Sticky & Sweet Tour

 Nota: Este artigo é sobre a turnê. Para o álbum ao vivo, veja Sticky & Sweet Tour (álbum).
Sticky & Sweet Tour
Sticky & Sweet Tour
Turnê de Madonna
Locais
  • Ásia
  • Europa
  • América do Norte
  • América do Sul
Álbum associado Hard Candy
Data de início 23 de agosto de 2008 (2008-08-23)
Data de fim 2 de setembro de 2009 (2009-09-02)
Partes 4
N.º de apresentações 85
Receita US$ 408 milhões[1]
Cronologia de turnês de Madonna

Sticky & Sweet Tour foi a oitava turnê da cantora estadunidense Madonna, feita em suporte ao seu décimo primeiro álbum de estúdio Hard Candy (2008). Tratou-se do primeiro grande projeto resultante do contrato de dez anos firmado entre a artista e a Live Nation, avaliado em aproximadamente 120 milhões de dólares. Anunciada oficialmente em maio de 2008, a digressão teve início em 23 de agosto do mesmo ano, no Millennium Stadium em Cardiff, País de Gales, e percorreu a Europa, América do Norte e América do Sul, marcando o retorno de Madonna ao continente latino-americano desde a The Girlie Show (1993). Em virtude do cancelamento das apresentações na Austrália, previstas para janeiro de 2009, a excursão foi estendida com uma nova etapa europeia no verão daquele ano, encerrando-se em 2 de setembro no Park HaYarkon em Tel Aviv, Israel.

Criada com o intuito de "levar a energia das discotecas aos estádios", a Sticky & Sweet Tour foi idealizada por Madonna em parceria com o diretor artístico Jamie King. O espetáculo foi estruturado em quatro segmentos temáticos, Pimp, Old School, Gypsy e Rave, cada um com estética e influências próprias, abrangendo do art déco à cultura cigana. O palco contava com um sistema tecnológico de dezessete telões de alta definição, utilizados tanto para duetos virtuais com Justin Timberlake e Pharrell Williams quanto para projeções visuais. Contando com cerca de 250 profissionais, a produção incorporou elementos cênicos notáveis, como um trono adornado com cristais, um automóvel clássico e um ringue de boxe. Os figurinos, desenvolvidos por Arianne Phillips, apresentaram criações de Riccardo Tisci (Givenchy), Stella McCartney e Jeremy Scott, com influências da moda urbana dos anos 1980 e da estética dominatrix.

A Sticky & Sweet Tour foi amplamente elogiada por sua energia, coreografia e inovação visual. Críticos de veículos como The Guardian, BBC News e New York Post destacaram a vitalidade e o vigor de Madonna aos 50 anos, descrevendo o espetáculo como uma "mega boate" de grande dinamismo e precisão técnica. Embora alguns jornalistas tenham considerado o conceito menos ousado que o de turnês anteriores, o consenso geral reconheceu sua magnitude e relevância cultural. Durante a extensão da turnê em 2009, a homenagem a Michael Jackson e a nova abordagem de canções como "Dress You Up" e "Frozen" atraíram considerável interesse por parte da crítica. O jornal The Times observou que criticar a estética do espetáculo equivaleria a "não entender a proposta de uma artista que sempre priorizou o espetáculo tanto quanto a música".

Com mais de 3,5 milhões de espectadores e uma arrecadação total superior a 400 milhões de dólares, a Sticky & Sweet Tour tornou-se a turnê mais rentável de um artista solo até então e a segunda maior da história, atrás apenas de A Bigger Bang Tour (2005–07) dos Rolling Stones. O espetáculo também suscitou reações negativas em determinados momentos; o interlúdio em vídeo de "Get Stupid" foi alvo de críticas por apresentar o então candidato republicano à presidência dos Estados Unidos, John McCain, em paralelo a Adolf Hitler e Robert Mugabe. Durante o concerto em Bucareste em 2009, a cantora comentou sobre a discriminação contra a comunidade cigana no Leste Europeu, fato que gerou vaias da plateia. Os dois últimos concertos realizados no Estadio Monumental, em Buenos Aires, foram gravados e, em seguida, transmitido sob o título de Madonna: Sticky & Sweet pelo canal a cabo Sky1. Um álbum ao vivo, intitulado Sticky & Sweet Tour, foi lançado no dia 26 de março de 2010 em vários formatos: DVD, Blu-ray e CD.

Antecedentes

Madonna se apresentando no festival 1's Big Weekend da BBC Radio 1, dois meses antes de iniciar a Sticky & Sweet Tour.

Em outubro de 2007, Madonna anunciou oficialmente sua saída da Warner Bros. Records, gravadora que havia lançado todos os seus álbuns até então. Na ocasião, firmou-se um contrato avaliado em aproximadamente 120 milhões de dólares com a Live Nation e com vigência de dez anos, que abrangia lançamentos fonográficos futuros, turnês, licenciamento de produtos e colaborações comerciais.[2] Em março de 2008, o jornal The Sunday Telegraph noticiou a intenção de Madonna de visitar a Austrália, tendo o promotor Michael Chugg declarado que uma turnê mundial "estava confirmada" e em estágio avançado de negociações.[3] Concomitantemente, em entrevista para a Z100-FM, a cantora sugeriu que uma excursão no outono poderia ocorrer, tratando-a como uma eventualidade.[4] Um mês depois, o Daily Mirror divulgou que a digressão deveria iniciar em setembro, no Wembley Stadium, em Londres, com negociações em curso.[5]

O álbum Hard Candy, último trabalho de estúdio de Madonna sob contrato com a Warner Bros., foi lançado em 29 de abril de 2008.[6] Para promover o álbum, foram realizadas apresentações exclusivas no Roseland Ballroom, em Nova Iorque, no teatro Olympia, em Paris, e no festival 1's Big Weekend da BBC Radio 1.[7][8][9] Em entrevista concedida em maio ao programa On Air with Ryan Seacrest, Madonna anunciou oficialmente a turnê.[10] Uma semana depois, a Live Nation e Arthur Fogel anunciaram a Sticky & Sweet, tratando-se do primeiro grande projeto resultante da nova colaboração.[11] Com início em agosto, a turnê incluiu apresentações na Europa, América do Norte e América do Sul, foi também a segunda vez que a artista se apresentou no México e América Latina após a The Girlie Show em 1993.[11][12][13] Apesar de estarem agendadas para janeiro de 2009, as apresentações na Austrália foram canceladas em virtude de dificuldades financeiras enfrentadas pelo país.[14] Como alternativa, a turnê foi estendida até o verão de 2009 com uma segunda etapa europeia, que iniciou em 4 de julho na The O2 Arena, em Londres, e término em 2 de setembro em Tel Aviv.[15]

Desenvolvimento

Concepção e palco

Perspectiva do palco, adornado por dois "M" de grandes dimensões (acima) e uma estrutura cilíndrica suspensa (abaixo), apresentada em números como "Beat Goes On" e "Devil Wouldn't Recognize You".

