do caminho até Nova Iorque. Tendo evitado a prisão e sendo condenado apenas a serviço comunitário, Ryan descolora o cabelo e começa a trabalhar em uma pista de boliche. Michael inicia um romance com Holly até que ela seja transferida para Nashua, New Hampshire, e Toby retorne ao cargo. Quando Andy é informado sobre o caso contínuo de Dwight e Angela, eles terminam.[101] O recém-contratado vice-presidente Charles Miner implementa um estilo gerencial rígido e faz Michael renunciar em protesto.[102] Ele abre a Michael Scott Paper Company no mesmo prédio, atraindo Pam e Ryan para se juntarem como vendedores. Embora seu modelo de negócios seja insustentável, os lucros da Dunder Mifflin são ameaçados.[103] Na aquisição da empresa, os três são recontratados com Pam sendo promovida a vendedora. Durante o caos, uma nova recepcionista, Erin, é contratada. A sexta temporada consiste em 26 episódios, dois de uma hora. Jim e Pam se casam e têm uma bebê chamada Cecelia.[104] Enquanto isso, Andy e Erin desenvolvem um interesse um pelo outro. Jim é promovido a co-gerente. Rumores de falência começam a cercar a empresa e, no Natal, Wallace anuncia que a ela foi comprada pela Sabre Corporation, que vende impressoras. Para evitar que Michael informe à imprensa sobre equipamentos defeituosas, Jo Bennett, CEO da Sabre, solicita o retorno de Holly.[105]

A sétima temporada consiste em 26 exibições, sendo uma estendida e duas de 48 minutos.[106] Esta foi a última temporada para Steve Carell. A NBC não renovou seu contrato.[107]Zach Woods, que interpreta Gabe Lewis, foi promovido a membro regular da série.[108] Erin e Gabe iniciaram um relacionamento, para desgosto de Andy, que tenta reconquistá-la. Holly retorna e eventualmente reinicia seu relacionamento com Michael. Depois que os dois ficam noivos, ele anuncia que está deixando o cargo e se mudando para o Colorado. Angela começa a namorar o senador estadual Robert Lipton, apesar da sua relação secreta com Dwight. Eventualmente, Creed assume como gerente interino. O ano seguinte consistiu de 24 episódios. James Spader se junta ao elenco como Robert California, o novo CEO da Sabre,[109] e Andy é então promovido a gerente regional.[110] Pam e Jim estão esperando o segundo filho, Phillip,[111] e Angela também está grávida.[112] Alguns funcionários são encarregados de viajar para Tallahassee, ajudando a gerente de projetos especiais da Sabre, Nellie (Catherine Tate), a lançar uma rede de lojas de varejo. Erin decide permanecer na Flórida como ajudante de uma senhora idosa e Andy viaja para reconquistá-la, permitindo que Nellie assumisse o cargo de gerente. Não contente com a notícia, ele é demitido. Andy se junta ao ex-CFO David Wallace, agora um milionário, para recomprar a Dunder Mifflin.[113]

A temporada final consiste em 25 episódios. Andy abandona Erin e o escritório para viajar pelo Caribe com seu irmão em seu veleiro. Com sua ausência, ela começa um romance com o novo representante de atendimento ao cliente Pete, que, junto com Clark, substitui Kelly, que partiu para Ohio com seu novo marido. Ryan também se muda por "razões não relacionadas". Enquanto isso, Jim recebe uma oportunidade empolgante de um velho amigo da faculdade que lhe oferece um emprego na Athlead, uma empresa de marketing esportivo na Filadélfia. Angela descobre que seu marido possui um caso romântico com Oscar. Realizando seu maior sonho, David Wallace escolhe Dwight como o novo gerente regional e ele escolhe Jim como seu assistente, encerrando a inimizade entre os dois. Dwight também professa seu amor por Angela e retornam o relacionamento. Na última exibição, os funcionários se reúnem para o casamento deles e Michael retorna para servir como padrinho (com a ajuda de Jim, que foi a primeira escolha de Dwight). É relevado que Kelly e Ryan fugiram juntos, Erin encontra seus pais biológicos, Andy consegue um emprego na Universidade Cornell, Stanley se aposenta, Kevin e Toby são demitidos, Oscar se candidata ao Senado Estadual, Jim e Pam mudam-se para Austin, Texas.[114]

