Família Caiado

Caiado é uma família luso-brasileira, centrada em Goiás, notabilizando-se por sua participação na política estadual e nacional, presente no país desde o Século XVIII.[1][2] Há registros da presença desse grupo familiar em Goiás desde 1722, no qual o nome de Manoel Caiado de Souza, natural de Caria, Bispado de Lamego, Portugal, filho de Manoel Dias e Maria Caiado se encontra redigido no assentamento paroquial de Vila Boa de Goiás, no dia 20 de agosto.[3][4][5]

Influência na política, agronegócio, economia e judiciário

Ancestralidade e presença na política

O ingresso na política da família veio por meio de Antônio José Caiado, abolicionista[6] e membro do Partido Liberal durante o Brasil Império, que presidiu a Província de Goiás entre 1883 e 1884, e após a Proclamação da República do Brasil, permaneceu no jogo político, sendo eleito para a presidência estadual em 1892 até 1893, retornando ao cargo em 1895, seguindo para o Senado Federal do Brasil, onde permaneceu na câmara alta brasileira até sua morte em 8 de agosto de 1899. Além disso, foi membro ativo do Partido Republicano de Goiás e sendo um dos seus cofundadores.[7]

Seus descendentes incluem uma série de políticos influentes no estado, como o filho Torquato Ramos Caiado, senador estadual por Goiás entre 1905 e 1908, que teve filhos que exerceram ainda mais influência, englobando: Brasil Ramos Caiado, presidente de Goiás de 1925 a 1929; Leão Di Ramos Caiado, senador estadual de 1925 a 1928 e novamente de 1929 a 1930; e Arnulfo Ramos Caiado, deputado estadual de 1912 a 1924 e Antônio Ramos Caiado, o mais influente da família a partir da Revolução de 1909, articulada pelo grupo político da família Caiado.

Já os bisnetos de Antônio José, filhos de Totó Caiado, Emival Ramos Caiado foi deputado federal por Goiás de 1955 a 1971 e senador de 1971 a 1974; Elcival Caiado que foi deputado federal de 1975 a 1979; notabiliza-se também o filho de Leão, Leonino Caiado, nomeado Prefeito de Goiânia pelo governador Otávio Lage de Siqueira, e subsequentemente, sucedeu-o como Governador de Goiás.

Segue-se, por fim, ao período mais atual em que englobam os trinetos, em que estão integrando o grupo político familiar, os irmãos Carlo e Claudio Ferreira de Caiado Castro, sendo o primeiro vereador do Rio de Janeiro, presidente da Câmara Municipal e ex-deputado estadual pela unidade federativa homônima[8], e o segundo sendo deputado estadual pelo Rio de Janeiro desde 2023[9]; há ainda o governador de Goiás, ex-senador e deputado federal pela mesma unidade federativa, Ronaldo Ramos Caiado, filho de Edenval Ramos Caiado (cujo pai é Totó), que foi classificado em 2023, como o quarto governador mais rico do Brasil, com um patrimônio de R$24 874 436,19. Atualmente Ronaldo segue como liderança política da família.[10][11][12]

Participação no judiciário e em atividades econômicas

Há ainda notoriedade para a primeira e a segunda esposa de Emival, Maria Curado Caiado e Maria Paulina Boss Caiado, respectivamente, que dentre seus filhos, há mais membros que destacaram-se não só na política, como no agronegócio, nas atividades econômicas e no poder judiciário. Do primeiro casamento, há Sérgio Ramos Caiado, ex-deputado federal por Goiás e Emival Ramos Caiado Filho, empresário e CEO do Grupo Rialma S.A.[13][14][15][16]; já do segundo há Breno Boss Cachapuz Caiado[17], jurista e desembargador do Tribunal de Justiça do Estado de Goiás, em conjunto com seu irmão, Murilo Boss Caiado, também advogado.