Segundo o autor de Madonna: Blond Ambition (2012), Daryl Easlea, a cantora idealizou a Sticky & Sweet Tour com o intuito de "levar a atmosfera das discotecas aos estádios", criando um ambiente festivo ininterrupto. Essa abordagem diferia da Confessions Tour (2006), um espetáculo caracterizado por forte teor político e mensagens sociais.[16] Descrito como uma "narrativa performática estruturada em torno da dança e do rock", os concertos foram divididos em quatro segmentos temáticos: Pimp, que integrava elementos do art déco da década de 1920 com a estética gangsta contemporânea; Old School, inspirado na cultura nova-iorquina do início dos anos 1980 e nas obras de Keith Haring; Gypsy, centrado na herança musical e nas danças folclóricas ciganas; e Rave, com influências médio-orientais.[17] Para a excursão, Jamie King foi selecionado como diretor artístico, Kiley Dean e Nicki Richards como vocalistas de apoio, Monte Pittman como guitarrista, com Kevin Antunes responsável pela direção musical. Além de contar com mais de 12 dançarinos, incluindo Sofia Boutella. O grupo cigano de origem ucraniana Kolpakov Trio, foi contratado para se apresentar com Madonna durante o ato Gypsy.[18][19][20] De acordo com a NME, a produção contava com 250 profissionais, 69 guitarras, 12 trampolins e 100 pares de joelheiras.[21]

O palco, estruturado em forma de T, contava com uma estrutura móvel ligada a uma área lateral e apresentava um "M" adornado com cristais Swarovski em ambos os lados.[22][23] Foram utilizados dezessete telões de vídeo de alta definição, três medindo 6 x 6 metros, para compor um cenário contínuo de 18 metros, controlado através do software InMotion3D da XLNT.[24][25] Os telões tiveram função crucial na narrativa visual: durante "4 Minutes" e "Beat Goes On", se deslocavam, criando um cenário dinâmico e imersivo para os duetos virtuais com Justin Timberlake e Pharrell Williams.[24] Durante "Devil Wouldn't Recognize You" e "Beat Goes On", dois telões concêntricos em formato cilíndrico foram suspensos do teto; originalmente planos, as estruturas de LED foram moldadas em contorno arredondado por meio de abraçadeiras, segundo o engenheiro Jason Harvey.[24] Para a sincronização dos visuais do espetáculo, foram utilizados Mac Pros, integrando imagens originárias de Londres, Nova Iorque e Los Angeles.[24] Dentre os elementos visuais, destacavam-se animações coloridas baseadas nas obras de Keith Haring,[26] e um vídeo de Britney Spears presa em um elevador, exibido durante "Human Nature" (1995); Madonna afirmou que se tratava de uma metáfora para os desafios enfrentados por Spears.[27] Durante a etapa de 2009, "Candy Shop" foi apresentada junto à projeção do vídeo Green Pink Caviar, da artista visual Marilyn Minter.[28] Durante o concerto, foram empregados como elementos cênicos um trono estilizado como a letra "M" adornado com cristais, um automóvel clássico da década de 1930 e um ringue de boxe.[29][30]

Figurinos

A Sticky & Sweet Tour contou com figurinos de alta costura desenhados por Arianne Phillips, com colaborações de Riccardo Tisci para a Givenchy, Stella McCartney, Jeremy Scott e outros estilistas.[31] Madonna iniciou o espetáculo com um conjunto Givenchy de estética dominatrix, composto por um casaco preto de cetim e botas de cano alto criadas por McCartney.[32][33] Para o segmento Old School, Jeremy Scott estilizou tênis com grafismos de Keith Haring e trajes inspirados na moda urbana dos anos 1980, em referência aos primeiros anos da cantora em Nova Iorque e à sua amizade com Haring.[34][33] Tisci criou um vestido preto transparente adornado com fitas multicoloridas e uma capa de seda revestida de fúcsia.[32] O ato final, Rave, apresentou trajes com influência japonesa com ombreiras decoradas com lantejoulas,[35] e os acessórios apresentados durante o concertos foram assinados por marcas como Miu Miu, Moschino, Roberto Cavalli e Tom Ford.[31][33] Segundo Phillips, a ousadia de Madonna se destaca, pois "não há considerações de vaidade com base na sua idade".[34] Para a extensão da turnê em 2009, Tisci modificou o vestuário do bloco Pimp, criando um conjunto com temática "de alta costura, com elementos sensuais, góticos e de BDSM".[36][37] Acrescentando que tratava-se de "uma peça que fará história", complementando que a cantora "deseja ser mais ousada".[37] Os dançarinos trajavam os novos conjuntos da Brooks Brothers, compostos por camisas brancas destinadas ao uso com smoking.[37]

Sinopse do concerto

Madonna apresentado as canções "Human Nature" (acima) e "She's Not Me" (abaixo) durante o segmento Pimp e Old School, respectivamente.

Dividido em quatro segmentos distintos: Pimp, Old School, Gypsy e Rave, o espetáculo tem início com "The Sweet Machine", um vídeo em animação 3D que apresenta doces em processo de fabricação e seu uso em uma mecânica similar a um jogo de bolas e alavancas.[38] Logo após, "Candy Shop" tem início com Madonna sobre um trono estilizado como a letra "M", trajando um vestido desenhado por Givenchy, e com um bastão nas mãos.[39] O número inclui dançarinos vestidos com trajes temáticos de BDSM.[39] "Beat Goes On" apresenta a cantora e os dançarinos em um automóvel clássico da década de 1930, acompanhados das aparições de Pharrell Williams e Kanye West nos telões.[40] Durante "Human Nature", Madonna toca guitarra elétrica, acompanhada por um vídeo que mostra Britney Spears em um elevador cantando trechos da canção.[41] O bloco é finalizado com uma nova versão de "Vogue", com versos de "4 Minutes",[42] sucedida por um interlúdio em vídeo de "Die Another Day", em que a intérprete aparece caracterizada como boxeadora, junto a dois bailarinos em uma encenação de combate coreografado.[38]

A seção seguinte, Old School, inspirada no estilo e na cultura nova-iorquina do início dos anos 1980, tem início com Madonna pulando corda no palco para a execução de "Into the Groove",[39] que incorpora elementos de "Toop Toop", do grupo francês Cassius.[40] Na sequência, ocorre um interlúdio de dança que introduz "Heartbeat".[43] Ao longo da faixa, os movimentos de Madonna são coreograficamente controlados por seus dançarinos, em alusão a marionetistas.[38] A apresentação continua com "Borderline", reinterpretada em estilo rock, com a intérprete executando a música em uma guitarra elétrica.[40] Seguiu-se "She's Not Me", em que quatro dançarinas aparecem caracterizadas como Madonna, em referência aos videoclipes de "Open Your Heart", "Material Girl", "Vogue" e "Like a Virgin".[38] O segmento conclui-se com "Music", apresentando elementos de "Put Your Hands Up 4 Detroit" e trechos de "Last Night a DJ Saved My Life".[42] Um breve vídeo projeta um vagão de metrô com grafites, após o qual as portas se fecham, que dão acesso à Madonna e aos dançarinos.[39]

Madonna se apresentando ao decorrer do segmento Rave.

