Flávio Bolsonaro

Flávio Bolsonaro
Retrato oficial como senador, 2019
Senador pelo Rio de Janeiro
Período1.º de fevereiro de 2019 até
a atualidade
Deputado Estadual pelo Rio de Janeiro
Período1.º de fevereiro de 2003 até
1.º de fevereiro de 2019
Dados pessoais
Nome completoFlávio Nantes Bolsonaro
Nascimento30 de abril de 1981 (44 anos)[1]
Resende, Rio de Janeiro, Brasil[1]
Nacionalidadebrasileiro
ProgenitoresPai: Jair Bolsonaro
Alma materUniversidade Candido Mendes
Prêmio(s)
Parentesco
Lista
  • Carlos Bolsonaro (irmão)
    Eduardo Bolsonaro (irmão)
    Renan Bolsonaro (meio-irmão)
    Laura Bolsonaro (meia-irmã)
Partido
Lista
PL (2021-atualidade)
Religiãocristão protestante (batista)[3]
Profissãopolítico
empresário
advogado
Websiteflaviobolsonaro.com.br

Flávio Nantes Bolsonaro GOMN GORB (Resende, 30 de abril de 1981[1]) é um empresário, advogado e político brasileiro, filiado ao Partido Liberal (PL) e atual senador da República pelo Rio de Janeiro.[4] É o filho mais velho do ex-presidente do Brasil, Jair Bolsonaro.[5]

Possui graduação em direito pela Universidade Candido Mendes e especializações em ciência política pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), em políticas públicas pelo Instituto Universitário de Pesquisas do Rio de Janeiro (IUPERJ) e em empreendedorismo pela Fundação Getulio Vargas (FGV).[1]

Foi deputado estadual do Rio de Janeiro de 2003 a 2019,[6][7] quando assumiu o mandato de senador pelo mesmo estado, sendo eleito com 4 380 418 votos.[8]

Em 2026, Flávio Bolsonaro passou a ser citado como possível pré-candidato à Presidência da República. Pesquisas de intenção de voto divulgadas por institutos como o Paraná Pesquisas indicaram o senador tecnicamente empatado com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva em determinados cenários de primeiro turno. Em simulações de segundo turno, o levantamento apontou Bolsonaro numericamente à frente, embora a diferença esteja dentro da margem de erro.[9] Outros dados divulgados pela imprensa também registraram índices de rejeição elevados entre os eleitores.[10]

Formação

Flávio Bolsonaro concluiu curso técnico em eletrônica pela Escola Técnica Rezende Rammel, no Rio de Janeiro. Graduou-se em direito pela Universidade Candido Mendes e concluiu especializações em ciências políticas pela Universidade Federal do Rio de Janeiro,[11] em políticas públicas pelo Instituto Universitário de Pesquisas do Rio de Janeiro e em empreendedorismo pela Fundação Getulio Vargas.[1]

Carreira política

Deputado estadual

Foi eleito para seu primeiro mandato em 2002. Reelegeu-se deputado estadual em 2006, 2010 e, na sua última candidatura, em 2014, para o mandato 2015–2019. Em abril de 2015, votou a favor da nomeação de Domingos Brazão para o Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro, nomeação que foi muito criticada na época.[12]

No segundo mandato, foi presidente da Comissão Especial de Planejamento Familiar.[13]

Votou contra a privatização da CEDAE em 2017.[14]

Relação com Adriano da Nóbrega e defesa de milícias

Durante sua atuação como deputado, Flávio Bolsonaro reiteradamente mostrou-se próximo de Adriano da Nóbrega, policial que viria a ser revelado como membro da milícia conhecida como Escritório do Crime. Em 2003, o então deputado estadual fez uma moção de louvor ao na época tenente[15] por sua atuação como policial. No ano seguinte, Adriano foi preso por assassinar um guardador de carros[16] e no ano seguinte, 2005, com Adriano ainda preso, Flávio concedeu a ele a Medalha Tiradentes.[17]