Os dois Boss Caiados (que são descendentes apenas de Emival e Maria Boss, ao contrário de Emival Filho e Sérgio que são filhos de Maria Curado Caiado e Emival[18]) estão correlacionados ao caso da desocupação do povoado de Antinha de Baixo, em Santo Antônio do Descoberto.[19][20][21] Tal despejo, advém de uma reivindicação das terras ocupadas por cerca de quatrocentas famílias por três herdeiros, que seriam descendentes do proprietário da fazenda homônima do povoado, que engloba todas as terras da região do território, Francisco Apolinário Viana. Desses declarados três herdeiros, está a falecida Maria Paulina Boss Caiado, que na condição de suposta herdeira, deu entrada na justiça para continuidade do processo iniciado em 1945 por Apolinário, nas reivindicações da terra, após 40 anos de existência do caso processual, ou seja, em 1985.[22] A família Boss Caiado uniu-se para habilitar no processo após 4 décadas, portando apenas documentos particulares sem domínios o que é vedado pelo artigo 967 do Código de Processo Civil:

Art. 967. Têm legitimidade para propor a ação rescisória:
I - quem foi parte no processo ou o seu sucessor a título universal ou singular;
II - o terceiro juridicamente interessado;
III - o Ministério Público:
a) se não foi ouvido no processo em que lhe era obrigatória a intervenção;
b) quando a decisão rescindenda é o efeito de simulação ou de colusão das partes, a fim de fraudar a lei;
c) em outros casos em que se imponha sua atuação;
IV - aquele que não foi ouvido no processo em que lhe era obrigatória a intervenção.
Parágrafo único. Nas hipóteses do art. 178 , o Ministério Público será intimado para intervir como fiscal da ordem jurídica quando não for parte.
 

No entanto, mesmo com o trânsito em julgado em 1995, foi somente no ano de 2015 que houve um novo trâmite, quando inicia-se o processo de cumprimento da sentença. Em 4 de agosto de 2025, uma ordem de despejo partiu do Tribunal de Justiça do Estado de Goiás, entidade no qual Breno Boss Caiado é desembargador por indicação do primo, Ronaldo Caiado, governador do estado.

Todavia, tal comunidade integrava remanescentes quilombolas[24], o que levou ao Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária a solicitar a federalização de conflito fundiário.[13][25][26] Seguido dessa solicitação, o Ministério Público Federal deu parecer favorável à comunidade de Antinha do Baixo[27]; consequentemente, uniram-se às solicitações que levaram, junto com alguns advogados dos agricultores, do Partido Socialismo e Liberdade e outras organizações sociais, uma Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF), de número 828.[28] Por meio dessa, o ministro relator, Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal, ordenou, inicialmente o impedimento de qualquer nova despejo na comunidade, removendo assim a jurisdição do Tribunal de Justiça de Goiás, acatando a federalização do caso e declarando que a privatização de uma comunidade quilombola causaria danos irreversíveis; sucessivamente, em 24 de setembro, ordenou fim da desocupação e suspendeu o decreto do TJ-GO.[28][29][30]

Membros notáveis

Antônio José em 1896, como senador federal.

Antônio José Caiado

Antônio José Caiado, nascido em 1825, era natural de Vila Boa de Goiás, capital da Província de Goiás. Era neto do primeiro Caiado registrado no Brasil, Manoel Caiado de Souza, nascido em Caria, Belmonte. Sua família dedicou-se às atividades agropecuárias. Antônio José se tornou abolicionista[6] e membro do Partido Liberal durante o Brasil Império, ao auxiliar na fundação da agremiação política. Em seguida, foi eleito para à vice-presidência da província, assumindo a chefia de Goiás de 25 de outubro de 1883 a 6 de fevereiro de fevereiro de 1884, e novamente entre 3 de setembro e 1.º de novembro de 1884. Para a defesa da abolição da escravidão, fundou conjuntamente ao irmão de Leopoldo de Bulhões, Felix Bulhões, o Centro Libertador de Goiás e o jornal O Libertador. Também foi Coronel da Guarda Nacional em Goiás.[7]

