Linha de Alta Velocidade Porto–Lisboa

Linha de Alta Velocidade

Porto - Lisboa
Info/Ferrovia
Informações principais
Sigla ou acrônimo LAV Porto-Lisboa
Área de operação Portugal Portugal
Tempo de operação 2029–
Operadora Comboios de Portugal
Numeração das linhas Via Dupla
Número de estações 6
Terminais Porto-Campanhã
Gaia-Santo Ovídio
Aveiro
Coimbra-B
Leiria
Lisboa-Oriente
Interconexão Ferroviária LAV Porto-Vigo
Linha do Minho
Linha do Douro
LAV Porto-Madrid
Linha do Norte
Linha do Oeste
LAV Lisboa-Madrid
Linha do Sul
Website Infraestruturas de Portugal
Ferrovia(s) antecessora(s)
Ferrovia(s) sucessora(s)

LAV Porto–Vigo
LAV Porto–Madrid
LAV Lisboa–Faro
LAV Lisboa–Madrid
Especificações da ferrovia
Extensão 290 km (951 000 ft)
Bitola bitola ibérica
1 668 mm (5,47 ft)
Eletrificação 25 kV 50 Hz CA
Velocidade máxima 300 km/h (186 mph)

A Linha de Alta Velocidade Porto-Lisboa é um projeto previsto no Plano Nacional de Investimentos 2030 (PNI 2030) para ligar as maiores cidades de Portugal, mais concretamente, as áreas metropolitanas do Porto e de Lisboa.[1]

O projeto da nova linha ferroviária foi publicamente apresentado a 29 de setembro de 2022 pela Infraestruturas de Portugal (IP) na estação de Porto-Campanhã com a presença do Primeiro-Ministro, António Costa, do Ministro das Infraestruturas e da Habitação, Pedro Nuno Santos, e do Presidente e do Vice-Presidente do Conselho de Administração Executivo da IP, Miguel Cruz e Carlos Fernandes.[1]

Em maio de 2023 foi anunciado que o início da operação da linha de alta velocidade entre Porto e Lisboa está previsto para 2029, com 19 viagens por sentido por dia.[2]

Características Gerais do Projeto

A futura linha que irá ligar Porto a Lisboa será em via dupla, adequada para Alta Velocidade. As atuais estações ferroviárias existentes ao longo do percurso serão adaptadas, não só para acomodar as composições dedicadas mas também para a disponibilização de novos serviços adequados aos passageiros. O projeto prevê ainda a construção de uma nova estação ferroviária enterrada em Santo Ovídio, Vila Nova de Gaia.[1][3]

A concretização final do Projeto irá permitir uma redução do tempo de viagem entre as duas cidades, das atuais 2h49 do serviço Alfa Pendular para apenas 1h15 numa viagem sem paragens. Os benefícios decorrentes da alta velocidade alargam-se a todo o território nacional e não só às cidades atravessadas pela nova linha, permitindo encurtar significativamente os tempos de viagem também para o interior do país.[1][3]

Em 2028, com a concretização da primeira fase do Projeto, os passageiros poderão beneficiar de uma redução de 40 minutos na sua viagem entre Porto e Lisboa.[1]

A nova linha Porto-Lisboa tem uma velocidade de projeto de 300 km/h.[3]

Tempos de Percurso

Atualmente o tempo de percurso entre Porto e Lisboa é de 2h49 com o serviço Alfa Pendular na Linha do Norte e um mínimo de 3 paragens. Com a Fase 1 do projeto terminada, em 2028 entre Porto e Soure, o tempo de percurso será reduzido para 1h59 sem qualquer paragem. Com a Fase 2 terminada, em 2030 entre Soure e Carregado, o tempo de percurso será reduzido para 1h19. E com a Fase 3 terminada, após 2030 entre Carregado e Lisboa, o tempo de percurso será reduzido para apenas 1h15.[1][3]

Articulação com a Rede Ferroviária Convencional

A Linha de alta velocidade Porto-Lisboa terá o seu próprio traçado, no entanto estará articulada com a rede ferroviária convencional em pontos estratégicos, possibilitando ligações mais rápidas. Na estação de Porto-Campanhã estará articulada com a Linha do Minho; em Aveiro, Coimbra, Soure, Carregado e Estação de Lisboa - Oriente estará articulada com a Linha do Norte; e em Leiria estará articulada com a Linha do Oeste.[1][3]