Em 2007, reeleito deputado no ano anterior, Flávio fez um discurso na Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro defendendo milícias.[18] No mesmo ano, em entrevista à imprensa, o deputado defendeu novamente a posição e considerou um projeto para legalização de milícias.[19]

No mesmo ano, Flávio nomeia para seu gabinete a então esposa de Adriano, Danielle Mendonça da Nobrega, cargo que ocuparia por 11 anos. Indícios coletados posteriormente na Operação Gárgula apontam que e seria uma funcionária fantasma, recebendo sem trabalhar.[20]

Em 2008, durante a instalação da CPI das Milícias na Alerj, em discurso Flávio volta a defender milicianos.[21] Em 2011, com o assassinato da juíza Patrícia Acioli, que investigava milícias, o deputado relativizou o assassinato.[22]

Caso Queiroz e acusação de peculato

Em dezembro de 2018, veio à tona um relatório do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) que apontou uma movimentação atípica no valor de R$ 1.236.838 em uma conta no nome de Fabrício José Carlos de Queiroz, policial militar e ex-assessor parlamentar de Flávio Bolsonaro, entre os dias 1º de janeiro de 2016 e 31 de janeiro de 2017. Fabrício Queiroz, que era motorista e segurança de Flávio, havia sido exonerado do gabinete do então deputado estadual no dia 15 de outubro de 2018. De acordo com o banco responsável pela conta, as movimentações financeiras de Queiroz seriam incompatíveis com o patrimônio, a atividade econômica ou ocupação profissional e a capacidade financeira do ex-assessor parlamentar.[23][24]

O relatório, que foi anexado pelo Ministério Público Federal (MPF) à investigação que deu origem à Operação Furna da Onça, também cita transações bancárias no total de R$ 324.774 em papel-moeda e de R$ 41.930 em cheques compensados na conta de Queiroz. Uma das transações citadas no relatório do Coaf é referente a um cheque de R$ 24 mil destinado a Michelle Bolsonaro, atual esposa do presidente Jair Bolsonaro.[24] Fabrício Queiroz recebia, de acordo com a folha de pagamento da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) de setembro de 2018, um salário de R$ 8.517 devido ao exercício de cargo em comissão de Assessor Parlamentar III no gabinete de Flávio Bolsonaro, valor este somado aos rendimentos mensais de R$ 12,6 mil da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro (PMERJ).[23]

O documento também apontou que Fabrício Queiroz recebeu depósitos em espécie e por meio de transferências de oito funcionários que já foram ou estão lotados no gabinete de Flávio Bolsonaro no período entre janeiro de 2016 e janeiro de 2017. Entre estes funcionários, destacam-se: Nathalia Melo de Queiroz, filha de Fabrício Queiroz, que transferiu um total de R$ 86.429,35 (R$ 84.110,04 por meio de depósito e R$ 2.319,31 via transferência) para a conta do pai; e Marcia Oliveira de Aguiar, esposa de Queiroz, que fez repasses em dinheiro no valor de R$ 18.864,00 ao marido.[25] Tais movimentações levantaram a suspeita da existência de uma prática conhecida como "rachid" ou "rachadinha", tanto no gabinete de Flávio quanto no de outros políticos, onde parlamentares ficam com parte dos salários de seus funcionários.[26][27]

O relatório do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), que possui 422 páginas, reúne informações a respeito de operações bancárias de 75 funcionários e ex-servidores da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj), incluindo Fabrício Queiroz, citadas em comunicados sobre transações financeiras suspeitas. As operações suspeitas, que envolvem pessoas que trabalham ou trabalharam em 20 gabinetes de deputados estaduais do Rio de Janeiro de diferentes matizes ideológicas, totalizam mais de R$ 207 milhões.[28][29][30][a]

