Oposição a Vladimir Putin na Rússia

A bandeira branca-azul-branca, que vem sendo usada por diversos grupos e indivíduos da oposição desde 2022.

A oposição à administração presidencial de Vladimir Putin na Rússia, comumente referida como oposição russa, [nota 1] pode ser dividida entre os partidos de oposição parlamentar na Duma Estatal e as várias organizações de oposição não sistêmicas. Enquanto os primeiros são amplamente vistos como mais ou menos leais ao governo e a Putin,[1][2] as últimas se opõem ao governo e são, em sua maioria, não representadas nos órgãos governamentais. De acordo com a ONG russa Levada Center, cerca de 15% da população russa desaprovava Putin no início de 2023.[3][4] A oposição às visões políticas de Putin também é chamada de anti-putinismo.

A "oposição sistêmica" é composta principalmente pelo Partido Liberal Democrata da Rússia (LDPR), peloPartido Comunista da Federação Russa (KPRF), pelo Rússia Justa – Pela Verdade (SRZP), pelo Novo Povo e por outros partidos menores; estes grupos políticos, embora afirmem estar na oposição, geralmente apoiam as políticas do governo.[5][6]

Os principais partidos políticos considerados parte da oposição não sistêmica incluem o Yabloko e o Partido da Liberdade Popular (PARNAS), juntamente com o partido não registado Rússia do Futuro e o Partido Libertário da Rússia (LPR). Outros grupos de oposição notáveis incluíram o Conselho de Coordenação da Oposição Russa (KSO) (2012–2013) e A Outra Rússia (2006–2011), bem como várias organizações não governamentais (ONGs).[7]

Seus apoiadores variam em ideologia política, indo de liberais, comunistas, socialistas e anarquistas a nacionalistas russos. Eles são unidos principalmente pela oposição a Putin e à corrupção governamental. No entanto, a falta de unidade dentro da oposição também prejudicou sua posição.[8][9][10] Figuras da oposição afirmam que várias leis foram aprovadas e outras medidas foram tomadas pelo governo de Putin para impedi-los de obter qualquer sucesso eleitoral.

Contexto e composição

Uma reportagem The Guardian, de Luke Harding, observou que durante a década de 2000 os neonazistas, os nacionalistas russos e os grupos ultranacionalistas foram a oposição mais significativa ao governo de Putin.[11]

Alexei Navalny, figura proeminente da oposição liberal russa, disse antes de seu envenenamento em 2020 que o Kremlin tinha "muito mais medo dos ultranacionalistas do que dele", observando que "[os ultranacionalistas] usam a mesma retórica imperial que Putin, mas podem fazê-lo muito melhor do que ele".[12]

Em 4 de março de 2022, o presidente russo Vladimir Putin sancionou uma lei que introduz penas de prisão de até 15 anos para quem divulgar "notícias falsas" sobre a operação militar russa na Ucrânia;[13] milhares de russos foram processados ao abrigo desta lei por criticarem a invasão russa da Ucrânia,[14] incluindo o político da oposição Ilya Yashin e a artista Aleksandra Skochilenko.[15] A perseguição foi dirigida contra russos pró-democracia e pacifistas, enquanto as críticas ao regime de Putin por parte de ativistas pró-guerra e ultranacionalistas foram amplamente ignoradas.[16]

As pesquisas do Levada Center de 2022 indicaram que havia pelo menos 30 milhões de russos pró-europeus que se opunham à guerra na Ucrânia, mas muito poucos deles conseguiram deixar a Rússia. A crítica literária Galina Yuzefovich disse que deixar a Rússia é um "privilégio" para aqueles que podem "se dar ao luxo disso".[17]

Em 2022 e 2023, especialistas políticos na Rússia e nos Estados Unidos descreveram a oposição ultranacionalista de extrema-direita a Putin como possivelmente "o desafio mais sério" ao regime russo.[18][19][20]

Alguns observadores notaram o que descreveram como uma "luta geracional" entre os russos sobre a percepção do governo de Putin, com os russos mais jovens mais propensos a se oporem a Putin e suas políticas e os russos mais velhos mais propensos a aceitar a narrativa apresentada pela mídia controlada pelo Estado na Rússia. A taxa de aprovação de Putin entre os jovens russos era de 32% em janeiro de 2019, de acordo com o Levada Center.[21] Outra pesquisa da organização apontou que o apoio a Putin entre os russos de 18 a 24 anos era de 20% em dezembro de 2020.[22]

Ações e campanhas

As campanhas atuais da oposição incluem a disseminação de relatórios anti-Putin, como Putin Must Go (2010), Putin. Results. 10 years (2010), Putin. Corruption (2011) e Life of a Slave on Galleys (2012). Versões em vídeo desses relatórios, intituladas Lies of Putin's regime,[23] foram visualizadas cerca de 10 milhões de vezes na Internet.[24]

Além disso, são realizadas séries de ações de menor escala. Por exemplo, em Moscou, na primavera de 2012, houve uma série de flash mobs "Praça Branca", quando manifestantes caminharam pela Praça Vermelha com fitas brancas,[25] no final da primavera e no verão, eles organizaram o acampamento de protesto "Occupy Abay" e no outono realizaram "Caminhadas da Liberdade" semanais com correntes simbolizando solidariedade aos presos políticos.[26]

Uma monstração é uma demonstração paródica onde os participantes zombam gentilmente das políticas do Kremlin.[27]

Participação nas eleições

Algumas figuras da oposição, por exemplo, o grande mestre de xadrez Garry Kasparov, disseram que não há eleições na Rússia de Putin,[28][29] e que a participação num procedimento chamado eleições apenas legitima o regime.