Concessão e infraestrutura

A Fase 1 da nova linha Lisboa-Porto cobre 143 quilómetros (km), ligando Porto-Campanhã a Soure (distrito de Coimbra). O primeiro troço a ser adjudicado foi, a 10 de outubro de 2024, entre Porto-Campanhã e Oiã (distrito de Aveiro), com 71 km, para o consórcio LusoLAV liderado pela Mota-Engil (com participação da Teixeira Duarte, Casais, Alves Ribeiro, Conduril e Gabriel Couto). Este consórcio criou duas empresas: a AVAN Norte - Gestão da Ferrovia de Alta Velocidade, S.A., que assinou a concessão da conceção, projeto, construção, financiamento, manutenção, por um período de 30 anos, e disponibilização da Infraestrutura Ferroviária com a IP, e o AVACE NORTE, ACE que foi constituído para a gestão / execução da empreitada e é constituído pelas seguintes agrupadas: Mota-Engil Engenharia e Construção, SA (36%), Teixeira Duarte (19%), Casais (15%), Alves Ribeiro (10%), Conduril (10%) e Gabriel Couto (10%).[4]

Nova Travessia do Rio Douro

O projeto contempla a construção da oitava ponte sobre o Douro, que terá o nome Ponte de D. António Francisco dos Santos, em homenagem ao antigo bispo do Porto. Esta ponte fará a ligação entre a estação de Porto-Campanhã e a nova estação de metro de Santo Ovídio, em Vila Nova de Gaia. Inicialmente estavam previstos dois tabuleiros, um superior para a ferrovia e um inferior para a rodovia.[5]

Em abril de 2025, foi decidido que para o traçado da alta velocidade, sobre o rio Douro, serão construídas duas pontes.

De acordo com a proposta do consórcio LusoLav, responsável pela linha de alta velocidade entre Porto e Oiã, haverá uma travessia, à cota alta, só para o comboio; e outra dedicada ao tráfego rodoviário, à cota baixa e com ligação entre Oliveira do Douro e a marginal portuense.[6]

Estações Ferroviárias

A nova linha de alta velocidade terá seis estações ferroviárias ao longo do seu percurso, das quais somente uma será construída de raiz, a nova estação ferroviária de alta velocidade no município de Vila Nova de Gaia. As restantes cinco estações ferroviárias são as estações já existentes, que serão ampliadas para receberem os serviços ferroviários de alta velocidade.

Localização da estação Porto-Campanhã

Porto-Campanhã

A nova estação de Porto-Campanhã faz parte da 1ª Fase e encontrar-se-á no mesmo local da estação atual sendo que será parte de uma ampliação e renovação da mesma. Sendo já uma estação importante, não só para a cidade do Porto e a sua área metropolitana, mas sim para toda a Região do Norte, já que dispõe de uma ligação a várias linhas do Metro do Porto, de todos os tipos de serviços da rede urbanos do Porto, serviços regionais e de longo curso. Estará ligada diretamente à Linha do Minho e também já preparada para a 1ª Fase da Linha de Alta Velocidade Porto–Vigo. Será também construída com a ligação ao Aeroporto do Porto em túnel já prevista. O projeto será desenvolvido em parceria com a Câmara Municipal do Porto enquadrado no Plano de Urbanização.[1][3]

A Linha do Minho será quadruplicada no troço congestionado entre a Estação de Contumil e a Estação de Ermesinde de modo a segregar os tráfegos da linha do Minho e da linha do Douro, garantindo mais fiabilidade dos serviços e uma maior oferta de capacidade aos utilizadores dos comboios Urbanos, InterRegionais e de longo curso.[7][8]

Através de serviços ferroviários de passageiros, a estação de Porto-Campanhã estará a 5 minutos da nova estação ferroviária de alta velocidade em Vila Nova de Gaia, a 24 minutos da estação de Aveiro, a 43 minutos da estação de Coimbra, a 1h03 minutos da estação de Leiria e a 1h43 minutos da estação de Lisboa-Oriente. Com serviços diretos, a estação de Lisboa-Oriente ficará somente a 1h19 minutos da estação de Porto-Campanhã.[9]

Localização da estação de Gaia

Gaia

A nova estação de Vila Nova de Gaia faz parte da 1ª Fase e será construída de raiz.

