Apoio a Seguro na segunda volta das presidenciais 2026

António José Seguro faz o seu discurso de vitória na noite da primeira volta das eleições de 2026, no Centro Cultural e de Congressos de Caldas da Rainha

Várias figuras da sociedade portuguesa, tanto do campo político, como cultural e outros, vieram a público declarar o seu apoio ou intenção de voto em António José Seguro na segunda volta das eleições presidenciais de 2026, a decorrer a 8 de fevereiro, contra André Ventura.

Contexto

A 3 de junho de 2025, António José Seguro confirmou que é candidato à Presidência da República, sem qualquer garantia de apoio por parte do Partido Socialista.[1] Venceu a primeira volta, com 31,11% dos votos, e irá disputar a segunda volta com André Ventura no dia 8 de fevereiro.

Surgem, imediatamente, e nos dias subsequentes, várias manifestações de apoio, desde o candidato apoiado pelo LIVRE Jorge Pinto (na noite das eleições) até ao candidato apoiado pelo PSD e pelo CDS-PP Luís Marques Mendes (quatro dias depois), ainda que este último apenas a título pessoal.[2] Marta Temido, antiga ministra da Saúde socialista, mudou de posição depois de, na primeira volta das eleições presidenciais, não ter apoiado publicamente qualquer candidatura, declara para a segunda volta que "voto em Seguro é o "único possível".[3]

Manifestos coletivos

Cultura Segura

O Manifesto "Cultura Segura" junta mais de 500 nomes da Cultura que apoiam António José Seguro. O manifesto alerta para a normalização do discurso de ódio e defende o reforço da democracia, apresentando a cultura como linha de resistência contra o autoritarismo. Entre as mais de 500 personalidades que assinaram o manifesto estão nomes como Ana Bacalhau, Bárbara Guimarães, Beatriz Batarda, Carolina Deslandes, Catarina Furtado, César Mourão, Cifrão, Cláudia Pascoal, Cristina Branco, Eduardo Madeira, Filipe Vargas, Francisco Moita Flores, Frankie Chavez, Gabriela Barros, Hugo van der Ding, Inês Lopes Gonçalves, Ivo Canelas, José Jorge Letria, Lena d'Água, Luís de Matos, Luís Represas e Luísa Sobral.[4]

Não-Socialistas por Seguro

Um conjunto de figuras da área “não socialista” juntou-se e escreveu um manifesto a explicar o porquê de optarem por votar em António José Seguro na segunda volta das eleições Presidenciais. A carta aberta "Não-Socialistas por Seguro" lançada a 24 de janeiro, reuniu 250 nomes, mas deixou em aberto a junção de mais personalidades.[5] Entre as figuras, de várias áreas e setores de atividade, contam-se Adolfo Mesquita Nunes, Afonso Reis Cabral, André Coelho Lima, António Capucho, António Nogueira Leite, Carlos Pimenta, Carlos Carreiras, Daniel Proença de Carvalho, David Justino, Diogo Feio, Domingos Amaral, Filipa Roseta, Francisco Avillez, Francisco José Viegas, Francisco Mendes da Silva, Guilherme Silva, Henrique Raposo, João Maria Jonet, José Diogo Quintela, José Eduardo Martins, Pacheco Pereira, Miguel Esteves Cardoso, Poiares Maduro, Pedro Mexia, Pedro Santa Clara, Tiago Pitta e Cunha, entre muitos outros.[6]

Manifesto Saúde Segura

O Manifesto "Saúde Segura" foi lançado na Internet pelas 14h00 do dia 25 de janeiro e pelas 16h00 do dia 26 contava com 475 subscritores, entre os quais os ex-ministros da Saúde, Adalberto Campos Fernandes, num governo socialista, e de Fernando Leal da Costa, ex-ministro e secretário de Estado da Saúde, em governos do PSD, bem como de João Goulão, presidente do SICAD, ainda médicos e professores universitários como Hernâni Caniço, ou Rafic Nordin, ex-diretor do Agrupamento de Centros de Saúde de Lisboa Ocidental, ou de Sílvia Ouakinin, psiquiatra.[7] Em 48 horas haviam subscrito o manifesto cerca de 600 profissionais da área.[8]

Católicos por Seguro

Num manifesto publicado a 28 de janeiro de 2026, subscrito por 161 católicos de diferentes sensibilidades em Portugal, apelou-se ao voto em António José Seguro na segunda volta das eleições presidenciais, argumentando que a fé cristã não deve ser usada como “adereço de campanha” e que o critério de voto deve basear-se nos “frutos” da ação política, como o respeito pelas instituições democráticas, a dignidade humana e o bem comum. Os signatários afirmaram que o candidato apoiado respeita valores democráticos e humanistas, rejeitando a instrumentalização pública da fé e gestos simbólicos isolados, e defenderam a escolha de lideranças orientadas para a promoção da paz, da justiça e da moderação institucional.[9]

