Voo UPS Airlines 2976
![]() Imagem de circuito fechado de TV mostrando a asa esquerda da aeronave atingindo um prédio. | |
| Sumário | |
|---|---|
| Data | 4 de novembro de 2025 |
| Causa | Sob Investigação[1] |
| Local | Louisville, Kentucky, Estados Unidos |
| Coordenadas | 🌍 |
| Origem | Aeroporto Internacional de Louisville, Louisville, Estados Unidos |
| Destino | Aeroporto Internacional de Honolulu, Honolulu, Estados Unidos |
| Passageiros | 0 |
| Tripulantes | 3 |
| Mortos | 14 |
| Feridos | 15 |
| Aeronave | |
| Modelo | McDonnell Douglas MD-11F |
| Operador | UPS Airlines |
| Prefixo | N259UP |
O voo UPS Airlines 2976 foi um voo de carga operado pela empresa aérea cargueira UPS Airlines entre o Aeroporto Internacional de Louisville Muhammad Ali e o Aeroporto Internacional de Honolulu Daniel K. Inouye que em 4 de novembro de 2025, por volta das 17:15h (horário local), caiu e explodiu enquanto tentava decolar do Aeroporto Internacional de Louisville.[2]
O avião, um McDonnell Douglas MD-11F, com 3 tripulantes a bordo, ultrapassou os limites da pista e explodiu imediatamente após se chocar contra construções próximas ao aeroporto. Quatorze pessoas morreram no acidente, incluindo os três tripulantes da aeronave.[3] Mais de quinze feridos foram confirmados pelas autoridades locais e duas pessoas desaparecidas foram relatadas.[4] Este é o maior desastre aéreo da história da UPS Airlines e também o mais grave envolvendo a empresa em anos recentes.
Contexto
A UPS Airlines, subsidiária integral da United Parcel Service (UPS), opera uma frota de aeronaves de carga desde 1988. O Aeroporto Internacional de Louisville Muhammad Ali serve como principal centro de distribuição (worldport) da UPS, processando milhões de pacotes diariamente. A rota Louisville-Honolulu é uma das principais operações cargueiras da companhia, realizando múltiplos voos diários.[5][6]
Aeronave

A aeronave envolvida foi um McDonnell Douglas MD-11F de 34 anos, com número de série 48417 e prefixo N259UP. O avião realizou seu primeiro voo em 1991 e foi entregue como avião de passageiros à Thai Airways International. Posteriormente convertido em avião de carga, foi entregue à UPS Airlines em 2006.[7][8][9]
O MD-11F é um trijato de fuselagem larga especificamente projetado para operações cargueiras. A aeronave estava equipada com três motores turbofan General Electric CF6-80C2D1F, cada um com capacidade de produzir aproximadamente 61.500 libras-força (274 kN) de empuxo.[10][11]
A capacidade de carga do MD-11F é de aproximadamente 200.000 libras (90.718 kg). No momento do acidente, a aeronave transportava uma carga variada de pacotes e não carregava materiais perigosos ou inflamáveis, de acordo com manifestos de carga obtidos posteriormente.[carece de fontes]
Cronologia
- 16:30 (local) – Voo UPS 2976 inicia processo de pré-voo no hangar de manutenção
- 17:00 (local) – Aeronave se posiciona na pista para decolagem, liberada pela torre de controle
- 17:15 (local) – Início da corrida de decolagem
- 17:15:30 (local) – Incêndio detectado no motor número 2 (central), visível em vídeos de câmeras de vigilância
- 17:15:45 (local) – Tripulação tenta procedimento de emergência, mas aeronave continua aceleração
- 17:16:00 (local) – Aeronave atinge velocidade de cerca de 120 nós quando falha em decolar adequadamente
- 17:16:15 (local) – Ultrapassagem dos limites da pista em zona destinada a áreas industriais
- 17:16:30 (local) – Colisão da asa esquerda com primeiro edifício (recicladora de petróleo)
- 17:16:45 (local) – Impacto final com sucata de automóveis seguido de incêndio de grande proporção
- 17:17:00 (local) – Primeiros chamados de emergência recebidos pelo 911
Condições operacionais
No momento do acidente, o Aeroporto Internacional de Louisville operava sob condições normais. As condições meteorológicas eram parcialmente nubladas com visibilidade de 7 milhas (11 km), ventos de 8 nós (15 km/h) vindo de noroeste e temperatura de 13 °C (55 °F). A superfície da pista estava seca e em boas condições de operação. Não havia avisos de cisalhamento de vento (wind shear) ativo no momento da decolagem.[carece de fontes]
O voo havia sido aprovado para decolagem pela torre de controle aproximadamente 5 minutos antes do incidente. Não havia congestionamento de tráfego aéreo ou outras aeronaves em conflito no espaço aéreo imediato.[carece de fontes]
Acidente