Durante o terceiro bloco, Gypsy, é projetado nos telões o interlúdio em vídeo de "Rain", em que uma fada encontra abrigo sob uma pétala durante uma tempestade. A apresentação também inclui trechos de "Here Comes the Rain Again", da dupla Eurythmics.[44] "Devil Wouldn't Recognize You" é apresentada com Madonna sobre um piano, trajando um manto preto, diante de uma estrutura circular em que se apresentam imagens de chuva.[38] Na apresentação de "Spanish Lesson", a cantora realiza um solo de dança influenciado pelo flamenco de Vadim Kolpakov.[45] Em "Miles Away", a intérprete realiza a execução da faixa no violão.[46] "La Isla Bonita" conta com a participação do Kolpakov Trio, grupo cigano de origem ucraniana, com a inserção da cantiga cigana "Lela Pala Tute".[44][47] Ao final, Madonna acompanha um conjunto de violinistas até a frente do palco e senta-se ao lado dos dançarinos para a apresentação do Kolpakov Trio, que executa "Doli Doli".[47] Em seguida, retorna para interpretar "You Must Love Me", enquanto cenas do filme Evita (1996) são projetadas nos telões.[39][40]

O quarto e último segmento, Rave, é iniciado com "Get Stupid", interlúdio em vídeo sobre o aquecimento global, a fome e outras questões globais, justapondo figuras como John McCain com Hitler e Barack Obama com Gandhi.[48][49] Madonna retorna ao palco para interpretar "4 Minutes" em dueto com Justin Timberlake e Timbaland, ambos são projetados nos telões.[40][50] Seguiu-se a execução de uma remixagem de "Like a Prayer", com elementos de "Feels Like Home", acompanhada por projeções nos telões de passagens da Bíblia, do Alcorão, da Torá e do Talmude.[38][40] Durante a execução de "Ray of Light", a intérprete toca guitarra elétrica, seguida de uma interação com o público, que é convidado a escolher "uma canção antiga, mas boa".[38][51] Em seguida, canta o primeiro verso e refrão da faixa escolhida, prosseguindo com uma versão rock de "Hung Up".[39][40] Um breve vídeo de jogos de fliperama antecede a execução de "Give It 2 Me", contando com a participação do público no refrão.[51] O espetáculo é encerrado com a projeção da frase "Game Over".[40][42]

Alterações de 2009

Diversas alterações foram feitas durante a etapa de 2009. Na apresentação de "Candy Shop", Madonna trajou um novo figurino desenhado por Givenchy, enquanto o vídeo Green Pink Caviar era projetado nos telões.[28][37] "Heartbeat" foi substituída por "Holiday" (1983), contendo elementos de "Everybody" (1982) e "Celebration".[52] A sequência dedicou-se também a homenagear Michael Jackson, falecido antes da retomada da excursão; durante o qual Kento Mori dançou as canções "Billie Jean" e "Wanna Be Startin' Somethin'" (1983), caracterizado como Jackson.[53] Outras alterações incluíram a substituição de "Borderline" por "Dress You Up" (1985), reinterpretada com elementos de "My Sharona" (1979), de The Knack, e "God Save the Queen" (1977), de Sex Pistols.[52] No lugar de "Hung Up", Madonna apresentou uma versão house de "Frozen" (1998), que incluía trechos "I'm Not Alone", de Calvin Harris, e de "Open Your Heart" (1987);[52][54] o videoclipe dirigido por Chris Cunningham era exibido ao fundo.[55] Os telões exibiram, antes de "Ray of Light", uma citação da canção "Man in the Mirror" (1988); "Se você quer fazer do mundo um lugar melhor, olhe para si e faça uma mudança". Em "Give It 2 Me", Madonna e os dançarinos usaram luvas adornadas de joias na mão direita, também como tributo a Jackson.[56]

Análise da crítica

A Sticky & Sweet Tour obteve análises positivas de críticos musicais, os quais elogiaram sua dinâmica performática. Amelia Hill, correspondente do The Guardian, afirmou a noite de abertura em Cardiff evidenciou que "a rainha do pop ainda está no ritmo", e Ian Youngs da BBC News, comparou o ambiente do concerto ao de uma "mega boate", salientando que nem todos gostaram dessa estética.[57][45] Ao CTV News, Darcy Wintonyk disse que o espetáculo representou uma evidência clara da "energia imparável" da cantora, mesmo após completar 50 anos de idade.[58] Dan Aquilante, crítico do New York Post, considerou a turnê como a mais impressionante da artista até aquele momento, destacando a qualidade "fantástica" da produção e a precisão da coreografia, descrita como "bem elaborada".[59] Enquanto Jay N. Miller, do The Patriot Ledger, avaliou o concerto como "de nível extraordinário", George Varga, do SignOn San Diego, elogiou os efeitos visuais.[46][47] Para Jed Gottlieb, do Boston Herald, a Sticky & Sweet superou todas as expectativas, sendo "inigualável – nem JT, nem MJ, nem Pink Floyd chegam perto; iluminação épica, trocas de figurino impecáveis, tudo feito com elegância e vigor".[60] A contínua influência cultural de Madonna foi algo notado por Nekesa Mumbi Moody, jornalista do USA Today, afirmando que, apesar de não se destacar como a melhor cantora ou dançarina, ela continua sendo "talvez a maior artista". Acrescentando que o concerto se destacou por "canções vibrantes, coreografia precisa, cenários espetaculares e efeitos visuais impressionantes".[61] Aos 50 anos, Madonna ainda era, nas palavras de Scott Cronik, "a estrela pop feminina mais relevante do mundo".[30] Em publicação ao Orlando Sentinel, Matthew Palm elogiou a apresentação por sua energia contínua e pela receptividade do público, e Greg Kot, notou que a musicista aparentava estar "mais descontraída" e "exalando entusiasmo" em contraste com o tom mais austero de suas turnês anteriores.[62][63]

Para Ricardo Baca, do The Denver Post, "La Isla Bonita" se destacou como o "auge da capacidade de Madonna de se reinventar".[64]

O repertório da excursão foi elogiado por críticos por integrar de forma coesa os clássicos atemporais da artista com o novo material. Veículos como Blast e o Toronto Sun, apontaram que faixas como "Heartbeat", "She's Not Me" e "Give It 2 Me" se destacaram por sua adaptação a números coreográficos e dançantes.[65][22] Para Ricardo Baca, do The Denver Post, "Into the Groove" foi um "deleite visual vibrante", enquanto "La Isla Bonita" se destacou como o "auge da capacidade de Madonna de se reinventar".[64] Moody salientou que faixas como "Ray of Light" e "Like a Prayer" foram executadas integralmente com novos arranjos, e não reduzidas a medleys.[61] Segundo Isabel Albiston, do The Daily Telegraph, "Music" foi apresentada com destaque singular, enquanto "Hung Up" se sobressaiu pela intensidade energética. Por sua parte, a Slant Magazine apontou influências da estética Erotica em números como "Vogue" e "Into the Groove".[39][66] De acordo com o colunista do East Bay Times, Jim Harrington, a turnê careceu dos elementos conceituais ou controversos característicos da artista, sendo descrita como mais "objetiva".[29] O The Guardian assegurou que a atmosfera da digressão foi "mais leve" do que nas anteriores.[48] Para Albiston, o espetáculo começou sem a confiança característica de Madonna, já Kot descreveu a produção como superficial, com críticas específicas ao bloco Gypsy.[39][63] Schrodt e Jon Pareles, ambos do The New York Times, consideraram que as canções executadas com guitarra foram os momentos mais fracos do concerto, com este último descrevendo-o todo como "aeróbico, não erótico".[66][40] Do The Province, veio a crítica sobre o "ego incontrolável" em alguns segmentos, e um colunista do San Francisco Chronicle afirmou que algumas das novas canções soavam como "descartes de Gwen Stefani", insinuando que Madonna estaria "ficando para trás".[67][68]

