Serguei Aksionov

Serguei Aksionov
Сергей Аксёнов
Aksionov em setembro de 2024
1.º Chefe da República da Crimeia
PeríodoDesde 9 de outubro de 2014
(interino de 14 de abril a 9 de outubro de 2014)
PresidenteVladimir Putin
Antecessor(a)Cargo estabelecido
Presidente do Conselho de Ministros da República da Crimeia
(como Chefe da República da Crimeia)
Período17 de março de 2014 a 20 de setembro de 2019
Antecessor(a)Cargo estabelecido
Sucessor(a)Cargo abolido; Iuri Gotsaniuk como Presidente do Conselho de Ministros da República da Crimeia
Deputado do Conselho de Estado da República da Crimeia
Período17 de março a 21 de maio de 2014
15.º Presidente do Conselho de Ministros da República Autônoma da Crimeia
Período27 de fevereiro a 17 de março de 2014
Antecessor(a)Anatoli Mogilev
Sucessor(a)O cargo foi abolido, ele próprio, como Presidente do Conselho de Ministros da República da Crimeia; vago (de jure)
Deputados do Conselho Supremo da República Autônoma da Crimeia da 6.ª convocação
Período31 de outubro de 2010 a 17 de março de 2014
Dados pessoais
Nascimento26 de novembro de 1972 (53 anos)
Bălți, RSS da Moldávia, URSS
NacionalidadeURSS 1972–1991
Ucrânia 1991–2014
Rússia 2014–
ProgenitoresMãe: Nina Semionovna Aksionova
Pai: Valeri Nikolaievitch Aksionov
Alma materEscola Superior de Construção Político-Militar de Simferopol
Prêmio(s)
Medalha "Pelo Retorno da Crimeia"Medalha "Pela Libertação da Crimeia e Sebastopol"Ordem da Amizade (Ossétia do Sul)Medalha de Sultan Amet-Khan
Distintivo de Honra do Conselho da Federação da Assembleia Federal da Federação da Rússia "Por Méritos no Desenvolvimento do Parlamentarismo"Distintivo Honorário "Por Mérito" do Colégio Marítimo do Governo da Federação da RússiaOrdem do Santo Príncipe Daniel de MoscouCidadão Honorário da República da CrimeiaOrdem da Amizade dos Povos (Bascortostão)
EsposaElena Alexandrovna Aksionova
Filhos(as)Kristina Manusova (n. 1994)
Oleg Aksionov (n. 1997)
PartidoRússia Unida (desde 2014)
Unidade Russa (2008–2014)
Comunidade russa da Crimeia
ReligiãoCristão Ortodoxo Russo
ProfissãoPolítico e empresário

Serguei Valerievitch Aksionov (em russo: Сергей Валерьевич Аксёнов; Bălți, 26 de novembro de 1972) é um político russo e ucraniano que atua como Chefe da República da Crimeia desde outubro de 2014, após a anexação da península pela Rússia. Membro do partido Rússia Unida e figura central no processo de separação da Crimeia, Aksionov foi um dos organizadores do referendo de março de 2014, considerado “ilegal e ilegítimo” pela Ucrânia, União Europeia e Estados Unidos.[1] O pleito, no entanto, resultou em 95,5% dos votos favoráveis à adesão da Crimeia à Federação da Rússia, de acordo com os dados divulgados pelas autoridades locais.[2]

Formado posteriormente com distinção em Economia e Gestão, obtendo graus de bacharel e mestre em Finanças e Crédito, Aksionov teve passagem pelo ensino militar, estudando na Escola Superior de Construção Político-Militar de Simferopol, sem concluir o curso. Após 1993, trabalhou como vice-diretor em várias empresas na Crimeia. Sua carreira política começou em 2008, quando fundou e passou a liderar o partido Unidade Russa, de orientação pró-Moscou. Em 2010, foi eleito deputado do Conselho Supremo da Crimeia, e em fevereiro de 2014 assumiu o cargo de primeiro-ministro da então República Autônoma da Crimeia, em meio à crise política que se seguiu à queda de Viktor Ianukovytch na Ucrânia.