Por outro lado, uma pequena parte dos liberais (o partido da "Escolha Democrática") considera as eleições como a principal ferramenta para atingir os seus objetivos políticos.[30]

História

Manifestação em apoio aos presos políticos na Rússia, Moscou, 27 de outubro de 2013.

Protestos "Salvem a NTV" de 2001

Um dos primeiros atos de dissidência contra Vladimir Putin foram os protestos contra a aquisição da emissora independente NTV pela Gazprom, alinhada a Putin, entre 31 de março e 14 de abril de 2001. Membros da Duma Estatal da oposição, incluindo Boris Nemtsov e Grigory Yavlinsky, estavam presentes e exigiram a manutenção da propriedade da emissora, que era crítica ao governo russo. As reivindicações dos manifestantes não foram atendidas.

Marcha dos Dissidentes, 2006–2008

A Marcha dos Dissidentes foi uma série de protestos da oposição russa iniciada em 2006. Foi precedida por manifestações da oposição em cidades russas em dezembro de 2005, que envolveram um número menor de pessoas. A maioria dos protestos da Marcha dos Dissidentes não foi autorizada pelas autoridades. A manifestação da Marcha dos Dissidentes foi organizada pela Outra Rússia, um amplo grupo que incluía líderes da oposição, como o Partido Nacional Bolchevique, liderado por Eduard Limonov, a Vanguarda da Juventude Vermelha (de extrema-esquerda), bem como liberais como o ex-campeão mundial de xadrez e líder da Frente Cívica Unida, Garry Kasparov.

Estratégia-31, 2009–2011

A Estratégia-31 foi uma série de protestos cívicos em apoio ao direito à reunião pacífica na Rússia, garantido pelo Artigo 31 da Constituição Russa. Desde 31 de julho de 2009, os protestos foram realizados em Moscou, na Praça Triumfalnaya, no dia 31 de cada mês, durante 31 dias.[31] A Estratégia-31 foi liderada pelo escritor Eduard Limonov e pela ativista de direitos humanos Lyudmila Alexeyeva.

Protestos russos de 2011–2013

Manifestantes anti-Putin marcham em Moscou, 12 de junho de 2012

A partir de 5 de dezembro de 2011, um dia após as eleições para a Duma Estatal, ocorreram repetidas ações políticas massivas de cidadãos russos que discordavam do resultado dessas "eleições". A atual onda de manifestações de oposição em massa foi chamada em algumas publicações de "revolução da neve".[32][33][34][35] Essas manifestações continuaram durante a campanha para a eleição do Presidente da Rússia e após a eleição presidencial de 4 de março de 2012, na qual Putin venceu oficialmente o primeiro turno. Os manifestantes alegavam que as eleições foram acompanhadas de violações da legislação eleitoral e fraude generalizada. Um dos principais slogans da maioria das ações era "Por eleições justas!" e uma fita branca foi escolhida como símbolo dos protestos. A partir da primavera de 2012, as ações foram chamadas de marchas de milhões e assumiram a forma de uma marcha seguida de um comício. Os discursos dos participantes eram anti-Putin e antigoverno.

A "Marcha dos Milhões" de 6 de maio de 2012, na aproximação à Praça Bolotnaya, foi dispersada pela polícia. No caso da Praça Bolotnaya, 17 pessoas são acusadas de cometer violência contra a polícia (12 delas estão presas). Um grande número de defensores dos direitos humanos e líderes comunitários declararam os detidos inocentes e a polícia responsável pelos confrontos.[36][37]

Para o comício de 15 de dezembro de 2012, aniversário dos protestos em massa contra as eleições fraudulentas, os organizadores não conseguiram chegar a um acordo com as autoridades e a participação foi baixa. Vários milhares de pessoas reuniram-se sem cartazes na Praça Lubyanka e depositaram flores na Pedra Solovetsky.[38]

Protestos antiguerra na Rússia em 2014

Marcha pela Paz, Moscou, 21 de setembro de 2014

Em 2014, membros da oposição russa realizaram protestos contra a guerra, em oposição à intervenção militar russa na Ucrânia, após a revolução ucraniana de 2014 e a crise da Crimeia. Os protestos da Marcha da Paz ocorreram em Moscou em 15 de março, um dia antes do referendo sobre o status da Crimeia. Os protestos foram os maiores na Rússia desde os protestos de 2011. A Reuters informou que 30.000 pessoas participaram da manifestação contra a guerra em 15 de março.[39]

