Sábato Magaldi
| Sábato Magaldi | |
|---|---|
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| Nome completo | Sábato Antonio Magaldi |
| Nascimento | |
| Morte | 14 de julho de 2016 (89 anos) |
| Nacionalidade | brasileiro |
| Etnia | ítalo-brasileiro |
| Ocupação | crítico teatral teatrólogo jornalista ensaísta historiador professor |
| Prêmios | Prémio Machado de Assis (1990) Prêmio Juca Pato (1997) |
| Magnum opus | Panorama do teatro brasileiro |
Sábato Antonio Magaldi (Belo Horizonte, 9 de maio de 1927 – São Paulo, 14 de julho de 2016) foi um crítico teatral, teatrólogo, jornalista, ensaísta, historiador e professor brasileiro.[1] Foi um influente pensador ligado a momentos cruciais da história do teatro brasileiro. Ocupou a Cadeira nº 24 da Academia Brasileira de Letras. Lecionou História do Teatro na Escola de Arte Dramática (EAD). Foi redator do jornal O Estado de S. Paulo (Estadão).[2]
Recebeu, no ano de 2000, o título de professor emérito pela Escola de Comunicações e Artes (ECA) da Universidade de São Paulo (USP). Foi o primeiro secretário municipal de cultura de São Paulo, convidado pelo prefeito Olavo Setúbal.[2]
Em 2 de julho, foi internado no Hospital Samaritano de São Paulo, com choque séptico e comprometimento pulmonar, e morreu em 14 de julho de 2016,[3][4] por volta das 23h.[5]
Biografia
Nascido em Belo Horizonte, Minas Gerais, Sábato era filho de imigrantes italianos, seu pai João Magaldi, de Lucânia e sua mãe, Elvira Pazzini,[6] de Verona.[7] Estudou o primário na Escola Italiana de Belo Horizonte (1934–1937) e o secundário no Colégio Marconi (1938–1944). Era primo-irmão de do psicanalista e poeta Hélio Pellegrino, filho de sua tia paterna Assunta Magaldi.[8] Residiu no estado do Rio de Janeiro desde 1948.[2] Foi casado com a escritora Edla van Steen.[3]
Foi membro da Academia Brasileira de Letras, sendo eleito em 8 de dezembro de 1994, tomando posse em julho de 1995 na cadeira Nº 24, na sucessão de Ciro dos Anjos
Junto com Hélio Pellegrino, Paulo Mendes Campos, Otto Lara Resende, Wilson Figueiredo, Autran Dourado e Fernando Sabino, fundou, em 1946, a revista Edifício. A edição teve apenas quatro números e se encerrou em julho do mesmo ano.[7]
Foi conselheiro vitalício da Fundação Bienal de São Paulo. Chevalier des Arts et Lettres, do governo francês, em 1967. E Chevalier de l'Ordre National du Mérite em 1979.[2]
Formação e carreira
Antes dos 20 anos de idade escreveu sua primeira crítica, de uma peça de Jean Paul Sartre, iniciando a carreira de crítico teatral, sua verdadeira vocação. Em 1949 formou-se no curso de Direito pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) em Belo Horizonte, Minas Gerais.[2] Mas antes de completar sua formação em Direito, Sábato participou da fundação da Revista Edifício, em 1946, ao lado de figuras mineiras importantes, como Autran Dourado e Francisco Iglésias. A revista contou com a colaboração de Fernando Sabino, Paulo Mendes Campos, Otto Lara Resende e Hélio Pellegrino.[9]
Mudou-se de Minas para o Rio de Janeiro em 1948,[7] a trabalho, no departamento da administração pública, que era dirigido por Cyro dos Anjos, e no ano seguinte, em 1950, começou seu primeiro trabalho profissional como crítico teatral no Diário Carioca, substituindo Paulo Mendes Campos, e lá permaneceu até o ano de 1953. Um mês após ingressar no Diário Carioca, Sábato inaugurou a coluna Fala-nos de Teatro. Criada para dar voz aos autores que, no momento, escreviam para os palcos.[10]
