Operation Righteous Cowboy Lightning

"Operation Righteous Cowboy Lightning"
12.º episódio da 5.ª temporada de 30 Rock
Jenna Maroney (direita) a cantar enquanto a NBC reporta o desastre na ilha de Mel Gibson (centro) que também afetou Jon Gosselin (esquerda).
Informação geral
DireçãoBeth McCarthy-Miller
Escrito porRobert Carlock
Canções"Secrets" (2009), por OneRepublic
Cinematografia
  • Peter Agliata
  • Matthew Clark
EdiçãoKen Eluto, A.C.E.
Cód. de produção512
Exibição original27 de Janeiro de 2011
Convidados
Episódios da 5.ª temporada
30 Rock (5.ª temporada)
Lista de episódios

"Operation Righteous Cowboy Lightning" é o 12.° episódio da quinta temporada da série de televisão de comédia de situação norte-americana 30 Rock, e o 92.° da série em geral. Foi realizado por Beth McCarthy-Miller, que também assumia a função de produtor, e teve o seu enredo escrito por Robert Carlock, que era também produtor executivo da série e co-showrunner. A sua transmissão original nos Estados Unidos ocorreu através da rede de televisão National Broadcasting Company (NBC) na noite de 27 de Janeiro de 2011. Diversos atores fizeram uma participação especial no episódio, incluindo Dean Winters, Adam Fiorentino, Sue Galloway, Hannibal Buress, e Angus Hepburn. O ator de cinema Robert De Niro também participou, desempenhando uma versão fictícia de si mesmo, assim como Tracey Wigfield, membro da equipa de argumentistas e editora de história da série.

No episódio, Liz Lemon (interpretada por Tina Fey) nota que Tracy Jordan começou a se comportar às ordens quando começa a ser seguido pelas câmaras do reality show Queen of Jordan, e decide se aproveitar da situação. Entretanto, o executivo Jack Donaghy (Alec Baldwin) engenha um evento beneficente pré-gravado para que possa reportar desastres naturais imediatamente e render mais receita à NBC. Ao mesmo tempo, ao tomar conhecimento deste plano, a equipa de argumentistas do TGS with Tracy Jordan começa a bajular John D. Lutz (John Lutz) após este mentir que, em caso de algum desastre, ele poderá salvar três membros da equipa com o seu carro.

Em geral, os críticos especialistas em televisão do horário nobre receberam "Operation Righteous Cowboy Lightning" com opiniões positivas. A maior parte dos elogios foi atribuída à sátira inteligente de programas de reality shows e da cultura empresarial. Uma cena na qual a melodia do tema "Uptown Girl" (1986), do músico Billy Joel, é usada no meio de uma discussão entre Liz e Tracy foi enaltecida como o ponto mais alto do epoisódio, com a participação de De Niro sendo também destacada como um dos momentos mais memoráveis da série. Todavia, embora os críticos tenham apreciado o humor mordaz e utilização sólida do elenco principal, a subtrama de Lutz foi considerada fraca e careceu de uma continuidade mais profunda. Ainda assim, "Operation Righteous Cowboy Lightning" foi colocado em posições elevadas em listas dos melhores episódios de 30 Rock publicada por periódicos como Variety.

De acordo com os dados publicados pelo sistema de mediação de audiências Nielsen Ratings, "Operation Righteous Cowboy Lightning" foi assistido por uma média de 4 milhões e 922 mil agregados familiares durante a sua transmissão original norte-americana, e foi-lhe atribuída a classificação de 2,4 e sete de share entre os telespectadores pertencentes ao perfil demográfico dos 18 aos 49 anos de idade. Este desempenho permitiu ao seriado alcançar a segunda maior audiência da NBC na temporada televisiva de 2010-11 nesse perfil demográfico, excluindo programas desportivos, e melhorou em 26% a média da rede de televisão para o seu horário de transmissão, em relação ao ano anterior. Durante a semana, 30 Rock foi o 16.º programa mais assistido por telespetadores do grupo etário 18–49 anos, e o oitavo entre os do 18–34 anos.

Produção e desenvolvimento

Este foi o 18.° episódio de 30 Rock a ser escrito por Robert Carlock.