Em entrevista dada ao SBT Brasil no dia 26 de dezembro de 2018, Fabrício Queiroz declarou que conseguia dinheiro por meio da compra e da revenda de carros, que iria dar explicações ao Ministério Público Federal a respeito dos depósitos de funcionários do gabinete de Flávio Bolsonaro em sua conta bancária e que Flávio nada tem a ver com as movimentações bancárias apontadas pelo relatório.[31][32] Já a chefia de gabinete de Flávio Bolsonaro afirmou que Queiroz trabalhou por mais de dez anos como segurança e motorista do deputado estadual, que o parlamentar não possui conhecimento de qualquer fato que desabone a conduta do ex-assessor parlamentar e que Fabrício Queiroz foi exonerado do gabinete em outubro de 2018 para que pudesse resolver questões relacionadas à passagem para a reserva remunerada como subtenente da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro (PMERJ).[33] Em nota, o Ministério Público Federal confirmou que incluiu o relatório do Coaf nas investigações feitas pela instituição mas esclareceu que nem todos os nomes citados no documento foram incluídos nas apurações pois nem todas as movimentações atípicas seriam, necessariamente, ilícitas.[24]

Em 17 de janeiro de 2019, Flávio Bolsonaro, utilizado de sua futura prerrogativa do Foro privilegiado, pediu ao STF que as investigações contra seu ex-assessor, Fabrício Queiroz, fossem paralisadas, pedido que foi aceito pelo ministro Luís Fux,[34] utilizado como argumentos que, supostamente, a atual investigação existiria "nulidades" e que ele, por ser um senador eleito, possuiria, logo, o direito do Foro privilegiado.[35][36] No dia de 18 de janeiro, o Jornal Nacional da Rede Globo divulgou que eles receberam, com exclusividade do Coaf, partes de um relatório das investigações envolvendo o caso Queiroz, parte a qual constatou que entre os meses de junho e julho de 2017 houve uma grande movimentação de depósitos suspeitos na conta bancária de Flávio Bolsonaro. No total houve 48 depósitos nestes meses e a quantia das somas destes depósitos é de aproximadamente 96 mil reais. Chamou atenção do Coaf que todos estes depósitos são de R$2.000 reais cada, tendo alguns uma certa cronometragem para entrada destes depósitos e entre outras constatações as quais o Coaf considera atípicas.[37][38][39] Em 27 de setembro de 2019 as investigações ficaram suspensas por conta da decisão do Ministro do STF Gilmar Mendes.[40] A decisão foi revogada após o julgamento do STF, em novembro de 2019, que autorizou o compartilhamento de dados por parte da Receita Federal.[41] O Senador, por sua vez, nega as acusações e também acredita que com o andamento das investigações a verdade será esclarecida.[42][43]

Em 18 de junho de 2020, Fabrício Queiroz foi preso na casa do advogado Frederick Wassef, que presta serviços à família do presidente Jair Bolsonaro, em Atibaia.[44] A ação foi executada pela Polícia Civil do Estado de São Paulo (PCESP) e pelo Ministério Público de São Paulo devido após os mandado de prisão e de busca e apreensão serem expedidos pelo Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro a pedido do Ministério Público do Rio de Janeiro. No dia 19 de outubro de 2020, o Ministério Público do Rio de Janeiro ajuizou a denúncia contra Flávio Bolsonaro, Fabrício Queiroz e outros 15.[45] Em novembro de 2021, o Superior Tribunal de Justiça anulou as decisões do juiz de primeira instância que quebrou os sigilos bancário e fiscal de Flávio Bolsonaro e outros 102 alvos.[46] No mesmo mês, o Supremo Tribunal Federal anulou quatro dos cinco Relatórios de Inteligência Financeira (RIFs) do Coaf, o Conselho de Controle de Atividades Financeiras, que embasaram a investigação da "rachadinha".[46] Em maio de 2022 a denúncia foi rejeitada e posteriormente arquivada pelo TJRJ tendo em vista a decisão do STF de anular as provas colhidas pelo MPRJ junto ao COAF.[47]