Transmissão

The Office foi lançada na televisão em 24 de março de 2005 pela NBC. Anteriormente, em 16 de março, a emissora transmitiu o episódio "Diversity Day" no MySpace, para promover a então futura estreia. Esta foi a primeira vez que a empresa disponibiliza na internet uma transmissão completa e também incluiu no dia seguinte uma versão reduzida para visualização sob demanda.[115] O programa também foi redistribuído por outras redes dos Estados Unidos. Inicialmente, era exibido em emissoras locais e no canal TBS. Em 13 de dezembro de 2017, o Comedy Central anunciou que havia adquirido todas as nove temporadas em um acordo não-exclusivo e que alguns episódios estariam disponíveis para streaming em sua página oficial e no aplicativo móvel em uma base rotativa. As reprises começaram a ser exibidas em 15 de janeiro do ano seguinte. A parceria entre a Viacom (dona do Comedy Central) e a NBCUniversal foi estendido até 2021.[116]

Em 1 de janeiro de 2019, foi incluído no bloco Nick at Nite, após um contrato com a Paramount Network válido até 2025.[117] No mesmo ano, foi ao ar na Cozi TV, permanecendo até 3 de outubro de 2021,[118] e na Freeform (afiliada da ABC) a partir de janeiro de 2022.[119] Na Austrália, foi disponibilizado pela Nickelodeon[120] e no Reino Unido pela ITV2, sendo anunciado como The Office: An American Workplace pelas revistas de programação (mas não na tela).[121] No Brasil, foi exibido inicialmente pela FX[122] e, na televisão pública, estreou em 5 de fevereiro de 2008 na Record.[123][nota 1] Esteve no catálogo do serviço de streaming Globoplay em 2019,[126] retomando em 2025.[127] A sitcom recebeu o nome Vida de Escritório, mas tornou-se conhecida pelo título original.[128] Em Portugal, foi transmitido a partir de 5 de julho de 2007 na TVI.[129]

The Office estava entre os primeiros programas disponíveis para baixar na iTunes Store e para visualização na NBC.com, desde dezembro de 2005. No ano seguinte, dez webisódios exclusivos apresentando alguns dos personagens foram disponíveis, incluindo "Producer's Cuts" que contém aproximadamente dez minutos adicionais de material dos episódios "Branch Closing" e "The Return". As vendas no iTunes cessaram em 2007 em decorrência de uma disputa entre a NBC e a Apple, que praticava preços excessivos, mas retornou no ano seguinte.[130] A série também já foi incluída no Prime Video da Amazon, na HBO Max[131][132] e na Netflix,[133] tornando-se uma das mais assistidas dessa última plataforma.[134][135][136] A sitcom deixou o serviço nos Estados Unidos em 31 de dezembro de 2020, já que a NBCUniversal lançou seu próprio aplicativo de streaming. Estreou no dia seguinte no Peacock com episódios estendidos, incluindo cenas deletadas e filmagens adicionais.[137][138][139] As primeiras cinco temporadas eram transmitidas gratuitamente, mas desde 2020 requerem pagamento.[140][141][142] Em 2020, mediante os protestos antirracistas relacionados com o assassinato de George Floyd, uma cena de "Dwight Christmas" foi editada por conter blackface. Nela, Dwight faz referência ao personagem holandês Zwarte Piet.[143][144]

Recepção

Avaliação da critica

Antes da estreia, Gervais reconheceu que havia sentimentos de hesitação por parte de alguns telespectadores.[145] A primeira temporada de The Office foi recebida com uma resposta mista dos críticos, com alguns deles comparando-a à sitcom curta Coupling, outra adaptação realizada pela NBC.[146][147] O Daily News a chamou de "tão diluída que resta pouco além de água lamacenta," e o USA Today a considerou uma "imitação razoável de um original da BBC que é muito melhor".[148] Uma resenha do The Guardian criticou sua falta de originalidade, afirmando que Carell "apenas parece estar se esforçando demais.... Talvez em episódios posteriores, quando se desviar do roteiro de Gervais e Merchant, ele encontre seu lugar. Mas, por enquanto, ele é uma pálida imitação".[149] Tom Shales do The Washington Post disse que "não era a bagunça que [a versão estadunidense de Coupling] acabou sendo, mas, novamente, a qualidade da série original faz com que o remake pareça fraco".[147]