"Operation Righteous Cowboy Lightning" é o oitavo episódio da quinta temporada de 30 Rock.[1] As suas filmagens aconteceram a 1 de Dezembro de 2010 nos Estúdios Silvercup em Manhattan, Cidade de Nova Iorque.[2][3][4] O episódio foi realizado por Beth McCarthy-Miller, sua 15.ª vez a trabalhar na realização de um episódio de 30 Rock, e teve o seu enredo redigido por Robert Carlock, que assumia ainda as funções de produtor executivo e co-showrunner da série; esta foi a sua 18.ª vez a receber crédito pelo guião de um episódio da série.[5] McCarthy-Miller é uma antiga membro da equipa de realizadores do Saturday Night Live (SNL), um programa de televisão humorístico norte-americano transmitido pela NBC no qual Fey foi argumentista-chefe entre 1999 e 2006.[6][7] 30 Rock é muitas vezes visto como um reflexo cómico do SNL, e Liz Lemon como uma versão ficcionada de Fey, encarnando as dificuldades de liderar um programa cómico num ambiente dominado por homens, tal como o seu papel na vida real no SNL. Vários antigos integrantes do elenco do SNL já desempenharam papéis importantes ou fizeram participações especiais em 30 Rock,[8][9][10] inclusive Tracy Morgan e a própria Fey, que foi a primeira apresentadora feminina do segmento Weekend Update. Além de McCarthy-Miller, outros membros da equipa do SNL que já trabalharam em 30 Rock são: John Lutz, argumentista do SNL entre 2003 a 2010 e membro do elenco de 30 Rock; e Steve Higgins, argumentista e produtor do SNL de 1995 a 2009 que fez participações na sétima temporada de 30 Rock.[11][12] Alec Baldwin, apesar de nunca ter sido membro do elenco do SNL, detém o recorde de ser o anfitrião do programa por mais vezes, com dezassete vezes.[13]

À medida que foi progredindo com a suas temporadas, 30 Rock inclinou-se cada vez mais para o humor surreal, particularmente com a personagem Kenneth Parcell, que se tornou a mais estranha. Enquanto outras personagens experimentavam desenvolvimentos loucos, como Jack a trabalhar para a administração Bush ou Tracy a vencer um prémio Óscar, o arco de Kenneth tornou-se mais bizarro, com indícios de que poderia ser imortal. Este arco iniciou subtilmente na primeira temporada com o episódio "The Baby Show", no qual há um panfleto na secretária do Dr. Leo Spaceman que lê "Nunca Morre" com uma foto do estagiário no pano de fundo. A partir da terceira temporada, a série foi deixando cair inúmeras pistas sobre a natureza eterna de Kenneth, desde referências vagas à sua idade até momentos mais evidentes em temporadas posteriores. Ele lembra-se de ter tido um papagaio por 60 anos, reage fortemente a sons agudos que só os maiores de 40 anos conseguem ouvir, e possui conhecimento enciclopédico sobre a história da televisão norte-americana. O auge desta estranha história acontece quando a mãe de Kenneth revela que, à nascença, Kenneth lhe disse que não era humano, mas sim um ser imortal. Em "Operation Righteous Cowboy Lightning", equipado com uma espada que parece ser do século XIX, Kenneth revela a Liz que espero ser fotografado bem pelas câmaras de Queen of Jordan, pois cada vez que se olha ao espelho, apenas vê uma névoa branca. Em uma outra cena, ele explica que não consegue comunicar com animais, mas consegue receber ordens deles.[14][15][16] Esta piada culmina no episódio final da série, no qual Kenneth, agora presidente da NBC, permanece inalterado pelo tempo, continuando a desempenhar bem o seu papel enquanto ouve um discurso da bisneta de Liz Lemon, décadas no futuro. A série deixou a imortalidade de Kenneth como um mistério aberto.[17][18]

Esquerda-direita: Hannibal Buress, Lester Holt e Dean Winters fizeram participações no episódio.

Ainda em "Operation Righteous Cowboy Lightning", Kenneth argumentou sobre o seu Reverendo Gary.[19][16] No seriado Unbreakable Kimmy Schmidt, a protagonista Kimmy Schmidt (Ellie Kemper) é presa num abrigo subterrâneo pelo Reverendo Richard Wayne Gary Wayne. Tanto 30 Rock como Unbreakable Kimmy Schmidt foram criadas por Tina Fey. Além disso, o Reverendo Wayne Gary Wayne é interpretado por Jon Hamm em Unbreakable Kimmy Schmidt, que interpretou frequentemente o Dr. Drew Baird em 30 Rock. Jane Krakowski, intérprete de Jenna Maroney em 30 Rock, deu vida a Jacqueline em Unbreakable Kimmy Schmidt, enquanto o ator Mike Carlsen, que fez uma participação especial em 30 Rock no episódio "When It Rains, It Pours" como um trabalhador de construção, deu vida também a um trabalhador de construção em Unbreakable Kimmy Schmidt. A revista Entertainment Weekly questionou se existia alguma relação entre 30 Rock e Unbreakable Kimmy Schmidt, ao que Fey e Carlock responderam negativamente.[20][21]