Durante a tarde do dia 4 de novembro, o MD-11F da UPS Airlines de prefixo N259UP se preparava para mais um voo de carga entre as cidades de Louisville e Honolulu, ambas nos Estados Unidos.[12]
No entanto, durante a corrida de decolagem, as câmeras de vigilância do aeroporto registraram chamas visíveis saindo do motor número 2 (motor central) da aeronave. Imediatamente após a ignição ser detectada, a tripulação foi informada pela torre de controle sobre o fogo visível. A aeronave, no entanto, continuou sua aceleração pela pista, uma decisão potencialmente associada a protocolos de decolagem que determinam a continuação quando a aeronave já havia ultrapassado a velocidade de decisão (V1).[13]
Conforme o avião continuava a aceleração, começou a ascender, atingindo aproximadamente 175 pés (53 m) acima do nível do solo, com velocidade de 186 nós (344 km/h) em relação ao solo registrada pelo sistema de navegação. Porém, o avião perdeu sustentação, possivelmente devido ao arrasto causado pelo incêndio não controlado no motor ou à falha completa da potência daquele motor, combinado com perda aerodinâmica.
A aeronave iniciou uma trajetória descendente, ultrapassando os limites da pista do aeroporto. O local onde o avião se chocou era uma zona contígua ao aeroporto contendo principalmente edifícios industriais baixos: uma empresa de reciclagem de petróleo e um ferro-velho de automóveis.[14] Ao atingir as estruturas, a asa esquerda da aeronave impactou primeiro o prédio da recicladora de petróleo, como evidenciado pelas imagens de câmeras de vigilância. O impacto foi seguido de uma explosão de grande escala provocada pela ignição do combustível residual a bordo e possível ignição de materiais nos edifícios atingidos. Diversos edifícios foram destruídos ou danificados severamente pelo calor intenso e pelos destroços da aeronave em combustão.[15]
De acordo com os dados iniciais de rastreamento de voo do Flightradar24, a aeronave atingiu uma altitude máxima de 175 pés (53 m) acima do nível do solo,[16] e a maior velocidade em relação ao solo registrada foi de 186 nós (344 km/h).[17] O tempo total desde o início da corrida de decolagem até o impacto final foi inferior a dois minutos.
Vários edifícios foram incendiados ou destruídos, havendo relatos de pessoas presas em seus interiores.[18] O local do acidente incluía pelo menos duas empresas, uma de reciclagem de petróleo e um ferro-velho de automóveis.[19] Dois funcionários do ferro-velho de veículos estavam desaparecidos, e não se sabe quantos clientes estavam no local no momento do acidente.[20]
Resposta de emergência

Os serviços de emergência responderam imediatamente ao incidente. Bombeiros do Corpo de Bombeiros de Louisville chegaram ao local dentro de 4 minutos após o primeiro chamado de emergência. Equipes de resgate trabalharam durante horas para extinguir os incêndios que se espalhavam pelos edifícios atingidos e para procurar possíveis sobreviventes nos destroços.[carece de fontes]
O Aeroporto Internacional de Louisville Muhammad Ali foi imediatamente encerrado para todo o tráfego aéreo, cancelando todas as chegadas e partidas. Centenas de clientes da UPS na instalação de processamento de pacotes foram evacuados como precaução.[carece de fontes]
Vítimas
Este acidente foi o mais mortal da história da UPS Airlines.[5][6] Pelo menos quatorze pessoas morreram, incluindo uma criança.[3] Quinze famílias relataram o desaparecimento de parentes. O prefeito Greenburg informou, na manhã de 6 de novembro, que seis dos desaparecidos haviam sido localizados.[21] De acordo com as autoridades, as quatorze mortes confirmadas incluem todos os três tripulantes a bordo da aeronave.[22] Um porta-voz da UofL Health informou que o sistema recebeu quinze pacientes, dos quais quatorze receberam alta na manhã seguinte.[23][24]
Investigação