Em julho de 2024 veio à público, no contexto da Operação Última Milha, uma gravação de 2020 de uma reunião de Jair Bolsonaro, Alexandre Ramagem, Augusto Heleno e advogadas de Flávio. O teor da conversa indica uma tentativa de emparedar as investigações, indicando possíveis motivos para rejeições anteriores de denúncias. Nesse mesmo dia, o próprio Jair Bolsonaro teria afirmado que Flávio seria o "maior culpado" na Operação Furna da Onça.[48][49] A Polícia Federal disse ainda que a Agência Brasileira de Inteligência (Abin) durante o governo Jair Bolsonaro espionou ilegalmente os auditores da Receita Federal que investigaram Flávio Bolsonaro, acusado do esquema de "rachadinha" no gabinete. Flávio Bolsonaro negou qualquer atuação irregular no caso das rachadinhas e disse que, na época, teve os dados sigilosos acessados de forma criminosa de dentro da Receita Federal.[50]

Candidatura à Prefeitura do Rio de Janeiro (2016)

Deputado estadual Flávio Bolsonaro em formatura Grupamento de Intervenção Tática (GIT) da Secretaria de Estado de Administração Penitenciária.

Nas eleições de 2016, disputou a Prefeitura do Rio e ficou em 4º lugar com 424.307 votos, que representaram 14% dos votos válidos, ficando fora do segundo turno disputado por Crivella (PRB) e Freixo (PSOL), porém à frente de candidatos como os deputados federais Indio da Costa (PSD), Jandira Feghali (PCdoB) e Alessandro Molon (REDE), além de outros quatro candidatos. Apesar da derrota, conseguiu eleger seu irmão, Carlos Bolsonaro, como o vereador mais votado do Rio de Janeiro.[51] No Grupo Bandeirantes de Comunicação realizou o primeiro debate entre os candidatos à prefeitura, a Band confirmou que no dia 25 de agosto abriria o calendário de debates no 1º turno. No segundo bloco do debate da Band, Flávio Bolsonaro passou mal e teve que deixar o debate.[52] Na ocasião, mesmo após um princípio de desmaio e tendo sido acometido por diarreia, recusou ajuda médica da então deputada Jandira Feghali.[53]

Flávio Bolsonaro é conhecido, assim como o pai, por posições polêmicas. Em entrevista de abril de 2011, na qual defendia as posições controversas do pai, Flávio Bolsonaro disse que a resposta do pai no programa CQC valorizava conceitos de "família", valores éticos e morais.[54]

O deputado estadual também defendeu a ditadura militar brasileira em entrevista publicada pelo Estadão em abril de 2011. Segundo ele, "Naquele tempo havia segurança, havia saúde, educação de qualidade, havia respeito. Hoje em dia a pessoa só tem o direito de quê? De votar. E ainda vota mal."[55] Bolsonaro afirmou que não teria havido ditadura no Brasil, pois a época teria sido "um período de transição para a democracia".[56]

Flávio Bolsonaro também é a favor da pena de morte e da diminuição da maioridade penal.[7][57]

Senador da República (2019–presente)

Flávio concede entrevista como senador eleito.

Nas eleições de 2018, Flávio Bolsonaro foi candidato a senador pelo estado do Rio de Janeiro pelo Partido Social Liberal (PSL). A candidatura do então deputado estadual foi anunciada na convenção nacional do PSL, realizada no dia 22 de julho de 2018 em um centro de convenções situado na cidade do Rio de Janeiro. No mesmo evento, foi oficializada a candidatura de Jair Bolsonaro à Presidência da República.[58][59] No pleito, Flávio obteve 4.380.418 votos (31,36% do total de votos válidos), sendo eleito para a 56.ª legislatura (2019–2023) do Senado Federal do Brasil.[60][8] No dia 06 de fevereiro de 2019, foi eleito 3º Secretário da Mesa Diretora do Senado Federal.[61]

Em 11 de junho de 2019, o presidente Jair Bolsonaro o condecorou com a medalha da Ordem do Mérito Naval, durante cerimônia alusiva à Batalha Naval do Riachuelo, no Grupamento de Fuzileiros Navais de Brasília, localizado às margens do Lago Paranoá.[62]

Suspeita de corrupção em compra de mansão

Em março de 2021, Flávio Bolsonaro adquiriu uma mansão avaliada em 6 milhões de reais, o que causou polêmica em virtude do valor ter sido considerado incompatível com os rendimentos do senador, ainda que parte tenha sido financiada, somado ao escândalo da rachadinha, gerando a suspeita de mais um caso de corrupção.[63] Ele alega que vendeu outros imóveis, mas tais transações ainda não aparecem em cartórios.[64][65]