A segunda temporada foi melhor recebida. James Poniewozik da revista Time comentou: "O produtor Greg Daniels criou não uma cópia, mas uma interpretação que ridiculariza convenções de trabalho distintamente americanas... com um tom mais satírico e menos sarcástico... O novo chefe é diferente do antigo chefe, e isso está bom para mim".[150] Ele a nomeou o segundo melhor programa de televisão de 2006, depois de Battlestar Galactica.[150] O escritor Mark Harris da EW ecoou esses sentimentos uma semana depois, afirmando: "Graças ao destemido Steve Carell, a um elenco de apoio cada vez mais forte e a roteiros que cospem o vernáculo absurdo corporativo americano com afinação perfeita, este remake subvalorizado faz o quase impossível—ele honra o original e funciona em seus próprios termos."[151] O crítico Nathan Rabin do The A.V. Club expressou suas opiniões sobre a progressão da série: "Após um início difícil, melhorou imensuravelmente, tornando-se instantaneamente um dos programas mais engraçados e perspicazes da TV. A escalação de Steve Carell para o papel de Gervais provou ser um golpe de mestre. O The Office americano é aquela anomalia rara: um remake que faz justiça à sua fonte e constrói sua própria identidade forte".[152] Travis Fickett da IGN escreveu que "The Office tem um dos melhores elencos da televisão.... Também criou vários personagens cativantes e relacionamentos emocionantes, o que é bastante notável para uma comédia de meia hora".[153] O grupo American Rights at Work (ARAW) elogiou o episódio "Boys and Girls" pelo que considerou uma representação excepcionalmente franca da antissindicalização.[154]

O agregador de críticas Metacritic, que usa uma média ponderada, classificou apenas a primeira, terceira, sexta e última temporada; no entanto, indicou que todas as quatro receberam "críticas geralmente favoráveis", atribuindo notas de 61, 85, 78 e 95.[155] Mais tarde, ele a nomeou a décima terceira série mais mencionada na lista "Melhores da Década".[156] No Rotten Tomatoes, detém um índice de aprovação de 81%.[157] The Office foi incluído em diversas listas de melhores programas de televisão. Ficou em 61º lugar na lista "Novos Clássicos da TV" da Entertainment Weekly.[158] A Time a posicionou na segunda colocação entre as melhores sitcoms de 2006[150] e a sexta melhor do ano seguinte.[159] Ela também a incluiu na lista "100 Melhores Séries de TV de Todos os Tempos".[160] A comédia também foi considerada o melhor programa de 2006 pelo BuddyTV.[161] enquanto a revista Paste a nomeou a sexta melhor de 2010.[162] Em 2013, o Writers Guild of America a colocou no 66º lugar em sua lista das "101 Melhores Séries de TV Roteirizadas".[163] Em 2019, foi classificada em 32º lugar no ranking do The Guardian dos 100 melhores programas do século XXI.[164]

As últimas temporadas foram criticadas por uma queda na qualidade. A sexta temporada recebeu críticas pela falta de riscos para os personagens, particularmente Jim e Pam.[165][166][167][168] Gervais escreveu em seu blog, referindo-se a "Search Committee," particularmente à participação especial de Warren Buffett: "se você vai se arriscar, que seja com tudo"; embora ele escrevesse mais tarde que "não critiquei [The Office] de jeito nenhum".[169] Alguns críticos disseram que o programa deveria ter terminado após a saída de Carell.[170][171] Alan Sepinwall do HitFix considerou que a série "agora é uma sombra pálida e apática do que costumava ser".[172] Em uma entrevista no Reddit, Wilson sentiu que a oitava temporada teve alguns erros "criativamente", como a química entre Spader e Helms, que ele chamou de "um pouco sombria" e argumentou que a série deveria ter optado por um relacionamento "mais brilhante e mais energizado".[173] Apesar disso, há exibições posteriores que receberam aclamação crítica, incluindo "Niagara",[174] "Garage Sale",[175] "Goodbye, Michael",[176] "Dwight Christmas",[177] "A.A.R.M.",[178] e "Finale".[179]

