TGS Hates Women
"TGS Hates Women" é o 16.° episódio da quinta temporada da série de televisão de comédia de situação norte-americana 30 Rock, e o 92.° no total da produção. Foi realizado por Beth McCarthy-Miller e teve o seu enredo escrito por Ron Weiner, que também desempenhava a função de co-produtor executivo. A sua transmissão original nos Estados Unidos ocorreu através da rede de televisão National Broadcasting Company (NBC) na noite de 24 de Fevereiro de 2011. O episódio contou com participações especiais de Cristin Milioti, Sue Galloway, Hannibal Buress, e Subhas Ramsaywack. A atriz Chloë Grace Moretz fez a sua estreia no papel de Kaylie Hooper, enquanto o ator Terrence Mann interpretou uma versão fictícia do oceanógrafo Robert Ballard.
No episódio, Liz Lemon (interpretada por Tina Fey) enfrenta acusações de misoginia após um diário digital feminista criticar o TGS with Tracy Jordan — programa de televisão criado por si no qual ela é argumentista-chefe — pelo uso de estereótipos sobre mulheres. Para tentar contornar a situação, ela contrata a comediante Abby Flynn (Milioti). Enquanto isso, Jack Donaghy (Alec Baldwin) lida com um novo desafio ao tentar evitar que a jovem e ambiciosa Kaylie Hooper, neta do diretor executivo da Kabletown — conglomerada na qual Jack é um executivo —, venha a ocupar a sua posição no futuro, tentando dissuadi‑la de seguir carreira na televisão.
Em geral, os críticos especialistas em televisão do horário nobre observaram "TGS Hates Women" como uma sátira incisiva à representação feminina na comédia e aos estereótipos de género. Embora o humor tenha sido bem recebido, alguns acharam o enredo exagerado e a resolução previsível, sobretudo pela inclusão de um elemento de abuso doméstico como justificação para a transformação de Abby. Ao mesmo tempo, a crítica à hipersexualização feminina foi bem recebida, mas a ausência de uma conclusão definida deixou alguns espetadores insatisfeitos. A interação entre Jack e Kaylie foi amplamente destacada como um dos pontos altos, em grande parte devido à atuação de Moretz. A abordagem ambígua ao feminismo foi enaltecida pelos críticos e interpretada como uma reflexão sobre as contradições e complexidades do tema, sem assumir uma posição definitiva.
De acordo com os dados publicados pelo sistema de mediação de audiências Nielsen Ratings, "TGS Hates Women" foi assistido por uma média de 4,593 milhões de agregados familiares durante a sua transmissão original norte-americana, registando uma classificação de 2,3 e 6 de share entre os telespectadores pertencentes ao perfil demográfico dos 18 aos 49 anos de idade. Estes números representaram um aumento de 15 por cento nesse segmento demográfico e de 11 por cento na audiência total em relação ao episódio anterior, permitindo a 30 Rock liderar a sua faixa horária entre todos os programas transmitidos pelas quatro grandes emissoras dos Estados Unidos.
Produção e desenvolvimento
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"TGS Hates Women" é o 16.° episódio da quinta temporada de 30 Rock.[1] As cenas ambientadas no Museu Americano de História Natural foram filmadas a 27 de Janeiro de 2011 no Museu da Cidade de Nova Iorque, enquanto a filmagem principal decorreu no dia seguinte, nos Estúdios Silvercup em Manhattan, Cidade de Nova Iorque, incluindo as sequências em frente à estátua de Eleanor Roosevelt.[2][3][4][5] Subhas Ramsaywack, funcionário indiano-americano real dos estúdios, fez uma participação no episódio interpretando uma versão ficcionada de si próprio, marcando a sua terceira aparição nesta temporada e a sexta na série.[6] O episódio foi produzido na ausência temporária de Tracy Morgan, membro do elenco principal de 30 Rock. Embora o nome do ator apareça nos créditos de abertura, ele não participou nem deste episódio nem do anterior, "It's Never Too Late for Now", pois a sua personagem, Tracy Jordan, havia sido escrita como estando refugiada em África após se sentir assoberbada pela vida de celebridade nos Estados Unidos. Essa solução narrativa foi criada para justificar a ausência de Morgan, que na época se submetia a um transplante de rim. Sua participação também foi reduzida nos restantes episódios da temporada.[7]