Protestos russos de 2017–2018

Marcha em memória de Boris Nemtsov em Moscou, 26 de fevereiro de 2017

Em 26 de março de 2017, protestos contra a alegada corrupção no governo russo ocorreram simultaneamente em diversas cidades do país. Os protestos começaram após o lançamento do filme Ele Não É Dimon Para Você, da Fundação Anticorrupção de Alexei Navalny. Uma pesquisa do Instituto Levada, realizada em abril de 2017, revelou que 45% dos russos entrevistados apoiavam a renúncia do primeiro-ministro russo Dmitry Medvedev,[40] enquanto 33% se opunham. A revista Newsweek noticiou que "Uma pesquisa de opinião realizada pelo Centro Levada, com sede em Moscou, indicou que 38% dos russos apoiavam os protestos e que 67% responsabilizavam Putin pessoalmente pela corrupção em altos escalões."[41]

Uma pesquisa do Levada de maio de 2017 revelou que 58% dos russos entrevistados apoiavam os protestos, enquanto 23% disseram desaprová-los.[42]

Protestos contra as pensões na Rússia em 2018

Manifestação por eleições justas em 10 de dezembro de 2011 na Praça Bolotnaya, em Moscou. Ponte Luzhkov com faixas: "Ladrões e bandidos, devolvam-nos as eleições!", "Deputados, não os elegemos!".

A partir de julho de 2018, quase todos os fins de semana, protestos e manifestações foram organizados contra o aumento planejado da idade de aposentadoria. Tais eventos ocorreram em quase todas as principais cidades do país, incluindo Novosibirsk, São Petersburgo e Moscou. Esses eventos foram coordenados por todos os partidos de oposição, com o papel de liderança dos comunistas. Sindicatos e alguns políticos (entre eles Navalny) também atuaram como organizadores das ações públicas.[43]

A intenção de aumentar a idade de aposentadoria reduziu drasticamente a popularidade do presidente Vladimir Putin e do primeiro-ministro Dmitry Medvedev na Rússia. Assim, em julho de 2018, apenas 49% votariam em Putin se as eleições presidenciais fossem realizadas naquele momento (enquanto durante as eleições de março de 2018, ele obteve 76,7%).[44][45]

Protestos russos de 2019

Manifestação em Moscou em apoio aos candidatos da oposição para a Duma Municipal de Moscou. 10 de agosto de 2019

No primeiro semestre de 2019, ocorreram aproximadamente 863 protestos em todo o país.[46]

A partir de julho de 2019, começaram em Moscou protestos pela participação de candidatos independentes nas eleições para a Duma Municipal de Moscou em 2019. O protesto de 20 de julho foi o maior desde 2012. O protesto de 27 de julho bateu recordes em número de detidos e violência policial.[47][48] O protesto de 10 de agosto superou em número o de 27 de julho, com fontes da oposição relatando entre 50 e 60 mil participantes.[49]

Protestos russos de 2020

O líder da oposição Navalny durante a marcha em memória de Boris Nemtsov em Moscou, em 29 de fevereiro de 2020

Em 27 de fevereiro de 2020, Navalny, Yashin, Yavlinsky, Volkov e muitos outros políticos da oposição estiveram presentes numa marcha em memória do ex-vice-primeiro-ministro e crítico de Vladimir Putin, Boris Nemtsov, que foi assassinado. A manifestação contou com cerca de 23.000 apoiantes da oposição.[50]

Em 20 de agosto de 2020, Navalny foi envenenado com Novichok, o que levou ao seu tratamento médico em Berlim, Alemanha.[51]

Protestos no Krai de Khabarovsk em 2020–2021

Em 9 de julho de 2020, o popular governador do Krai de Khabarovsk, Sergei Furgal, que derrotou o candidato do partido Rússia Unida de Putin nas eleições de dois anos antes, foi preso e levado para Moscou. Furgal foi preso 15 anos após os supostos crimes de que é acusado. Todos os dias, desde 11 de junho, protestos em massa têm sido realizados no Krai de Khabarovsk em apoio a Furgal.[52] Em 25 de julho, estima-se que dezenas de milhares de pessoas participaram do terceiro grande protesto em Khabarovsk.[53] Os protestos incluíram gritos de "Fora Putin!", "Esta é a nossa região", "Furgal era a nossa escolha" ou "Vergonha para o LDPR" e "Vergonha para o Kremlin!"[53][54][55]

Em uma pesquisa do Levada Center realizada de 24 a 25 de julho de 2020, 45% dos russos entrevistados viram os protestos de forma positiva, 26% de forma neutra e 17% de forma negativa.[56]

Protestos de Navalny em 2021

Protestos em Lipetsk, 23 de janeiro de 2021

Em 23 de janeiro de 2021, protestos foram realizados em toda a Rússia em apoio ao líder da oposição russa, Alexei Navalny, que foi detido e preso após retornar à Rússia em 17 de janeiro, depois de ter sido envenenado. Poucos dias antes dos protestos, foi publicada uma investigação de Navalny e de sua Fundação Anticorrupção, acusando Putin de corrupção. O vídeo obteve 70 milhões de visualizações em poucos dias.[57]

