Sistema de Informação de Schengen
O Sistema de Informação de Schengen (SIS) (Schengen Information System) é uma base de dados governamental mantida pela Comissão Europeia. O SIS é utilizado por 31 países europeus para obter informações sobre indivíduos e entidades para efeitos de segurança nacional, controlo de fronteiras e aplicação da lei desde 2001. Uma segunda versão técnica deste sistema, o SIS II, entrou em funcionamento em 9 de abril de 2013.[1][2][3] Um Sistema de Informação Schengen modernizado entrou em funcionamento a 7 de março de 2023.[4]
| Schengen Information System (SIS) | |
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Espaço Schengen Países com fronteiras abertas, mas que não fazem parte do Espaço Schengen Membros da UE legalmente obrigados a aderir ao Espaço Schengen | |
| Fundação | 1995[5] |
|---|---|
| Propósito | Espaço de Liberdade, Segurança e Justiça (ELSJ) |
| Membros | 30 países +4 países e 1 território indiretamente |
| Organização de origem | |
Originalmente concebido como um simples instrumento de informação, o SIS evoluiu para o SIS II, que entrou em funcionamento em 9 de abril de 2013. O SIS estabelece a ligação com outros sistemas, e é utilizado como um instrumento de investigação policial, de combate ao terrorismo e de controlo da imigração.[2][18][19][20]

| União Europeia |
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Nações participantes
As informações no SIS são partilhadas entre as instituições dos países que participam da Convenção de Aplicação do Acordo de Schengen (em inglês: Schengen Agreement Application Convention, SAAC). Os cinco países participantes fundadores foram França, Alemanha, Bélgica, Países Baixos e Luxemburgo. Vinte e um países adicionais aderiram ao sistema desde a sua criação: Espanha, Portugal, Itália, Áustria, Grécia, Finlândia, Suécia, Suíça, Dinamarca, Islândia, Noruega, Estónia, Chéquia, Hungria, Letónia, Lituânia, Malta, Polónia , Eslováquia, Eslovénia e Liechtenstein. Entre os participantes atuais, Islândia, Liechtenstein, Noruega e Suíça são membros da Associação Europeia de Comércio Livre (ALCL, EFTA), mas não da União Europeia.[21]
Embora a Irlanda e o Reino Unido operem a Zona Comum de Viagens (Common Travel Area, CTA) e não tenham assinado a Convenção de Aplicação do Acordo de Schengen (quando o Reino Unido ainda era estado-membro da UE), tinham o direito de participar na cooperação de Schengen nos termos do Tratado de Amesterdão. A Irlanda aderiu apenas às partes relativa à aplicação da lei a 1 de janeiro de 2021 e tem "capacidade operacional plena" desde março de 2021. Como consequência do Brexit, o Reino Unido perdeu o acesso ao sistema a 31 de dezembro de 2020 (as autoridades policiais do Reino Unido realizaram 571 milhões de pesquisas na base de dados só em 2019) e não espera recuperar o acesso antes de 2027, no mínimo.[22][23][24][25]
Introdução
As informações do SIS são armazenadas de acordo com a legislação de cada país participante. Existem mais de 46 milhões de entradas (alertas) no SIS, a maioria sobre documentos de identidade perdidos.[26] Os alertas de pessoas representam cerca de 1,9 por cento da base de dados (cerca de 885.000 registos). Cada alerta contém informações como: nome, data de nascimento, sexo, nacionalidade, pseudónimos, armas ou histórico de violência, o motivo do alerta e a ação a ser tomada se a pessoa for encontrada. O SIS não regista as entradas e saídas dos viajantes do Espaço Schengen porque esses dados são registados no Sistema de Entrada/Saída (SES).[27][28][29][30]
História
Em 25 de março de 1957, o Tratado de Roma foi concluído. Em 3 de fevereiro de 1958, a união económica dos países do Benelux foi formada. Ambos os acordos visavam permitir a livre circulação de pessoas e bens através das fronteiras nacionais. Os países do Benelux, enquanto um grupo menor, conseguiram implementar o acordo rapidamente. O foco das Comunidades Europeias era a integração económica. Somente após a conclusão do acordo de Saarbrücken, em 13 de julho de 1984, os controlos nas fronteiras entre a França e a Alemanha foram flexibilizados.[31][32]