O episódio foi realizado por Beth McCarthy-Miller — a sua 15.ª vez na direção de um episódio de 30 Rock — e teve o seu argumento escrito por Ron Weiner, então co-produtor executivo da temporada, sendo esta a oitava vez que recebia crédito pelo guião de um episódio da série.[8] McCarthy-Miller integrou anteriormente a equipa de realização do Saturday Night Live (SNL), um programa de televisão humorístico norte-americano transmitido pela NBC no qual Tina Fey — criadora, produtora executiva, co-showrunner e argumentista-chefe de 30 Rock — foi argumentista-chefe entre 1999 e 2006.[9][10] 30 Rock é frequentemente visto como um reflexo cómico do SNL, e a personagem Liz Lemon como uma versão ficcionada de Fey, ilustrando as dificuldades de liderar um programa de comédia num ambiente predominantemente masculino — experiência semelhante à vivida por Fey no SNL. Vários antigos integrantes do elenco do SNL desempenharam papéis importantes ou fizeram participações especiais em 30 Rock,[11][12][13] inclusive Tracy Morgan e a própria Fey, que foi a primeira apresentadora feminina do segmento Weekend Update. Além de McCarthy-Miller, outros ex-membros da equipa do SNL que já trabalharam em 30 Rock incluem John Lutz, argumentista do SNL entre 2003 a 2010 e membro do elenco de 30 Rock, e Steve Higgins, argumentista e produtor do SNL de 1995 a 2009 que fez participações na sétima temporada de 30 Rock.[14][15] Alec Baldwin, apesar de nunca ter integrado o elenco do SNL, detém o recorde de maior número de apresentações do programa, com dezassete participações como anfitrião.[16]
"TGS Hates Women" marcou a quarta participação do comediante Hannibal Buress em 30 Rock, no papel de um sem-abrigo que frequentemente fornece alívio cómico através de observações aleatórias e inusitadas.[17] Este papel viria a tornar-se recorrente, prolongando-se por mais quatro episódios até à sexta temporada. Buress juntou-se à equipa de argumentistas na quinta temporada, embora não tenha recebido crédito como autor principal de episódios específicos, e acabou por deixar o cargo após um curto período, em parte por sentir que não estava a contribuir tanto quanto desejava.O seu envolvimento em 30 Rock foi um pequeno passo inicial que antecedeu a sua ascensão no panorama da comédia, tornando-se mais tarde amplamente reconhecido pelo seu trabalho de stand-up.[18][19]

A génese do episódio está ligada a debates reais sobre representação feminina na comédia. A 23 de Junho de 2010, a repórter Irin Carmon publicou no Jezebel o artigo "The Daily Show's Woman Problem", criticando a falta de oportunidades para mulheres e insinuando que Olivia Munn teria sido contratada mais pelo apelo físico do que pelo talento humorístico.[20] A publicação gerou forte reação, com várias mulheres que trabalhavam naquele momento ou anteriormente na equipa do The Daily Show respondendo publicamente com uma carta aberta afirmando que as mulheres representavam cerca de 40 por cento da equipa, eram essenciais para a produção criativa e que o programa operava segundo um princípio de mérito, independentemente do género. Estas funcionárias refutaram a imagem do The Daily Show como um espaço hostil às mulheres e criticaram Carmon por não ter ouvido representantes actuais da equipa durante a investigação. Esse embate inspirou diretamente o blogue fictício Joan of Snark em "TGS Hates Women", que, na trama, critica o programa TGS pela escassez de argumentistas femininas e pelo uso de estereótipos.[21][22][23][24] Outra inspiração para o enredo foi a contração de um elenco de comediantes que tinha apenas uma mulher entre 30 comediantes pelo South by Southwest (SXSW), um conglomerado anual de festivais e conferências paralelos de cinema, mídia interativa e música.[25]
Para a atriz Cristin Milioti, que interpretou Abby Flynn, "TGS Hates Women" representou a sua primeira incursão na comédia televisiva. Em 2024, durante a promoção do seriado The Penguin, a atriz revelou ser fã fervorosa de 30 Rock muito antes de integrar o elenco, chegando a acompanhar cada episódio em tempo real durante viagens de trabalho ou noites de inverno. Ao ser escolhida para o papel, descreveu a experiência como surreal, a ponto de quase não conseguir falar, e contou que teve de controlar o entusiasmo para não transparecer excesso de energia diante da equipa.[26][27][28] A sátira de Jezebel e a controvérsia em torno de Munn são refletidas na personagem Abby Flynn: uma argumentista de comédia que adota um comportamento exageradamente sexualizado, gerando desconforto e julgamento entre as protagonistas femininas. Liz tenta "corrigir" Abby pedindo que fale com a "sua voz real," mas a situação expõe contradições e hipocrisias sobre autonomia, aparência e feminismo no ambiente de trabalho. McCarthy-Miller destacou que o episódio explora como a percepção pública influencia o comportamento das mulheres para se afirmarem profissionalmente, enquanto Fey sublinhou que mulheres consideradas pouco convencionais fisicamente costumam ser celebradas por atitudes que gerariam críticas mais severas se viessem de mulheres tidas como mais "tradicionalmente atraentes," como Munn.[6]