Desde a prisão de Navalny, observou-se um "endurecimento da postura" por parte do governo, com a escolha entre "ir para o Ocidente ou para o Oriente" sendo oferecida a figuras proeminentes da oposição, o que significa uma alternativa não negociável entre emigrar ("Ocidente") ou ir para colônias penais ("Oriente"). Entre os que deixaram a Rússia estão os políticos Lyubov Sobol, Dmitry Gudkov, Ivan Zhdanov (cujo pai, no entanto, havia sido preso na Rússia como refém), Kira Yarmysh, e os jornalistas Andrei Soldatov, Irina Borogan e Roman Badanin. A onda de repressão também foi associada às eleições para a Duma em setembro de 2021.[58][59]

Protestos eleitorais russos de 2021

Foram realizados protestos contra a alegada fraude em larga escala a favor do partido no poder.[60]

Protestos contra a guerra de 2022

Grafites contra a guerra em São Petersburgo, Rússia

Após a invasão russa da Ucrânia em 2022, os manifestantes usaram a bandeira branca-azul-branca como símbolo de oposição, embora nem todos a tenham usado. Vários ativistas da oposição (como Maria Motuznaya) criticaram a justificação de AssezJeune (um dos criadores da bandeira) para remover a faixa vermelha.[61]

O político da oposição russa Ilya Yashin foi condenado a oito anos e meio de prisão por discutir o massacre de Bucha, na Ucrânia, em uma transmissão ao vivo no YouTube.
Ilustração retratando a artista russa Aleksandra Skochilenko, que foi presa por substituir etiquetas de preço em supermercados por mensagens contra a guerra.

Na tarde da invasão russa da Ucrânia, o Comitê de Investigação da Rússia emitiu um alerta aos russos de que enfrentariam repercussões legais por participarem de protestos não autorizados relacionados à "tensa situação política externa".[62] Os protestos foram recebidos com ampla repressão pelas autoridades russas. De acordo com o OVD-Info, pelo menos 14.906 pessoas foram detidas entre 24 de fevereiro e 13 de março,[63][64] incluindo as maiores prisões em massa em um único dia na história da Rússia pós-soviética, em 6 de março.[65]

Em fevereiro de 2022, mais de 30.000 trabalhadores da área de tecnologia,[66] 6.000 profissionais da saúde, 3.400 arquitetos,[67] mais de 4.300 professores,[68] mais de 17.000 artistas,[69] 5.000 cientistas,[70] e 2.000 atores, diretores e outras figuras criativas assinaram cartas abertas pedindo ao governo de Putin que parasse a guerra.[71][72] Alguns russos que assinaram petições contra a guerra da Rússia na Ucrânia perderam seus empregos.[73]

Em 17 de março, Putin fez um discurso no qual chamou os opositores da guerra de "escória e traidores", dizendo que uma "autolimpeza natural e necessária da sociedade só fortalecerá nosso país".[74][75] As autoridades russas estavam incentivando os russos a denunciarem seus amigos, colegas e familiares à polícia por expressarem oposição à guerra na Ucrânia.[76]

Mais de 2.000 pessoas foram detidas ou multadas até maio de 2022, com base nas leis que proíbem informações "falsas" sobre os militares.[77] Em julho de 2022, Alexei Gorinov, membro do conselho distrital de Krasnoselsky, em Moscou, foi condenado a sete anos de prisão após fazer comentários contra a guerra em uma reunião do conselho em março.[78] O advogado Pavel Chikov afirmou que essa foi a primeira pena de prisão imposta sob as novas leis russas de censura à guerra de 2022.[79] De acordo com a Anistia Internacional, até junho de 2023, cerca de 20.000 cidadãos russos haviam sofrido represálias severas por se oporem à guerra na Ucrânia.[80]

Em outubro de 2023, Vyacheslav Volodin, um aliado próximo de Putin e presidente da Duma Estatal, afirmou que os russos que "desejam a vitória do regime nazista assassino de Kiev" deveriam ser enviados para a região de Magadan, no extremo leste do país, conhecida pelos seus campos de trabalhos forçados da era Stalin, e obrigados a trabalhar nas minas.[81] Em novembro de 2023, Volodin escreveu em seu canal no Telegram que os russos que deixaram o país após a invasão russa da Ucrânia e que agora estão retornando "devem entender que ninguém aqui os está esperando de braços abertos", porque eles "cometeram traição contra a Rússia".[82]