Em 1953 mudou-se para Paris para cursar Estética na Universidade Sorbonne Nouvelle - Paris III, e lá, Etiènne Souriau foi seu professor. Ainda no mesmo ano, Magaldi exerceu sua função de critico teatral no jornal O Estado de S. Paulo, a princípio, trabalhou com reportagens de teatro, e em 1956, passou a escrever ensaios sobre teatro no Suplemento Literário d'O Estado de S.Paulo. Torna-se titular da coluna de teatro até 1969.[2][10]
Em 1958 participou do Seminário de Dramaturgia do Teatro de Arena. Nos anos 60 dirigiu a coleção Teatro Universal da Editora Brasiliense, e nos anos 70, a coleção Teatro Vivo da Editora Abril.[2]
Após o término do curso na Sorbonne, voltou ao Brasil e foi convidado por Alfredo Mesquita, o fundador da Escola de Arte Dramática (EAD) para atuar como professor de História do Teatro no curso de formação de atores. Mudou-se então, para São Paulo e lá seguiu sua trajetória. Em 1962 criou a disciplina de História do Teatro Brasileiro, que até o momento, não existia na formação teatral. Foi professor da EAD até o ano de 1966. No Jornal da Tarde, ingressou em 1966, ano de sua fundação, e ficou até 1988, ano em que se aposentou.[11][4][12] Também foi redator de diversos veículos, como a revista Teatro Brasileiro e Visão.[9]
Em 1972, concluiu o doutorado na Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da Universidade de São Paulo (USP), com a tese sobre Oswald de Andrade, intitulada Teatro da ruptura: Oswald de Andrade (2004). Em 1983 alcançou a livre-docência na ECA USP, abordando o teatro de Nelson Rodrigues, com a tese Nelson Rodrigues: dramaturgia e encenações.[9] Lecionou, ainda, na Universidade Sorbonne Nouvelle - Paris III (1985 e 1987), e na Universidade de Aix-Marselha (1989 e 1991), em Provença, sul da França.[3][2][13]
Em 1985 faz o concurso para professor adjunto da ECA USP, e em 1988 passou a ser professor titular de Teatro Brasileiro no Departamento de Artes Cênicas da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (ECA-USP).[2][9]
Foi o primeiro Secretário Municipal de Cultura de São Paulo, entre abril de 1975 e julho de 1979, na administração de Olavo Egydio Setúbal.[13] Ao longo de sua atuação, Sábato conduziu reformas de espaços teatrais e auxiliou na consolidação do Departamento de Informação e Documentação Artística (IDART) e incentivou pesquisas e publicações teatrais pela secretaria. Foi presidente da Associação Paulista de Críticos Teatrais. Participou da Comissão Municipal de Teatro, do Serviço Nacional de Teatro (SNT) e da fundação da Comissão Estadual de Teatro.[9]
Em 1997, inaugurou como entrevistador-apresentador, no canal de TV Multishow, o programa Primeira Pessoa, que foi o primeiro programa voltado para o teatro apresentado em horário nobre.[9]
Quando Sábato começou a escrever críticas de teatro, várias eram as formas que ele as fazia, variando de acordo com o profissional e com jornal. O teatro moderno ainda não havia se consolidado no Rio de Janeiro, assim como já havia ocorrido em São Paulo, onde Décio de Almeida Prado já incluíra, em suas críticas, o conceito de teatro moderno.[7]
Literatura
Magaldi escreveu a obra Panorama do teatro brasileiro (1962), um clássico da historiografia teatral brasileira, e que até hoje, é uma referência na área. Na obra, reafirmou a importância do teatro de Oswald de Andrade. Reconhecido como um livro canônico, ele estabeleceu os principais marcos e procedimentos de análise, definiu referências e critérios de valorização e organizou uma hierarquia da produção teatral brasileira, desde o período colonial até a contemporaneidade. Considerado a síntese mais completa de nossa história do teatro, o livro tornou-se fonte de referência e inspiração para inúmeros historiadores.[14]