Nos primeiros estudos, a sua nova localização, definida em conjunto com a Câmara Municipal de Vila Nova de Gaia, seria em Santo Ovídio, uma zona de alta densidade populacional, servindo assim como acesso a toda a zona sul da Área Metropolitana do Porto. Em parceria com a Metro do Porto estaria diretamente ligada à estação de Santo Ovídio, servida pela Linha Amarela e que futuramente será expandida para servir a Linha Rubi que está em construção em 2025.[1][3] Através de serviços ferroviários de passageiros, a estação de Gaia estaria a 5 minutos da estação de Porto-Campanhã, a 19 minutos da estação de Aveiro, a 38 minutos da estação de Coimbra, a 58 minutos da estação de Leiria e a 1h38 minutos da estação de Lisboa-Oriente.[9]

Em abril de 2025, foi decidido que a estação do TGV em Gaia já não será em Santo Ovídio, mas em Vilar do Paraíso, na zona de São Caetano. A nova localização proposta para a Estação de Vila Nova de Gaia fica compreendida entre a Rua da Junqueira de Cima (a norte e poente), a Rua e Travessa do Guardal de Cima (a sul) e a Travessa de Belo Horizonte (a nascente)".

Além de um conjunto de acessibilidades rodoviárias a construir, a proposta incluia "o prolongamento da Linha Rubi, desde Santo Ovídio até à Estação de Alta Velocidade (lado poente)", com custos repartidos entre o consórcio (obra pesada) e a Metro do Porto (instalação da linha e dos respetivos equipamentos).[10]

Contudo, em dezembro de 2025, na sua declaração de conformidade ambiental a Agência Portuguesa do Ambiente bloqueou a proposta do consórcio AVAN. Foi considerada a falta de ligação aos transportes públicos, a duplicação do número de demolições e o impacto negativo de construir uma ponte adicional. [11]

Localização da estação de Aveiro

Aveiro

A Estação de Aveiro, parte da 1ª Fase, visto ser uma estação relativamente recente sofrerá alterações mínimas, maioritariamente ao nível das plataformas para que estas se possam adaptar aos novos comboios. Esta estação não estará diretamente integrada na Linha de Alta Velocidade sendo conectada através da Linha do Norte com a mesma. Assim, os comboios que façam ligação direta Porto - Lisboa irão manter-se na Linha de Alta Velocidade, que passará ao largo de Aveiro, enquanto que os que terão paragem na cidade irão entrar na Linha do Norte através da articulação das linhas, e posteriormente voltarão à Linha de Alta Velocidade na seguinte articulação das linhas.[1][3]

Através de serviços ferroviários de passageiros, a estação de Aveiro estará a 19 minutos da nova estação ferroviária de alta velocidade em Vila Nova de Gaia, a 19 minutos da estação de Coimbra, a 24 minutos da estação de Porto-Campanhã, a 39 minutos da estação de Leiria e a 1h19 minutos da estação de Lisboa-Oriente.[9]

Localização da estação de Coimbra

Coimbra

A nova Estação de Coimbra será uma renovação intensiva da estação atual e parte da 1ª Fase. É a estação que mais intervenções irá sofrer no plano da Linha de Alta Velocidade visto que a sua renovação tem vindo a ser adiada ao longo dos anos, no entanto é também aquela cujos trabalhos já estão mais avançados com o enquadramento no Plano de Pormenor desenvolvido em parceria com a Câmara Municipal de Coimbra. Esta estação não estará diretamente integrada na Linha de Alta Velocidade sendo conectada através da Linha do Norte com a mesma. Assim, os comboios que façam ligação direta Porto-Lisboa irão manter-se na Linha de Alta Velocidade, que passará às portas da cidade, enquanto que os que terão paragem na cidade irão entrar na Linha do Norte através da articulação das linhas, e posteriormente voltarão à Linha de Alta Velocidade na seguinte articulação das linhas. Com isso a estação estará também completamente compatibilizada com a Rede Ferroviária Convencional e também com o futuro Sistema de Mobilidade do Mondego que se encontra em fase avançada de construção. A Linha do Norte a Sul da Estação de Coimbra, no âmbito da articulação com a Linha de Alta Velocidade, será quadruplicada de modo a melhorar também a capacidade dos comboios Urbanos e InterRegionais que fazem ligação à Figueira da Foz com quem a Alta Velocidade partilhará o troço.[1][3][12][13][14][15][16]