Movimento partisan russo, 2022–presente

Em resposta à invasão da Ucrânia, numerosos grupos armados, pró-democracia e anti-autoritários, de guerrilha e insurgentes surgiram na Rússia em aberta rebelião com o objetivo de sabotar o esforço de guerra e derrubar Putin e seu regime.[83] Esses grupos se envolvem principalmente em guerra de guerrilha contra o Estado e utilizam a destruição de infraestrutura, como ferrovias, centros de recrutamento militar e torres de rádio, bem como outros meios para prejudicar o Estado, como a realização de assassinatos. Alguns dos grupos mais notáveis envolvidos no conflito incluem a Organização de Combate dos Anarco-Comunistas (BOAK), considerada pelo The Insider como "a força 'subversiva' mais ativa" na Rússia desde o início da guerra,[84] o Exército Nacional Republicano,[85] a Legião da Liberdade da Rússia,[86] e o Corpo de Voluntários Russos de extrema-direita.[87]

Rebelião Wagner de 2023

Em 23 de junho de 2023, as forças leais ao Grupo Wagner de Yevgeny Prigozhin iniciaram um motim contra o governo russo. O grupo justificou a revolta citando a má gestão da invasão russa da Ucrânia pelo Ministério da Defesa russo (nomeadamente culpando Sergei Shoigu, o Ministro da Defesa russo), bem como alegando que o exército russo bombardeou um dos quartéis do Grupo Wagner, resultando em baixas. O Wagner ocupou a cidade de Rostov-on-Don, cercando e depois tomando o quartel-general do Distrito Militar do Sul. Prigozhin jurou marchar sobre Moscou e prender Shoigu e outros generais russos, e levá-los a julgamento pelo assassinato de membros do Wagner.[88]

Não houve demonstrações espontâneas significativas de apoio público ao governo Putin durante a rebelião.[89] A população russa demonstrou uma reação predominantemente "silenciosa" e apática.[90][91] A analista russa Anna Matveeva contrastou a resposta do público russo com a do público turco durante a tentativa de golpe de Estado na Turquia em 2016, onde numerosos cidadãos turcos participaram ativamente em manifestações contra o golpe.[92]

Eleições presidenciais russas de 2024

Putin deveria deixar a presidência em 2024 devido aos limites de mandato previstos na Constituição da Rússia,[93][94] mas era amplamente esperado que ele tentasse permanecer no poder por meio de certos mecanismos, como a alteração da Constituição, embora Putin tenha afirmado o contrário em 2018.[95][96][93] Como previsto, Putin anunciou que seriam propostas alterações constitucionais que lhe permitiriam permanecer no poder até 2036, "redefinindo" seus mandatos, o que foi amplamente criticado pela oposição. Essas alterações foram então "aprovadas" em um referendo contestado, no qual observadores eleitorais independentes receberam centenas de denúncias de irregularidades e funcionários públicos foram deliberadamente induzidos a votar a favor.[97][93][94] O líder da oposição, Alexei Navalny, rejeitou a legitimidade da votação e denunciou as mudanças, afirmando que elas tornariam Putin "presidente vitalício".[97]

Boris Nadezhdin tentou concorrer nas eleições de 2024, com pesquisas e previsões indicando que ele estava em segundo lugar, atrás de Putin, e à frente da porcentagem de votos projetada dos outros três candidatos combinados. O kremlinologista Mikhail Zygar disse que ele havia se tornado o "segundo político mais popular" da Rússia[98][99][100][101][102][103][104]

A jornalista Yekaterina Duntsova tentou candidatar-se nas eleições de 2024 com uma plataforma de oposição à guerra na Ucrânia, comentando: "Qualquer pessoa sensata que desse este passo teria medo - mas o medo não deve vencer".[105][106] No entanto, foi rapidamente impedida de concorrer pela Comissão Eleitoral Central, que alegou que ela havia cometido "100 erros", como erros ortográficos nos formulários, e que, portanto, deveria ter o seu registo negado.[105][107][108][109] A BBC noticiou a rejeição de Dunstova que: "a rejeição imediata de uma crítica de Putin será vista por alguns como prova de que nenhuma dissidência será tolerada na campanha".[105] O nacionalista e anteriormente pró-Putin Igor Girkin, que também tentou candidatar-se, declarou abertamente que a eleição era uma "farsa", afirmando que "o único vencedor é conhecido de antemão" e "entendo perfeitamente que, na situação atual da Rússia, participar da campanha presidencial é como sentar-se à mesa para jogar com trapaceiros".[105][110] Girkin, um ex-agente do FSB, foi posteriormente condenado a quatro anos de prisão.[111]

Protesto em frente à Embaixada da Rússia em Berlim exigindo a libertação de presos políticos na Rússia, fevereiro de 2024.