A trama central de "Operation Righteous Cowboy Lightning" goza com a natureza "oportunista e pré-fabricada" dos programas de beneficência com celebridades, satirizando como os meios de comunicação não se importam realmente com os desastres que reportam, mas sim em serem os primeiros a reportar e parecerem compassivos.[22] Esta crítica é evidenciada de forma absurda com o exemplo do ator convidado Robert De Niro a gravar falas preparadas para diferentes catástrofes fictícias, incluindo uma na qual os pássaros atacam pessoas, e o riso humano excita-os sexualmente — uma referência ao enredo do filme The Birds (1963), realizado por Alfred Hitchcock.[23] 30 Rock acrescentou uma reviravolta à história real do ator, fingindo que ele tem origem secretamente britânica. Embora esta sua versão ficcionada esteja inicialmente relutante em alinhar na trama de Jack, este ameaça "mandar a MSNBC revelar ao mundo" que de Niro é britânico, ao que de Niro responde num sotaque Cockney.[15][24][25][26] O jornalista Lester Holt também fez uma participação no episódio a noticiar o desastre televisivo no programa NBC Nightly News.[19] O tema "Help the People, the Thing That Happened Happened To", cantado pela personagem de Krakowski no episódio, foi composto por Jeff Richmond, diretor musical e produtor executivo de 30 Rock.[27][28][29][30]

"Operation Righteous Cowboy Lightning" marcou ainda a segunda participação do comediante Hannibal Buress em 30 Rock. Embora ele viria a desempenhar regularmente o papel de um sem-abrigo que frequentemente proporciona um alívio cómico através das suas observações aleatórias e fora do comum, neste episódio ele deu vida a um Tracy fictício usado pela equipa de Queen of Jordan para manipular a sua reconciliação com uma Liz fictícia que, por sua vez, foi desempenhada por Tracey Wigfield, argumentista e editora de história de 30 Rock. Buress, de princípio, juntou-se à equipa de argumentistas na quinta temporada, embora não tenha sido creditado como argumentista principal de episódios específicos, mas acabou por deixar o cargo após um breve período, em parte porque sentiu que não estava a contribuir tanto quanto queria. O envolvimento de Buress em 30 Rock foi um pequeno passo no início da sua carreira que precedeu a sua ascensão no mundo da comédia, onde mais tarde se tornou amplamente reconhecido pelo seu trabalho de comédia stand-up.[31][32] Outra participação especial em "Operation Righteous Cowboy Lightning" foi a de Dean Winters, a repetir o seu desempenho como Dennis Duffy pela nona vez.[33][34] Embora não tenha participado do episódio, a atriz Sherri Shepherd, intérprete de Angie Jordan no seriado, foi creditada ao longo dos créditos finais, provavelmente pois a sua imagem de arquivo foi usada na sequência de abertura de Queen of Jordan. Em contrapartida, imagens de arquivo de Mel Gibson foram usadas no episódio, mas o ator não recebeu crédito.[1]

O episódio deu mais destaque do que o habitual à personagem de John Lutz.

O episódio também dá mais destaque do que o habitual à personagem John D. Lutz, interpretada por John Lutz, geralmente retratado como um argumentista patético e sem respeito por parte dos colegas. A sua subtrama explora tanto a sua vida pessoal como a expressão de género, incluindo o uso subtil de maquilhagem como delineador,[35] que se tornou um ponto de humor entre ele e a sua parceira na vida real, Sue Galloway, que participou do episódio a desempenhar Sue LaRoche-Van der Hout. No comentário de áudio para "Operation Righteous Cowboy Lightning", disponível como um dos aspetos bónus do DVD da quinta temporada, ambos atores comentaram acerca das cenas gravadas para o episódio. Lutz brincou exclamando que Alec Baldwin, intérprete de Jack em 30 Rock, reagiu com verdadeiro nojo ao vê-lo caraterizado daquela forma no estúdio e, tanto Lutz como Galloway, questionam se a reação dele foi apenas da sua personagem ou se Baldwin realmente não gosta de Lutz na vida real.[23][36][37]

Judah Friedlander, intérprete do argumentista Frank Rossitano em 30 Rock, é conhecido pela sua coleção de chapéus de camionista adornados com vários slogans, frases e palavras. Esta caraterística não é apenas um adereço aleatório, mas sim uma parte integrante da personalidade de Frank e do humor da série. Segundo Friedlander, ele desenha e cria estes chapéus pessoalmente, tendo originado chapéus suficientes para usar um diferente em cada cena de 30 Rock, o que se traduz em cerca de três chapéus por episódio. O conteúdo dos chapéus de Frank reflete frequentemente a sua personalidade sarcástica, interesses peculiares ou referências à cultura popular. Alguns exemplos notáveis incluem erros ortográficos, frases nostálgicas e afirmações bizarras que dão uma ideia do carácter de Frank antes mesmo de ele falar. Ocasionalmente, os chapéus são incorporados no enredo, acrescentando uma camada extra de comédia. A personalidade de Friedlander na vida real também envolve o uso de chapéus semelhantes durante as suas atuações de comédia stand-up. Muitas vezes, ostenta nesses chapéus títulos ou capacidades ultrajantes, como "Campeão do Mundo" em diversas línguas, o que contrasta humoristicamente com o seu comportamento descontraído.[38][39][40] Em "Operation Righteous Cowboy Lightning", Frank usa bonés que leem "Cheese Gravy", "1 Card Monte" e "Man Scent."[14][41]

Enredo

O tema "Secrets" (2009), do grupo britânico OneRepublic, foi reproduzido no episódio.