Durante o processo de separação da Crimeia, Aksionov tomou o controle das forças de segurança locais em 1 de março de 2014 e declarou-se comandante supremo das Forças Armadas da península. Solicitou oficialmente ao presidente russo Vladimir Putin “assistência para garantir a paz e a ordem na Crimeia”, pedido apoiado por Ianukovytch.[3][4] Dias depois, anunciou a criação das Forças Navais da Crimeia e afirmou a intenção de ampliar a autonomia da região e criar um Ministério da Defesa local. Em 11 de março, determinou a nacionalização do equipamento naval ucraniano em Sebastopol. Em 18 de março de 2014, assinou junto de Putin, Vladimir Konstantinov e Aleksei Tchaly o tratado que formalizou a entrada da Crimeia na Federação da Rússia.

Posteriormente, em março de 2014, Aksionov declarou que o russo, o ucraniano e o tártaro da Crimeia seriam as línguas oficiais da república. Em 24 de março recebeu a cidadania russa, e dois dias depois foi confirmado como chefe do governo da República da Crimeia já como sujeito federado da Rússia. Desde então, ocupa o cargo de chefe da república, tendo também presidido o Conselho de Ministros até 2019. Por seu papel na anexação da Crimeia e pela violação da integridade territorial da Ucrânia, Aksionov é alvo de sanções impostas pela União Europeia, Estados Unidos, Reino Unido e diversos outros países.

Biografia

Nasceu na cidade de Bălți, na RSS da Moldávia. Seu pai, Valeri Nikolaievitch Aksionov, formou-se no Instituto Pedagógico da Moldávia, trabalhou na juventude como chefe de oficina na fábrica que levava o nome de Lenin em Bălți e chefiou a “Comunidade Russa” da cidade.[5] Em 1995 tornou-se vice-presidente do comitê executivo municipal de Bălți e, mais tarde, passou a atuar no setor empresarial.[6] Atualmente, o pai de Aksionov é deputado do Conselho de Estado da Crimeia, vice-presidente do Comitê de Construção, Transporte e Complexo de Combustível e Energia e membro da bancada do Rússia Unida no parlamento republicano,[7] além de integrar a presidência da Comunidade Russa da Crimeia.[8] Sua mãe, Nina Semionovna Aksionova, é formada pela Universidade de Aviação de Ufa e atualmente é aposentada.[9]

Serguei Aksionov concluiu a escola em Bălți com medalha de prata e, em 1989, ingressou na Escola Superior de Construção Político-Militar de Simferopol. Quatro anos depois, realizou todos os exames de formatura, mas não recebeu diploma nem patente,[10] pois em 1991 a União Soviética se desintegrou e Aksionov, segundo suas próprias palavras, não quis jurar lealdade à Ucrânia.[11] Em entrevista à TASS, ele explicou que já havia prestado juramento à União Soviética em 1989 e que jurar uma segunda vez lhe parecia “imoral”, além de afirmar que “o exército ucraniano, naquele momento, de fato, ainda não existia”.[12]

Na década de 1990, Aksionov iniciou atividades empresariais. Entre 1993 e 1998 foi vice-diretor da cooperativa Ellada, que comercializava alimentos, e de 1998 a 2001 ocupou o mesmo cargo na sociedade limitada Asteriks. De 2001 a 2014 trabalhou na empresa Eskada. Paralelamente à vida empresarial, estudou na Universidade de Economia e Gestão de Simferopol, na especialidade Economia das Empresas, obtendo posteriormente o grau de mestre em Finanças e Crédito.[6]

Durante esse período, Aksionov consolidou-se como empresário do setor alimentício, lidando com produtos de consumo e exportação. Ele próprio afirmou: “Lidávamos com produtos alimentícios, conservas e enviávamos bens de consumo para o exterior.” Em suas palavras, “eu nunca enganei ninguém, nunca tirei nada de ninguém. E se a gente combina algo nos negócios, é assim que acontece. Nunca tivemos incidentes.”[13]

Desde 2008, Aksionov é membro da Comunidade Russa da Crimeia e da organização pública Ativo Cívico da Crimeia. A partir de 2009, passou a integrar o conselho do Ativo Cívico da Crimeia, liderado por Vitali Lazutkin,[14] e tornou-se copresidente do conselho de coordenação Pela Unidade Russa na Crimeia!.[6] Nesse período, criticou o presidente do parlamento da Crimeia, Anatoli Gritsenko, os deputados Aleksandr Melnick e Igor Lukatchov e o prefeito de Simferopol, Gennadi Babenko.[13] Ao mesmo tempo, apoiou a nomeação de Gennadi Moskal como chefe da Direção Principal do Ministério do Interior da Crimeia.[15]