A extensão da turnê em 2009 suscitou críticas variadas, Alex Macpherson elogiou a homenagem a Michael Jackson em "Holiday", mas viu as participações especiais e a apresentação de "She's Not Me" como meras tentativas de se manter atual.[69] Em resenha ao concerto em Barcelona, o jornal La Vanguardia, expôs que "esperava mais da apresentação" e criticou os vocais da intérprete.[44] Em contraste, Lisa Verrico do The Times, elogiou o espetáculo por "superar suas expectativas" e descreveu Madonna como "magnífica".[70] Embora tenha apontado a dependência de vocais pré-gravados e arranjos fortemente sintetizados, concluiu que "criticar a estética é não entender a proposta de uma artista que sempre priorizou o espetáculo tanto quanto a música. A turnê mais rentável de 2008 ainda impressiona".[70] A Sticky & Sweet Tour ainda foi incluída na lista das melhores excursões de Madonna por Gina Vivinetto, do The Advocate, e Christopher Rosa, do VH1, classificando-se entre a quinta e sexta posição, respectivamente.[71][72] De maneira similar, também figurou no ranking da Billboard, com a redator Sal Cinquemani elogiando os segmentos Gypsy e Rave.[73]

Recepção comercial

A Sticky & Sweet Tour tornou-se a segunda turnê de maior arrecadação de todos os tempos, atrás apenas de A Bigger Bang Tour dos Rolling Stones (foto).

Os valores dos ingressos para a Sticky & Sweet Tour variaram entre 55 e 350 dólares, valor semelhante ao das turnês anteriores.[11] Em junho de 2008, dois meses antes do seu início, 90% dos ingressos já haviam sido vendidos e a Billboard estimava que a Sticky & Sweet Tour se tornaria a turnê feminina de maior arrecadação, superando a Confessions Tour.[74][75] Durante a temporada de 2008, a digressão bateu vários recordes: mais de 72 000 pessoas assistiram a um único concerto em Zurique, registrando presença recorde de espectadores no país;[76] em Londres, o concerto no Wembley Stadium contou com 74 000 espectadores e arrecadou mais de 12 milhões dólares, a maior receita já registrada no local; e dois concertos esgotados no Stade de France, em Paris, atraíram mais de 138 000 pessoas e arrecadaram 17,5 milhões de dólares.[76][77]

Na América do Norte, a rápida venda de ingressos e a elevada demanda em cidades como Oakland, Las Vegas, Vancouver, Toronto e Montreal resultaram na inclusão de novas datas.[75][78] Com 23 concertos esgotados desde 2001, Madonna registrou o maior número de apresentações consecutivas com lotação máxima no Madison Square Garden em uma década.[79] Contudo, alguns estádios, incluindo o Dodger Stadium (Los Angeles) e o Dolphin Stadium (Miami), registraram menor procura por ingressos.[80] Em contraste, a Cidade do México registrou forte procura, com 96 000 entradas vendidas em pouco mais de duas horas.[81] Na etapa latino-americana, 60 000 ingressos esgotaram-se em três horas para o concerto em Buenos Aires e datas adicionais foram incluídas em outras capitais, como Rio de Janeiro, São Paulo e Santiago.[82][83] Ao final do ano, a Sticky & Sweet Tour arrecadou 282 milhões de dólares, consolidando-se como a turnê de maior bilheteria do ano e a mais bem-sucedida de um artista solo até então.[79]

Após o anúncio da extensão da turnê em 2009, mais de um milhão de ingressos, avaliados em aproximadamente 100 milhões de dólares, foram comercializados em poucos dias.[84] As apresentações em Londres, Manchester, Oslo e Bélgica esgotaram-se rapidamente, e Madonna quebrou recordes de vendas em Tallinn e Helsinque, com esta última atraindo 85 354 espectadores – o maior número para um artista solo nos países nórdicos.[85][1][86][87] Durante o primeiro concerto em Gotemburgo, mais de 55 000 ingressos foram vendidos em duas horas, e a elevada demanda em Tel Aviv levou à inclusão de uma segunda apresentação.[85][88] A segunda etapa arrecadou 222 milhões de dólares em 46 concertos esgotados, elevando a arrecadação total para mais de 400 milhões em 85 apresentações em 52 países, com 3,5 milhões de espectadores.[89] A turnê tornou-se a de maior bilheteira de um solista à época e a segunda maior de todos os tempos, atrás apenas de A Bigger Bang Tour (2005–07) dos Rolling Stones, que arrecadou 558 milhões de dólares.[90] Em 2009, a Sticky & Sweet Tour ganhou três troféus Billboard Touring, incluindo Melhor Turnê e Melhor Figurino, além de Melhor Empresário para Guy Oseary.[91] Por quase 15 anos, a digressão deteve o recorde de maior receita feminina, até ser ultrapassada em 2023 por Taylor Swift, com a The Eras Tour.[92]

Controvérsias

Madonna apresentando "You Must Love Me" ao lado do grupo cigano Kolpakov Trio.

O interlúdio em vídeo de "Get Stupid" tornou-se alvo de debate político, ao associar visualmente John McCain, então candidato à presidência pelo Partido Republicano, a figuras como Hitler e Robert Mugabe. De acordo com Tucker Bounds, porta-voz de McCain, "as comparações são indignas, inaceitáveis e grosseiramente discriminatórias, tudo ao mesmo tempo". Por outro lado, o vídeo mostrava o também candidato Barack Obama, do Partido Democrata, ao lado de John Lennon, Gandhi e Al Gore. Tommy Vetor, representante da campanha de Obama, repudiou o conteúdo, descrevendo-o como "injurioso e ofensivo".[93] Durante o espetáculo no Petco Park, Madonna comemorou a vitória de Obama nas eleições, dirigindo-se ao público: "Estou tão feliz agora! Vocês estão tão felizes quanto eu?". Logo depois, incentivou os espectadores a aplaudir o presidente eleito, afirmando tratar-se do "melhor dia da minha vida". Os telões exibiram imagens de Obama acompanhadas da frase "nós vencemos".[94] A cantora criticou publicamente a então candidata republicana à vice-presidência, Sarah Palin. Durante uma apresentação em Nova Jérsei, afirmou: "Sarah Palin não pode vir à minha festa. Sarah Palin não pode vir ao meu concerto. Não é nada pessoal. [...] Aqui está o carro para andar na neve do marido de Sarah Palin, que não vai dar partida", seguido por um ruído altíssimo.[95] Ao cantar "I Love New York" no Madison Square Garden, disse: "Sabem quem devia sair da minha área? A Sarah Palin! Eu vou chutar seu traseiro, se não sair da minha área". Seguidamente, satirizou o sotaque de Palin, dizendo sarcasticamente que "a ama".[95] Durante a estreia de Filth and Wisdom, filme de sua autoria como diretora, Madonna esclareceu que suas declarações sobre Palin deveriam ser interpretadas como uma metáfora.[96]