Impacto cultural

A cidade de Scranton, há muito conhecida principalmente por seu passado industrial como um centro de mineração de carvão e transporte ferroviário,[180] abraçou e, em última análise, foi redefinida pela série. "Nós somos realmente descolados agora", declarou a assistente do prefeito em 2007.[181] O evento inaugural de The Office foi realizado no centro da cidade em outubro daquele ano. Pontos históricos que serviram como cenário para a série incluem a Universidade de Scranton, o Radisson Lackawanna Station Hotel e o Mall at Steamtown.[182] O logotipo da Dunder Mifflin está em uma faixa em frente ao prédio da prefeitura, bem como na passarela de pedestres para o shopping The Mall at Steamtown. A Pennsylvania Paper & Supply Company, cuja torre é mostrada nos créditos de abertura, também adicionou o nome.[183] Jornais do Nordeste dos Estados Unidos publicaram guias de viagem para turistas interessados em visitar lugares mencionados no programa.[180][183][184] A cidade passou a ser identificada também internacionalmente. Em um discurso no Dia de São Patrício em 2008 no distrito de Dickson City, o ex-taoiseach (chefe de governo irlandês) Bertie Ahern identificou Scranton como o lar da Dunder Mifflin.[185]

Num episódio de The Daily Show, o candidato presidencial republicano John McCain, que é um fã da série, disse a Jon Stewart, em tom de brincadeira, que poderia escolher Dwight como seu vice.[186] O intérprete Rainn Wilson mais tarde aceitou o convite, enquanto estava no The Tonight Show with Jay Leno. Após a exibição de "Garage Sale", onde Michael decide se mudar para o Colorado, o governador do estado, John Hickenlooper, emitiu um comunicado de imprensa nomeando Scott para o cargo de "diretor de distribuição de papel" no Departamento de Recursos Naturais.[187] O programa é frequentemente homenageado pela banda Relient K. O vocalista Matt Thiessen é um fã de The Office e durante suas apresentações muitas vezes interpreta uma canção intitulada "The Ballad of Dunder Mifflin", seguida da música-tema da abertura da série.[188]

Diversos outros trabalhos citaram a série. Entre os projetos que utilizaram uma paródia da sequência de abertura estão: O 18.º episódio da sétima temporada de American Dad!, intitulado "Flirting with Disaster", com o título sendo substituído por "The CIA" e o pictograma segurando uma arma;[189] o material de divulgação do filme Minions: The Rise of Gru;[190] e em The Simpsons, no especial de terror "Treehouse of Horror XXI", com a empresa de papel recebendo o nome de "Monster Mifflin".[191] Em 30 Rock, foi referenciada durante a 16.ª exibição da quinta temporada, "TGS Hates Women". A personagem Abby (Cristin Milioti) utiliza o bordão "foi o que ela disse" e Liz Lemon (interpretada por Tina Fey) responde que "Steve Carell é dono disso".[192] Brian, de Family Guy, assisti uma transmissão fictícia de The Office em "Excellence in Broadcasting", da nona temporada. Wilson foi creditado como convidado especial.[193] Os jogadores de The Last of Us apontaram um easter egg no mapa, com o escritório aparecendo parcialmente destruído.[194] Outros jogos incluem: Cyberpunk 2077, que utiliza um enredo da sexta temporada,[195][196] e Dying Light 2 Stay Human, que possui uma carta assinada por Dwight.[197] Múltiplas cenas serviram como base para memes da internet,[198] incluindo Michael gritando "Não, Deus, por favor, não! Não! Não! Nãoooo!" ao ver Toby no episódio "Frame Toby" da 5ª temporada.[199][200]

Audiência e prêmios

A série recebeu 42 nomeações para o Primetime Emmy Awards, com cinco vitórias.[201] Venceu nas categorias de Melhor Série de Comédia na segunda temporada, Melhor Roteiro para Série de Comédia (Daniels por "Gay Witch Hunt"), Melhor Direção para Série de Comédia (Jeffrey Blitz por "Stress Relief") e Melhor Edição de Imagem em Câmera Única para Série de Comédia (David Rogers e Claire Scanlon por "Finale"). Muitos membros do elenco e da equipe técnica expressaram raiva por Carell não ter recebido um prêmio Emmy pela sua performance no programa.[202][203] Apesar disso, ele venceu um Globo de Ouro de Melhor Ator em Série de Televisão – Comédia ou Musical em 2006. A sitcom também foi nomeada a melhor da televisão pelo American Film Institute em 2006 e 2008,[204][205] venceu dois Screen Actors Guild Awards por Melhor Performance de Elenco em Série de Comédia em 2006 e 2007,[81] além de um Peabody Award em 2006.[206]