Em 2009, o vice-presidente do Conselho Supremo da Crimeia, Mikhail Bakhariev, acusou Aksionov de envolvimento com o grupo criminoso Seilem, ativo nos anos 1990.[6] Aksionov processou Bakhariev por difamação e defesa da honra, dignidade e reputação empresarial. O tribunal de primeira instância decidiu a seu favor,[16] mas o tribunal de apelação considerou que ele não conseguiu comprovar sua inocência e manteve a decisão favorável a Bakhariev.[17] Segundo a milícia ucraniana, o grupo Seilem, junto com o Bashmaki, controlava boa parte do setor empresarial da Crimeia até sua liquidação definitiva em 1999.[18] Aksionov negou qualquer ligação com esses grupos, insistindo que na época “apenas trabalhava com produtos alimentares, conservas e exportação”.[13]

Em entrevista ao jornalista ucraniano Dmitro Gordon, a ex-procuradora da Crimeia, Natalia Poklonskaia, que investigou o grupo Bashmaki, afirmou que Aksionov não figurou em nenhum de seus processos criminais.[19] Já em 2022, o chefe da Crimeia venceu um processo judicial contra o blogueiro Ilia Boltchedvorov, que o havia acusado de ligações com o crime organizado, recebendo 900 mil rublos de indenização por danos morais e à reputação.[20]

Aksionov iniciou sua trajetória política em 2008, quando ingressou no partido Comunidade Russa da Crimeia, e, no ano seguinte, passou a integrar o conselho da organização pública Ativo Cívico da Crimeia. Nesse contexto, tornou-se copresidente do conselho de coordenação Pela Unidade Russa na Crimeia!.[5] Em 2010, assumiu a liderança do movimento sociopolítico Unidade Russa e do partido homônimo. No mesmo ano, nas eleições para o Conselho Supremo da república, o Unidade Russa obteve 4% dos votos, garantindo a Aksionov um assento parlamentar.[5][21] Em outubro de 2012, concorreu às eleições para o Conselho Supremo da Ucrânia por um distrito uninominal, mas obteve apenas 9% dos votos, não conseguindo eleger-se.[22]

Em 27 de fevereiro de 2014, um grupo de militares russos sem insígnias reuniu deputados do Conselho Supremo da Crimeia em Simferopol e os levou ao prédio do parlamento, que havia sido tomado.[23] Os deputados, segundo relatos, não demonstravam vontade de participar da sessão. Igor Girkin, cidadão russo e um dos comandantes envolvidos nos acontecimentos, afirmou que foi preciso “empurrar” os deputados para o plenário a fim de tomarem decisões.[24][25][26] No edifício ocupado, realizou-se uma sessão extraordinária do parlamento da Crimeia, na qual foram aprovadas decisões previamente preparadas para destituir o primeiro-ministro Anatoli Mogilev, nomeado por Viktor Ianukovytch.[23] Serguei Aksionov, líder do partido Unidade Russa, apoiado pelos serviços de segurança russos,[23] foi nomeado presidente do Conselho de Ministros da República Autônoma da Crimeia.[27] Embora seu partido tivesse conquistado apenas três assentos nas eleições, Aksionov possuía um grupo de voluntários e o apoio do presidente do parlamento, Vladimir Konstantinov. O voto ocorreu sob presença de forças especiais russas, e investigações jornalísticas posteriores revelaram que não havia quórum suficiente para validar as decisões.[27]

Em 2 de abril de 2014, Aksionov foi nomeado copresidente da seção regional da Frente Popular Pan-Russa.[28] Entre 9 de abril e 25 de outubro de 2014, de 7 de abril a 10 de novembro de 2015 e de 6 de abril a 22 de novembro de 2016, integrou o presidium do Conselho de Estado da Federação da Rússia.[29][30][31][32] Em 14 de abril de 2014, o presidente Vladimir Putin o nomeou chefe interino da República da Crimeia,[33] o que levou o parlamento local a encerrar antecipadamente seu mandato como deputado.[34][35]

Em 9 de outubro de 2014, Aksionov foi eleito chefe da República da Crimeia e decidiu acumular esse cargo com o de presidente do Conselho de Ministros.[36][37] Posteriormente, tornou-se membro do Conselho Superior do partido Rússia Unida.[38] Em 18 de setembro de 2016, foi eleito deputado da Duma Estatal, mas recusou o mandato, que passou à então procuradora da Crimeia, Natalia Poklonskaia.[39][40]