Em Londres, Madonna foi multada em 135 mil libras esterlinas pelas autoridades do estádio de Wembley, por exceder o tempo máximo em sua apresentação.[97] Durante o concerto no Stadio Olimpico de Roma, Madonna dedicou "Like a Virgin" ao Papa Bento XVI, afirmando antes de cantá-la: "Eu dedico essa música ao papa, porque somos todos filhos de Deus". O jornal italiano Corriere della Sera descreveu o ato como uma "incitação que certamente será debatida".[98] Durante a apresentação em Bucareste, a cantora falou sobre a discriminação enfrentada pelos ciganos; "Chamaram a minha atenção para a grande discriminação contra ciganos no Leste Europeu. Isso me deixou muito triste". Diante das vaias dos espectadores, Madonna enfatizou que "não acreditamos em discriminação, acreditamos em liberdade e direitos iguais para todos".[99] Liz Rosenberg, sua assessora de imprensa, declarou que "[Madonna] tem feito turnê com uma trupe fenomenal de músicos ciganos que a alertaram sobre o tratamento injusto contra eles em vários países, então ela se sentiu compelida a fazer um breve discurso. Ela não vai mais dar nenhuma declaração".[100]

Incidente em Marselha

A apresentação agendada no Stade Vélodrome (foto) em Marselha foi cancelada após um acidente que causou duas mortes.

Em 16 de julho de 2009, cerca das 17h15 (TMG), o palco que estava sendo montado para a apresentação de 19 de julho no Stade Vélodrome, em Marselha, desabou. O acidente deixou oito trabalhadores feridos e vitimou fatalmente Charles Criscenzo, de 53 anos, no local, e Charles Prow, de 23 anos, que faleceu horas depois em um hospital. De acordo com informações dos bombeiros, o teto da estrutura ficou instável durante o içamento por quatro guindastes, o que resultou na queda de um deles.[101] O vereador de Marselha, Maurice de Nocera, declarou que, por não ocorrer de forma imediata, o desabamento possibilitou que diversas pessoas deixassem o local sem ferimentos.[101] O concerto foi cancelado após o incidente.[102]

Durante o espetáculo em Údine, Madonna homenageou os técnicos falecidos por meio de um discurso; "Dois homens morreram, o que é uma grande tragédia para mim, sinto-me devastada por estar, de algum modo, vinculada ao sofrimento de alguém. Portanto, vamos todos dedicar um momento de oração por Charles Criscenzo e Charlie Prow".[103] No dia em que se realizaria o concerto, a cantora esteve em Marselha, onde esteve com a família de Criscenzo para apresentar condolências e, em seguida, visitou os trabalhadores que estavam hospitalizados.[102] Em comunicado oficial, afirmou: "É com profunda dor que recebo esta trágica notícia. Dedico minhas orações àqueles que ficaram feridos e suas famílias, acompanhadas das minhas mais sinceras condolências a todos os impactados por este lamentável acontecimento".[101] Contudo, Madonna não obteve autorização para visitar o estádio, tendo em vista que a investigação do incidente ainda estava em andamento.[103]

Em fevereiro de 2021, quase doze anos após os acontecimentos, quatro pessoas foram condenadas por homicídio involuntário e lesões corporais por um tribunal francês, enquanto três outros foram absolvidos.[104] Jacqueline Bitton, então responsável pela divisão francesa da Live Nation, foi sentenciada a dois anos de prisão, cuja execução foi suspensa, e a uma multa de 20 mil euros. Os demais réus foram condenados a penas de prisão com efeito suspensivo, com multas variando entre 10 e 15 mil euros. As condenações financeiras recaíram sobre a Live Nation France e Tour Concept, que foram multadas em 150 000 e 50 000 euros, respetivamente.[105]

Gravação e transmissão

Madonna apresentando a canção "Into the Groove".

Em 3 de dezembro de 2008, Madonna anunciou que os concertos reagendados em Buenos Aires seriam registrados para um especial televisivo.[106] O filme-concerto resultante, Madonna: Sticky & Sweet, foi dirigido por Nathan Rissman, que já havia trabalhado com a cantora no documentário I Am Because We Are.[107] Produzido pela Live Nation, o especial foi exibido pelo canal britânico Sky1 em 4 de julho de 2009.[107] Seguidamente foi transmitido em outros canais de televisão a cabo, como a Cityvibe em 30 de outubro, e Epix, sendo descrito pelo executivo Mark Greenberg como um evento "icônico" que definiria a marca.[108][109][110] Para promover a estreia do registro na Epix, a apresentação de "Into the Groove" foi disponibilizada na Internet pela Billboard.[111] Também foi ao pela VH1 em abril de 2010.[112]

A obra teve seu lançamento comercial confirmado em 12 de janeiro de 2010, mas Madonna não se envolveu diretamente na edição, já que se dedicava à direção de seu primeiro filme, W.E. (2011).[113][114] O lançamento de Sticky & Sweet Tour ocorreu em 30 de março e foi disponibilizado em DVD, Blu-ray e CD, contendo mais de 30 minutos de material bônus.[113] O material recebeu críticas mistas de críticos musicais e jornalistas, sendo que alguns destacaram apresentações como "Into the Groove", outros notaram a falta de dinamismo em comparação com os álbuns ao vivo anteriores da artista.[115][116][117] Foi a 19.ª entrada de Madonna no top dez da Billboard 200.[118] Complementarmente, Madonna: Sticky & Sweet, um livro de fotos tiradas por Guy Oseary, empresário da cantora, foi lançado em fevereiro de 2010 pela editora powerHouse Books.[119]

Repertório

Lista de canções presentes no repertório de acordo com várias fontes.[a]

2008

Bloco I: Pimp

  1. "The Sweet Machine" (interlúdio; contém elementos de "Manipulated Living", "4 Minutes" e "Give It 2 Me")
  2. "Candy Shop" (contém elementos de "4 Minutes" e "Beat Goes On")
  3. "Beat Goes On" (contém elementos de "And the Beat Goes On")
  4. "Human Nature" (contém elementos de "Gimme More" e "What You Need")
  5. "Vogue" (contém elementos de "4 Minutes" e "Give It to Me")
  6. "Die Another Day" (interlúdio; contém elementos de "Planet Rock" e "Looking for the Perfect Beat")

Bloco II: Old School

  1. "Into the Groove" (contém elementos de "It's like That", "Double Dutch Bus", "Toop Toop", "Apache", "Jam On It" e "Jump")
  2. "Heartbeat"
  3. "Borderline"
  4. "She's Not Me"
  5. "Music" (contém elementos de "Put Your Hands Up 4 Detroit", juntamente com trechos de "Last Night a DJ Saved My Life")