Após o Golpe de 15 de novembro de 1889, que resultou na instauração da República, numa tentativa de contornar as diferenças e disputas políticas internas de Goiás, Caiado uniu-se com Bulhões e fundaram o Partido Republicano de Goiás, ou Centro Republicano. No entanto, mais tarde, haveriam cisões partidárias, como foi o caso do cônego Inácio Xavier de Silva, que fundou o Partido Católico. De todo modo, em 1891, Antônio José Caiado foi um dos eleitos para exercício na legislatura estadual da Constituinte. Como deputado estadual foi um dos responsáveis pela aprovação da Constituição Estadual do referido ano. Todavia, houve um choque político, pois os deputados aprovaram a Constituição sem conhecimento do presidente do Estado, Rodolfo Gustavo da Paixão, que em retaliação cassou o mandato de todos os vinte e quatro parlamentares, incluindo José Caiado, processando-os pelo crime de desobediência civil. Em seguida, com a renúncia do presidente e marechal, Deodoro da Fonseca, além das pressões de Bulhões sob Floriano Peixoto, Paixão foi exonerado,[31]sendo substituído pelo coronel do Exército, Bernardo Antônio de Faria Albernaz, mais próximo de Bulhões e que prosseguiu com a carta constitucional do Estado.[32]

Em seguida, em 30 de abril de 1892, Leopoldo de Bulhões foi eleito presidente do Estado de Goiás, com Antônio José sendo seu primeiro vice-presidente. Porém, como Bulhões estava comprometido com pautas parlamentares de comissões e com a burocracia central no Rio de Janeiro, renunciou em favor de Caiado, que assumiu o governo em 17 de julho. Licenciou-se da presidência em 1.º de julho de 1893, deixando seu vice-presidente, José Inácio Xavier de Brito, no cargo até seu retorno em 16 de julho de 1895, permanecendo apenas por dois dias, quando transmitiu a presidência de Goiás ao seu sucessor eleito, Francisco Leopoldo Rodrigues Jardim. Seguiu para o Senado Federal do Brasil, onde foi empossado em 1896, após eleição suplementar em decorrência da morte do senador Antônio Amaro da Silva Canedo. Caiado permaneceu como senador até sua morte, em 8 de agosto de 1899. Havia feito fortuna devido o comércio inter-regional de seus produtos, em Goiás e Minas Gerais.[7]

Totó Caiado em data desconhecida.

Totó Caiado

Antônio Ramos Caiado, mais conhecido como Totó Caiado[33], havia montado uma linha de influência enquanto bacharel de direito na Faculdade de Direito de São Francisco do Largo, era membro do mesmo partido que seu pai e seu avó, o PRG. Florianista de início, formalizou um grupo em prol da continuidade do Governo Floriano Peixoto, também lutou durante a Revolta da Armada, em 1893, sendo promovido a primeiro-tenente do Exército Brasileiro. Concluiu o bacharelado em 1896, retornando ao seu estado natal.

Em 1904, foi o secretário de Interior, Justiça e Segurança Pública do governo de José Xavier de Almeida; que assim como Almeida, estava se distanciando da figura e grupo de José Leopoldo de Bulhões Jardim; auxiliando Xavier de Almeida a fundar o grupo regional do Partido Republicano Federal. Também nesse espaço de tempo, Bulhões sofreu derrota nas Eleições estaduais em Goiás em 1905, além de ter tido a solicitação de intervenção federal declinada, pelo relator do Congresso Nacional do Brasil, deputado Estevão Lobo Leite Pereira.[33][3]

Todavia, com uma série de desavenças e discordâncias, inclusive com as homologações de candidatura de Hermenegildo Lopes de Morais à presidência do estado, no lugar de João Alves de Castro (caiadista do PRF) e de Gonzaga Jaime, igualmente aliado de Caiado e Rocha Lima, ao Senado Federal; esse último foi substituído pelo próprio José Xavier. Tais ações levaram Caiado a deixar a Secretaria em julho de 1908, marcando o início da reaproximação de sua família e grupo político aos Bulhões.[3]