Em 14 de junho de 2019, Aksionov liderou a lista do partido Rússia Unida para o Conselho de Estado da Crimeia de segunda convocação.[41] Pouco depois, em 19 de julho, o secretário-geral do partido, Andrei Turtchak, anunciou que, após as eleições regionais, o partido proporia a recondução de Aksionov para um segundo mandato como chefe da república.[42] Ele também preside a filial crimeana da Sociedade Histórica e Militar Russa.[43]

Até 2019, Aksionov acumulou o posto de chefe da república com o de primeiro-ministro, até que os cargos foram separados e Iuri Gotsaniuk assumiu o governo.[44]

Chefe do governo da Crimeia

Destacamento de autodefesa da Crimeia com um cartaz “Aksionov, a Crimeia está contigo!”. 6 de março de 2014, dia da convocação do referendo sobre a anexação da Crimeia pela Rússia.

Presidente do Conselho de Ministros da República Autônoma da Crimeia

Em 27 de fevereiro de 2014, um grupo de militares russos sem insígnias reuniu deputados do Conselho Supremo da Crimeia em Simferopol e os levou ao prédio do parlamento, que havia sido tomado.[23] Os deputados, segundo relatos, não demonstravam vontade de participar da sessão. Igor Girkin, cidadão russo e um dos comandantes envolvidos nos acontecimentos, afirmou que foi preciso “empurrar” os deputados para o plenário a fim de tomarem decisões.[24][25][26] No edifício ocupado, realizou-se uma sessão extraordinária do parlamento da Crimeia, na qual foram aprovadas decisões previamente preparadas para destituir o primeiro-ministro Anatoli Mogilev, nomeado por Viktor Ianukovytch.[23] Serguei Aksionov, líder do partido Unidade Russa, apoiado pelos serviços de segurança russos,[23] foi nomeado presidente do Conselho de Ministros da República Autônoma da Crimeia.[27] Embora seu partido tivesse conquistado apenas três assentos nas eleições, Aksionov possuía um grupo de voluntários e o apoio do presidente do parlamento, Vladimir Konstantinov. O voto ocorreu sob presença de forças especiais russas, e investigações jornalísticas posteriores revelaram que não havia quórum suficiente para validar as decisões.[27][45]

Em 28 de fevereiro de 2014, foi formado um novo governo da República Autônoma da Crimeia.[46] Em 1 de março, o presidente interino da Ucrânia, Oleksandr Turtchynov, emitiu um decreto declarando ilegal a nomeação de Aksionov como primeiro-ministro, afirmando que ela havia sido realizada em violação à Constituição da Ucrânia, à Constituição da República Autônoma da Crimeia e às leis ucranianas.[47]

Presidente do Conselho de Ministros da República da Crimeia

Assinatura do Tratado sobre a Adesão da República da Crimeia à Federação da Rússia no Kremlin, em 18 de março de 2014.

Em 1 de março de 2014, Aksionov emitiu uma ordem subordinando a si todas as forças de segurança da Crimeia. A partir dessa data, ele assumiu as funções de Comandante Supremo das Forças Armadas da República Autônoma da Crimeia e de Sebastopol, funções que exerceu até a incorporação da Crimeia à Federação da Rússia.[48][49] Nesse mesmo dia, dirigiu-se ao Presidente da Rússia, Vladimir Putin, pedindo “assistência para garantir a paz e a tranquilidade no território da República Autônoma da Crimeia”, sendo apoiado por Viktor Ianukovytch.[3][4] Em 2 de março, anunciou a criação das Forças Navais da Crimeia.[48]

Em 4 de março de 2014, Aksionov declarou ser possível ampliar a autonomia da Crimeia incorporando outras regiões da Ucrânia, caso seus habitantes manifestassem esse desejo, e afirmou ser necessária a criação de um Ministério da Defesa da República da Crimeia.[50][51] Em 5 de março de 2014, o Tribunal Distrital Shevchenkivskyi, de Kiev, aceitou o pedido das autoridades de investigação preliminar para deter Serguei Aksionov e Vladimir Konstantinov, acusados de cometer crime previsto no artigo 109, parte 1, do Código Penal da Ucrânia (ações voltadas para a mudança violenta ou derrubada da ordem constitucional ou para a tomada do poder estatal).[52] Em 10 de março de 2014, Aksionov declarou que haveria três idiomas oficiais na Crimeia: russo, ucraniano e tártaro da Crimeia.[53] Em 11 de março de 2014, ele anunciou a nacionalização da frota ucraniana em Sebastopol.[54]

Reunião de trabalho do primeiro-ministro da República da Crimeia, Serguei Aksionov, com o presidente da Rússia, Vladimir Putin. Moscou, Kremlin, 18 de março de 2014.