Liz Lemon (Tina Fey) e Jack Donaghy (Alec Baldwin) observam a instalação de um grande letreiro da Kabletown no topo do edifício 30 da Praça Rockfeller. Já não sendo funcionário da General Electric (GE) e trabalhando agora para a Kabletown, Jack decide conquistar esta nova fase da sua vida tal como fez antes. Depois de fazer uma pesquisa, descobre que os reality shows mais vistos nos últimos cinco anos foram os de celebridades que beneficiam de catástrofes naturais. Uma vez que todos os canais transmitem os programas de beneficência ao mesmo tempo, nenhum deles tem vantagem nem domina as audiências. Para combater esta situação, Jack decide gravar previamente uma ação de beneficência para ir ao ar na noite do próximo desastre natural. Ele contrata o ator Robert De Niro para gravar algumas frases para comover o público e pede a Jenna para gravar uma canção. No final, tudo acaba por explodir na cara de Jack quando o próximo desastre natural é um tufão que afeta Mago, uma ilha vulcânica no setor noroeste do grupo de ilhas Lau do norte das Fiji e casa fictícia do ator infame Mel Gibson. Como resultado, a maratona televisiva pré-gravada por Jack acaba por beneficiar tanto o controverso ator como a estrela de reality shows Jon Gosselin, que estava hospedado na casa de Gibson na altura. Apesar dos esforços de Jack, o espetáculo continua.[24] Contudo, apesar desta reviravolta, o programa é considerado um sucesso, mostrando como, na televisão, não é preciso conteúdo real para algo parecer significativo.[14]

Entretanto, Tracy Jordan (Tracy Morgan) irrita Liz, como de costume, ao não aparecer nos ensaios e ao sair do trabalho para desencadear as suas travessuras. No entanto, o comportamento de Tracy muda instantaneamente quando a equipa de filmagens de Queen of Jordan, o novo reality show da sua esposa, começa a segui-lo. Ele começa a agir de forma responsável e respeitosa em frente às câmaras, pois quer evitar arruinar as suas hipóteses de ganhar um Óscar. Liz tem a ideia de usar o falso bom comportamento de Tracy para o levar a fazer coisas que ele não fez no passado, sabendo que o ator não pode recusar enquanto estiver a ser filmado. Isto funciona até Tracy encontrar uma falha. Quando Liz tenta que Tracy faça mais coisas, ele recusa e insulta-a usando a melodia do tema "Uptown Girl" (1983), de Billy Joel, com as suas próprias letras.[42] Uma vez que a canção está protegida por direitos de autor, qualquer filmagem que contenha essa canção não poderá ser utilizada pelo programa. Liz tenta superá-lo com recurso a autotune, mas mais tarde percebe que não consegue igualar a loucura de Tracy. No final, eles acabam por falar a sós e cada um argumenta que o outro teria sido um fracasso sem a ajuda do outro. No entanto, as câmaras conseguem filmar a situação sorrateiramente, mas Tracy e Liz recusam-se a fazer as pazes. Todavia, quando Queen of Jordan manipula os vários confrontos dos dois e usa dois sósias para criar uma cena de reconciliação ao som da canção "Secrets" (2009) do grupo britânico OneRepublic, tanto Liz como Tracy ficam comovidos e fazem as pazes a sério.[14][43]

Ao mesmo tempo, os argumentistas do TGS with Tracy Jordan ficam paranóicos a pensar em desastres para os especiais pré-gravados e elaboram um plano para se reagruparem em caso de desastre. No entanto, enquanto decidem quais as competências de cada um, apercebem-se que o argumentista Lutz (John Lutz) não tem competências úteis, até que ele menciona ter um carro no qual os pode conduzir; mas é um carro pequeno e só tem capacidade para três passageiros. Então, os seus colegas começam a bajulá-lo para conseguirem um lugar no carro. Porém, havia um problema com tudo isto: Lutz não tinha realmente um carro, tendo inventado tudo para que os seus colegas gostassem de si. Ele agravou o problema ao contar a toda a gente sobre o quão fantástico e excêntrico o seu carro era. Quando Frank consegue quatro bilhetes para uma sessão de teste de um filme em Nova Jérsia e obriga-o a escolher três pessoas para o acompanharem, Lutz compra um carro usado na hora e aparece no estúdio com ele. O seu plano falha redondamente, pois os argumentistas aperceberam-se imediatamente de que o carro, adornado com chamas colocadas nos lados com marcadores mágicos e fita-cola, acabava de ser comprado e recusam-se a andar nele. Lutz tenta convencê-los a entrarem no carro, que é roubado quando ele não está a ver.[14]

Referências culturais

O episódio faz alusão a David Berkowitz.