Estreando em uma quinta-feira, após The Apprentice, The Office atraiu 11,2 milhões de telespectadores nos Estados Unidos, vencendo no horário.[148] Quando a emissora mudou para o dia pretendido de terça-feira à noite, perdeu quase metade da audiência, atingindo apenas 5,9 milhões de estadunidense.[207] O programa manteve uma média de 5,4 milhões de pessoas, classificando-se em 102º lugar na temporada de 2004–05.[208] "Hot Girl," o final da primeira temporada, obteve uma classificação de 2.2.[208] Episódios também foram reprisados na CNBC em 1 de abril e 24 de abril de 2005.[209][210]

Com o início da segunda temporada, o sucesso do filme de Carell, The 40-Year-Old Virgin, e as vendas online de episódios no iTunes ajudaram a série.[211] Com o aumento na audiência, a NBC mudou o programa para a noite de quinta-feira no bloco Must See TV em janeiro de 2006. No período de 2005–06, ficou em 67º lugar. Teve uma média de 8 milhões de telespectadores com uma classificação de 4/10 nas idades entre 18 e 49 anos, crescendo 80% em relação ao ano anterior, 60% apenas nessa faixa etária.[212] Foi classificada como a série com roteiro de maior audiência da NBC durante a sua exibição.[213] O episódio de maior audiência foi "Stress Relief," sendo exibido logo após o Super Bowl e assistido por 22,9 milhões de pessoas.[214] Embora as temporadas posteriores tenham tido uma queda nas classificações, ainda era um dos programas de maior audiência da emissora. Em outubro de 2011 foi noticiado que um comercial de 30 segundos custava US$ 178 840, o valor mais alto para qualquer série da NBC.[215] A sitcom também foi a mais transmitida em streaming de 2020, com 57 bilhões de minutos assistidos nos Estados Unidos.[216]

Quando a série estava em produção, era notada pela grande quantidade de visualizações posteriores. Das 12,4 milhões de visualizações totais de "Fun Run," a estreia da quarta temporada, 2,7 milhões, ou 22%, foram através do streaming. "The Office," disse o The New York Times, "está na vanguarda de uma mudança acentuada na visualização do entretenimento que se pensava estar a anos de distância: assistir a episódios de televisão em uma tela de computador é agora uma atividade comum para milhões de consumidores". O programa tornou-se particularmente popular entre os internautas, segundo uma pesquisa da NBC, porque é fácil de assistir em monitores menores, como os encontrados em laptops e iPods.[217] Entre as visualizações online e aquelas que usam gravadores, 25-50% dos espectadores assistiam após o horário de exibição na televisão.[218]

O sucesso da série na internet tornou-se uma questão na greve de roteiristas de 2007-2008. Daniels e muitos dos membros do elenco que também eram escritores postaram um vídeo no YouTube, apontando o quão pouco ou nada recebiam da visualização online e em DVD. "Você está assistindo a isso na internet, uma coisa que nos paga zero dólares," disse Schur. "Deveríamos receber 11 centavos por cada dois trilhões de downloads". Os roteiristas estavam particularmente irritados por não terem sido compensados pelo webisódio vencedor do Daytime Emmy Awards "The Accountants", que a NBC considerava material promocional apesar dos comerciais incorporados.[219]