Fey e o produtor Jon Haller elogiaram o desempenho de Milioti, que construiu Abby como uma caricatura intencional da "mulher tola" no humor televisivo. A personagem foi também inspirada, em parte, na comediante Sarah Silverman e na experiência de Janeane Garofalo no SNL, que descreveu o ambiente como misógino e hostil. A inspiração para a cena central entre Liz e Abby veio de uma experiência pessoal de Fey como estudante de teatro, tempo no qual ouviu um professor a orientar uma das suas colegas fisicamente atraente e de voz infantilizada a usar a sua "voz de mulher adulta," testemunhando uma transformação radical no timbre da sua colega. Esse momento permaneceu na memória de Fey e influenciou a escrita de Weiner. Para Fey, Liz está errada ao tentar corrigir Abby, mas sente que a crítica entre mulheres sobre comportamentos considerados femininos é um reflexo de tensões reais.[6] Outra figura feminina proeminente introduzida em "TGS Hates Women" é Kaylie Hooper, interpretada por Chloë Grace Moretz, cuja rivalidade com Jack Donaghy rende momentos cómicos acentuados pela diferença física e geracional entre os atores. Ela viria a participar em mais episódios da série.[29] Algumas cenas nas quais Moretz participa, que têm a escola de Kaylee como locação, foram na verdade filmadas a 27 de Janeiro de 2011 em frente ao Museu da Cidade de Nova Iorque, que também era usado como cenário no seriado Gossip Girl.[30][31]
À medida que foi progredindo com a suas temporadas, 30 Rock inclinou-se cada vez mais para o humor surreal, particularmente através da personagem Kenneth Parcell, que se tornou a figura mais excêntrica da série. Enquanto outras personagens viveram desenvolvimentos improváveis, o arco narrativo de Kenneth tornou-se gradualmente mais bizarro, sugerindo que ele poderia ser imortal. Essa linha narrativa começou de forma subtil na primeira temporada, no episódio "The Baby Show", no qual, sobre a secretária do Dr. Leo Spaceman, surge um panfleto com a frase "Nunca Morre" acompanhada de uma fotografia do estagiário ao fundo. A partir da terceira temporada, a série foi deixando diversas pistas sobre a possível natureza eterna de Kenneth, desde alusões à sua idade até momentos mais explícitos nas temporadas seguintes. O auge desta narrativa ocorre quando a mãe de Kenneth revela que, ao nascer, ele lhe disse não ser humano, mas sim um ser imortal. Em "TGS Hates Women", ao despedir-se de Kaylie, Kenneth afirma: "Quando comecei a trabalhar aqui, a Shirley Temple, de 8 anos, ensinou-me a enrolar um cigarro."[32][33][34] Esta piada recorrente culmina no episódio final da série, quando Kenneth, já presidente da NBC, permanece inalterado pelo tempo, ouvindo um discurso da bisneta de Liz Lemon, décadas no futuro. A série deixou a imortalidade de Kenneth como um mistério aberto.[35][36]
Judah Friedlander, intérprete do argumentista Frank Rossitano em 30 Rock, é conhecido pela sua coleção de bonés de camionista decorados com slogans, frases ou palavras variadas. Esta característica não é apenas um adereço visual, mas parte integrante da personalidade de Frank e do humor da série. Segundo Friedlander, é ele próprio quem concebe e cria os bonés, produzindo modelos suficientes para usar um diferente em cada cena, o que equivale a cerca de três por episódio. As mensagens dos bonés refletem frequentemente o sarcasmo de Frank, os seus interesses peculiares ou referências à cultura popular. Alguns exemplos notáveis incluem erros ortográficos, frases nostálgicas e afirmações bizarras que dão uma ideia do carácter de Frank antes mesmo de ele falar. Por vezes, os bonés são incorporados no enredo, acrescentando uma camada extra de comédia.[37][38][39] Em "TGS Hates Women", Frank usa um boné com a inscrição "Code Breaker."[32]
Enredo
O episódio inicia com Jenna Maroney (Jane Krakowski) a celebrar a sua suposta inclusão no blogue feminista Joan of Snark. No entanto, a matéria sobre "a voz feminina mais fresca" não é dedicada a ela, mas sim a um perfil da comediante de stand‑up Abby Flynn (Cristin Milioti). A página inclui também um artigo a acusar o TGS with Tracy Jordan de odiar mulheres. Jack Donaghy (Alec Baldwin) comenta com Liz Lemon (Tina Fey) que, de facto, ela tende a competir com outras mulheres fortes pelo reconhecimento de figuras de poder, o que poderia ser interpretado como misoginia. Liz recusa a acusação e decide provar o contrário contratando Abby como argumentista convidada. Jack concorda, sobretudo depois de ver a aparência física de Abby. Para impressionar a nova colega, os argumentistas assumem personalidades artificiais: Frank Rossitano (Judah Friedlander) finge ser rico, James "Toofer" Spurlock (Keith Powell) tenta passar por um "bad boy" e John D. Lutz (John Lutz) assume um sotaque britânico. Liz tenta impor regras para evitar comportamentos absurdos, mas Abby surge nesse momento com roupas provocantes, tranças e uma voz infantilizada. A sua presença desperta o ciúme de Jenna, que a vê como uma rival direta, enquanto Liz acredita poder "corrigi‑la" e mostrar‑lhe que não precisa dessa postura.[32]