O Conselho Nacional de Segurança nos Transportes (NTSB) iniciou a investigação junto com a Administração Federal de Aviação (FAA).[25] O NTSB enviou uma equipe de resposta rápida composta por 28 pessoas.[26] Em uma coletiva de imprensa realizada em 5 de novembro de 2025, às 15h (horário do leste dos EUA), com o membro do conselho Todd Inman atuando como porta-voz no local,[27] anunciaram a recuperação do gravador de voz da cabine e do gravador de dados de voo.[28] A UPS Airlines anunciou que está em contato próximo e cooperando com o NTSB e a FAA.[29]
Em 20 de novembro de 2025, um relatório preliminar divulgado pelo NTSB apontou que havia fissura por desgaste em uma peça do avião que liga asa ao motor.[30] Contudo, não foram encontradas deformações ou fraturas pré-existentes na flange superior dianteira do conjunto de montagem traseira. O relatório também mencionou o acidente com o Voo American Airlines 191 em 1979 (envolvendo um DC-10 com suportes de motor muito semelhantes), que caiu em circunstâncias similares.[31]
Em 14 de janeiro de 2026, o NTSB divulgou uma atualização informando que todos os dados do motor registrados pelo FDR estavam normais até as 17:13:11 e que foram encontradas trincas por fadiga no conjunto do mancal esférico do motor nº 1.[32]
Reações
Vários políticos locais, incluindo os senadores dos Estados Unidos pelo Kentucky, Mitch McConnell e Rand Paul, expressaram suas condolências às vítimas.[33] Uma reunião de town hall em Louisville com o candidato ao Senado Nate Morris começou com um momento de silêncio após o acidente.[34] O representante Morgan McGarvey agradeceu a bravura dos socorristas no local.[35]
A ponte Big Four, que cruza o rio Ohio entre Louisville e Jeffersonville, Indiana, foi iluminada em amarelo, uma das cores principais da UPS, em solidariedade.[36]
Consequências

Todos os voos de e para o aeroporto foram imediatamente cancelados.[37] O Departamento de Polícia Metropolitana de Louisville emitiu uma ordem de confinamento centrada no aeroporto, com um raio de 8 km. Posteriormente, esse raio foi reduzido para 1.600 m pelo Serviço Médico de Emergência Metropolitana de Louisville. Mensagens de alerta de emergência sem fio foram enviadas para aqueles que estavam na área de confinamento. No último briefing do dia, o prefeito de Louisville, Craig Greenberg, disse que mais de 100 bombeiros estavam no local. Autoridades policiais locais disseram que as famílias não deveriam procurar seus entes queridos nos hospitais, para evitar sobrecarregá-los, mas sim visitar um centro de reunificação na academia de treinamento da polícia.[38][28]
A UPS suspendeu temporariamente as operações em seu centro de distribuição aérea Worldport.[39] O incêndio estava quase controlado às 22h30, liberando os socorristas para procurar vítimas.[40]
Às 7h40 do dia 5 de novembro, o Aeroporto Internacional de Louisville anunciou a abertura da pista 11/29. Às 16h50, o aeródromo estava aberto e o aeroporto havia retomado a maior parte de suas operações normais. A UPS também retomou suas operações regulares em Louisville.[41]
Ver também
Referências
- ↑ Matthew Keck e Alex Suckow. «At least 3 dead after UPS plane crashes at Louisville airport; massive fire spreading». WLKY (em inglês). Consultado em 4 de novembro de 2025
- ↑ «Avião de carga da UPS despenha-se após descolagem do aeroporto internacional de Louisville, nos EUA». CNN Portugal. Consultado em 5 de novembro de 2025
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- ↑ reuters. «Avião de carga da UPS com três tripulantes sofre acidente no Kentucky». Terra. Consultado em 5 de novembro de 2025
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