Robert De Niro grava um vídeo para uma maratona televisiva no qual explica que quando pássaros começaram a atacar seres humanos, as pessoas começaram a fazer piadas sobre o cineasta Alfred Hitchcock, uma referência ao filme The Birds (1963). Uma das outras catástrofes teorizadas pelo ator é sobre tubarões super inteligentes, que é o enredo do filme Deep Blue Sea (1999).[35] Esta cena foi comparada a uma esquete do programa de comédia absurda The Dana Carvey Show, na qual Carvey, interpretando o jornalista Tom Brokaw, é forçado a gravar uma ladainha de introduções de obituários de Gerald Ford.[28] Mais tarde, Jack declara que a sua maratona televisiva obteve as melhores audiências para a NBC desde um episódio de Law & Order: Special Victims Unit no qual os detectives da série assistiam a American Idol.[19][15] Numa sequência de cutaway, Tracy é visto a promover um Jet Ski da marca fictícia SurfMaster. O modelo apresentado no episódio é, na realidade, um Jet Ski da marca japonesa Kawasaki. Tracy e Liz discutem de várias maneiras, todas elas envolvendo mascarar as suas discussões de formas que não possam ser transmitidas em Queen of Jordan por razões de direitos de autor, como usar uma máscara de guarda-redes da equipa de hóquei New York Rangers.[43] Ao considerar a sua nova posição como executivo da Kabletown, Jack menciona Stout Cortez e cita o soneto "On First Looking into Chapman's Homer" (1816) do poeta britânico John Keats. Mais tarde, Tracy também menciona que se sente como Stout Cortez, mas desta vez referindo-se ao seu jardineiro.[19][35] Liz menciona o reality show The Real Transvestite Hoarders of Orange County Penitentiary, uma paródia de The Real Housewives of Orange County e Hoarders.[16][28] Ao tentar selecionar os colegas a quem irá salvar em caso de um desastre, Lutz diz que se sente como se estivesse na competição televisiva The Bachelor e questiona a quem vai dar a sua rosa, tal como é feito no programa.[44][45] O filme cuja ante-estreia Frank comprou bilhetes para é Capitão América: O Primeiro Vingador (2011). No final do episódio, Liz levanta o punho ao sair do seu escritório, à semelhança do que a personagem John Bender (Judd Nelson) faz no filme The Breakfast Club (1985).[14]

Kenneth menciona que não sabe comunicar com animais mas consegue receber ordens deles, uma referência à David Berkowitz, um ex-soldado do exército dos Estados Unidos que cometeu uma série de esfaqueamentos e tiroteios entre 1975 e 1977 na Cidade de Nova Iorque, matando seis pessoas e ferindo outras onze. Após confessar todos os crimes, Berkowitz inicialmente alegou que estava a obedecer às ordens de um demónio que se manifestava sob a forma de um cão preto chamado Sam, que pertencia ao seu vizinho. Pórem, depois de ter sido considerado mentalmente competente para ser julgado, declarou-se culpado de homicídio em segundo grau e foi condenado a seis penas de prisão perpétua simultâneas, com possibilidade de liberdade condicional ao fim de 25 anos. Posteriormente, admitiu que a história do cão e do diabo era uma farsa.[46]

Em "Operation Righteous Cowboy Lightning", Tracy expressa a vontade de comprar uma ilha, tal como Nicolas Cage, Céline Dion e Charles Widmore, este último uma personagem da série de televisão Lost interpretada por Alan Dale.[47][34][16][48] 30 Rock frequentemente faz referências a Lost, gozando regularmente com a narrativa intrincada e por vezes complicada desta série de televisão, inclusive quando Jenna contou aos argumentistas que se encontrou uma vez com J.J. Abrams, co-criador de Lost que lhe revelou que a ilha misteriosa da série era na verdade apenas um sonho da personagem Hugo "Hurley" Reyes. Em 30 Rock, frases ou cenários específicos que ecoam momentos de Lost são frequentemente usados, como a discussão do significado do número 4 ou a referência à personagem enigmática de Jacob, que se torna um dispositivo cómico para comentar as vidas complicadas das próprias personagens. Personagens como Tracy fazem por vezes referência a Lost de forma exagerada, realçando a sua obsessão pelos mistérios do seriado. Um exemplo é a cena final de "Respawn", episódio final da quinta temporada, na qual Kenneth observar as demais personagens principais através de um telescópio e pede "mais tempo" a Jacob, uma referência às personagens de Lost que eram candidatas a serem selecionadas para um propósito maior.[49][50]