Bloco III: Gypsy

  1. "Rain" / "Here Comes the Rain Again" (interlúdio)
  2. "Devil Wouldn't Recognize You"
  3. "Spanish Lesson"
  4. "Miles Away"
  5. "La Isla Bonita" / "Lela Pala Tute"
  6. "Doli Doli" (apresentado por Kolpakov Trio)
  7. "You Must Love Me"

Bloco IV: Rave

  1. "Get Stupid" (interlúdio; contém elementos de "Give It 2 Me", "4 Minutes", "Voices" e "Beat Goes On")
  2. "4 Minutes"
  3. "Like a Prayer" (contém elementos de "Feels Like Home")
  4. "Ray of Light"
  5. "Hung Up" (contém elementos de "A New Level")
  6. "Give It 2 Me"
2009

Bloco I: Pimp

  1. "The Sweet Machine" (interlúdio; contém elementos de "Manipulated Living", "4 Minutes" e "Give It 2 Me")
  2. "Candy Shop" (contém elementos de "4 Minutes" e "Beat Goes On")
  3. "Beat Goes On" (contém elementos de "And the Beat Goes On")
  4. "Human Nature" (contém elementos de "Gimme More" e "What You Need")
  5. "Vogue" (contém elementos de "4 Minutes" e "Give It to Me")
  6. "Die Another Day" (interlúdio; contém elementos de "Planet Rock" e "Looking for the Perfect Beat")

Bloco II: Old School

  1. "Into the Groove" (contém elementos de "It's like That", "Double Dutch Bus", "Toop Toop", "Apache", "Jam On It" e "Jump")
  2. "Holiday" (contém elementos de "Celebration" e "Everybody", juntamente com trechos de "Jam", "2000 Watts", "Billie Jean", "Another Part of Me" e "Wanna Be Startin' Somethin'")
  3. "Dress You Up" (contém elementos de "My Sharona", "God Save the Queen" e "Mickey")
  4. "She's Not Me"
  5. "Music" (contém elementos de "Put Your Hands Up 4 Detroit", juntamente com trechos de "Last Night a DJ Saved My Life")

Bloco III: Gypsy

  1. "Rain" / "Here Comes the Rain Again" (interlúdio)
  2. "Devil Wouldn't Recognize You"
  3. "Spanish Lesson"
  4. "Miles Away"
  5. "La Isla Bonita" / "Lela Pala Tute"
  6. "Doli Doli" (apresentado por Kolpakov Trio)
  7. "You Must Love Me"

Bloco IV: Rave

  1. "Get Stupid" (interlúdio; contém elementos de "Give It 2 Me", "4 Minutes", "Voices" e "Beat Goes On")
  2. "4 Minutes"
  3. "Like a Prayer" (contém elementos de "Feels Like Home")
  4. "Frozen" (contém elementos de "I'm Not Alone", juntamente com trechos de "Open Your Heart")
  5. "Ray of Light"
  6. "Give It 2 Me"
Notas
  • Durante a etapa de 2008, a cantora atendeu aos pedidos dos fãs cantando versões a capella de diversas canções, como "Holiday", "Like a Virgin", "Material Girl", "Dress You Up", "Open Your Heart", "Express Yourself" (1989), "Secret" (1994), "Beautiful Stranger" (1999), "American Life" (2003) e "Sorry" (2005).[b]
  • Durante o concerto em Nova Iorque, no dia 7 de outubro de 2008, Madonna cantou "I Love New York".[95]
  • Durante o concerto em Nova Iorque, no dia 11 de outubro de 2008, Madonna dedicou "You Must Love Me" à filha Lourdes, em celebração ao seu 12º aniversário. Na mesma noite, Pharrell Williams se apresentou com a cantora durante "Beat Goes On" e "Give It 2 Me".[126]
  • Durante o concerto em Los Angeles, no dia 6 de novembro de 2008, Britney Spears e Justin Timberlake se apresentaram com Madonna durante "Human Nature" e "4 Minutes", respectivamente. Antes do início da apresentação, uma falha técnica comprometeu a estrutura superior do palco e interferiu em parte da iluminação. Mesmo assim, Madonna decidiu seguir adiante, declarando: "Apesar das falhas no teto e na iluminação, quero continuar, pois não quero decepcionar meus fãs".[127]
  • Durante os concertos em Buenos Aires, Madonna cantou "Don't Cry for Me Argentina".[122]
  • Durante o concerto em Copenhague, no dia 11 de agosto de 2009, Madonna cantou "Happy Birthday" ao seu filho Rocco, que completava nove anos.[128]