Em 18 de março, o presidente do Conselho de Ministros da República da Crimeia, Aksionov, junto com o presidente do Conselho de Coordenação para a Organização da Administração Municipal de Sebastopol, Aleksei Tchaly, e o presidente do Conselho de Estado da República da Crimeia, Vladimir Konstantinov, assinou com o Presidente da Federação da Rússia, Vladimir Putin, o Tratado sobre a Adesão da República da Crimeia à Federação da Rússia.[55]

Em 22 de março de 2014, Aksionov dirigiu-se ao povo ucraniano, conclamando-o a não se submeter às ações do governo de Kiev.[56] Em 24 de março, recebeu o passaporte de cidadão da Federação da Rússia.[57] Em 26 de março, o Conselho de Estado da República da Crimeia aprovou o Conselho de Ministros da República da Crimeia, já como sujeito da Federação da Rússia, tendo Aksionov como primeiro-ministro.[58]

Chefe da República da Crimeia

Aksionov na cerimônia de posse em Simferopol em 20 de setembro de 2019

Em 11 de abril de 2014, o Conselho de Estado da República da Crimeia apresentou ao presidente da Federação da Rússia, Vladimir Putin, a candidatura de Aksionov para o cargo de chefe interino da República da Crimeia.[59]

Em 17 de setembro de 2014, Putin encaminhou ao Conselho de Estado da Crimeia a candidatura de Aksionov para sua eleição como chefe da república.[60] Em 9 de outubro de 2014, Aksionov foi eleito por unanimidade.[36] Na mesma sessão, o Conselho de Estado também aprovou a acumulação dos cargos de chefe da república e presidente do Conselho de Ministros da República da Crimeia.[37]

Aksionov durante uma reunião relacionada à otimização do tráfego em Simferopol em 13 de fevereiro de 2018

Em 14 de março de 2017, na véspera do centenário da abdicação do imperador Nicolau II durante a Revolução de Fevereiro, Aksionov declarou em entrevista ao jornalista Serguei Mikheiev, no programa Conversa Séria, do canal Primeiro Crimeano, que “a democracia, nas condições atuais e diante de um inimigo externo, é algo desnecessário”. Ele acrescentou que “a democracia deve ter limites normais” e afirmou que “Nicolau II brincou de democracia e, no fim, perdemos o Alasca”. Disse ainda que, se a Rússia ainda possuísse o Alasca, “a situação geopolítica mundial seria diferente”, embora tenha cometido um erro histórico, pois o Alasca foi vendido pelo avô de Nicolau II, o imperador Alexandre II, em 1867. Concluiu dizendo que “a Rússia precisa de uma monarquia” e sugeriu que “o presidente Putin deveria ter mais poderes, até mesmo uma ditadura”.[61][62][63][64][65]

Como a Constituição da Federação da Rússia define o país como “um Estado democrático, federativo e de direito com forma republicana de governo”, a imprensa interpretou as palavras de Aksionov como uma tentativa de defender a mudança da forma de governo, ato que poderia ser enquadrado no artigo 280 do Código Penal Russo “apelos públicos à atividade extremista”, punível com até quatro anos de prisão.[66][67][68] O porta-voz do presidente russo, Dmitri Peskov, e o presidente da Duma Estatal, Viatcheslav Volodin, descartaram qualquer possibilidade de restauração da monarquia na Rússia, considerando as declarações de Aksionov como sua “opinião pessoal”.[69][70]

Entre 7 de abril e 10 de novembro de 2015, e novamente de 6 de abril a 22 de novembro de 2016, Aksionov foi membro do Presidium do Conselho de Estado da Federação da Rússia.[31][71][32][72]

Em 18 de março de 2017, durante uma transmissão do canal Rússia 1, Aksionov esclareceu que não defendia o retorno da monarquia, explicando que “a questão não era sobre a forma de governo nem sobre mudar a ordem constitucional, mas sobre os poderes do presidente”. Acrescentou que, como “certas forças se voltaram contra a Rússia”, “Vladimir Vladimirovitch deveria ser presidente vitalício”.[73][74]

Em 6 de dezembro de 2017, Aksionov declarou seu apoio à decisão de Vladimir Putin de concorrer a mais um mandato presidencial.[75] No dia 7 de maio de 2018, esteve presente na cerimônia de posse de Putin no Kremlin.[76]

