Eucalipto geneticamente modificado

Um eucalipto geneticamente modificado é um eucalipto que passou por alterações em seu material genético por meio de técnicas da engenharia genética, conferindo características desejáveis, como maior biomassa, crescimento acelerado, resistência a pragas e tolerância a herbicidas, podendo resultar em um eucalipto transgênico. Em 2015, uma variedade transgênica de eucalipto, o evento H421, que proporciona maior volume de madeira e crescimento mais rápido, recebeu aprovação regulatória no Brasil para liberação comercial pela Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio), tornando-se o primeiro eucalipto geneticamente modificado aprovado no mundo.[1] Posteriormente, outras variedades de eucalipto transgênico também foram aprovadas, incorporando características de resistência a pragas e de tolerância a herbicidas.[2] Enquanto outros países conduzem pesquisas com árvores geneticamente modificadas,[3][4] o Brasil é o único a ter liberado o cultivo em escala comercial.[2]

Exemplos de eucalipto transgênico

Eucalipto H421

Em 2015, uma variedade transgênica de eucalipto, o evento H421, que proporciona maior volume de madeira e crescimento mais rápido, recebeu aprovação regulatória no Brasil para liberação comercial pela Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio), tornando-se o primeiro eucalipto geneticamente modificado aprovado no mundo.[1] Esse evento, obtido pela FuturaGene, foi desenvolvido em 2000 por meio da técnica de recombinação mediada por Agrobacterium tumefaciens, em que se inseriu no genoma de um híbrido de Eucalyptus grandis × E. urophylla o gene cel1, originário da planta Arabidopsis thaliana. Esse gene codifica a enzima endo-(1,4)-β-glucanase Cel1, cuja função está relacionada à remodelagem da parede celular durante o crescimento.[1] As endoglucanases atuam rompendo ligações em regiões de celulose não cristalina e nos xiloglucanos, componentes estruturais da parede celular vegetal. Esse processo reduz as ligações cruzadas entre essas fibras, o que aumenta a flexibilidade da matriz da parede celular, facilitando a expansão e o alongamento das células.[5][6] Em A. thaliana, a enzima Cel1 é altamente expressa em tecidos jovens em rápido crescimento, sendo fundamental para a elongação celular.[7][8] Quando transferido para o eucalipto, esse mecanismo proporcionou maior plasticidade da parede celular, permitindo que as células se expandissem mais e acumulassem mais biomassa.[1] O eucalipto geneticamente modificado pode aumentar em 30 a 40% a produtividade de madeira e reduzir o ciclo de colheita de sete para cerca de cinco anos e meio, além de ampliar o uso da biomassa para papel, bioenergia, biocombustíveis e outros produtos.[9]

Eucalipto tolerante ao glifosato

A FuturaGene desenvolveu e obteve aprovação no Brasil para o uso comercial de eucaliptos geneticamente modificados tolerantes ao herbicida glifosato.[10] Esses eventos transgênicos receberam o gene cp4-epsps, que expressa uma versão da enzima 5-enolpiruvilshiquimato-3-fosfato sintase (EPSPS),[11] associada a síntese dos aminoácidos essenciais fenilalanina, tirosina e triptofano,[12] da cepa CP4 da bactéria Agrobacterium tumefaciens que não é inibida pelo glifosato.[11][13][14] O 751K032 caracterizou o primeiro evento desse tipo, aprovado no Brasil em 2021.[10]

Eucalipto Bt

O eucalipto Bt é uma variedade transgênica criada para resistir ao ataque de insetos, em especial lepidópteros desfolhadores.[15] Essas pragas podem reduzir significativamente a produtividade, com perdas de até 40% ao ano,[16] além de comprometer a qualidade da madeira e a produção de celulose.[17] A empresa FuturaGene inseriu no eucalipto três genes da bactéria Bacillus thuringiensis (Bt). Essa bactéria produz proteínas inseticidas chamadas Cry, que atacam especificamente o intestino de certas lagartas. No caso do eucalipto Bt, foram inseridos os genes Cry1Ab, Cry1Bb e Cry2Aa, garantindo uma proteção ampla contra os desfolhadores.[15] O evento transgênico Bt 1521K059 foi aprovado pela CTNBio em 2023.[18]

Eucalipto tolerante à geada

Atualmente, estão sendo testadas em campo aberto árvores de eucalipto geneticamente modificadas tolerantes à geada, com o objetivo de possibilitar seu uso em plantações no sul dos Estados Unidos.[3][4] A ArborGen, uma empresa de biotecnologia florestal e empreendimento conjunto das companhias de papel e celulose Rubicon (Nova Zelândia), MeadWestvaco (EUA) e International Paper (EUA),[19] lidera essa pesquisa.[20] Até o momento, o cultivo de eucalipto tem sido possível apenas no extremo sul da Flórida; a tolerância à geada ampliaria substancialmente a área de cultivo em direção ao norte.[21]

Características combinadas

A FuturaGene desenvolveu variedades transgênicas que combinam múltiplas características de interesse. Em 2024, a CTNBio aprovou o evento H421 x 955P082 x 1521K059, obtido pelo cruzamento convencional dessas respectivas variedades, que combina maior produtividade, tolerância ao herbicida glifosato e resistência a insetos.[22]