Datas

Lista de concertos de 2008[18][120][83][129][130]
Data
(2008)
Cidade País Local Ato de
abertura
Público Receita
23 de agosto Cardiff País de Gales Millennium Stadium Paul Oakenfold 33,460 / 33,460 US$ 5,279,107
26 de agosto Nice França Stade Charles-Ehrmann Robyn 41,483 / 41,483 US$ 4,381,242
28 de agosto Berlim Alemanha Olympiastadion 47,368 / 47,368 US$ 6,048,086
30 de agosto Zurique Suíça Militärflugplatz Dübendorf 70,314 / 70,314 US$ 11,093,631
2 de setembro Amesterdã Países Baixos Amsterdam Arena 50,588 / 50,588 US$ 6,717,734
4 de setembro Düsseldorf Alemanha LTU Arena 35,014 / 35,014 US$ 4,650,327
6 de setembro Roma Itália Stadio Olimpico Benny Benassi 57,690 / 57,690 US$ 5,713,196
9 de setembro Frankfurt Alemanha Commerzbank-Arena Robyn 39,543 / 39,543 US$ 6,020,706
11 de setembro Londres Inglaterra Wembley Stadium Paul Oakenfold 73,349 / 73,349 US$ 11,796,540
14 de setembro Lisboa Portugal Parque da Bela Vista Robyn 75,000 / 75,000 US$ 6,295,068
16 de setembro Sevilha Espanha Estadio La Cartuja 47,712 / 59,258 US$ 4,874,380
18 de setembro Valência Circuit Ricardo Tormo 50,143 / 50,143 US$ 4,941,980
20 de setembro Saint-Denis França Stade de France Bob Sinclar 138,163 / 138,163 US$ 17,583,211
21 de setembro
23 de setembro Viena Áustria Donauinsel Robyn 57,002 / 57,002 US$ 8,140,858
25 de setembro Budva Montenegro Praia de Jaz 47,524 / 47,524 US$ 3,463,063
27 de setembro Atenas Grécia Olympic Stadium 75,637 / 75,637 US$ 9,030,440
4 de outubro East Rutherford Estados Unidos Izod Center Paul Oakenfold 16,896 / 16,896 US$ 2,812,250
6 de outubro Nova Iorque Madison Square Garden 61,586 / 61,586 US$ 11,527,375
7 de outubro
11 de outubro
12 de outubro
15 de outubro Boston TD Banknorth Garden 26,611 / 26,611 US$ 3,658,850
16 de outubro
18 de outubro Toronto Canada Air Canada Centre 34,324 / 34,324 US$ 6,356,171
19 de outubro
22 de outubro Montreal Bell Centre 34,301 / 34,301 US$ 5,391,881
23 de outubro
26 de outubro Chicago Estados Unidos United Center 30,968 / 30,968 US$ 5,777,490
27 de outubro
30 de outubro Vancouver Canadá BC Place Stadium 52,712 / 52,712 US$ 5,389,762
1 de novembro Oakland Estados Unidos Oracle Arena 28,198 / 28,198 US$ 4,964,765
2 de novembro
4 de novembro San Diego Petco Park 35,743 / 35,743 US$ 5,097,515
6 de novembro Los Angeles Dodger Stadium 43,919 / 43,919 US$ 5,858,730
8 de novembro Las Vegas MGM Grand Garden Arena 29,157 / 29,157 US$ 8,397,640
9 de novembro
11 de novembro Denver Pepsi Center 23,501 / 23,501 US$ 4,434,020
12 de novembro
16 de novembro Houston Minute Maid Park 41,498 / 41,498 US$ 5,170,100
18 de novembro Detroit Ford Field 30,119 / 30,119 US$ 2,395,900
20 de novembro Filadélfia Wachovia Center 13,790 / 13,790 US$ 2,318,530
22 de novembro Atlantic City Boardwalk Hall 13,293 / 13,293 US$ 3,321,000
24 de novembro Atlanta Philips Arena 14,843 / 14,843 US$ 2,632,952
26 de novembro Miami Gardens Dolphin Stadium 47,998 / 47,998 US$ 6,137,030
29 de novembro Cidade do México México Foro Sol 104,270 / 104,270 US$ 10,428,743
30 de novembro
4 de dezembro Buenos Aires Argentina Estadio Monumental 263,693 / 263,693 US$ 18,274,292
5 de dezembro[c]
7 de dezembro
8 de dezembro[d]
10 de dezembro Santiago Chile Estadio Nacional Julio Martínez Prádanos 146,242 / 146,242 US$ 11,385,499
11 de dezembro
14 de dezembro Rio de Janeiro Brasil Estádio do Maracanã 107,000 / 107,000 US$ 7,322,269
15 de dezembro
18 de dezembro São Paulo Estádio do Morumbi 196,656 / 196,656 US$ 15,462,185
20 de dezembro
21 de dezembro
Lista de concertos de 2009[121][131]
Data
(2009)
Cidade País Local Ato de
abertura
Público Receita
4 de julho Londres Inglaterra The O2 Arena Paul Oakenfold 27,464 / 27,464 US$ 5,873,149
5 de julho
7 de julho Manchester Manchester Evening News Arena 13,457 / 13,457 US$ 2,827,517
9 de julho Paris França Palais Omnisports de Paris-Bercy 15,806 / 15,806 US$ 2,306,551
11 de julho[e] Werchter Bélgica Werchter Festival Park 68,434 / 68,434 US$ 7,190,295
14 de julho Milão Itália San Siro 55,338 / 55,338 US$ 6,507,798
16 de julho Údine Stadio Friuli 28,362 / 28,362 US$ 3,236,277
21 de julho Barcelona Espanha Estadi Olímpic Lluís Companys 44,811 / 44,811 US$ 5,010,557
23 de julho Madrid Vicente Calderón Stadium 31,941 / 31,941 US$ 4,109,791
25 de julho Saragoça Recinto de la Feria de Zaragoza 30,940 / 30,940 US$ 2,015,381
28 de julho[f] Oslo Noruega Valle Hovin 79,409 / 79,409 US$ 10,481,500
30 de julho
2 de agosto São Petersburgo Rússia Praça do Palácio 27,103 / 27,103 US$ 4,431,805
4 de agosto Tallinn Estônia Tallinna Lauluväljak 72,067 / 72,067 US$ 5,924,839
6 de agosto Helsinque Finlândia Jätkäsaari 85,354 / 85,354 US$ 12,148,455
8 de agosto Gotemburgo Suécia Ullevi Stadion 119,709 / 119,709 US$ 14,595,910
9 de agosto
11 de agosto Copenhague Dinamarca Parken Stadion 48,064 / 48,064 US$ 6,709,250
13 de agosto Praga República Tcheca Přírodní amfiteátr Chodov 42,682 / 42,682 US$ 3,835,776
15 de agosto Varsóvia Polônia Lotnisko Bemowo 79,343 / 79,343 US$ 6,526,867
18 de agosto Munique Alemanha Olympiastadion 35,127 / 35,127 US$ 3,655,403
22 de agosto Budapeste Hungria Kincsem Park 41,045 / 41,045 US$ 3,920,651
24 de agosto Belgrado Sérvia Ušće Park 39,713 / 39,713 US$ 1,738,139
26 de agosto Bucareste Romênia Parcul Izvor 69,088 / 69,088 US$ 4,659,836
29 de agosto Sófia Bulgaria Natsionalen Stadion Vasil Levski 53,660 / 53,660 US$ 4,896,938
1 de setembro Tel Aviv Israel Park HaYarkon 99,674 / 99,674 US$ 14,656,063
2 de setembro
Total 3,545,899 / 3,557,445
(99%)
US$ 407,803,266

Cancelamentos

Lista de concertos cancelados[133][102][134]
Data
(2009)
Cidade País Local Motivo
8 de julho Manchester Inglaterra Manchester Evening News Arena Problemas técnicos
19 de julho Marselha França Stade Vélodrome Comprometimento estrutural do palco
28 de julho Hamburgo Alemanha Trabrennbahn Bahrenfeld Questões de logística
20 de agosto Liubliana Eslovênia Hippodrome Baixa venda de ingressos

Créditos

O processo de elaboração da turnê atribuem os seguintes créditos pessoais:[19][20]