Em 14 de junho de 1985, a França, a Alemanha e as três nações do Benelux concluíram o Acordo de Schengen. Os controles de fronteira sobre pessoas e mercadorias entre essas nações foram gradualmente relaxados. Em 19 de junho de 1990, as cinco nações iniciais juntaram-se a Espanha, Portugal, Itália, Grécia, Áustria e os cinco países da União Nórdica de Passaportes (Nordic Passport Union): Dinamarca, Finlândia, Islândia, Noruega e Suécia.[33][34][35]
Em 21 de dezembro de 2007, o Espaço Schengen foi ampliado para incluir a Estónia, a Chéquia, a Hungria, a Letónia, a Lituânia, Malta, a Polónia, a Eslováquia e a Eslovénia.[1]
A 1 de janeiro de 2023, o Espaço Schengen foi alargado para incluir a Croácia e, posteriormente, a Bulgária e a Roménia, a 1 de janeiro de 2025.[36][37]
Aspectos jurídicos e características técnicas
O SIS foi criado para manter a segurança europeia após 25 de março de 2001, quando a segurança nas fronteiras entre os quinze países fundadores foi relaxada. O SIS exige que as nações Schengen respeitem a força jurídica das informações que o sistema contém. Também exige que as nações respeitem a privacidade e a liberdade pessoal das pessoas cujos dados são mantidos de acordo com as leis nacionais de proteção de dados. O sistema de processamento de informações do SIS deve estar permanentemente conectado às bases de dados dos países membros e deve ser atualizado em tempo real.[38][39]
Estes compromissos são complementados por procedimentos de consulta entre os países membros. Podem ocorrer discussões sobre questões como confirmação de informações, divergência de ações dirigidas pelo SIS, questões de residência e mandados internacionais de detenção.[38]
O SIS é controlado por uma autoridade composta por representantes dos países membros. A proteção dos dados pessoais é uma responsabilidade fundamental. A nível técnico, os países participantes adotaram uma arquitetura em estrela de processamento de dados constituída por um sítio web central que contém a base de dados de referência, denominado C-SIS, cuja responsabilidade é confiada à República Francesa pelo CAAS, e um sítio web (website) por país, conhecido como N-SIS, contendo uma cópia da base de dados.[3]
Dados
O tipo de dados sobre pessoas armazenado no SIS inclui: pedidos de extradição, indesejabilidade da presença em determinado território, menor idade, doença mental, estatuto de pessoa desaparecida, necessidade de proteção, pedidos de uma autoridade judicial, e suspeitos de crime. O SIS também mantém dados referentes a armas de fogo, documentos de identidade, veículos motorizados e papel-moeda perdidos, roubados e desviados.[39]
A França é responsável pela gestão do SIS e utiliza um sistema automatizado de atualização de dados que ocorre a cada cinco minutos. O SIS encaminha automaticamente os dados para as consultas que chegam por meio das grandes bases de dados nacionais. Cada nação membro tem um gabinete responsável pelas comunicações SIS. O SIS também tem uma função denominada Pedido de Informação Complementar na Entrada Nacional (Supplementary Information Request at the National Entry, SIRENE). O Gabinete SIRENE de cada nação membro está obrigado a registar todas as correspondências (hits) para as entradas (alertas) na base de dados do SIS e anexar todas as necessárias informações adicionais para auxiliar as investigações policiais e jurídicas.[39][40]
Cooperação policial e assistência jurídica mútua
Além do SIS e da função SIRENE, a Convenção de Schengen garante a cooperação policial e a assistência jurídica mútua. As polícias das nações membro podem cooperar para prevenir e identificar o crime (Artigo 39), continuar a vigilância além das fronteiras (Artigo 40), perseguir além-fronteiras em certas circunstâncias (Artigo 41), e partilhar informações relevantes para a repressão ou prevenção de ameaças em flagrante delito ou à ordem e à segurança públicas (Artigo 46). Isto permite a rápida execução das sentenças penais e extradições quando um foragido se tenta refugiar numa outra nação membro.[39][40]
Evolução do sistema
Em novembro de 2011, o SIS1 foi renovado pela segunda vez. O principal motivo da renovação foi estabelecer conexão a mais nações.[41]
Em 2007, enquanto ainda decorriam os desenvolvimentos, Portugal disponibilizou a utilização de uma versão pioneira denominada "SISone4ALL" desenvolvida com sucesso pelo Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF) e pela Critical Software.[42][43][44][45]
Em 15 de outubro de 2010, a Bulgária e a Roménia aderiram ao SIS II para a cooperação policial.[46]