Sábato foi um crítico muito respeitado e considerado um dos três principais nomes junto com Décio de Almeida Prado e Gustavo Dória. Responsáveis pela construção de uma historiografia sólida e pela consolidação de uma narrativa de êxito em torno da arte teatral brasileira.[14]
Foi um dos grandes organizadores da obra de Nelson Rodrigues, classificando suas peças de acordo com o tema e o gênero (Tragédias Cariocas, Peças Míticas e Peças Psicológicas). Os prefácios que escreveu para essas obras constituem verdadeiros ensaios sobre as obras do dramaturgo.[15] Organizou, por tema e em quatro volumes, as peças de Nelson. Sábato e o dramaturgo eram amigos, e foi um dos responsáveis por destacá-lo como o fundador do teatro moderno no Brasil.[11]
Em 1988, lançou Moderna dramaturgia brasileira, obra em que deu prosseguimento ao trabalho histórico, abordando dramaturgos e espetáculos mais recentes, destacando-se o autor Plínio Marcos.[11] Publicou 18 livros ao longo de sua carreira.[9]
Lançou, em 1975, em conjunto com Maria Thereza Vargas, Cem Anos de Teatro em São Paulo, uma publicação fasciculada em comemoração ao centenário do jornal O Estado de São Paulo, que depois foi adaptada para livro pela Editora Senac.[2]
Outras obras de Magaldi se destacam, como Iniciação ao Teatro (1965); O Texto no Teatro (1989); Moderna Dramaturgia Brasileira (1998); Depois do Espetáculo (2003); Teatro da Ruptura: Oswald de Andrade (2004) e Teatro da Obsessão: Nelson Rodrigues (2004).[2]
Escreveu o verbete sobre Teatro Brasileiro da Enciclopédia Mirador Internacional e do Díctionnaire des Littératures das Presses Universitaires de France. E também atualizava verbetes sobre teatro do dicionário Novo Aurélio - Século XXI.[2]
O livro Amor ao teatro lançado em 2015, foi organizado por Edla Van Steen e por José Eduardo Vendramini. A obra reúne as críticas escritas por Magaldi e veiculadas nos períodos em que ele contribuiu ao longo de sua carreira.[16]
Em 2018, um número da Revista do Instituto de Estudos Brasileiros (IEB) homenageou Magaldi com um pequeno dossiê dedicado ao perfil do crítico. O volume incluía uma entrevista concedida por Edla Van Steen, escritora e esposa de Magaldi, e uma carta que Mário de Andrade lhe escreveu em 1944. Naquele mesmo ano, o jovem Magaldi, então com apenas 17 anos, conheceu o modernista durante uma visita do escritor a Belo Horizonte.[17]
Uma mensagem breve, em que dizia: “Meu caro Sábato, ou melhor, meu querido Babá, que fica mais autêntico. Não posso conversar muito. É cedo, 8 da manhã. E agora vou me chafurdar em pleno séc. XVIII, nas ondas turvas e fugitivas de um pintor-padre danado de curioso e apaixonante mesmo. Lembrança muito sentida a todos daí e guarde este abraço amigo do Mário de Andrade.”[17]
A carta pertencia ao acervo pessoal de Sábato, que foi doado em grande parte ao Acervo de Escritores Mineiros da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). O documento foi doado ao IEB para se juntar com as demais cartas de Mário de Andrade que estão no instituto.[17]
Acervo Sábato Magaldi