"Operation Righteous Cowboy Lightning" continua a satirizar a aquisição da NBC Universal pela conglomerada Comcast, um aspeto referenciado em 30 Rock desde "Future Husband" na quarta temporada. O episódio abre com Liz e Jack a verem o sinal da GE a ser substituído pelo do da KableTown. A 27 de Janeiro de 2011, data de transmissão deste episódio, os funcionários da NBC tiveram a primeira reunião com o diretor executivo da Comcast, marcando não oficialmente o início da aquisição. Porém, segundo o portal Vulture, esta foi apenas uma coincidência.[51] No início do episódio, Liz explica a Jack que já lhe pode esclarecer a Jack o conceito "snart" — um termo usado em gíria dos Estados Unidos para descrever os atos de espirrar e peidar simultaneamente — por serem dez horas.[34][52][28] Isto refere-se à mudança da faixa horária de transmissão de 30 Rock das 20h30 para as 22h00, que começou com o episódio transmitido na semana anterior, "Mrs. Donaghy".[53] Além disso, o episódio faz referência à trama do desejo de Liz de ser mãe, quando Kenneth dá a Liz um memorando que não podia colocar na sua caixa de correio por estar cheia de materiais de adoção não lidos. Esta história começou na primeira temporada, em "The Baby Show", e continuou brevemente na terceira temporada, em "Do-Over".[54]

Transmissão e repercussão

Audiência

Nos Estados Unidos, "Operation Righteous Cowboy Lightning" foi transmitido pela primeira vez na noite de 27 de Janeiro de 2011 através da NBC como o 92.° episódio de 30 Rock.[1][55] De acordo com as estatísticas publicadas pelo serviço de mediação de audiências Nielsen Ratings, a transmissão original norte-americana do episódio foi assistida em 4 milhões e 922 mil agregados familiares. Além disso, foi-lhe atribuída a classificação de 2,4 e sete de share no perfil demográfico dos telespectadores entre os dezoito aos 49 anos de idade, o que significa que 2,4 por cento de todas as pessoas dos 18 aos 49 anos de idade de todos os lares com televisão nos Estados Unidos estavam sintonizados ao episódio, e dentre todas as famílias que estavam ativamente a ver televisão no momento da transmissão, sete por cento estavam a ver este episódio. O enfoque no grupo demográfico 18-49 é significativo porque este grupo etário é considerado o mais valioso para os anunciantes, representando um público-alvo fundamental para muitas redes. Uma classificação ou quota mais elevada neste grupo indica frequentemente um maior potencial de receitas publicitárias.[56]

Estes números renderam à NBC a sua segunda maior audiência da temporada televisiva 2010-11 no grupo etário dos 18–49 anos para aquele horário de transmissão específico, excluindo eventos desportivos. Durante o seu intervalo específico de transmissão, 30 Rock obteve melhores resultados do que repetições de episódios transmitidos em simultâneo nas redes de televisão ABC, CBS. Além disso, foi o programa mais visto entre todos os canais em sinal aberto naquele horário em várias categorias: todos os adultos entre 18–49 anos, homens e mulheres dentro dessa faixa, também adultos entre 18–34 anos, e homens entre 25–54 anos. O desempenho de 30 Rock às 22h00 representou uma melhoria de 26% em relação à média que a NBC tinha nesse mesmo horário no ano anterior. Naquela semana, 30 Rock foi o 16.º programa mais assistido do horário nobre por entre os telespetadores do grupo etário 18–49. No grupo mais jovens de telespetadores dos 18–34 anos, teve um desempenho ainda melhor, ficando em 8.º lugar.[57]

Uma métrica importante em termos de audiência é a classificação "ao vivo mais sete dias." As redes de televisão e os anunciantes não consideram apenas quem viu um programa em direto ou no mesmo dia em que foi para o ar (conhecido como "em direto mais o mesmo dia"), mas também as pessoas que o assistiram no espaço de uma semana ("em direto mais sete dias"). Esta janela alargada capta os telespectadores que gravam programas para ver mais tarde, o que é mais comum nos programas com seguidores fiéis, mas com audiências mais baixas em direto. Para 30 Rock, até à transmissão de "Operation Righteous Cowboy Lightning", a adição desses espectadores atrasados aumentou a sua audiência no perfil demográfico 18-49 em 28 por cento, em média. Este aumento sugere que, embora 30 Rock nem sempre tenha grandes audiências em direto, tem uma base de fãs sólida que acompanha os episódios no espaço de uma semana, e representou o terceiro maior ganho percentual entre as comédias de meia hora, ficando apenas atrás de The Office e Modern Family. Estes telespectadores em atraso ajudam as redes a avaliar com maior exatidão a popularidade geral de um programa, mesmo que não atinja o topo das audiências em direto.[57]

Análises da crítica

Críticas profissionais
Avaliações da crítica
Fonte Avaliação
A.V. Club A-[58]
The Burn Queue 4 de 5 estrelas.[45]
TV Fanatic 4 de 5 estrelas.[34]