Em 9 de abril de 2013, o SIS II entrou em funcionamento.[30][47]
Em 27 de junho de 2017, a Croácia aderiu ao SIS II para a cooperação policial.[48]
Em 1 de agosto de 2018, a Bulgária e a Roménia obtiveram acesso total ao SIS.[49]
Em 1 de janeiro de 2021, a Irlanda aderiu ao contexto de aplicação da lei,[50] com pleno acesso ao SIS para fins de aplicação da lei a partir de 15 de março de 2021.[51]
A 3 de maio de 2022, o Parlamento Europeu aprovou uma proposta para conceder ao Chipre o acesso total ao SIS. A proposta necessitava então de ser endossada pelo Conselho da União Europeia.[52]
A 1 de janeiro de 2023, a Croácia obteve acesso total ao SIS ao aderir ao Espaço Schengen.[53]
A 25 de julho de 2023, o Chipre obteve acesso total ao SIS.[54][55][56]
Em 2023, o Reino Unido estava a negociar a sua readmissão no SIS II, sendo improvável que o acesso ocorra antes do ano fiscal de 2027/2028.[57]
Saída do Reino Unido da União Europeia (Brexit)
A utilização do Sistema de Informação de Schengen (SIS) está limitada aos estados-membros da União Europeia e aos signatários da Convenção de Aplicação do Acordo de Schengen. Embora ainda fosse estado-membro da UE, mas não do Acordo de Schengen, o Reino Unido tinha acesso limitado ao SIS. Este acesso cessou a partir de 1 de janeiro de 2021.[58] Em junho de 2020, o Subcomité de Segurança e Inteligência da Câmara dos Lordes, ao ouvir as evidências de James Brokenshire, Ministro do Interior, expressou preocupação de que o fracasso das negociações comerciais (pós-Brexit) entre o Reino Unido e a UE pudesse levar a atrasos preocupantes no acesso à inteligência antiterrorismo.[59]
Em 2023, o acesso do Reino Unido às bases de dados da UE estava numa fase muito inicial e não se esperava que estivesse concluído antes do ano fiscal de 2027/2028.[60]
A 5 de maio de 2025, a UE voltou a descartar a concessão ao Reino Unido de acesso ao SIS II e à base de dados de impressões digitais Eurodac, apesar das abordagens diretas e das negociações lideradas pelo primeiro-ministro britânico, Keir Starmer.[61][62]
Ver também
- Espaço de liberdade, de segurança e de justiça (ELSJ)
- Política de vistos do Espaço Schengen
- Espaço Schengen
- Acquis de Schengen
- Acordo de Schengen
- Convenção de Schengen
- Diretiva de Retorno
- Mercado interno
- Tratado de Amesterdão
- Direito da União Europeia
- Convenção de Prüm
- Diretiva de Retorno
- Regulamento de Dublim
- Fronteiras externas da União Europeia e do Espaço Schengen
- Política de vistos do Espaço Schengen
- Nacionalidade
- Passaporte
- Visto
- Passaporte biométrico
- Cartão Azul (União Europeia)
- Residente de longa duração (União Europeia)
- Sistema de Informação sobre Vistos (VIS)
- Sistema Europeu de Informação e Autorização de Viagem (ETIAS)
- Sistema de Entrada/Saída (EES)
- Sistema Europeu de Informação sobre Registos Criminais (ECRIS)
- Eurodac
- Registo Público em Linha de Documentos Autênticos de Identidade e de Viagem (PRADO)
- Sistema Avançado de Informação sobre Passageiros (APIS)
- FADO
- Cooperação policial e judicial em matéria penal (CPJ)
- Agência Europeia da Guarda de Fronteiras e Costeira (Frontex)
- Europol
- Interpol
- Sistema Eletrónico para Autorização de Viagem (ESTA) dos EUA
- Autorização Eletrónica de Viagem do Reino Unido (ETA)
- Documento de identidade
- Passaportes da União Europeia
Referências
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- ↑ Excluindo o Chipre do Norte.
- ↑ Incluindo as Ilhas Faroé e a Gronelândia, que estão fora do Espaço Schengen, mas mantêm viagens sem controlo de fronteira com o Espaço Schengen e usam a mesma lista de nacionalidades isentas de visto.
- ↑ Incluindo Åland.
- ↑ Excluindo a França de Além-Mar.
- ↑ Excluindo o Caribe Neerlandês.
- ↑ Excluindo Svalbard e dependências (Ilha Bouvet, Ilha de Pedro I e Terra da Rainha Maud).
- ↑ Incluindo Açores e Madeira.
- ↑ Incluindo as Canárias, Ceuta, Melilha e as praças de soberania (plazas de soberanía).
- ↑ Mantém as fronteiras abertas com Chipre e aplica os mesmos requisitos de visto.
- ↑ Acessível apenas a partir do Espaço Schengen, com fronteiras controladas.
- ↑ Acessível apenas a partir do Espaço Schengen, com fronteiras abertas, ou por mar com os mesmos requisitos de visto.
- ↑ a b Acessível apenas a partir do Espaço Schengen.
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