Disseminação de informações falsas

Em maio de 2023, Nikolas Ferreira, Carla Zambelli, Eduardo Bolsonaro e Flávio Bolsonaro foram multados, pela divulgação de vídeo descontextualizado sobre Lula durante as eleições de 2022. Segundo a decisão do TSE, os acusados compartilharam informações falsas em suas redes sociais com o intuito de prejudicar a candidatura do ex-presidente Lula. O vídeo, produzido por Ferreira e partilhado pelos parlamentares, associou o slogan “Faz o L” com o incentivo ao uso de drogas por crianças e adolescentes, a associação desses comportamentos à criminalidade e a propostas de censura de redes sociais.[66][67][68]

No dia 19 de maio de 2023, Flávio, Mara Gabrilli e Carla Zambelli foram condenados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) a pagar R$ 10 mil ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva por espalhar a notícia falsa que o petista pagou para não ser relacionado ao assassinato de Celso Daniel.[69]

Instigação de intervenção militar estrangeira

Em julho de 2025, o senador Flávio Bolsonaro comparou as tarifas impostas pelos Estados Unidos ao Brasil, durante o governo de Donald Trump, a uma guerra. Em entrevista à CNN Brasil, afirmou que o país enfrentava um cenário bélico e que, diante disso, seria necessário ceder para evitar consequências mais graves: "Cabe a nós a responsabilidade de evitar que duas bombas atômicas caiam aqui no Brasil para, só depois, anunciarmos uma anistia."[70]

A fala gerou ampla repercussão e foi criticada por parlamentares da oposição. O senador Otto Alencar, por exemplo, classificou a declaração como "absurda e uma rendição inadmissível", acusando Flávio de utilizar linguagem alarmista e de se submeter aos interesses de uma potência estrangeira.[71]

Pré-candidatura à Presidência da República em 2026

Em 5 de dezembro de 2025, Flávio Bolsonaro anunciou publicamente sua pré-candidatura à Presidência da República nas eleições de 2026, afirmando ter recebido a indicação de seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, durante uma visita à prisão onde este se encontra detido na Superintendência da Polícia Federal em Brasília.[72] Em comunicado divulgado em suas redes sociais, o senador declarou: "É com grande responsabilidade que confirmou a decisão da maior liderança política e moral do Brasil, Jair Messias Bolsonaro, de me conferir a missão de dar continuidade ao nosso projeto de nação". A decisão foi comunicada previamente ao Partido Liberal (PL) e ao governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), que até então era o principal cotado a ser o candidato apoiado por Jair Bolsonaro nas eleições, sinalizando que Flávio disputará o Planalto enquanto Tarcísio deve se concentrar na reeleição. O anúncio gerou reações positivas entre aliados bolsonaristas, incluindo o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL), que manifestou apoio ao irmão, e o presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, que endossou a escolha.[73]

Após o anúncio da candidatura, o mercado financeiro reagiu negativamente, e o dólar disparou mais de 2%, enquanto a Bolsa de Valores de São Paulo despencou em 4,11%, em contraste com o recorde máximo alcançado dias antes.[74][75] Flávio, apesar de ter sido indicado diretamente pelo ex-presidente e seu pai Jair Bolsonaro, ainda carece de apoio coeso dentro do bloco da direita brasileira e entre moderados. Sua rejeição alta, falta de apoio de caciques partidários e uma aparente demonstração "radical" do bolsonarismo assim como poucas ideias até então apresentadas, tem mostrado um grande empecilho para sua pré-candidatura eleitoral e possível campanha presidencial.[76]