Controvérsia

Os eucaliptos geneticamente modificados desenvolvidos no Brasil apresentam um perfil de biossegurança equivalente ao das variedades convencionais.[1][15][23][24][25] As proteínas introduzidas, como as Cry, demonstraram alta especificidade contra lepidópteros-praga e não apresentaram toxicidade ou alergenicidade relevante nos testes realizados.[15] Ensaios conduzidos com organismos não-alvo, como abelhas, minhocas, colêmbolos e invertebrados aquáticos, também não indicaram efeitos adversos.[15] Análises comparativas mostraram que as variedades geneticamente modificadas se comportam de forma semelhante às convencionais, oferecendo benefícios produtivos sem novos riscos significativos para a saúde humana, animal ou para o meio ambiente.[1][15][23][24][25] Entretanto, a introdução da tolerância ao glifosato exige atenção, já que o uso intensivo do herbicida pode acelerar a seleção de plantas daninhas resistentes, o que demanda estratégias de manejo integrado.[23][26]

Estudos sobre fluxo gênico em eucaliptos geneticamente modificados indicam que a fertilização de outros eucaliptos a distâncias superiores a 600 metros é improvável. Dessa forma, não há risco significativo de transferência de genes a grandes distâncias devido à dispersão do pólen pelo vento.[27][28] Silva et al. (2017) monitoraram um campo experimental entre 2010 e 2014 e não observaram qualquer surgimento natural de mudas a partir das sementes produzidas pelas árvores, sem intervenção humana, reforçando o entendimento de que o eucalipto tem baixo potencial de invasividade em ambientes tropicais competitivos. Nesse mesmo trabalho, constatou-se fluxo gênico via pólen com maior intensidade em curtas distâncias (até 16% entre 3 e 15 m), decaindo rapidamente para cerca de 3% a 240 m e mantendo-se em níveis baixos até 650 m.[29] Silva e Abrahão (2020) avaliaram a dispersão de pólen em distâncias maiores, até 1592 m, e encontraram descendentes transgênicos em proporções baixíssimas além de 300 m (apenas dois indivíduos, a 400 e 857 m), com taxas nulas acima disso. Embora tenham confirmado cruzamentos efetivos em árvores compatíveis e sincronizadas na floração, também não detectaram o surgimento natural de mudas.[30]

Abelhas e eucaliptos mantêm uma relação estreita, antiga e amplamente conhecida.[31] Estudos toxicológicos realizados em laboratório e em campo avaliaram o impacto do pólen de eucalipto geneticamente modificado sobre as abelhas. Os resultados demonstram que o eucalipto modificado não afeta a organização, a morfologia ou a mortalidade das abelhas Apis, nem a mortalidade das abelhas nativas. Além disso, análises de mel, pólen e própolis não identificaram diferenças na qualidade dos produtos provenientes de áreas cultivadas com eucalipto modificado em comparação ao eucalipto convencional.[27][32]

Os críticos se opõem às culturas geneticamente modificadas por vários motivos, incluindo preocupações ecológicas e preocupações econômicas levantadas pelo fato de que esses organismos estão sujeitos à lei de propriedade intelectual.[33] A detecção de transgenes no mel pode gerar impactos socioeconômicos para os apicultores, impedindo que rotulem suas produções como orgânicas ou agroecológicas e aumentando o risco de barreiras comerciais para exportação.[34] Estudos de campo indicam que o eucalipto geneticamente modificado não consome mais água que o convencional. Pesquisas sobre a diversidade de artrópodes do solo e a microbiota não mostraram diferenças significativas entre áreas de eucalipto modificado e convencional. Como a abundância desses organismos depende das propriedades físicas, químicas e hidrológicas do solo, os resultados sugerem que o eucalipto transgênico não altera a hidrologia do solo nem impacta negativamente os organismos indicadores.[27]

Lista de eventos transgênicos de eucalipto no Brasil

Com base em dados do GM Approval Database do ISAAA e Liberações Comerciais da CTNBio.

Característica Evento Identificador único[nota 1] Ano de aprovação Empresa
Aumento volumétrico da madeira H421 FGN-Ø421-7 2015 FuturaGene (Suzano)
Tolerância ao herbicida glifosato 751K032 FGN-Ø2K32-9 2021
955S019 FGN-Ø3S19-5 2022
751K022 FGN-Ø4K22-1 2022
955S024 FGN-Ø5S24-3 2023
955P082 FGN-Ø8P82-7 2023
Resistência a insetos lepidópteros 1521K059 FGN-Ø6k59-4 2023
Tolerância ao herbicida glifosato e aumento volumétrico da madeira H421 x 751K032 FGN-Ø421-7 x FGN-Ø2K32-9 2023
Tolerância ao herbicida glifosato, resistência a insetos lepidópteros e aumento volumétrico da madeira H421 x 955P082 x 1521K059 FGN-Ø421-7 x FGN-Ø8P82-7 x FGN-Ø6K59-4 2024
H421 x 955S024 x 1521K059 FGN-Ø421-7 x FGN-Ø5S24-3 x FGN-Ø6K59 2024

Ver também

Notas

  1. Identificador único para plantas transgênicas desenvolvido pelo Grupo de Trabalho da OCDE sobre Harmonização da Supervisão Regulatória em Biotecnologia.[35]

Referências

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