Localização da estação de Leiria

Leiria

A Estação de Leiria é parte da 2ª Fase da Linha de Alta Velocidade. Encontra-se atualmente em fase de estudos juntamente com a Câmara Municipal de Leiria para a sua adaptação à Alta Velocidade continuando, no entanto, totalmente articulada com a Rede Ferroviária Convencional. Esta estação não estará diretamente integrada na Linha de Alta Velocidade sendo conectada através da Linha do Oeste com a mesma. Assim, os comboios que façam ligação direta Porto-Lisboa irão manter-se na Linha de Alta Velocidade, que passará junto da cidade, enquanto que os que terão paragem na cidade irão entrar na Linha do Oeste através da articulação das linhas, e posteriormente voltarão à Linha de Alta Velocidade na seguinte articulação das linhas. O atual projeto de modernização da Linha do Oeste, contempla a duplicação da via no troço dessa linha por onde a Alta Velocidade servirá Leiria.[1][3][17]

Localização da estação Lisboa-Oriente

Lisboa-Oriente e Terminal Técnico

A Estação de Lisboa - Oriente, parte da 3ª Fase, será alvo de uma grande ampliação que contará também com a construção de um novo Terminal Técnico. Os trabalhos estão a ser feitos com o arquiteto original da estação Santiago Calatrava, e há já um design finalizado que conta com a construção de três novas linhas do lado terra com capacidade para Alta Velocidade e a jusante o Terminal Técnico que permitirá eventuais intervenções para a manutenção dos comboios. Este projeto está totalmente compatibilizado com o projeto de quadruplicação da Linha de Cintura que se encontra neste momento a decorrer e também com uma futura Terceira Travessia do Tejo cujo construção está prevista no Plano Nacional Ferroviário e que ligará a capital ao novo Aeroporto Luís de Camões.[1][3][18][19]

Contestação pública

O traçado e a localização das estações da linha de alta velocidade têm gerado contestação pública por parte de diversos grupos, como autarcas, localidades, entidades regionais e movimentos de cidadãos.

Em Vila Nova de Gaia, a alteração de Santo Ovídio para a zona de São Caetano gerou oposição por parte do Movimento Gaia Verde e a Associação das Empresas da Zona Industrial de São Caetano. Estes afirmam, que na sua nova versão o traçado será à superfície, tendo um impacto acrescido para as empresas e para os locais, e que a localização da nova estação será menos accessivel.[20][21][22]

Em Leiria, a escolha de construir a nova estação Barosa tem sido contestada pela Comunidade Intermunicipal da Região de Leiria e pela Associação Empresarial da Região de Leiria/Câmara de Comércio e Indústria (NERLEI CCI), que manifestaram “perplexidade” e “oposição total” a qualquer alteração ao traçado, afirmando que “desvia a linha da região de Leiria em alegado benefício de outras zonas”.[23]

Em Coimbra, a nova estação intermodal tem sido posta em causa devido ao elevado custo de construção e manutenção, e ao impacto social, como a destruição de áreas residenciais e a inadequação da localização para a população local.[24]

Em Canelas, Estarreja, a população local opõe-se ao projeto devido ao impacto direto nas suas propriedades: muitas casas serão destruídas para dar lugar à linha, e os proprietários consideram que as indemnizações oferecidas não compensam os prejuízos.[25]

Outras críticas que têm sido feitas referem-se à falta de transparência do processo[26][27] , ao uso da bitola ibérica[28] e o impacto ambiental negativo[29].