Em 2017, o acervo de Sábato foi doado para a Universidade Federal de Minas Gerais para compor a coleção do Acervo de Escritores Mineiros da Universidade Federal de Minas Gerais. Localizado na Biblioteca Central e vinculado à Faculdade de Letras da UFMG, é o único acervo voltado à produção e à crítica teatral do conjunto, e expande as possibilidades de informação, de pesquisa e de produção de conhecimento no campo teatral e historiográfico. Assim como permite a preservação da memória de Sábato e das história do teatro nacional e mundial.[9][16]
O acervo é vasto e é composto pela biblioteca pessoal do crítico, manuscritos de críticas e de livros de sua autoria, manuscritos de peças originais enviados para apreciação, correspondências, fotografias de espetáculos e particulares, programas, anotações diversas, quadros, homenagens, escrivaninha, cadeira, fardão e a espada da Academia Brasileira de Letras (ABL), dessa forma, o acervo permite uma compreensão da diversidade do teatro, especialmente do brasileiro, partindo de construções sociais e políticas, e evidenciando a relevância e contribuição de Magaldi para os estudos teatrais do período moderno.[9]
Produção literária
- 2009 - Artur Azevedo - Academia Brasileira de Letras[18]
- 2008 - Teatro em foco - Editora Perspectiva[19]
- 2006 - Teatro de Sempre - Editora Perspectiva[20]
- 2004 - Teatro da Obsessão - Nelson Rodrigues. Editora Global[21]
- 2004 - Teatro da Ruptura - Oswald de Andrade. Editora Global[22]
- 2003 - Depois do Espetáculo - Editora Perspectiva[23]
- 2001 - Panorama do Teatro Brasileiro - Global Editora[24]
- 2001 - Cem Anos de Teatro em São Paulo - Editora Senac. Em colaboração com Maria Thereza Vargas[25]
- 1998 - Moderna Dramaturgia Brasileira - Editora Perspectiva[26]
- 1995 - As Luzes da Ilusão, em parceria com Lêdo Ivo - Global Editora
- 1992 - Nelson Rodrigues - Dramaturgia e Encenação - Editora Perspectiva[27]
- 1989 - O Texto no Teatro - Editora Perspectiva[28]
- 1984 - Um Palco Brasileiro - O Arena de São Paulo - Editora Brasiliense[29]
- 1980 - Box Teatro completo de Nelson Rodrigues (organizador) - Editora Nova Fronteira[30]
- 1977 - O Cenário do Avesso - Editora Perspectiva[31]
- 1965 - Iniciação ao Teatro - Editora Ática
- 1963 - Temas da história do teatro
- 1963 - Aspectos da dramaturgia moderna
- Teatro Vivo - responsável pela coleção
Prêmios e indicações
- Recebeu o Prêmio Jabuti de Teatro nos anos 1963 e 1965, e o Prêmio Juca Pato de Intelectual do Ano de 1997.[9]
- Prêmio APCA
| Ano | Categoria | Indicação | Resultado |
|---|---|---|---|
| 1973 | Teatro - Prêmio Especial | Sábato Magaldi | Venceu |
Referências
- ↑ «Morre, aos 89 anos, Sábato Magaldi». O Globo. 15 de julho de 2016. Consultado em 15 de julho de 2016
- ↑ a b c d e f g h i j k l Cultural, Instituto Itaú. «Sábato Magaldi». Enciclopédia Itaú Cultural. Consultado em 26 de setembro de 2025
- ↑ a b c Sérgio Roveri (15 de julho de 2016). «Morre, aos 89 anos, o crítico de teatro Sábato Magaldi». Folha de S. Paulo. Consultado em 24 de abril de 2025
- ↑ a b Ubiratan Brasil (15 de julho de 2016). «Morre aos 89 anos o crítico de teatro Sábato Magaldi»
. Estadão. Consultado em 24 de abril de 2025
- ↑ «Morre, aos 89 anos, o maior crítico de teatro do Brasil». Gazeta do Povo. 15 de julho de 2016. Consultado em 24 de abril de 2025
- ↑ Sábato Antônio Magaldi (19 de setembro de 1983). «Sábato Antônio Magaldi - memorial» (PDF). Consultado em 5 de maio de 2022
- ↑ a b c d Assunção, Maria de Fátima da Silva (2012). Sábato Magaldi e as heresias do teatro. São Paulo: Perspectiva. pp. 33–72. ISBN 9788527309325
