Palanca-negra

Palanca-negra
Palanca-negra perto do rio Kafue, na Zâmbia
Palanca-negra perto do rio Kafue, na Zâmbia
Estado de conservação
Espécie pouco preocupante
Pouco preocupante (IUCN 3.1) [1]
Classificação científica
Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Mammalia
Ordem: Artiodactyla
Família: Bovidae
Subfamília: Antilopinae
Tribo: Hippotragini
Gênero: Hippotragus
Espécie: H. niger
Nome binomial
Hippotragus niger
(Harris, 1838)
Distribuição geográfica
Distribuição da palanca-negra
Distribuição da palanca-negra

A palanca-negra (português angolano) ou palapala (português moçambicano) (Hippotragus niger) é uma espécie de palanca nativa da África Oriental e Austral.[1][2] Possui uma pelagem entre castanha e negra, com exceção do focinho e da barriga, que são brancos. Também é conhecida em Moçambique como palave[3]. É classificada pela IUCN como espécie pouco preocupante.[1]

São reconhecidas quatro subespécies:[4][5]

A palanca-negra (especialmente a subespécie palanca-negra-gigante) é frequentemente usada como um dos símbolos de Angola. Por exemplo, a palanca-negra é o símbolo da Seleção Angolana de Futebol, apelidados de "palancas-negras". Palanca é também o nome de uma das subdivisões da cidade de Luanda, capital de Angola.[6]

Ver também

Referências

  1. a b c IUCN SSC Antelope Specialist Group (9 de maio de 2016). «Hippotragus niger (Sable Antelope)». The IUCN Red List of Threatened Species (em inglês). doi:10.2305/iucn.uk.2017-2.rlts.t10170a50188654.en. Consultado em 24 de novembro de 2025 
  2. «Hippotragus niger • Sable Antelope». www.mammaldiversity.org. Consultado em 24 de novembro de 2025 
  3. «palave». Dicionário Priberam da Língua Portuguesa. Consultado em 24 de novembro de 2025 
  4. «Hippotragus niger». Mammal Species of the World. Consultado em 24 de novembro de 2025 
  5. «Hippotragus niger (Harris, 1838) (T#15479)». hesperomys.com. Consultado em 24 de novembro de 2025 
  6. «Tabela da divisão administrativa do município de Luanda e respectivas subdivisões internas». virtualidade.blogs.sapo.ao. Consultado em 6 de novembro de 2016