Em geral, os críticos especialistas em televisão do horário nobre expressaram opiniões favoráveis em relação a "Operation Righteous Cowboy Lightning", elogiando a sua sátira mordaz e humor absurdo clássico, particularmente na sua crítica aos reality shows e às fusões de empresas. Os destaques incluem a paródia de "Uptown Girl" e o caos damaratona televisiva de Jack, repleta de piadas sobre Mel Gibson. A participação de Robert De Niro foi universalmente apreciada pelos resenhistas, com alguns expressando surpresa e satisfação pelo seu talento cómico, mas desdenhando o seu sotaque britânico. Os críticos apreciaram a forma como cada personagem principal foi utilizada de forma eficaz e como o seriado gozou inteligentemente com as tácticas manipuladoras dos reality shows, ao mesmo tempo que as empregava. No entanto, a subtrama de Lutz foi vista como fraca e desnecessária, e a falta de continuidade com as histórias principais fez com que o episódio parecesse um pouco insubstancial. Ainda assim, foi reconhecido como 30 Rock a fazer o que faz de melhor: apresentar uma comédia de ritmo acelerado e em camadas com um comentário cultural mordaz.[59][53][60][61]

A discussão entre as personagens de Tracy Morgan (esquerda) e Tina Fey (direita) foi aplaudida pelos críticos de televisão.

Na sua dissertação para o jornal independente Indiana Daily Student, publicado pela Universidade de Indiana, o jornalista Brad Sanders constatou que o episódio inclina-se definitivamente para o lado "engraçado sem progresso de enredo" do espetro de 30 Rock, o que para si é "ótimo" pois demonstra que apesar da temporada ser imperfeita, "está a melhorar. Esperemos que continue assim."[62] Apesar de admitir que gozar com reality shows seja algo fácil, na sua posição para o portal televisivo Den of Geek, a periodicista Louisa Mellor salientou que a série 30 Rock faz de forma tão brilhante que é impossível não apreciar. "O episódio oferece uma abundância de tesouros baseados na realidade. Tracy é o grande destaque, com comportamentos absurdos e um timing cómico irrepreensível... O guião está repleto de piadas meta, momentos absurdos e humor autorreferencial, tornando este episódio um dos melhores da série."[44] No seu ponto de vista para o jornal Los Angeles Times, a periodicista Meredith Blake examinou a subtrama dos guionistas como a mais fraca, principalmente pelo facto daquelas personagens serem pouco desenvolvidas e ainda repetitivas, prejudicando um episódio que, de resto, foi bastante sólido.[19]

Um contribuinte do portal Hollywood.com refletiu sobre "Operation Righteous Cowboy Lightning" como um regresso brilhante aos "tempos áureos" da segunda temporada do seriado. [26] Za’chary Westbrook, cronista do periódico The Burn Queue, achou este episódio "cheio de sátira afiada" um regresso de 30 Rock à sua forma, embora tenha sentido que a subtrama dos argumentistas a competirem pelo carro de Lutz não alcançou a intensidade de episódios anteriores como "MILF Island" — episódio da sefunda temporada — mas "acrescentou à loucura geral."[45] Na sua apreciação para o portal Uproxx, o colunista Alan Sepinwall também reconheceu a subtrama dos argumentistas como um fracasso, mas considerou "Operation Righteous Cowboy Lightning" hilário e gratificante, especialmente pelo regresso de Dean Winters, a quem Sepinwall espera ver mais no futuro.[33] O colunista Bob Sassone, contribuinte do portal TV Squad do serviço AOL, apreciou a sátira em torno dos reality shows e como eles manipulam drama, embora tenha ficado com dúvidas sobre se 30 Rock estava a criticar ou, de certa forma, a aceitar. Todavia, também sentiu que o enredo envolvendo Lutz foi "fraco e dispensável" e prejudicou o ritmo do episódio. Não obstante, para Sassone, este episódio destacou-se por fazer referência à fusão real entre a NBC e a Comcast.[16]

Na sua análise para o blogue TV Fanatic, o periodicista Dan Forcella, que vinha sendo muito crítico de 30 Rock até então, ficou "completamente conquistado" por "Operation Righteous Cowboy Lightning", um episódio que entregou tudo o que podia desejar: humor vindo de várias personagens, convidados especiais marcantes e até um momento inesperadamente emotivo. O comportamento de Tracy Jordan foi um dos pontos altos, com o seu esforço para parecer respeitável diante das câmaras do reality show da sua esposa a ser simultaneamente ridículo e curiosamente lógico. A única parte do episódio que não resultou para Forcella foi a trama envolvendo os guionistas e Lutz; achou que começou bem, mas perdeu o interesse assim que o foco recaiu demasiado sobre essa personagem, a quem claramente não aprecia.[34] A repórter Breia Brissey, na sua recapitulação para o periódico Entertainment Weekly, também esclareceu que este episódio foi um excelente regresso ao melhor da série, recheado de humor e sátira afiada.[15] O gazetista Nathan Rabin, na sua observação para o jornal de entretenimento A.V. Club, considerou "Operation Righteous Cowboy Lightning" uma recuperação para 30 Rock, aplaudindo a forma como zombou da natureza autoimportante dos eventos de caridade de celebridades, com o episódio terminando com um desastre que ironicamente evidencia a absurdidade dos esforços de caridade impulsionados por celebridades.[58]