Em seguida, como membro novamente do Partido Republicano de Goiás, foi eleito deputado federal por Goiás, sendo próximo à ala bulhonista do Partido, permaneceu exercendo mandatos na câmara baixa de 1909 a 1920, quando foi eleito ao Senado e assume a vaga de senador federal por Goiás de 1921 a 1930.[nota 1] A partir de 1909, une-se ao grupo de José Leopoldo de Bulhões Jardim, a fim de liquidar a influência do grupo xavierista, encabeçado pelo ex-presidente estadual e deputado federal por Goiás, José Xavier de Almeida e o seu sogro, Hermenegildo Lopes de Morais, presidente eleito do estado, que acabou por ser derrubado pela recém-formada Legião Democrata. O grupo unificou-se em um partido, o Partido Democrata, no qual Bulhões exerceu a presidência e influência até 1912, nessa época Totó volta-se contra seu aliado e aproveitando-se da Política das Salvações, promovidas pelo presidente do Brasil marechal Hermes da Fonseca, além da oposição e ostracismo político que Bulhões sofria cada vez mais do senador Pinheiro Machado. Com isso, Bulhões foi degolado no processo eleitoral e em pouco tempo Totó assumiu o comando do partido e em 1921, chegou ao Senado.[33][35] Em 1925, formou os chamados Batalhões Patrióticos a fim de combater a Coluna Prestes.[2][36]

No entanto, durante o período da Grande Depressão, crise política entre Minas Gerais e São Paulo e os resultados da eleição presidencial no Brasil em 1930, levaram à eclosão da Revolução de 1930, que não obteve adeptos no estado, como Pedro Ludovico Teixeira e Domingos Vellasco, como dentro da própria família Caiado, centralizado na figura de Mário de Alencastro Caiado, desembargador e jurista.[37] Washington Luís, então presidente do Brasil, reagiu nomeando Totó como interventor federal, sendo que o intuito de Caiado era invadir a região de Triângulo Mineiro, a fim de reprimir qualquer tipo de revolta partindo de lá e executar um estado de sítio; porém a Polícia Militar de Minas Gerais, capitaneada por Quintino Vargas, interceptou as comunicações e deteve Antônio Ramos, efetivando sua prisão e transferência ao Rio de Janeiro.[38][33]

Em 1945, mesmo com a Deposição de Vargas, ele não retorna à política em cargos eletivos, porém se filia à União Democrática Nacional[39], chegando a presidir o Diretório Estadual do partido em 1958.[40] Faleceu em Goiânia, em 14 de janeiro de 1967, afastado de fato da vida pública. Foi ainda presidente do Instituto Histórico e Geográfico de Goiás.[41]

Notas e referências

Notas

  1. Existia Senado Estadual e Federal no Brasil, embora atualmente não se utilize o termo "senador federal" mas apenas senador, é utilizado a nomenclatura para distinguir os dois cargos legislativos.[34]