Boris Nadezhdin declarou sua intenção de concorrer com uma plataforma de oposição a Putin e à guerra na Ucrânia.[112][113] Ele rapidamente ganhou apoio, e filas se formaram em cidades e vilarejos por toda a Rússia e em frente à sede de Boris Nadezhdin em Moscou para assinar seus nomes em apoio à sua candidatura à presidência.[114][115][113] Imagens mostraram como milhares de pessoas fizeram fila, mesmo na neve, para assinar seus nomes, e ele obteve "níveis surpreendentes de apoio", especialmente de russos urbanos mais jovens.[113][116][117][118] O número de russos que compareceram para assinar seus nomes foi tão inesperadamente alto que centros de inscrição extras tiveram que ser adicionados em Moscou.[117] Naquilo que foi descrito como algo "aparentemente inatingível na política russa",[118] Nadezhdin conseguiu unificar muitos políticos de oposição proeminentes e figuras públicas em torno de sua campanha e obteve seus apoios: Yekaterina Duntsova (que havia sido anteriormente impedida[119][120]), Mikhail Khodorkovsky, Ekaterina Schulmann, Yulia Navalnaya (esposa de Alexei Navalny), Ilya Varlamov, Lyubov Sobol e muitos outros.[121][122][123][124] O principal líder da oposição russa, Navalny, também transmitiu uma mensagem de sua prisão, dando seu apoio à campanha de Nadezhdin.[113] O próprio Navalny havia sido impedido de participar da eleição presidencial russa anterior, em 2018, por motivos amplamente considerados políticos.[113]

O ex-agente do FSB, Igor Girkin, nacionalista e pró-guerra, declarou abertamente que a próxima eleição presidencial de 2024 era uma "farsa" e que "o único vencedor já se sabe de antemão". Posteriormente, ele foi preso por insultar Putin e impedido de concorrer.[125][126][127][128][129]

Diversas fontes, inclusive de dentro do Kremlin, afirmaram que o Kremlin provavelmente tentaria impedir que Nadezhdin entrasse na cédula eleitoral.[130][131][132] A Comissão Eleitoral Central (CEC) usa regularmente o processo de coleta de assinaturas para recusar o registro de potenciais candidatos da oposição, atuando como uma forma de filtro para impedir desenvolvimentos indesejados para o Kremlin.[133] Em 30 de janeiro de 2024, o propagandista do Kremlin e apresentador de televisão Vladimir Solovyov alertou Nadezhdin: "Sinto pena de Boris. O tolo não percebeu que não está sendo usado como bode expiatório para concorrer à presidência, mas sim para um processo criminal por acusações de traição à pátria."[130]

Como previsto, em 8 de fevereiro de 2024, Nadezhdin foi impedido de concorrer devido a supostas "irregularidades" nas assinaturas dos eleitores que apoiavam sua candidatura.[134] A comissão eleitoral alegou que apenas 95.587 de suas assinaturas em apoio à sua candidatura eram válidas, pouco menos do que as 100.000 necessárias para concorrer.[135] Sua equipe afirmou que alguns dos "erros" que a comissão eleitoral alegou existirem eram meros erros de digitação menores que ocorreram quando os nomes manuscritos foram inseridos em seus computadores.[136] Nadezhdin publicou provas disso, mostrando a Rua Mayakovsky digitada como "Rua Myakovsky", a cidade de Salekhard grafada incorretamente como "Salikhard" e um endereço em Rostov-on-Don digitado como "Rostov-on-Dom".[137] Nadezhdin explicou que a comissão então usou isso para rejeitar essas assinaturas sob a alegação de que o endereço dessas pessoas "não correspondia".[137] A comissão também alegou, de forma duvidosa, que havia onze pessoas mortas na lista de assinaturas de Nadezhdin e que isso desqualificava toda a sua lista de 105.000 assinaturas – que, na verdade, era mais do que as 100.000 necessárias para concorrer.[138] A imprensa contatou o homem cujo endereço havia sido inserido incorretamente como 'Rostov-on-Dom', e ele confirmou que de fato havia adicionado sua assinatura em apoio à candidatura de Nadezhdin, dizendo que "isso constitui obstrução eleitoral".[137]

Morte suspeita de Navalny

Ação em memória de Alexei Navalny no monumento às vítimas da repressão política em São Petersburgo, em 16 de fevereiro de 2024.

Além de apoiar Nadezhdin, Alexei Navalny e seus aliados convocaram seus apoiadores a protestarem contra Putin no terceiro dia da eleição presidencial, votando todos contra ele ao mesmo tempo.[139] Navalny morreu em circunstâncias suspeitas em sua dura prisão em uma colônia penal no Círculo Polar Ártico, com apenas 47 anos, em 16 de fevereiro de 2024.[140][141] Após sua morte, russos começaram a levar flores a monumentos em homenagem às vítimas da repressão política em cidades de todo o país.[142] Pessoas depositaram flores na Pedra Solovetsky e no Muro da Dor, em Moscou.[143] A Procuradoria de Moscou alertou os russos contra protestos em massa.[144] Centenas de pessoas em mais de 30 cidades russas foram detidas pela polícia simplesmente por participarem de memoriais improvisados em homenagem a Navalny.[145]