Audiência e classificações por temporada de The Office
Temporada Horário (ET) Episódios Primeira exibição Última exibição Rank Méd. audiência
(milhões)
Rank entre
18–49 anos
Méd. audiência
18–49 anos
Data Audiência
(milhões)
Data Audiência
(milhões)
1 Quinta-feira 21:30 (1)
Terça-feira 21:30 (2–6)
6 24 de março de 2005 (2005-03-24) 11,23[220] 26 de abril de 2005 (2005-04-26) 4,83[221] 102[208] 5,40[208] 82[208] 2,5/6[208]
2 Terça-feira 9:30 (1–10)
Quinta-feira 21:30 (11–22)
22 20 de setembro de 2005 (2005-09-20) 9[222] 11 de maio de 2006 (2006-05-11) 7,66[223] 67[224] 8[224] 34[224] 4/10[224]
3 Quinta-feira 20:30 25 21 de setembro de 2006 (2006-09-21) 9,11[225] 17 de maio de 2007 (2007-05-17) 7,88[222] 68[226] 8,30[226] 28[226] 4,1/11[226]
4 Quinta-feira 21:00 19 27 de setembro de 2007 (2007-09-27) 9,65[227] 15 de maio de 2008 (2008-05-15) 8,21[228] 77[229] 8,04[229] 77[229] 2,8[229]
5 28 25 de setembro de 2008 (2008-09-25) 9,34[230] 14 de maio de 2009 (2009-05-14) 6,77[231] 52[232] 9,04[232] 52[232] 3,1[232]
6 26 17 de setembro de 2009 (2009-09-17) 8,21[233] 20 de maio de 2010 (2010-05-20) 6,64[234] 41[235] 8,73[235] 11[235] 4,5/11[235]
7 26 23 de setembro de 2010 (2010-09-23) 8,48[236] 19 de maio de 2011 (2011-05-19) 7,29[237] 53[238] 7,73[238] 11[238] 4,0/10[238]
8 24 22 de setembro de 2011 (2011-09-22) 7,64[239] 10 de maio de 2012 (2012-05-10) 4,49[240] 78[241] 6,51[241] 29[241] 3,4/9[241]
9 25 20 de setembro de 2012 (2012-09-20) 4,28[242] 16 de maio de 2013 (2013-05-16) 5,69[243] 88[244] 5,06[244] 41[244] 2,6/7[244]

Outras mídias

Continuações

Um spin-off foi proposto ainda em 2008,[245] com o episódio piloto podendo estrear a seguir do Super Bowl em 2009. A ideia criada pelos roteiristas era que uma máquina de cópias quebrasse em The Office e depois fosse recolhida, consertada e enviada para cidade fictícia de Pawnee. No entanto, a equipe técnica decidiu desenvolver Parks and Recreation como um programa separado.[246][247] Além disso, a atriz Rashida Jones interpretaria uma personagem diferente em ambas, causando um problema.[248] Outra sugestão estrelada por Rainn Wilson como Dwight administrando sua fazenda de beterrabas, intitulada The Farm, foi realizada no início de 2012.[6][249] Em outubro de 2012, no entanto, a NBC decidiu não dar continuidade ao projeto.[250] Uma apresentação foi produzida, e embora a série não tenha sido aceita, a gravação foi modificada e exibida durante a nona temporada sob o mesmo título.[249][251]

Em setembro de 2019, com o anúncio do serviço de streaming Peacock, Bonnie Hammer, presidente de setor digital e de vendas ao consumidor do NBCU afirmou que sua "esperança e objetivo é que façamos um reboot de The Office".[252] Em março do ano seguinte, Daniels expressou dúvidas sobre a possibilidade de um reinício e, mais tarde, o ex-presidente de conteúdo original da NBC, Bill McGoldrick, declarou que "um reboot não surgiu especificamente para o Peacock".[253][254] Em setembro de 2023, foi divulgado que a ideia estava em desenvolvimento, com Daniels retornando ao cargo original.[255] No entanto, em novembro, ele esclareceu que não tinha interesse em prosseguir fazendo "o mesmo programa com um elenco diferente", preferindo em vez disso ter um spin-off focado em um assunto diferente no mesmo mundo.[256]

Em julho de 2020, Leslie David Baker lançou uma campanha no Kickstarter para financiar a produção de um piloto para Uncle Stan, uma continuação proposta focada em Stanley, agora noivo, que "depois de vários anos desfrutando de um estilo de vida de aposentadoria relativamente tranquilo, Stan recebe um telefonema urgente de seu sobrinho favorito, Lucky: um viúvo recente com dois filhos pequenos e uma oficina de motos/floricultura em Los Angeles. Logo Stan se vê distribuindo todo o apoio e orientação que tem a oferecer em sua nova casa na Califórnia."[257] Como resultado da pandemia de COVID-19, os planos foram colocados "em espera" e posteriormente cancelados, com Baker anunciando que os apoiadores seriam reembolsados.[258]