Liz marca um encontro com Abby junto a uma estátua de Eleanor Roosevelt e encoraja‑a a usar a sua "voz real." Abby responde que não está a fingir e acusa Liz de a julgar pela aparência, tal como esta usa óculos para transmitir inteligência. Mais tarde, Liz descobre online uma atuação de stand‑up na qual Abby, ainda morena e com aparência distinta, apresenta‑se como Abby Grossman, uma comediante de humor intelectual e voz natural. Abby também havia alterado o nariz e o queixo. Sem compreender a mudança, Liz decide expô‑la à equipa de argumentistas, alegando que a quer ajudar. Ela exibe o vídeo para todos e publica‑o no Joan of Snark, mas Abby reage furiosamente, abandona a voz infantil e revela que o seu ex‑marido, instável e violento, está a tentar matá‑la. A nova imagem e o comportamento provocador seriam, segundo explica, uma forma de se proteger rodeando‑se de homens. Nesse momento, um estafeta da UPS entrega uma caixa vazia acompanhada de um bilhete do ex‑marido a dizer que é "do tamanho perfeito para a cabeça" dela. Abby afirma ter seis horas para mudar novamente de visual e, ao sair, chama Liz de "Judas misândrica." Jenna, satisfeita, reage com dois polegares levantados para Liz.[32]
Em paralelo, Jack procura assegurar a sua posição na Kabletown, receando que Kaylie Hooper (Chloë Grace Moretz), a jovem neta do proprietário Hank Hooper, possa vir a suceder‑lhe. Para afastá‑la da área televisiva, convida‑a a visitar os estúdios do TGS e, ao saber do seu alegado interesse por biologia marinha, promete apresentá‑la ao oceanógrafo Robert Ballard (Terrence Mann), organizando também uma visita privada ao Museu Americano de História Natural. No entanto, a visita reacende no próprio Jack o seu interesse pela oceanografia e leva‑o a ponderar deixar a Kabletown nas mãos de Kaylie. Mais tarde, ao observar uma colagem que ela lhe enviou, repara que uma fotografia de Jacques Cousteau é, na verdade, retirada da sua autobiografia Jack Attack. Confrontada, Kaylie admite que o interesse por biologia marinha foi fingido para o afastar, tal como ele tentara fazer consigo. O encontro termina com ambos a trocar insultos e a prever uma rivalidade futura.[32]
Referências culturais

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Dentre as piadas internas e externas presentes em "TGS Hates Women", destacam‑se referências à série Gossip Girl, visíveis desde a escolha da mascote escolar chamada Sluts até ao facto de a cena ambientada na escola ter sido filmada num cenário anteriormente usado na própria Gossip Girl. Antes de a sequência terminar, Kaylee ainda exclama "Megan! Livros!", acrescentando mais um detalhe satírico ao enredo da série adolescente.[40][6] Numa sequência de analepse, Liz recorda que o último episódio transmitido do TGS incluiu uma esquete na qual Jenna interpretava várias mulheres famosas durante os seus períodos menstruais, incluindo a então secretária de Estado Hillary Clinton, que exclama: "Oh, não, a minha menstruação! Vamos bombardear a Inglaterra."[41] Mais tarde, Liz cita uma mensagem motivacional da marca Aqua‑Fem — "Acredite em si mesmo e alcançará os seus objetivos" — e lamenta que o seu próprio slogan não tenha sido escolhido, numa referência a produtos comercializados especificamente para mulheres. Kenneth manifesta o desejo de deixar como legado um programa no estilo Vila Sésamo que promova "o analfabetismo nas meninas."[33] Durante a visita de Kaylee aos estúdios da NBC, Kenneth menciona J. Fred Muggs, o chimpanzé que participou no programa de televisão Today nos anos 1950.[33] Liz também recorda ter conhecido, quando criança, a protagonista do anúncio "Where’s the Beef?", introduzido como slogan da cadeia Wendy's lançado em 1984.[33] Já no início do episódio, Jenna exalta: "Toma lá, Courtney Thorne-Smith!," numa referência ao facto de ambas terem contracenado na série Ally McBeal.[33][42][43]
Jack comenta ter investido em Beanie Babies na esperança de revendê‑los a um preço mais alto.[42] Mais tarde, compara a disputa feminina por atenção de homens como ele à competição pelo protagonista imortal do filme Highlander (1986), desempenhado por Christopher Lambert.[44] Antes de ser exposta por Liz, Abby utiliza a expressão "that's what she said," ao que Liz, irritada, responde que "Steve Carell é dono disso," remetendo ao bordão popularizado pela personagem Michael Scott na série The Office.[45][46][34] Segundo Abby, o seu ex‑marido enlouqueceu enquanto assistia ao thriller psicológico Sleeping With the Enemy (1991). No final do episódio, envia‑lhe um bilhete dizendo ter sido eletrocutado novamente enquanto via Se7en (1995).[47] A personagem Abby contém também uma referência implícita à marioneta Abby Cadabby, introduzida em Rua Sésamo em 2006. Abby Cadabby é uma fada infantil de tez rosada, tranças brilhantes e vestido pastel com asas, caracterizada por uma voz aguda e discurso açucarado. A sua introdução gerou polémica; críticos acusaram Rua Sésamo de adotar um estereótipo comercial "girly‑girl", representando uma feminilidade superficial e excessivamente associada à estética cor‑de‑rosa e cintilante atribuída às meninas pequenas. Abby Flynn incorpora uma versão sexualizada e adulta desse mesmo arquétipo.[48][49][50]