As autoridades aumentaram ainda mais as suspeitas ao recusarem-se a libertar o corpo de Navalny à sua família durante mais de uma semana após a sua morte, com a sua esposa a afirmar que o corpo estava a ser mantido até que os vestígios de envenenamento intencional por Novichok desaparecessem.[146][147][148] Ele já tinha sido envenenado com Novichok pelos serviços secretos russos em 2020, o que só foi descoberto na altura porque foi organizada uma evacuação de emergência para o hospital especializado Charité em Berlim, que realizou os testes que identificaram o veneno.[147][149] A mãe de Navalny tentou ir à colónia prisional onde ele morreu para recolher o corpo, mas foi repetidamente impedida e, em vez disso, enviada para um necrotério onde o corpo nunca tinha sido levado, sem lhe terem dito onde se encontrava.[146] Ela foi então supostamente ameaçada para concordar com um enterro "secreto" de Navalny, caso contrário ele seria enterrado na prisão, tendo-lhe sido dado apenas três horas para aceitar o ultimato.[150][148] Ela se recusou a negociar e exigiu que as autoridades cumprissem a lei que obriga os investigadores a entregar o corpo em até dois dias após a determinação das causas da morte.[150] A esposa de Navalny foi então forçada a assinar uma certidão de óbito alegando que ele havia morrido de causas naturais, enquanto as autoridades afirmavam que ele havia desmaiado e morrido de "síndrome da morte súbita".[150][148][151] Tal cenário é considerado suspeito devido a outras "mortes súbitas" de pessoas que criticaram Putin, como Ravil Maganov e Yevgeny Prigozhin .[151] Analistas independentes também rejeitam as explicações médicas das autoridades para sua morte.[152] Mais de 50.000 russos enviaram solicitações ao governo russo exigindo a devolução do corpo à sua família.[153]

Após a morte suspeita do principal líder da oposição, Alexei Navalny, em fevereiro de 2024, sua viúva, Yulia Navalnaya, prometeu dar continuidade ao seu trabalho, pedindo aos russos que "ficassem ao meu lado".

As autoridades devolveram tardiamente o corpo de Navalny oito dias após sua morte,[154] e, após seu enterro em Moscou, milhares desafiaram a provável repressão para aparecer nas ruas, entoando seu nome e sua oposição a Putin.[155] 250.000 pessoas também assistiram a uma transmissão ao vivo de seu funeral, fornecida por sua equipe, apesar das aparentes tentativas das autoridades de interromper a cobertura pela internet.[156] As multidões presentes gritavam "não à guerra", "Rússia sem Putin" e "A Rússia será livre", mesmo com a presença visível da polícia.[155] A cerimônia fúnebre também contou com a presença de Boris Nadezhdin e Yekaterina Duntsova, os dois candidatos da oposição que haviam sido impedidos de concorrer contra Putin na eleição presidencial, com Nadezhdin declarando: "Viemos nos despedir de uma pessoa que foi um símbolo de uma era. Ainda há esperança de que tudo ficará bem e que a Rússia será livre e pacífica como Alexei sonhou".[156]

Houve ampla condenação internacional das autoridades russas pela morte de Navalny.[157] O presidente dos EUA, Biden, comentou: "Não há dúvida de que a morte do Sr. Navalny foi consequência de algo que Putin e seus capangas fizeram", enquanto o presidente francês, Emmanuel Macron, manifestou sua "raiva e indignação", acrescentando: "Na Rússia de hoje, espíritos livres são colocados no gulag e condenados à morte".[157] O governo alemão pediu a libertação de presos políticos na Rússia, com um porta-voz comentando: "É chocante que pessoas estejam sendo presas na Rússia por depositarem flores em homenagem à morte de Alexei Navalny".[157]

Meio-dia contra Putin, 2024

Após a morte de Navalny, sua esposa, Yulia Navalnaya, disse que continuaria seu trabalho, pedindo aos russos que "ficassem ao meu lado" e "compartilhassem a fúria e o ódio por aqueles que ousaram matar nosso futuro".[158][159][160] Ela compareceu perante o Parlamento Europeu em 28 de fevereiro de 2024 e foi ovacionada de pé por seu discurso emocionante, no qual afirmou que derrotar Putin exige inovação em vez de apenas aplicar sanções e resoluções contra seu regime.[161] Em março, ela reiterou o pedido de Navalny para que os russos protestassem contra a eleição presidencial, comparecendo em massa e formando longas filas nos locais de votação ao meio-dia de 17 de março, já que era uma ação de protesto que poderia mostrar a força do sentimento anti-Putin sem que as autoridades pudessem impedi-la ou prender pessoas por isso.[162]

Figuras da oposição

Liderança da oposição

Ano Líder Partido político Evento/Eleição Posição
2000–2015 † Boris Nemtsov Partido da Liberdade Popular
  • Vice-presidente da Duma Estatal (2000)
  • Líder do grupo parlamentar da União das Forças de Direita (2000–2003)
  • Membro do Conselho de Coordenação da Oposição Russa (2012–2013)
  • Membro do parlamento regional russo da região de Yaroslavl (2013–2015)
2015–2024 † Alexei Navalny A Rússia do Futuro Membro e figura de proa do Conselho de Coordenação da Oposição Russa (2012-2013),

possível candidato presidencial nas eleições de 2018

2024–presente Sem uma liderança definida

(Yulia Navalnaya no exílio)