Banda
  • Madonna – idealização, vocais, guitarra
  • Kiley Dean – vocais de apoio
  • Kevin Antunes – direção musical, teclados, programação
  • Brian Frasier-Moore – bateria
  • Ric'key Pageot – piano, teclados, acordeão
  • Monte Pittman – guitarra, vocais de apoio, campana
  • Eric Jao "DJ Enferno" – toca-discos
  • Arkadiy Gips – violino, vocais de apoio
  • Alexander Kolpakov – guitarra, vocais de apoio
  • Vladim Kolpakov – guitarra, vocais de apoio, dançarino
  • Sean Spuehler – projetista sonoro
  • Demetrius Moore – ambientação sonora
Dançarinos
  • Leroy Barnes Jr. – dançarino
  • Sofia Boutella – dançarina
  • Jaron Boyd – dançarino
  • Emilie Capel – dançarina
  • Williams Charlemoine – dançarino
  • Paul Kirkland – dançarino
  • Jennifer Kita – dançarina
  • Kento Mori – dançarino
  • Yaman Okur – dançarino
  • Charles Parks IV – dançarino
  • Valeree Pohl – dançarino
  • Anthony Rue II – dançarino
  • Nilaya Sabnis – dançarina
  • Jason Young – dançarino
  • Rikiccho – dançarino
  • Dah-yoshi – dançarino
  • Tiffany Saxby – dançarina
Coreógrafos
  • Stefanie Roos – supervisão de coreografia
  • Richmond Talauega – coreógrafo
  • Anthony Talauega – coreógrafo
  • Jamal Sims – coreógrafo
  • Dondraico Johnson – coreógrafo assistente
  • RJ Durell – coreógrafo
  • Alison Faulk – coreógrafo assistente
  • Aakomon Jones – coreógrafo
  • Aljamaal Jones – coreógrafo
  • Jason Young – coreógrafo
  • Rikiccho – coreógrafo do Hamutsun Serve
  • Dah-yoshi – coreógrafo do Hamutsun Serve
  • Charles Parks – coreógrafo de footwork
  • Prince Jron – coreógrafo de footwork
  • Yaman Okur – coreógrafo de freestyle
  • Brahim Rachiki – coreógrafo de tecktonik
  • Jason Lester – coreógrafo de tecktonik
  • Natasha Bielenberg – coreógrafa de dança cigana
  • Flii Stylez – coreógrafo de locking
  • Danielle Polanco – coreógrafa de waacking
  • Stephone Webb – coreografia acrobática
  • Khadijah Maloney – coreografia acrobática (assist.)
  • Stacey Hipps – coreografia acrobática (assist.)
  • Shavonne Monfiston – coreografia acrobática (assist.)
  • Julian Phillips – treinador de boxe
Figurinos
Equipe
  • Jamie King – direção criativa
  • Tiffany Olson – direção criativa (assist.)
  • Tony Villenueva – figurinista de Madonna, supervisão de figurinos
  • Dago Gonzales – direção de vídeo
  • Chris Lamb – direção de vídeo
  • Eugene Riecansky – direção de vídeo
  • Steven Klein – direção de vídeo
  • James Lima – direção de vídeo
  • Nathan Rissman – direção de vídeo
  • Tom Munro – direção de vídeo, fotógrafo
  • David Nord – produção de vídeo, edição
  • Giovanni Bianco – direção de arte, criação gráfica
  • Guy Oseary – empresário
  • Liz Rozenberg – publicitária
  • Jeff Bertuch – conteúdo audiovisual

Ver também

Notas

  1. De acordo com várias fontes:[52][54][45][120][121][122]
  2. De acordo com várias fontes:[22][46][62][63][68][123][124][125]
  3. O concerto estava inicialmente previsto para ocorrer dois dias antes, mas foi remarcado devido a imprevistos técnicos.[106]
  4. O concerto estava inicialmente previsto para ocorrer dois dias antes, mas foi remarcado.[106]
  5. O concerto fez parte da 2.ª edição anual do Werchter Boutique.[132]
  6. O concerto estava inicialmente previsto para ocorrer dois dias antes, mas foi remarcado para substituir a apresentação que havia sido cancelada em Hamburgo.[133]

Referências

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  2. Wadell, Ray (16 de outubro de 2007). «Update: Madonna confirms deal with Live Nation». Billboard (em inglês). Consultado em 8 de outubro de 2021. Cópia arquivada em 11 de fevereiro de 2013 
  3. «Madonna set to tour Down Under, adopt another child». The Sunday Telegraph (em inglês). 1 de março de 2008. Consultado em 8 de outubro de 2021. Arquivado do original em 12 de junho de 2012 
  4. Orloff, Brian (27 de março de 2008). «Madonna will sing 'Like a Virgin' – for $30 Million». People (em inglês). Consultado em 8 de outubro de 2021. Arquivado do original em 8 de março de 2017 
  5. «Madonna confirms world tour this year including date at Wembley». Daily Mirror (em inglês). 17 de abril de 2008. Consultado em 8 de outubro de 2021. Arquivado do original em 23 de novembro de 2008 
  6. «Hard Candy – Official press release» (em inglês). Madonna.com. 2 de março de 2008. Consultado em 8 de outubro de 2021. Cópia arquivada em 7 de janeiro de 2010 
  7. Ganz, Caryn (1 de maio de 2008). «Madonna debuts Hard Candy with Justin Timberlake at New York club show». Rolling Stone (em inglês). Consultado em 30 de dezembro de 2024. Cópia arquivada em 5 de novembro de 2018 
  8. «Madonna holds private concert for one night in Paris» (em inglês). France 24. 7 de maio de 2008. Consultado em 2 de janeiro de 2025. Cópia arquivada em 14 de fevereiro de 2011 
  9. «Madonna reworks hits at Radio 1's Big Weekend». NME (em inglês). 11 de maio de 2008. Consultado em 8 de outubro de 2021. Cópia arquivada em 1 de dezembro de 2017 
  10. «Madonna confirms fall 2008 tour!» (em inglês). Madonna.com. 1 de maio de 2008. Consultado em 8 de outubro de 2021. Cópia arquivada em 7 de janeiro de 2010 
  11. a b c Wadell, Ray (8 de maio de 2008). «Madonna announces 'Sticky and Sweet' tour». Billboard (em inglês). Consultado em 8 de outubro de 2021. Cópia arquivada em 29 de março de 2013 
  12. «Regresa Madonna a México 'Sticky and sweet' tras 15 años de ausencia» (em espanhol). W-Radio. 21 de junho de 2008. Consultado em 8 de outubro de 2021. Cópia arquivada em 8 de outubro de 2021 
  13. «Tras 12 años, Madonna volvió a la Argentina». Perfil (em espanhol). 2 de dezembro de 2008. Consultado em 8 de outubro de 2021. Cópia arquivada em 8 de outubro de 2021 
  14. Te Koha, Nui (30 de novembro de 2008). «Madonna dumps Aussie tour dates». The Sunday Telegraph (em inglês). Consultado em 8 de outubro de 2021. Arquivado do original em 2 de setembro de 2012 
  15. Wadell, Ray (30 de janeiro de 2009). «Madonna resuming Sticky & Sweet Tour this summer». Billboard (em inglês). Consultado em 8 de outubro de 2021. Cópia arquivada em 29 de junho de 2013 
  16. Daryl, Easlea (2012). Madonna: Blond Ambition (em inglês). Milwaukee: Backbeat Books. p. 246. 292 páginas. ISBN 9781617130342. Consultado em 2 de janeiro de 2025 
  17. «Sticky & Sweet Tour – Press release» (em inglês). Madonna.com. 20 de agosto de 2008. Consultado em 8 de outubro de 2021. Cópia arquivada em 25 de novembro de 2010 
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  20. a b Blanco, Giovanni (2008). Madonna: Sticky & Sweet Tour 2009 (em inglês). Estados Unidos: Boy Toy, Inc., Sire Records Merchandise 
  21. «Madonna's 'Sticky & Sweet' world tour secrets revealed». NME (em inglês). 21 de agosto de 2008. Consultado em 8 de outubro de 2021. Arquivado do original em 22 de agosto de 2008 
  22. a b c Stevenson, Jane (19 de outubro de 2008). «We love you, Madonna». Toronto Sun (em inglês). Consultado em 28 de setembro de 2021. Arquivado do original em 20 de outubro de 2008 
  23. Morrow, Fiona (31 de outubro de 2008). «Queen of Pop's Vancouver party». The Globe and Mail (em inglês). Consultado em 3 de outubro de 2021. Arquivado do original em 1 de novembro de 2008 
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