Durante a sequência de créditos finais, é exibida uma vinheta paródica com Bob Ballard a comentar factos científicos de forma satírica, numa alusão ao verdadeiro oceanógrafo Robert Ballard, que na primeira temporada da série de ficção científica SeaQuest DSV surgia no encerramento dos episódios para explicar conceitos científicos relacionados com a trama.[51] O episódio retoma ainda piadas recorrentes de 30 Rock. Em "Reaganing", quinto episódio da quinta temporada, Jenna sugerira a Kenneth fazer sexo em cima de uma mota; já em "TGS Hates Women", o segmento final com o Bob Ballard fictício esclarece que, embora não exista alga marinha capaz de curar a a dor de cabeça por estímulo frio, a única cura conhecida é precisamente essa atividade.[33] Além disso, quando Jenna lê o artigo sobre Abby Flynn, é visível um anúncio lateral para um espetáculo fictício da Broadway chamado I’m Laughing Because It’s Funny, protagonizado por Rosemary Howard, personagem interpretada por Carrie Fisher em "Rosemary's Baby", quarto episódio da segunda temporada de 30 Rock.[52]
Transmissão e repercussão
Audiência
Nos Estados Unidos, "TGS Hates Women" foi transmitido pela primeira vez na noite de 24 de Fevereiro de 2011 através da NBC como o 96.° episódio de 30 Rock.[1] De acordo com as estatísticas publicadas pelo serviço de mediação de audiências Nielsen Ratings, a transmissão original norte-americana do episódio foi assistida em 4 milhões e 501 mil agregados familiares. Além disso, foi-lhe atribuída a classificação de 2,3 e 6 de share no perfil demográfico dos telespectadores entre os dezoito aos 49 anos de idade, o que significa que 2,3 por cento de todas as pessoas dos 18 aos 49 anos de idade de todos os lares com televisão nos Estados Unidos estavam sintonizados ao episódio, e dentre todas as famílias que estavam ativamente a ver televisão no momento da transmissão, 6 por cento estavam a ver este episódio. O enfoque no grupo demográfico 18‑49 é relevante porque este segmento é considerado o mais valioso para os anunciantes, representando um público‑alvo fundamental para as redes de televisão. Uma classificação ou quota mais elevada nesse grupo indica, frequentemente, maior potencial de receitas publicitárias.[53]
Em comparação a "It's Never Too Late for Now", episódio transmitido na semana anterior, "TGS Hates Women" registou um aumento de 15 por cento no perfil demográfico 18-49 anos, passando de 2,0 para 2,3 pontos, e de 4,072 milhões de telespectadores para 4,501 milhões, uma melhoria em 11 por cento. Naquela noite de quinta-feira, 30 Rock foi o programa mais assistido durante a sua meia hora de exibição entre todas as grandes emissoras de televisão dos Estados Unidos — ABC, CBS e NBC — nas faixas demográficas de telespectadores dos 18-34 anos, homens de 18-34 e homens de 18-49, superando transmissões de episódios inéditos de Private Practice da ABC e The Mentalist da CBS. Nas seis semanas nas quais vinha sendo transmitida no horário das 22h00 às 22h30, 30 Rock rendeu à NBC os seis melhores resultados da temporada televisiva norte-americana de 2010-11 nesse intervalo, tanto no público 18-49 anos quanto em número total de telespectadores. Contudo, embora liderasse na sua meia hora, a série perdeu para Private Practice em audiência total no bloco horário mais alargado das 22h00 às 23h00, beneficiando esta última especialmente do público feminino.[54]
Uma métrica importante em termos de audiência é a classificação "ao vivo mais sete dias." As redes de televisão e os anunciantes não consideram apenas quem viu um programa em direto ou no mesmo dia em que foi para o ar (conhecido como "em direto mais o mesmo dia"), mas também as pessoas que o assistiram no espaço de uma semana ("em direto mais sete dias"). Esta janela alargada capta os telespectadores que gravam programas para ver mais tarde, o que é mais comum nos programas com seguidores fiéis, mas com audiências mais baixas em direto. Para 30 Rock, até à transmissão de "TGS Hates Women", a adição desses espectadores atrasados aumentou a sua audiência no perfil demográfico 18-49 em 29 por cento, em média. Este aumento sugere que, embora 30 Rock nem sempre tenha grandes audiências em direto, tem uma base de fãs sólida que acompanha os episódios no espaço de uma semana, e representou o terceiro maior ganho percentual entre as comédias de meia hora, ficando apenas atrás de The Office e Modern Family. Estes telespectadores em atraso ajudam as redes a avaliar com maior exatidão a popularidade geral de um programa, mesmo que não atinja o topo das audiências em direto.[55]
Análises da crítica
| Críticas profissionais | |