Em janeiro de 2024, foi anunciado que Daniels estava montando uma sala de desenvolvimento para uma possível expansão de The Office e explorando ideias para continuação.[259] The Paper, que está disponível no Peacock, se concentrará na equipe de documentaristas da série original encontrando um jornal histórico em falência no meio-oeste, com um editor que tenta revivê-lo com repórteres voluntários. Além de Daniels, a sitcom conta com Michael Koman, Howard Klein, Ben Silverman, Banijay Americas e os criadores da versão britânica (Gervais e Merchant) como seus produtores executivos.[260] Carell afirmou que não fará uma aparição no novo programa.[261]

Jogos, peça teatral e podcasts

O sucesso da série resultou na expansão para além da televisão. Os personagens e suas falas apareceram em diversos materiais promocionais da NBC, como adesivos, bonés, camisetas, canecas, mochilas e pôsteres. Bonecos de cabeça oscilante e resmas de papel também foram vendidas.[262][263][264] Durante sua exibição, a emissora também disponibilizou uma página oficial para Dunder Mifflin e vários membros do elenco mantiveram publicações no MySpace.[265] Wilson escrevia como Dwight para o blog "Schrute Space" na NBC.com. Não se sabe se Creed Bratton é o autor de "Creed Thoughts," atribuído ao seu personagem.[266]

Diversos jogos baseados no programa foram publicados. O primeiro foi lançado em 28 de novembro de 2007 pela MumboJumbo.[267] No ano seguinte, um tabuleiro foi disponibilizado pela Pressman Toy Corporation.[268] Em 2009, o popular desafio de mistério Cluedo lançou uma edição inspirada na sitcom, onde até seis participantes devem investigar a morte de Toby Flenderson.[269] No mesmo período, uma versão do Monopólio com os personagens de The Office incluía seis peças colecionáveis de peltre: a caneca "melhor chefe do mundo" de Michael, um troféu Dundee, uma caixa de papel da Dunder Mifflin, o boneco de Dwight, um telefone e um pretzel.[270] O jogo de clique The Office: Somehow We Manage foi publicado em 26 de janeiro de 2022. Com desenvolvimento da East Side Games, uma subsidiária da canadense Leaf Mobile, está disponível para Android e iOS.[271] Em 2024, a Meta anunciou uma parceria com a NBCUniversal para criação de The Office World, em realidade virtual. O público teve acesso ao titulo em 10 de outubro do mesmo ano.[272]

Um musical, intitulado The Office! A Musical Parody, começou as apresentações no The Jerry Orbach Theatre em 24 de setembro de 2018, com uma abertura oficial em 3 de outubro.[273] O espetáculo fechou temporariamente devido à pandemia de COVID-19 e retomou em 9 de abril de 2021, tornando-se a primeira peça teatral da cidade de Nova Iorque a reabrir após o isolamento.[274] Em 11 de setembro de 2019, Fischer e Kinsey anunciaram o podcast Office Ladies que iniciou em 16 de outubro do mesmo ano, na Earwolf.[275] A música tema, "Rubber Tree", foi interpretada por Bratton e o trabalho gerou o livro The Office BFFs.[276][277] Em fevereiro de 2021, Baumgartner deu início ao The Office Deep Dive with Brian Baumgartner na iHeartRadio, uma continuação do seu podcast anterior, An Oral History of The Office, transmitido pelo Spotify e produzido pela Propagate Content. No programa, ele conversa com outros atores e roteiristas com quem trabalhou junto.[278]

Referências

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Notas

  1. As fontes divergem sobre a estreia da série no Brasil. Em matéria publicada pelo jornal O Estado de S.Paulo, é afirmado que The Office iria ao ar meia-noite do dia 9 de dezembro de 2007.[124] No entanto, guias de programação da época concordam com a data 5 de fevereiro de 2008.[125]
  1. Também creditada como Reveille Productions entre 2005 e 2012.
  2. Também creditada como NBC Universal Television Studio (2005–07) e Universal Media Studios (2007–11).

Leitura adicional

Ligações externas