Xilulose
Xilulose
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| Nomes | |||||||||
| Nome IUPAC | (3R,4S)-1,3,4,5-tetrahidroxipentano-2-ona | ||||||||
| Outros nomes | treopentulose treo-2-pentulose | ||||||||
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| Página de dados suplementares | |||||||||
| Estrutura e propriedades | n, εr, etc. | ||||||||
| Dados termodinâmicos | Phase behaviour Solid, liquid, gas | ||||||||
| Dados espectrais | UV, IV, RMN, EM | ||||||||
| Exceto onde denotado, os dados referem-se a materiais sob condições normais de temperatura e pressão. Referências e avisos gerais sobre esta caixa. Alerta sobre risco à saúde. | |||||||||
A xilulose é um monossacarídeo do tipo pentose, de fórmula química C5H10O5. Faz parte do grupo das cetoses. Possui dois enantiômeros possíveis: a D-xilulose e a L-xilulose.
A forma L-xilulose acumula na urina de pacientes com pentosúria,[1] devido a uma deficiência na enzima L-xilulose redutase. Como a L-xilulose é um açúcar redutor como a D-glicose, pacientes com pentosúria eram frequentemente diagnosticados no passado como portadores de diabetes.
Pode ser isolada através da oxidação do xilitol pela enzima xilitol desidrogenase. A xilulose, quando fosforilada, forma um dos compostos intermediários da via das pentoses-fosfato.
A xilulose dá resultado positivo no teste de Fehling,[1] teste usado para identificar aldeídos e açúcares redutores. Ela é sintetizada ao ferver uma mistura de xilose e piridina.[1] A biossíntese da L-xilulose provavelmente se inicia como o ácido D-glicurônico.[1]