|---|---|
| Avaliações da crítica | |
| Fonte | Avaliação |
| A.V. Club | B+[46] |
| TV Fanatic | 4,6/5[56] |
Em geral, os críticos especialistas em televisão do horário nobre aplaudiram "TGS Hates Women" pela abordagem ousada e irreverente dos debates sobre mulheres na comédia. A figura de Abby foi analisada como uma crítica direta a certos estereótipos de mulheres na comédia, refletindo figuras como Olivia Munn, Sarah Silverman e até mesmo Victoria Jackson. Todavia, embora os momentos de humor tenham sido bem recebidos, muitos críticos notaram que o episódio acabou sendo um pouco excessivo e descompensado, com uma resolução um tanto previsível. A narrativa que envolve o abuso doméstico de Abby foi vista como um desvio, pois muitos consideraram que uma crítica tão bem estruturada sobre a representação das mulheres na comédia não deveria ser diluída com um enredo tão dramático e clichê. Por outro lado, a interação entre Jack e Kaylie também foi elogiada, principalmente pela atuação de Moretz.[57][58][45][34]
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No portal TV Fanatic, o periodicista Dan Forcella considerou o episódio uma crítica perspicaz ao sexismo na comédia, mas achou que não atingiu o nível das melhores temporadas da série e criticou a falta de um desfecho mais contundente.[56] Na mesma linha de pensamento, o gazetista Ryan McGee, na sua observação para o jornal de entretenimento A.V. Club, também destacou a tentativa dos argumentistas de abordarem questões de gênero, mas com uma abordagem menos incisiva. Ele observou que embora lide com questões importantes, 30 Rock muitas vezes opta por expor falhas de percepção pessoal em vez de oferecer uma crítica social profunda. Ademais, o crítico viu Abby como uma paródia de Lady Gaga, mas sentiu que o desfecho da sua trama foi uma oportunidade desperdiçada para aprofundar a crítica. Não obstante, McGee destacou a atuação de Moretz e apontou que o episódio teve uma simetria entre a fachada de Jack e a persona construída de Abby, ambas ocultando verdades mais profundas.[46] O colunista Bob Sassone, contribuinte do portal TV Squad do serviço AOL, considerou "TGS Hates Women" um episódio satisfatório, mesmo que as duas tramas principais tenham sido familiares e não muito originais. Ele enalteceu a interpretação de Cristin Milioti, elogiando a forma convincente como alternou entre duas personalidades distintas e o desfecho engenhoso que obriga Abby a mudar de identidade, e a de Moretz, que o deixou entusiasmado com o seu potencial como nova rival de Jack. Sassone apontou ainda ainda pormenores como as filmagens reais nas ruas nevadas da Cidade de Nova Iorque e o momento no qual Lutz se urina.[33]
Em um tom menos positivo para o blogue TV Overmind, o analista de televisão Ian McDonald constatou que a despeito de 30 Rock ter uma tradição de amplificar estereótipos exagerados, a trama de Abby foi desconfortável e irritante. Ele apreciou o esforço do seriado de explorar estereótipos femininos, mas achou que a trama não foi particularmente envolvente e tornou o episódio "um tanto monótono," deixando-o entediado e preocupado com o possível declínio da qualidade da série.[59] Esta opinião foi partilhada pelo portal Hollywood.com, no qual um apreciador de televisão anônimo julgou "TGS Hates Women" uma tentativa interessante de abordar o feminismo, mas considerou s piadas sobre períodos menstruais excessivamente cansativas e sem graça. Embora tenha apreciado o comentário sobre como Liz e outras mulheres se destroem umas às outras, ele não gostou do caráter "irritante" de Abby, achando as suas excentricidades insuportáveis. A subtrama envolvendo Jack e Kaylie foi uma das poucas coisas que o crítico apreciou, especialmente pela rivalidade cómica entre Jack e uma jovem de 14 anos.[40] Por outro lado, na sua apreciação para o portal Uproxx, o colunista Alan Sepinwall expressou extremo agrado pela introdução "inteligente e hilária" sobre o humor em torno da menstruação, elogiando o episódio por tentar explorar questões complexas sobre as mulheres na comédia. Mesmo assim, sentiu que a trama de Abby acabou se expandindo demais e não conseguiu desenvolver as questões sociais de forma satisfatória. Não obstante, presumiu que a personagem de Moretz é uma excelente antagonista para Jack.[60]