Esposa de Alexei Navalny
Ano Líder Partido Evento/Eleição Posição
2000–presente Gennady Zyuganov Partido Comunista da Federação Russa Membro da Duma Estatal (1994–presente)

Símbolos

Em 2012, o termo oposição da fita branca foi aplicado aos manifestantes por eleições justas, pois usavam fitas brancas como símbolo.[287]

A bandeira branca-azul-branca é um símbolo de oposição à invasão russa da Ucrânia, sendo utilizada por manifestantes russos contra a guerra . Também tem sido usada como símbolo de oposição ao atual governo da Rússia. A bandeira não foi usada por muitos manifestantes russos contra a guerra (especialmente aqueles dentro da Rússia), pois estes costumam hastear a atual bandeira branca-azul-vermelha.[288]

Durante a rebelião do Grupo Wagner, as forças leais ao grupo Wagner pintaram um Z vermelho na lateral dos seus veículos, em referência ao Z branco usado pelas forças russas durante a invasão da Ucrânia.[289]

Outros grupos de oposição usam a bandeira russa com uma faixa central azul clara, que foi usada de 1991 a 1993 (durante a chamada República de Agosto, o período mais claro da democracia russa entre a tentativa fracassada de golpe soviético de 1991 e a crise constitucional de 1993) e Patrioticheskaya Pesnya (A Canção Patriótica), um hino nacional da Federação Russa de 1991 a 2000.[290]

Na cultura

Livros

  • 12 Who Don't Agree (2009), livro de não ficção de Valery Panyushkin
  • Winter is Coming (2015), livro de não ficção do ex-grande mestre de xadrez russo Garry Kasparov

Filmes

Ver também

Notas

  1. em russo: Политическая оппозиция в России, Oposição política na Rússia.
  2. Morta em 2018.
  3. Preso desde 2018.
  4. Exilado desde 2000, sujeito a um alerta vermelho da Interpol emitido pelo governo russo, foi encontrado morto em circunstâncias misteriosas em 2013.
  5. Sobreviveu a uma suspeita de envenenamento em 2019.
  6. Exilado desde 2021, com mandado de prisão expedido pelo governo russo.
  7. Exilado desde 2022, designado como "agente estrangeiro" pelo governo russo.
  8. Sobreviveu a uma tentativa de assassinato em 2017 e atualmente vive exilada.
  9. Preso desde 2020.
  10. Atualmente mora no exterior.
  11. Sobreviveu a um envenenamento em 2006 e morreu inesperadamente aos 53 anos em 2009.
  12. Exilado desde 2022, designado como "agente estrangeiro" pelo governo russo.
  13. Condenado a quatro anos de prisão em uma colônia penal em 2024 por insultar Putin.[195]
  14. Condenado a sete anos de prisão em 2022 por se opor à Invasão Russa da Ucrânia.[197]
  15. a b c d e f g h i j k l m n Atualmente em exílio
  16. Preso desde 2023.
  17. Sobreviveu a um envenenamento por mercúrio com o marido, durante o exílio em 2010.
  18. Sobreviveu a um envenenamento por mercúrio com sua esposa no exílio em 2010.
  19. Atualmente lutando na Ucrânia.
  20. Sobreviveu a envenenamento por agentes do SFS em 2015 e 2017, preso desde 2022.
  21. Atualmente mora no exterior.
  22. Exilado desde 2022.
  23. Fugiu da Rússia em 2017 após inúmeros ataques e ameaças contra ela.
  24. Atualmente exilado, com mandado de prisão expedido pelo governo russo.
  25. Sobreviveu a um envenenamento por mercúrio em 2008.
  26. Atualmente no exílio
  27. Estava preso desde 2024 até a troca internacional de prisioneiros.
  28. Exilado desde 2023, condenado a 8,5 anos de prisão à revelia por "divulgar informações sabidamente falsas".[243]
  29. Designado como "agente estrangeiro" pelo governo russo.
  30. Faleceu em 2023.
  31. Faleceu em circunstâncias suspeitas aos 34 anos, em 2012.
  32. Recebeu uma sentença de prisão suspensa de cinco anos em 2021.
  33. Atualmente mora no exterior
  34. Preso desde 2022.
  35. Sobreviveu a um sequestro em 2004.
  36. Atualmente exilada, foi designada "agente estrangeira" pelo governo russo.
  37. Exilado desde 2022.
  38. Designado como "agente estrangeiro" pelo governo russo, também foi expedido um mandado de prisão contra ele.
  39. Condenada a sete anos de prisão em 2023 por substituir cinco etiquetas de preço em um supermercado local por bilhetes criticando a invasão russa da Ucrânia
  40. Exilada desde 2022.
  41. Atualmente exilado, com mandado de prisão expedido pelo governo russo.
  42. Preso desde 2017.
  43. Classificado como "agente estrangeiro" pelo governo russo em 2022.
  44. Sobreviveu a um envenenamento em 2017.
  45. Preso desde 2022.

Referências

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