Filipa Roseta

Filipa Roseta
Filipa Roseta
Dados pessoais
Nome completoFilipa Maria Salema Roseta Vaz Monteiro
Nascimento9 de março de 1973
NacionalidadePortugal portuguesa
PartidoPartido Social Democrata
ProfissãoArquiteta, Professora Universitária
OcupaçãoPolítica

Filipa Maria Salema Roseta Vaz Monteiro (9 de março de 1973) é uma arquiteta, professora universitária e política portuguesa.[1] Entre 2021 e 2025, foi vereadora da Habitação e das Obras Municipais da Câmara Municipal de Lisboa.

É licenciada em Arquitetura pela FAUL - Faculdade de Arquitetura da Universidade de Lisboa (1996), mestre em Cultura Arquitetónica Contemporânea pela FAUL (2001) e doutorada em Avenidas Modernas pelo Royal College of Art, de Londres (2009), com uma bolsa da Fundação Calouste Gulbenkian. É professora auxiliar da FAUL. Fundou o atelier Roseta Vaz Monteiro Arquitetos, juntamente com o marido, destacando-se do trabalho do atelier o Centro Comunitário e Igreja da Boa Nova, no Estoril. Entre 2013 e 2017, foi membro da Assembleia Municipal de Cascais indicada pelo PPD/PSD e eleita pela coligação Viva Cascais (PPD/PSD.CDS-PP). Entre 2017 e 2019 foi vereadora da Câmara Municipal de Cascais indicada pelo PPD/PSD e eleita pela coligação Viva Cascais (PPD/PSD.CDS-PP), com responsabilidade pelos pelouros de Gestão Territorial, Inteligência Territorial e Ordenamento do Território.[2]

Entre 2019 e 2021, foi deputada à Assembleia da República na XIV legislatura pelo Partido Social Democrata. Em 2021, foi eleita Vereadora da Câmara Municipal de Lisboa, indicada pelo PPD/PSD e eleita pela coligação Novos Tempos Lisboa (PPD/PSD.CDS-PP.A.MPT.PPM) para o mandato 2021-2025, sob a presidência de Carlos Moedas.[3] Assumiu os pelouros da Habitação e das Obras Municipais.[4] Desempenhou no PSD a função de vogal da comissão política nacional no último mandato de Rui Rio.[5]

É filha de dois antigos políticos, Pedro Roseta, ex-deputado e antigo ministro da Cultura e de Helena Roseta, ex-deputada do PS e antiga dirigente do PSD.[6]

Não-Socialistas por Seguro

Após a primeira volta das eleições presidenciais de 2026, foi uma das 250 personalidades que assinaram originalmente a carta aberta "Não-Socialistas por Seguro", em apoio a António José Seguro, candidato apoiado pelo PS e ex-secretário-geral do partido, na segunda volta das eleições contra André Ventura, líder do Chega.[7] Outras personalidades que assinaram foram António Capucho, ex-Presidente da Câmara Municipal de Cascais, Adolfo Mesquita Nunes, ex-secretário de Estado do CDS-PP, Miguel Poiares Maduro, ex-ministro-adjunto do PSD, José Pacheco Pereira, historiador, comentador e ex-líder parlamentar do PSD, Miguel Esteves Cardoso, escritor e jornalista, Pedro Mexia, poeta e comentador político, José Diogo Quintela, humorista e cronista, António Lobo Xavier, ex-deputado do CDS-PP e Conselheiro de Estado, José Eduardo Martins, ex-secretário de Estado do PSD, Diogo Feio, ex-eurodeputado do CDS-PP etc.[8]

Referências