Posições políticas

Flávio Bolsonaro é definido como ligado à direita[77][78] e à extrema-direita[79][80]. Embora tente se apresentar como representante de um "bolsonarismo moderado"[81] ou de "conservadores", ideologicamente se alinha com próceres da extrema-direita, inclusive internacional. Em 2026, na pré-campanha presidencial, teve encontros na França com a eurodeputada Marion Maréchal, sobrinha de Marine Le Pen,[82] com Benjamin Netanyahu em Israel (onde, acompanhado do deputado cassado Eduardo Bolsonaro, afirmou que Jair Bolsonaro está preso "por causa de lawfare")[83] e com a família real do Bahrein.[84][85] Na América do Sul, acompanhado por Eduardo Bolsonaro, compareceu à posse de José Antonio Kast, novo presidente do Chile, e também manteve contatos com Javier Milei.[86] Todavia, a grande referência de Flávio Bolsonaro são os Estados Unidos sob Donald Trump; após se lançar pré-candidato à presidência do Brasil, fez duas viagens ao país para encontros com lideranças conservadoras e de extrema-direita, com uma terceira agendada para o final de março de 2026, quando iria discursar na Conservative Political Action Conference (CPAC) em Grapevine, Texas. Donald Trump é uma das presenças aguardadas para o evento, e especula-se que poderia vir a fazer algum gesto de apoio à candidatura de Flávio Bolsonaro.[86]

Política interna

Principal nome do bolsonarismo depois da prisão de Jair Bolsonaro, Flávio viu-se transformado em herdeiro político deste, embora não possua uma trajetória legislativa digna de nota. Conforme definido num artigo do Congresso em Foco, "sua candidatura parece frágil e pouco consistente, marcada mais pela herança política do pai, Jair Bolsonaro, do que por realizações próprias".[87] Mais adiante, é destacado:

Como deputado estadual, Flávio Bolsonaro teve quatro mandatos sucessivos na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (ALERJ), ocupando "cargos estratégicos em comissões de Segurança Pública, Defesa Civil, Legislação Constitucional e Direitos Humanos", onde pugnou pelo punitivismo (redução da maioridade penal, adoção da pena de morte), em defesa da ditadura militar brasileira, contra "políticas assistencialistas" que "criariam dependência e dificultariam a autonomia das populações mais vulneráveis" e contra "cotas raciais em universidades" por supostamente produzir "injustiças". Seu maior destaque neste período teria sido a criação da Comissão Especial de Planejamento Familiar, que contribuiria para a "redução do ciclo da pobreza e ao fortalecimento da liberdade individual".[88]

A trajetória de Flávio Bolsonaro pela ALERJ ficou efetivamente marcada pela concessão de medalhas e moções a pessoas posteriormente denunciadas "pelo Ministério Público do Rio de Janeiro como integrantes de organizações criminosas". Dentre os homenageados, estão Adriano Nóbrega, o major Ronald Pereira, e o ex-chefe da Polícia Civil fluminense, Allan Turnowski. Quando questionados sobre as premiações, Flávio Bolsonaro e seu pai alegaram que "ao longo de anos na política, sempre fizemos homenagem a policiais que se destacaram pelos serviços prestados à população. À época das homenagens, era impossível prever que alguns desses policiais pudessem desonrar a farda".[89]

Eleito para o Senado em 2018, na esteira da vitória de Jair Bolsonaro, Flávio Bolsonaro teve destaque em três projetos: como autor do PL Nº 5335/2023 que legalizava imóveis urbanos em terras da União, estados e municípios ocupadas irregularmente;[90] também como autor do PL Nº 4082/2024, que vedava a concessão de liberdade provisória a presos em flagrante pela prática de crimes hediondos;[91] e como relator na PEC Nº 3/2022,[92] mais conhecida como a "PEC das Praias", que transferia para ocupantes particulares a posse de "terrenos de marinha".[93]