- ↑ Edla van Steen. «Sábato por Edla». 2017-12-01. Consultado em 5 de maio de 2022
- ↑ a b c d e f g h i j Medeiros, Elen de; Marques, Ana Clara P. C. (28 de abril de 2024). «Acervo Sábato Magaldi, muito além da memória». Urdimento - Revista de Estudos em Artes Cênicas (50): 1–20. ISSN 2358-6958. doi:10.5965/1414573101502024e0201. Consultado em 1 de outubro de 2025
- ↑ a b Assunção, Maria de Fátima da Silva (2012). «Fala-nos de teatro». Sábato Magaldi e as heresias do teatro. São Paulo: Perspectiva. pp. 85–107. ISBN 9788527309325
- ↑ a b c Ferrari, Márcio. «Dedicação integral ao teatro». Consultado em 1 de outubro de 2025
- ↑ «Sábato Magaldi – Acervo de Escritores Mineiros». Consultado em 30 de setembro de 2025
- ↑ a b «Sábato Magaldi - Biografia». Academia Brasileira de Letras. Consultado em 15 de julho de 2016
- ↑ a b Herzog, Thiago. «O mineiro "acariocado" na escola paulista - Investigação das referências de história e teatro norteadoras da escrita de Panorama do teatro brasileiro» (PDF). XXVIII SIMPÓSIO NACIONAL DE HISTÓRIA. Consultado em 10 de outubro de 2025
- ↑ «Morre em São Paulo, aos 89 anos, o Acadêmico, teatrólogo e ensaísta Sábato Magaldi». Academia Brasileira de Letras. 15 de julho de 2016. Consultado em 13 de outubro de 2025
- ↑ a b Medeiros, Elen de (26 de dezembro de 2017). «Acervo Sábato Magaldi: contribuição para a história e a crítica teatrais brasileiras». ISSN 2238-3867. doi:10.11606/issn.2238-3867.v17i2p277-288. Consultado em 14 de outubro de 2025
- ↑ a b c «"Revista do Instituto de Estudos Brasileiros" lembra Sábato Magaldi». Jornal da USP. 2 de janeiro de 2018. Consultado em 15 de outubro de 2025
- ↑ «Arthur Azevedo (2009. 64 pp.) Sábato Magaldi». Academia Brasileira de Letras. Consultado em 14 de outubro de 2025
- ↑ «TEATRO EM FOCO - Magaldi, Sabato». Editora Perspectiva. Consultado em 14 de outubro de 2025
- ↑ «TEATRO SEMPRE - Magaldi, Sabato». Editora Perspectiva. Consultado em 14 de outubro de 2025
- ↑ «Teatro da obsessão - Nelson Rodrigues». Grupo Editorial Global. Consultado em 14 de outubro de 2025
- ↑ «Teatro da ruptura - Oswald de Andrade». Grupo Editorial Global. Consultado em 14 de outubro de 2025
- ↑ «DEPOIS DO ESPETÁCULO - Magaldi, Sabato». Editora Perspectiva. Consultado em 14 de outubro de 2025
- ↑ «Panorama do teatro brasileiro». Grupo Editorial Global. Consultado em 14 de outubro de 2025
- ↑ «Cem anos de teatro em São Paulo (1875-1974) (2001)». Repositório USP. Consultado em 14 de outubro de 2025
- ↑ «MODERNA DRAMATURGIA BRASILEIRA - Magaldi, Sabato». Editora Perspectiva. Consultado em 14 de outubro de 2025
- ↑ «NELSON RODRIGUES: DRAMATURGIA E ENCENAÇÃO - Magaldi, Sabato». Editora Perspectiva. Consultado em 14 de outubro de 2025
- ↑ «O TEXTO NO TEATRO - Magaldi, Sabato». Editora Perspectiva. Consultado em 14 de outubro de 2025
- ↑ «Um Palco Brasileiro: o Arena em São Paulo». Bibliografia Crítica do Teatro Brasileiro. Consultado em 14 de outubro de 2025
- ↑ «Box Teatro completo de Nelson Rodrigues». Editora Nova Fronteira. Consultado em 14 de outubro de 2025
- ↑ «O CENÁRIO NO AVESSO - Magaldi, Sabato». Editora Perspectiva. Consultado em 14 de outubro de 2025
Ligações externas
- «Perfil no site oficial da Academia Brasileira de Letras»
- Enciclopédia Itaú Cultural
- Ministério das Relações Exteriores
- Oitenta anos de Sábato Magaldi, texto de Deolinda Vilhena
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Sucedido por Geraldo Carneiro |