Comentando acerca da natureza caótica do episódio no seu parecer para o portal nova-iorquino Vulture, o gazeteiro Steve Kandell afirmou que, mesmo para os padrões já frenéticos de 30 Rock, "Operation Righteous Cowboy Lightning" foi particularmente exagerado — com as excentricidades do Tracy, o pânico da sala de argumentistas, comentários metatextuais afiados, sátiras absurdas à televisão de realidade e uma aparição inesperada de Robert De Niro.[28] O comediante Matt Fisher, também contribuinte do Vulture, analisou como a série recorre a alvos humorísticos já bastante usados — como reality shows, benefícios de celebridades e Mel Gibson — mas consegue reinventá-los com piadas bizarras e originais, muito próprias do seu universo. Além disso, ficou feliz pela ausência de enredos emocionais ou objetivos realistas, "já que 30 Rock brilha no absurdo," e aplaudiu a série por abandonar as convenções do formato sitcom e mergulhar numa comédia mais próxima de esquetes.[63] O comentarista Ian McDonald, do diário digital TV Over Mind, viu as participações especiais de De Niro e a referência à Lost como os pontos mais altos do episódio.[52]

Laura Kelley, escritora do blogue The Two Cents, considerou este um dos seus episódios favoritos e um dos melhores da temporada, graças ao absurdo bem executado, sátira inteligente e frases memoráveis, com especial destaque para o monólogo de De Niro sobre desastres.[35] Esta opinião foi partilhada não só pelo diarista Bob Degon, que exaltou "Operation Righteous Cowboy Lightning" como um dos melhores de 30 Rock dos últimos anos na sua dissertação para a página Clique Clack,[48] mas também por Kona Gallagher, outra contribuinte desta página que, embora vinha mostrando descontentamento com 30 Rock há já um tempo, expressou que a despeito de Parks and Recreation ter sido a sua comédia preferida das quintas-feiras daquela semana, 30 Rock ultrapassou Community pela primeira vez em muito tempo, "se é que alguma vez o fez."[64]

Reconhecimento

A participação de Robert De Niro foi universalmente aplaudida e consagrada como uma das melhores de 30 Rock.

"Operation Righteous Cowboy Lightning" aparece em diversas listas retrospectivas dedicadas a 30 Rock. O redator Chris Morgan posicionou-o no 65.º lugar da lista dos 100 melhores episódios da série publicada pela revista Paste.[65] A crítica Caroline Framke, do periódico Variety, considerou "Operation Righteous Cowboy Lightning" o 30.° melhor episódio da série, destacando-o como um exemplo de 30 Rock "no seu nível mais puro de comédia no local de trabalho" e atribuindo-lhe mérito particular pela luta entre Liz e Tracy ao som de "Uptown Girl".[42] Em contraste, o autor Jacob Trussell classificou-o no 12.º posto de uma lista publicada pelo blogue Film School Rejects, elogiando especialmente o uso do tema "Secrets", que, segundo ele, tornou o episódio memorável.[43] O diário digital That's Entertainment listou o episódio como o quinto melhor da quinta temporada de 30 Rock,[66] enquanto o portal Tell-Tale TV atribuiu-lhe a sétima posição na sua seleção dos 15 melhores episódios da série.[67]

Tanto a colunista Asher Gelzer-Govatos, do blogue The Erstwhile Philistine, assim como o autor do blogue Music for Ants, reconheceram este como um dos seus dez episódios favoritos de 30 Rock.[27][47] De igual forma, o portal TheWrap selecionou-o como um dos 19 episódios essenciais de 30 Rock.[68] O episódio foi também incluído na lista dos "207 Momentos Inesquecíveis de Comédia da Década de 2010", elaborada pelos editores do portal Vulture.[69] O crítico Alan Sepinwall, embora não o tenha incluído entre os dez melhores episódios de 2011, concedeu-lhe uma menção honrosa na sua lista anual.[70]

A página BuzzFeed considerou a frase na qual Kenneth afirma conseguir receber ordens de animais como a 23.ª mais engraçada da série.[71] Zach Fulciniti, membro da redação do jornal estudantile The Daily Nebraskan, publicado pela Universidade de Nebraska-Lincoln, destacou a discussão entre Liz e Tracy ao som de "Uptown Girl" como um dos momentos mais memoráveis do seriado.[72]

Todavia, em contrapartida, a Penn State CommRadio, uma publicação da Universidade Estadual da Pensilvânia, colocou o episódio no 109.º lugar, demonstrando apreço apenas pela trama envolvendo Liz e Tracy, ao mesmo tempo que rejeitou os demais núcleos narrativos.[73]

Notas

  1. Embora este tenha sido o papel desempenhado pelo ator Hannibal Buress, a personagem desempenhada por si foi creditada como Hannibal ao longo da sequência de créditos finais.
  2. Embora este tenha sido o papel desempenhado pela atriz Tracey Wigfield, a personagem desempenhada por si foi creditada como Tracey Wigfield ao longo da sequência de créditos finais.

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Ligações externas