O diarista Bob Degon, na sua dissertação para a página Clique Clack, também teve uma opinião menos favorável sobre o episódio, considerando-o estranho para os padrões de 30 Rock, principalmente porque as personagens principais estiveram separadas em tramas diferentes com atores convidados. Ele também achou a história de Abby irritante e com um desfecho pouco convincente. Além disso, expressou saudades de Tracy Morgan, acreditando que a sua personalidade exagerada acrescentava muito à série.[61] No seu parecer para o portal nova-iorquino Vulture, o gazeteiro Steve Kandell deduziu que o episódio se tornou desconfortável com a inclusão de abuso doméstico como uma reviravolta na trama, que colocou dificuldades para que identificasse uma mensagem clara devido à mistura de humor absurdo com temas sérios. Contudo, observou a dinâmica entre Jack e Kaylie como um ponto alto.[62] O comediante Matt Fisher, outro contribuinte do Vulture, descreveu "TGS Hates Women" como um episódio caótico, mas marcante, que segue o estilo extravagante de 30 Rock, com humor rápido e sem se preocupar com o desenvolvimento das personagens. No entanto, viu a trama de Liz e Abby como exagerada, especialmente devido à personalidade desta última, e apontou a carência de profundidade ou resoluções significativas.[63]
No seu ponto de vista para o jornal Los Angeles Times, a colunista Meredith Blake teve uma opinião ambígua, na qual reconheceu a reflexão perspicaz, embora ambivalente, sobre o feminismo, destacando o confronto entre Liz e Abby como uma maneira de levantar questões sobre política de género e rivalidade feminina. Blakew atribuiu elogios à interpretação de Milioti, mas sentiu que "TGS Hates Women" não conseguiu explorar profundamente a indignação de Liz, deixando a dúvida sobre se ela estava agindo por convicção feminista ou por insegurança. Ela também destacou a figura de Kaylie como uma das personagens feministas mais cativantes do episódio, cuja batalha com Jack foi uma das partes mais memoráveis.[42] Em contraste, a periodicista Louisa Mellor fez uma análise mais aprofundada para o portal televisivo Den of Geek, desconstruindo a ideia de que Tina Fey e 30 Rock eram misóginas. Em vez disso, defendeu Fey como uma escritora inteligente, cujo trabalho busca entreter, não cumprir uma agenda feminista. Mellor viu momentos genuínos de reflexão sobre o género em Liz , especialmente sobre como as mulheres são infantilizadas pelos homens e como as mulheres se destroem umas às outras, apreciando a ausência de uma resolução clara, vendo isso como uma forma de mostrar que as questões de género são complexas e sem respostas fáceis.[64]
Interpretações sobre o tema
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"TGS Hates Women" suscitou uma ampla variedade de interpretações entre críticos e investigadores, sendo frequentemente analisado como um comentário social acerca das complexas tensões entre feminismo, representação e humor na televisão. A crítica Anna Holmes, escrevendo para a revista Newsweek, descreveu o episódio como um comentário direto sobre os desafios enfrentados pelas mulheres na comédia, destacando a política de género e a sexualidade como moeda cultural.[65] Similarmente, a opiniadora Emily Nussbaum, correspondente do Vulture, considerou a narrativa uma reflexão afiada e oportuna sobre as mesmas questões, utilizando a personagem Abby como paródia de debates reais — incluindo as críticas feministas à contratação de Olivia Munn — e explorando a tensão entre o desejo de ser engraçada e as pressões normativas da feminilidade. Para Nussbaum, a mistura de humor e comentário social foi bem-sucedida, embora o desfecho previsível tenha limitado o impacto final; ainda assim, sentiu que o episódio inscreve-se num histórico mais amplo de representações contraditórias na comédia, como as protagonizadas por Victoria Jackson, cuja imagem pública apresentava ambiguidades semelhantes às de Abby.[66] Na mesma linha de valorização da ousadia temática, a resenhista Katherine Talay, editora da revista Buzzsaw, exaltou a forma como 30 Rock se dispunha a abordar assuntos frequentemente evitados por outras comédias de horário nobre, dedicando episódios inteiros a questões políticas, raciais e de género. Conforme o argumento de Talay, o público relativamente restrito da série oferecia liberdade criativa para correr riscos narrativos, e "TGS Hates Women" exemplifica essa ousadia ao questionar até que ponto as ações de um indivíduo podem representar, ou comprometer, a imagem de um género inteiro.[67]
A reflexão académica também acompanhou este debate. A investigadora Risa Polansky Shiman, num estudo para a Universidade Atlântica da Flórida publicado no jornal científico Harlot: A Revealing Look at the Arts of Persuasion, argumentou que o humor irónico e auto‑depreciativo de 30 Rock pode ser uma ferramenta eficaz para abordar questões feministas, mas não está imune ao risco de reforçar estereótipos. No seu entender, o episódio demonstra essa tensão: Liz tenta defender o programa como uma "reapropriação irónica" de piadas misóginas, mas termina sem certezas sobre a validade dessa justificação. Para Shiman, esta ambiguidade é deliberada e coerente com o estilo de Fey, que prefere levantar questões em vez de oferecer respostas fechadas.[68]