Entre os subscritores, que contava, às 16h de dia 28 de janeiro, com mais de 300 personalidades católicas,[10] destacam-se a psicóloga Margarida Rodrigues, uma das promotoras da iniciativa e membro ativo do movimento católico Equipas de Nossa Senhora, e Eugénio Fonseca, antigo presidente da Cáritas Portuguesa, entre outros.[9]

No espectro político

À esquerda, o candidato Jorge Pinto (apoiado pelo LIVRE), o candidato António Filipe (apoiado pelo PCP) e a candidata Catarina Martins (apoiada pelo Bloco de Esquerda) anunciaram, na própria noite das eleições, o seu apoio a António José Seguro, numa rejeição absoluta de André Ventura, que consideram, respetivamente, "alguém que se opõe [à Constituição] e a quer alterar drasticamente",[11] uma "grave ameaça à democracia"[12] e uma "trumpização em Portugal".[13] Juntos, obtiveram 4,38% dos votos na primeira volta das eleições,[14] numa derrota inequívoca da esquerda radical.

À direita, Luís Marques Mendes (apoiado pelo PSD e pelo CDS-PP) absteve-se de apoiar qualquer candidato na noite eleitoral, mas fê-lo, a título pessoal, quatro dias depois, anunciando que votará em Seguro. O seu mandatário nacional, e ex-Presidente da Câmara Municipal do Porto, Rui Moreira, também anunciou votar em Seguro.[15][2] Henrique Gouveia e Melo, o favorito da comunicação social,[16] absteve-se de apoiar qualquer candidatura na noite eleitoral, mas anunciou que votará "útil" em Seguro a 29 de janeiro,[17] tendo o seu mandatário nacional, Rui Rio, ex-líder do PSD e ex-Presidente da Câmara Municipal do Porto, anunciado apoio a Seguro a 28 de janeiro.[18] João Cotrim de Figueiredo, apoiado pela Iniciativa Liberal, também se absteve de apoiar qualquer candidato, mas o seu mandatário nacional, José Miguel Júdice, também apoia Seguro, candidato que teria apoiado na primeira volta caso Cotrim não se tivesse candidatado.[19] Juntos, estes candidatos obtiveram 39,94% dos votos,[14] disputando sobretudo o eleitorado de centro e centro-direita.

Aníbal Cavaco Silva, ex-presidente da República, numa nota escrita enviada à Lusa, a 26 de janeiro, confirma implicitamente que votará em António José Seguro, salientando as qualidades pessoais do candidato e a importância destas presidenciais.[20] Também o antigo presidente da República Ramalho Eanes veio declarar, a 29 de janeiro, apoio ao candidato António José Seguro, com quem se identifica “no pensamento democrático”.[21] Luís de Almeida Sampaio discorda de Nuno Melo e entende que o CDS deveria dar indicação de voto em António José Seguro na segunda volta. O embaixador, que já representou Portugal na NATO e em Berlim e foi um dos fundadores da Juventude do CDS diz que "ficaria muito preocupado se o meu país fosse representado internacionalmente por Ventura".[22]

Os partidos políticos com assento parlamentar à esquerda do PS[23] (exceto o Juntos pelo Povo) — PAN,[24] LIVRE,[25] PCP[26] e BE[27] — apoiam António José Seguro, e os partidos à direita do PS (exceto o Chega) — PSD,[28] IL,[29] e CDS-PP[30] — abstiveram-se de apoiar qualquer um dos dois candidatos, apesar de que Mariana Leitão, líder da Iniciativa Liberal, anunciou que votará em Seguro,[31] não vinculando o seu partido, tal como fez o seu vice-presidente e líder da bancada parlamentar Mário Amorim Lopes.[32] Quanto ao Chega, o partido mais à direita na Assembleia da República, apoia naturalmente o seu líder e fundador André Ventura.

Apoio político da direita

Apesar da posição oficial dos partidos à direita do PS ser neutral (exceto o Chega), muitas figuras relacionadas a esses partidos anunciaram o seu apoio ou intenção de voto em Seguro, tais como:

Outros
Apoio implícito
  • Santana Lopes, ex-primeiro-ministro e ex-líder do PSD, apoiou implicitamente Seguro durante a campanha eleitoral ainda antes da primeira volta;
  • José Ribeiro e Castro, ex-eurodeputado e ex-líder do CDS-PP, teceu elogios a Seguro após a primeira volta;[55]
  • Cavaco Silva, ex-primeiro-ministro e ex-presidente da República, elogia Seguro numa nota à Agência Lusa, deixando claramente implícito o seu voto no candidato apoiado pelo Partido Socialista;[20]
  • João Cotrim de Figueiredo, candidato presidencial na primeira volta e eurodeputado eleito pela IL, afirmou não votar em branco, sendo que já tinha afirmado que não ia votar em Ventura.[56]
Votam "sem entusiasmo"