Religião

Declaradamente evangélico (batizado em 2024 na Igreja Comunidade das Nações de Brasília, juntamente com sua esposa, Fernanda),[94] Flávio Bolsonaro se fez batizar no rio Jordão por duas vezes: em 2016, pelo Pastor Everaldo, juntamente com o pai, Jair Bolsonaro, e em 2026, durante visita de campanha à Israel, ocasião em que foi fotografado orando no Muro das Lamentações em Jerusalém.[95] Flávio Bolsonaro recebeu manifestações de apoio de líderes de denominações evangélicas em sua campanha pela presidência da república em 2026, supostamente pelo seu "discurso moderado".[96] Como parte deste discurso, ele emprega termos como "guerra espiritual", "resgate de almas" e em comemorar a "vitória do bem sobre o mal" (referindo-se à possibilidade de vencer as eleições presidenciais de 2026).[97] Flávio Bolsonaro também procurou reforçar seus vínculos com os assim denominados "cristãos sionistas" e com a comunidade judaica,[98] emulando o que foi feito por Trump nos Estados Unidos.[99][100]

Segurança pública

Não contraditoriamente, ainda que defensores do populismo penal, Flávio Bolsonaro e seu pai nunca esconderam sua simpatia por paramilitares e milicianos.[101] Em seu segundo mandato na ALERJ, o então deputado Flávio Bolsonaro planejava "apresentar um projeto regulamentando a atividades das 'polícias mineiras'".[102] Segundo suas próprias palavras:

Política externa

Segundo Eduardo Bolsonaro, a política externa num eventual governo Flávio Bolsonaro seria guiada "por princípios simples, mas que têm sido sistematicamente ignorados: primazia dos interesses nacionais clara e objetivamente identificados, priorização de parcerias estratégicas que beneficiem o Brasil no curto, médio e longo prazo, respeito aos valores democráticos e ao estado de direito, e fortalecimento das relações com os países que compartilham esses valores, sem ceder nem um milímetro da soberania e da autonomia estratégica nacionais".[103] O próprio Flávio disse defender uma interlocução internacional "sem barreiras ideológicas", após comparecer à posse de José Antonio Kast como presidente do Chile, ocasião em que agradeceu a Javier Milei da Argentina por ter concedido asilo político a um dos condenados pelos ataques de 8 de janeiro em Brasília.[104]

Ainda segundo Eduardo Bolsonaro, o governo Lula faria uso da política externa brasileira como um "um apêndice da militância político-partidária", e que o governo Bolsonaro teria detido a "erosão sistemática" do capital diplomático do Brasil, o qual agora estaria "praticamente esgotado", com os "custos da irresponsabilidade" sendo sentidos em "acordos que não se fecham, em investimentos que não chegam e em parcerias estratégicas que se tornam cada vez mais distantes".[104] Os países visitados pelo ex-deputado e seu irmão em fevereiro de 2026, fornecem um vislumbre do que os Bolsonaro considerariam bons parceiros internacionais para "relações confiáveis e de longo prazo":[104]

  • Israel: "parceiro estratégico de enorme relevância para o Brasil em áreas como tecnologia, agronegócio, defesa e inovação, entre outros";[104]
  • Emirados Árabes Unidos e Bahrein: "portas de entrada para um mercado de elevadíssimo poder aquisitivo, com apetite real por produtos e serviços brasileiros, e constituem hubs financeiros e logísticos de importância crescente na economia global, com capacidade de aportar capital em infraestrutura e energia exatamente nos setores em que o Brasil mais precisa";[104]
  • França: "parceiro histórico, é uma ponte essencial para o aprofundamento das relações com a Europa e para acordos que podem impulsionar a competitividade da indústria e do agronegócio brasileiros";[104]
  • Estados Unidos: "maior economia do planeta e parceiro insubstituível em termos comerciais, tecnológicos e de segurança".[104]

Mesmo com declarações sobre defesa da "soberania" e "autonomia estratégica",[104] ter uma boa relação com os Estados Unidos de Donald Trump, que foi a tônica do governo Jair Bolsonaro,[105] balizariam um eventual governo de Flávio Bolsonaro. O vínculo dos Bolsonaro com os EUA é fundamentalmente ideológico:[106] trata-se de uma aliança entre bolsonarismo e trumpismo;[107] estes laços, que se viram enfraquecidos durante o enfrentamento ao tarifaço imposto por Trump ao Brasil (e incentivado pelos Bolsonaro),[108] tentam agora ser reforçados por Flávio Bolsonaro, ao endossar a tese estadunidense de que o crime organizado no Brasil é composto por organizações terroristas, e que o governo Lula seria omisso quanto a isso.[109] Essa é uma perspectiva que permitiria aos estadunidenses intervir inclusive militarmente no Brasil, já que se julgam no direito de combater o que consideram terrorismo em qualquer lugar do mundo.[110]