Um estudo elaborado por Linda Mizejeswki para a Universidade do Colorado em Boulder usou este episódio como uma crítica ao pós-feminismo, alegando que o contexto usado nele era era real, inclusive recursos a críticas ao Jezebel, a Fey, e a polémica em torno de comediantes como Munn. Ela engrandeceu como no enredo, Liz inicialmente defende o TGS como pró‑mulheres, mas é confrontada com esquetes que perpetuam estereótipos. A revelação final sobre Abby desvia o foco do debate feminista para um drama pessoal, encerrando-o abruptamente. Embora para muitos críticos este último aspeto tenha sido considerado um abandono da narrativa e uma demonstração de desconforto da série em afirmar um posicionamento feminista claro, Mizejeswki observou-o como uma exposição de contradições: a sexualidade como poder e vulnerabilidade, a moralização feminista versus a autonomia individual, a atração comercial de imagens sexualizadas mesmo quando o conteúdo é fraco, e a facilidade de satirizar o sexismo em comparação com o desafio de definir o que é "comédia feminista." Ela concluiu que 30 Rock não falhava acidentalmente em ser feminista, mas que o seu objetivo era de questionar e disputar as várias versões populares de feminismo, sem nunca fixar uma resposta definitiva.[69]
Reconhecimento
Ao longo dos anos, "TGS Hates Women" passou a figurar com frequência em listas que celebram os melhores momentos de 30 Rock. Na lista dos 100 melhores episódios publicada pela revista Paste, o colunista Chris Morgan classificou-o em 85.º lugar, destacando-o como parte do cânone essencial da série.[70]De forma semelhante, o autor Jacob Trussell incluiu o episódio na 58.ª posição da lista divulgada pelo blogue Film School Rejects, destacando em particular a performance de Milioti.[71]
A página BuzzFeed incluiu a troca de falas entre Liz e Abby, quando esta é apresentada ao escritório dos argumentistas, na lista das 42 frases mais engraçadas de 30 Rock, colocando-a na 12.ª posição.[72] O portal That’s Entertainment! considerou o episódio o sétimo melhor da quinta temporada, elogiando a forma como a história de "uma das entradas mais engraçadas da temporada (na verdade, da série)" parte da premissa "bastidores de um programa de televisão" mas a desenvolve com humor extravagante e ousado, digno de uma esquete do SNL.[73]
Em contraste, a Penn State CommRadio, uma publicação da Universidade Estadual da Pensilvânia, colocou "TGS Hates Women" na 12.ª posição entre todos os episódios da série, valorizando as atuações das atrizes convidadas,[74] enquanto o portal E! Online listou-o como o 10.° episódio mais engraçados de 30 Rock.[75] A página /Film considerou "TGS Hates Women", juntamente com "Queen of Jordan", um dos dois melhores episódios da quinta temporada — fator que, segundo a publicação, contribuiu para eleger essa temporada como a melhor de todo o seriado.[76]
Legado

O episódio voltou a ganhar notoriedade em 2022 com o lançamento do álbum Midnights (2022) de Taylor Swift. Na canção "Anti-Hero", o verso "Sometimes I feel like everybody is a sexy baby..." foi rapidamente associada por fãs de 30 Rock à cena na qual Abby declara "The sexy baby thing isn’t an act... I’m a very sexy baby," no contexto de um diálogo com Liz sobre o uso da sexualidade na comédia. Embora Swift não tenha confirmado a referência, a semelhança foi amplamente comentada por diversos veículos de impresa, que sugeriram tratar-se de uma homenagem irónica ou comentário social alinhado com os temas do episódio. Milioti, ao ser questionada sobre o assunto, disse ter ficado surpreendida com a tonelada de mensagens recebidas após o lançamento da canção, considerando a associação um elogio, ainda que sem confirmação de intenção por parte de Swift. A coincidência reforçou a relevância do episódio e, a canção de Swift, ao lidar com questões de autoimagem e pressão social, foi vista por muitos como uma continuação contemporânea do mesmo debate.[77][78][79][80][81][26]
Um artigo publicado em Janeiro de 2013 pela revista norte-americana Slate constatou que a expressão "voz sensual de bebé" — que remonta, pelo menos, à Betty Boop, e parece ter surgido pela primeira vez em 1975, na revista Ms. (revista) — causou grande impacto após 30 Rock examinar esta tática "infantilizante e chamativa" em "TGS Hates Women". Desde então, a expressão ganhou popularidade e supostamente inspirou o nome do documentário Sexy Baby (2012).[82]
Em 2015, em entrevista à revista Entertainment Weekly, Fey e Robert Carlock afirmaram que modelaram o tom geral de Unbreakable Kimmy Schmidt, seriado criado pelos dois, com base em "TGS Hates Women", reconhecendo o episódio como referência criativa central para o estilo satírico de Unbreakable Kimmy Schmidt. Os dois eram showrunners e produtores executivos de 30 Rock.[83]
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Ligações externas
- "TGS Hates Women" (em inglês) no IMDb
- "TGS Hates Women" (em inglês) no Peacock
- "TGS Hates Women" (em inglês) no AppleTV