Referências

  1. «António José Seguro é candidato à Presidência da República» 
  2. a b c «Marques Mendes confirma apoio a Seguro: "Razão de coerência"». Notícias ao Minuto. 22 de janeiro de 2026. Consultado em 23 de janeiro de 2026 
  3. «Voto em Seguro é o "único possível", diz Marta Temido depois de ter recusado apoiar qualquer candidato na 1ª volta». SIC Notícias. Consultado em 24 de janeiro de 2026 
  4. «"Estamos de corpo inteiro nesta luta": mais de 500 nomes da Cultura apoiam António José Seguro». SIC Notícias. Consultado em 23 de janeiro de 2026 
  5. «Centenas de figuras "não-socialistas" lançam carta aberta de apoio a Seguro». RTP. Consultado em 24 de janeiro de 2026 
  6. «Carta aberta junta 250 figuras "não socialistas" no apoio a Seguro e rejeição de Ventura». SIC Notícias. Consultado em 24 de janeiro de 2026 
  7. «Quase 500 personalidades da Saúde subscrevem manifesto de apoio a candidatura de Seguro». Diário de Notícias. Consultado em 26 de janeiro de 2026 
  8. «Quase 600 profissionais de Saúde apelam ao voto em António José Seguro, por um SNS "onde ninguém é deixado à porta"». Observador. 27 de janeiro de 2026. Consultado em 27 de janeiro de 2026 
  9. a b Castro, Adriana (28 de janeiro de 2026). «Católicos apelam ao voto em Seguro e rejeitam uso político da fé». Público. Consultado em 30 de janeiro de 2026 
  10. «Mais de 300 católicos subscrevem manifesto de apoio a Seguro». TSF Rádio Notícias. Consultado em 30 de janeiro de 2026 
  11. «Jorge Pinto promete "não baixar os braços" e garante apoio a Seguro na 2.ª volta». SIC Notícias. 18 de janeiro de 2026. Consultado em 23 de janeiro de 2026 
  12. Soldado, Camilo (18 de janeiro de 2026). «"Sem dúvidas", António Filipe apela ao voto em Seguro para combater Ventura». Público. Consultado em 23 de janeiro de 2026 
  13. «Catarina apela ao voto em Seguro "com os olhos bem abertos"». Esquerda. 23 de janeiro de 2026. Consultado em 23 de janeiro de 2026 
  14. a b «Eleições Presidenciais 2026». Ministério da Administração Interna. Consultado em 23 de janeiro de 2026 
  15. a b «Rui Moreira anuncia voto em Seguro na segunda volta das Presidenciais». Notícias ao Minuto. 19 de janeiro de 2026. Consultado em 23 de janeiro de 2026 
  16. «Gouveia e Melo foi o candidato com mais tempo de antena em sinal aberto». RTP Notícias. 20 de janeiro de 2026. Consultado em 23 de janeiro de 2026 
  17. a b «Presidenciais: Gouveia e Melo anuncia que vai votar "útil" em Seguro». Diário de Notícias. 29 de janeiro de 2026. Consultado em 30 de janeiro de 2026 
  18. a b «Rui Rio anuncia voto em António José Seguro». RTP Notícias. Consultado em 28 de janeiro de 2026 
  19. a b «Líder da bancada da IL e José Miguel Júdice entre as várias personalidades da direita que declaram apoio a Seguro na segunda volta». Expresso. 19 de janeiro de 2026. Consultado em 23 de janeiro de 2026 
  20. a b «Aníbal Cavaco Silva anuncia voto em António José Seguro na segunda volta das eleições presidenciais». SAPO. 26 Janeiro 2026. Consultado em 26 Janeiro de 2026 
  21. «Ramalho Eanes declara apoio a Seguro após reunião». Diário de Notícias. 29 de janeiro de 2026. Consultado em 29 de janeiro de 2026 
  22. «Embaixador Almeida Sampaio dá apoio a Seguro: "Ficaria muito preocupado se o meu país fosse representado internacionalmente por Ventura"». Expresso. Consultado em 27 de janeiro de 2026 
  23. «Esquerda unida em torno de Seguro na segunda volta. PSD e Cotrim não apoiam ninguém». Euronews. 19 de janeiro de 2026. Consultado em 23 de janeiro de 2026 
  24. «PAN apoia António José Seguro na segunda volta». RTP Notícias. 19 de janeiro de 2026. Consultado em 23 de janeiro de 2026 
  25. «LIVRE apoia António José Seguro na 2ª volta das Eleições Presidenciais». LIVRE. 22 de janeiro de 2026. Consultado em 23 de janeiro de 2026 
  26. «PCP apela a voto em Seguro para impedir eleição de André Ventura». RTP Notícias. 20 de janeiro de 2026. Consultado em 23 de janeiro de 2026 
  27. «Bloco de Esquerda aprova apelo ao voto em Seguro e critica PSD e IL por não se posicionarem». Expresso. 20 de janeiro de 2026. Consultado em 23 de janeiro de 2026 
  28. «Montenegro exclui indicação de voto do PSD para segunda volta». RTP Notícias. 19 de janeiro de 2026. Consultado em 23 de janeiro de 2026 
  29. Bártolo, Frederico (22 de janeiro de 2026). «Mariana Leitão anuncia que a Iniciativa Liberal não apoia ninguém na segunda volta, mas vota em Seguro». Diário de Notícias. Consultado em 23 de janeiro de 2026 
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Ligações externas