Ver também

Referências

  1. a b c d e f g h i j k l m «Apresentação da Nova Linha de Alta Velocidade Porto - Lisboa | Infraestruturas de Portugal». www.infraestruturasdeportugal.pt. Consultado em 1 de novembro de 2022 
  2. «Alta velocidade Porto-Lisboa arranca em 2029 com 38 comboios por dia» 
  3. a b c d e f g h i j k «Linha de Alta Velocidade Porto–Lisboa - Perguntas & Respostas». www.portugal.gov.pt. Consultado em 1 de novembro de 2022 
  4. «TGV: Lote A». Mota-Engil. Fevereiro de 2025. Consultado em 22 de outubro de 2025 
  5. Delfim Machado (2 de março de 2023). «Ponte do TGV avança até 2028 e reduz para duas horas a viagem até Lisboa» 
  6. «Afinal vão nascer duas pontes à boleia do TGV e estação de Gaia será em Vilar do Paraíso» 
  7. «Linha do Minho: Quadruplicação do troço Contumil / Ermesinde». participa.pt. Consultado em 25 de maio de 2024 
  8. «Quadruplicação da linha ferroviária Contumil-Ermesinde avança em 2024 por 120 milhões de euros». Porto Canal. 13 de março de 2023. Consultado em 25 de maio de 2024 
  9. a b c IP, Plano Ferroviário Nacional (15 de novembro de 2022). «Tempos de percurso» (PDF) 
  10. «Afinal vão nascer duas pontes à boleia do TGV e estação de Gaia será em Vilar do Paraíso» 
  11. Notícias, 24. «Alta velocidade atrasada: Agência do Ambiente trava mudança de estação em Gaia». 24 Notícias. Consultado em 22 de dezembro de 2025 
  12. «Consignada a empreitada do troço Portagem - Coimbra-B». www.metromondego.pt. Consultado em 1 de novembro de 2022 
  13. «SMM (Sistema de Mobilidade do Mondego)». Google My Maps. Consultado em 1 de novembro de 2022 
  14. «Sistema de Mobilidade do Mondego | Infraestruturas de Portugal». www.infraestruturasdeportugal.pt. Consultado em 1 de novembro de 2022 
  15. «PO SEUR». poseur.portugal2020.pt. Consultado em 1 de novembro de 2022 
  16. Portugal, Comboios de. «Comboios Urbanos de Coimbra». CP.PT | Comboios de Portugal (em inglês). Consultado em 1 de novembro de 2022 
  17. «Modernização da Linha do Oeste | Infraestruturas de Portugal». www.infraestruturasdeportugal.pt. Consultado em 1 de novembro de 2022 
  18. «Projeto de quadruplicação da Linha de Cintura | Infraestruturas de Portugal». www.infraestruturasdeportugal.pt. Consultado em 1 de novembro de 2022 
  19. «Início do Projeto de Quadruplicação da Linha de Cintura | Infraestruturas de Portugal». www.infraestruturasdeportugal.pt. Consultado em 1 de novembro de 2022 
  20. «Projeto do TGV em Gaia "está repleto de opacidade por todo o lado", diz associação de empresas». Porto Canal. 14 de outubro de 2025. Consultado em 5 de dezembro de 2025 
  21. «Movimento Gaia Verde contra as alterações propostas para a linha do TGV». Porto Canal. 12 de novembro de 2025. Consultado em 5 de dezembro de 2025 
  22. JN/Agências (15 de outubro de 2025). «Empresas de Gaia denunciam chantagem do consórcio do TGV sobre local da estação». Jornal de Notícias. Consultado em 5 de dezembro de 2025 
  23. Ribatejo, Mais (25 de setembro de 2025). «Alta Velocidade: Autarcas do Médio Tejo e Santarém defendem novo traçado que valorize interior. Leiria contesta». Mais Ribatejo. Consultado em 5 de dezembro de 2025 
  24. Martins, A. Nuno (13 de março de 2024). «Nova Estação de Alta Velocidade de Coimbra-Sul propõe revolução urbana e ambiental». PÚBLICO. Consultado em 5 de dezembro de 2025 
  25. Renascença (27 de novembro de 2023). «Linha de alta velocidade. Expropriações vão considerar valores de mercado - Renascença». Rádio Renascença. Consultado em 5 de dezembro de 2025 
  26. «Projeto do TGV em Gaia "está repleto de opacidade por todo o lado", diz associação de empresas». Porto Canal. 14 de outubro de 2025. Consultado em 5 de dezembro de 2025 
  27. Renascença (10 de abril de 2025). «Mudanças na alta velocidade em Gaia? Autarquia reuniu-se repetidamente com consórcio sobre alterações escondidas da IP - Renascença». Rádio Renascença. Consultado em 5 de dezembro de 2025 
  28. Renascença (27 de novembro de 2023). «Linha de alta velocidade. Expropriações vão considerar valores de mercado - Renascença». Rádio Renascença. Consultado em 5 de dezembro de 2025 
  29. Martins, A. Nuno (13 de março de 2024). «Nova Estação de Alta Velocidade de Coimbra-Sul propõe revolução urbana e ambiental». PÚBLICO. Consultado em 5 de dezembro de 2025