Ainda em relação ao alinhamento ideológico aos Estados Unidos, Flávio Bolsonaro rotulou como "inaceitável" a nota do governo brasileiro, que condenou o ataque ao Irã feito pela coalisão Israel-Estados Unidos. Flávio Bolsonaro e seus aliados estariam assim, "evocando a defesa da civilização ocidental e o combate ao terrorismo".[111] Em visita a Israel,[112] principal aliado dos EUA no Oriente Médio, Flávio Bolsonaro declarou que buscaria reaproximar o Brasil do país sionista,[113] "após a relação entre os dois países ficar estremecida desde o início do terceiro mandato de Luiz Inácio Lula da Silva (PT)".[114] Na ocasião, o pré-candidato também acusou o governo Lula de antissemitismo.[114]

Questões sociais

Declarações contra homossexuais

O deputado é acusado de homofobia por suas declarações, como, por exemplo, "o normal é ser heterossexual" e "duvido que algum pai tenha orgulho de ter um filho gay".[55] A fala, que reitera a posição de Jair Bolsonaro na televisão, foi repudiada por vários segmentos da sociedade brasileira.[115][116][117][118] Marcelo Tas, apresentador do CQC, afirmou que sente orgulho de sua filha homossexual e criticou as posições dos Bolsonaros.[119] De acordo com entrevista publicada no Jornal do Brasil, o deputado, que nega as acusações de racismo feitas ao pai, endossa a posição do pai em relação aos homossexuais.[120]

Em 2018, foi alvo de uma representação devido a vídeos em que afirmava que um "kit gay" contendo o livro Aparelho Sexual e Cia. havia sido distribuído pelo MEC a escolas, o que foi considerado pelo TSE como "difusão de fato sabidamente inverídico ... com prejuízo ao debate político".[121]

Misoginia

Em 24 de março de 2026, com voto favorável de Flávio Bolsonaro, o Senado Federal aprovou um projeto que equipara misoginia ao crime de racismo. A atitude causou estranheza entre políticos e apoiadores da direita,[122] inclusive com manifestação pública de Eduardo Bolsonaro, irmão do senador:[123]

Em 28 de março de 2026, após sua participação no CPAC, Estados Unidos, Flávio Bolsonaro declarou que, na verdade, não concordava com o projeto ("instrumentos para o governo censurar a liberdade de expressão, a liberdade de opinião nas redes sociais"), rotulado por ele como "uma grande armadilha do PT para mim", e que seu voto foi dado em função do placar da votação:[124]

Vida pessoal

Tiroteio

No dia 12 de abril de 2016, Flávio Bolsonaro e seu segurança, que também é policial militar, trocaram tiros com dois assaltantes que praticavam roubo em um carro à sua frente na zona oeste do Rio de Janeiro, um dos bandidos ficou ferido e fugiu de moto.[125]

Como outros membros da família Bolsonaro, Flávio se opõe ao que chama de "exploração midiática da aplicação de direitos humanos para o benefício do crime e dos criminosos".[7][126]

Desempenho eleitoral

Ano Eleição Partido Cargo Votos % Resultado Ref
2002 Estaduais no Rio de Janeiro PPB Deputado Estadual 31.293 0,39% Eleito [127]
2006 Estaduais no Rio de Janeiro PP 43.099 0,53% Eleito [128]
2010 Estaduais no Rio de Janeiro 58.322 0,78% Eleito [129]
2014 Estaduais no Rio de Janeiro 160.359 2,07% Eleito [130]
2016 Municipal do Rio de Janeiro PSC Prefeito 424.307 14,00% Não Eleito [131]
2018 Estaduais no Rio de Janeiro PSL Senador 4.380.418 31,36% Eleito [132]

Ver também

  • Bolsonarismo
  • Conservadorismo brasileiro

Notas e referências

Notas

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