Referências

  1. Tavares, Lucas (24 de julho de 2022). «Como a família Caiado ganhou e perdeu o poder em Goiás no início da República». Portal 6. Consultado em 26 de setembro de 2025 
  2. a b Germano, Johann (1 de janeiro de 2019). «De Totó a Ronaldo: conheça a história dos Caiado em Goiás». Sagres Online. Consultado em 26 de setembro de 2025 
  3. a b c RIBEIRO, Miriam Bianca Amaral (1996). «MEMÓRIA, FAMÍLIA E PODER: HISTÓRIA DE UMA PERMANÊNCIA POLÍTICA - OS CAIADO EM GOIÁS» (PDF). Universidade Federal de Goiás. Orientada por Nasr Fayad Chaul. Consultado em 26 de setembro de 2025. Cópia arquivada (PDF) em 26 de setembro de 2025 – via https://www.historiografia.com.br/tese/2671 
  4. Bosco, Maiara Dal (17 de outubro de 2023). «'A saga dos Caiado': Lenna Castello Branco conta a história da família que completa 140 anos no poder». O Popular. Consultado em 26 de setembro de 2025 
  5. Redação (21 de junho de 2020). «Clássico da historiografia brasileira, "Poder e Paixão: A Saga dos Caiado" completa dez anos». Jornal Opção. Consultado em 28 de setembro de 2025 
  6. a b Audi, Amanda (26 de novembro de 2024). «Trabalho escravo no passado e no presente». Agência Pública. Apoio: en:Pulitzer Center. Consultado em 27 de setembro de 2025. Cópia arquivada em 26 de setembro de 2025 
  7. a b c SETEMY, Adriana. «CAIADO, Antônio José» (PDF). Centro de Pesquisa e Documentação de História Contemporânea do Brasil. Consultado em 26 de setembro de 2025. Cópia arquivada (PDF) em 26 de setembro de 2025 – via Fundação Getúlio Vargas 
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  9. «Assembléia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro». www.alerj.rj.gov.br. Consultado em 26 de setembro de 2025 
  10. «Ronaldo Caiado declara patrimônio de R$ 24,8 milhões ao TSE». G1. 12 de agosto de 2022. Consultado em 26 de setembro de 2025 
  11. Dias, Aristides (28 de outubro de 2023). «Site divulgou lista com os dez governadores mais ricos do Brasil». Amazon Pauxis. Consultado em 26 de setembro de 2025 
  12. «Qual o patrimônio dos governadores? Veja o ranking dos mais ricos do Brasil». Portal meionews.com. 30 de abril de 2024. Consultado em 26 de setembro de 2025 
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  16. «DOU n.º 530, pág. 190/2021» 🔗. Diário Oficial da União. 30 de abril de 2021. ISSN 1677-7069. Consultado em 26 de setembro de 2025 
  17. «Breno Boss Cachapuz Caiado». Escavador. Consultado em 26 de setembro de 2025 
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  41. «Caiado anuncia restauração do Museu Zoroastro Artiaga – Secretaria de Estado da Cultura». Secretaria da Cultura do Estado de Goiás. Consultado em 1 de outubro de 2025. Cópia arquivada em 1 de outubro de 2025 – via goias.gov.br 
Essa predefinição NÃO deve ser movida, pois desconfigurará todo o texto wiki.
Árvore genealógica da família Caiado
Manoel Caiado de SouzaBrígida Ribeiro Soares Almeida
Maria Gertrudes SousaJosé Caiado Sousa
João Batista AlencastroJoaquina Emília CaiadoJoão Caiado de Sousa (II)João CaiadoAntônio José CaiadoTeresa Maria da Conceição
Claudina Fagundes de AzevedoTorquato Ramos CaiadoAureliano CaiadoJosefa Thereza Ramos CaiadoThereza Flamina CaiadoLuiz Ramos CaiadoMaria de Alencastro Caiado
Iracema de CarvalhoMaria Adalgisa de AmorimAntônio Ramos CaiadoTherezina Cristina CaiadoArnulpho Ramos CaiadoDiva Fagundes CaiadoAntonieta Ramos CaiadoBrasil Ramos CaiadoNoêmia Rodrigues CaiadoTarsila Caiado de CastroColombina Caiado de CastroLeão Di Ramos CaiadoIlidia Maria Perillo Ramos CaiadoMário de Alencastro Caiado
Consuelo Ramos CaiadoMaria Curado CaiadoMaria Paulina BossEmival Ramos CaiadoElcival Ramos CaiadoEdenval Ramos CaiadoMaria Xavier CaiadoBrasílio Ramos CaiadoLeão Di Ramos Caiado FilhoLeonino Di Ramos Caiado
Sérgio Ramos CaiadoEmival Ramos Caiado FilhoSandra Ramos CaiadoBreno Boss CaiadoIago Boss CaiadoMurilo Boss CaiadoThelma GomesRonaldo Ramos CaiadoMaria das Graças Landim Carvalho Gracinha Caiado