Em 27 de julho de 2019, Aksionov condenou os protestos ilegais em Moscou, afirmando apoiar as ações das forças de segurança para conter a desordem nas ruas da capital.[77] Em 12 de agosto do mesmo ano, reuniu-se com o presidente Vladimir Putin, apresentando um relatório sobre o desenvolvimento da Crimeia nos cinco anos anteriores.[78] Em 20 de setembro de 2019, foi novamente eleito chefe da Crimeia para um mandato de cinco anos, até 2024.[79] Aksionov deixou o cargo de presidente do Conselho de Ministros, sendo substituído por Iuri Gotsaniuk.[44]

Em fevereiro de 2023, Aksionov criou sua própria estrutura paramilitar, a companhia militar privada Konvoi, para participar da invasão russa da Ucrânia.[80] Em 12 de setembro de 2024, os deputados do Conselho de Estado da Crimeia o reelegeram por unanimidade como chefe da república.[81]

Prêmios

  • Ordem “Por Mérito à Pátria” de 1.ª classe (2014) — por sua grande contribuição ao fortalecimento da estatalidade russa, pela preparação e realização do referendo geral da Crimeia sobre a incorporação da República da Crimeia e da cidade de Sevastopol à Federação da Rússia, demonstrando elevada posição cívica, coragem e abnegação.[82][83][84][85]
  • Ordem de Alexandre Nevski (11 de maio de 2021) — por sua grande contribuição ao desenvolvimento socioeconômico da República da Crimeia.[86]
  • Medalha “Pela Libertação da Crimeia e de Sevastopol” (17 de março de 2014) — por sua contribuição pessoal para o retorno da Crimeia à Rússia.[87]
  • Medalha “Pelo Retorno da Crimeia” (Ministério da Defesa da Rússia, 22 de março de 2014).[88]
  • Prêmio “Diploma de Ouro” (17 de novembro de 2014) — pela transparência informativa e manutenção de um diálogo aberto com a imprensa russa.[89]
  • Ordem Kalashnikov de 1.ª classe (União Militar-Esportiva M. T. Kalashnikov, fevereiro de 2015) — por méritos especialmente destacados relacionados à elaboração e implementação de programas eficazes de trabalho com crianças e jovens, voltados ao alcance de conquistas esportivas, ao desenvolvimento de qualidades patrióticas e morais e ao afastamento de hábitos nocivos.[90]
  • Cidadão Honorário da República da Crimeia (Governo da República da Crimeia, 19 de março 2015) — por seu papel destacado na organização e realização do referendo geral da Crimeia e na reunificação da Crimeia com a Rússia, por méritos pessoais significativos no fortalecimento da paz, da harmonia interétnica e inter-religiosa, e por sua atuação estatal voltada ao desenvolvimento socioeconômico e espiritual da República da Crimeia.[91]
  • Distintivo Honorário "Por Mérito" do Colégio Marítimo do Governo da Federação da Rússia (Colégio Marítimo do Governo da Federação da Rússia, 21 de dezembro 2016)[92]
  • Ordem do Santo Príncipe Daniel de Moscou de 2.ª classe (Igreja Ortodoxa Ucraniana, 2017) — por serviço à pátria.[93]
  • Medalha de Sultan Amet-Khan “Pela Contribuição à Educação Patriótica da Juventude” (República do Daguestão, 28 de julho de 2017) — pela contribuição significativa à educação patriótica da juventude.[94]
  • Ordem da Amizade dos Povos da República do Bascortostão (18 de janeiro de 2019) — por sua grande contribuição ao fortalecimento da cooperação entre a República do Bascortostão e a República da Crimeia.[95]
  • Distintivo de Honra do Conselho da Federação da Assembleia Federal da Federação Russa "Por Méritos no Desenvolvimento do Parlamentarismo" (Conselho da Federação da Assembleia Federal da Federação da Rússia, 2019)[96]
  • Ordem da Amizade (Ossétia do Sul, 2022).[97]

Família

Aksionov e sua esposa Elena em 2019

Serguei Valerievitch Aksionov nasceu em uma família de origem russa. Seu pai, Valeri Nikolaievitch Aksionov (nascido em 1949), formou-se no Instituto Pedagógico da Moldávia e trabalhou na juventude como chefe de oficina na fábrica que levava o nome de Lenin, na cidade de Bălți.[5] Mais tarde, tornou-se vice-presidente do comitê executivo municipal local e, posteriormente, passou a atuar no setor empresarial.[5] É diretor-geral da empresa Panelnye sistemy em Simferopol e deputado do Conselho de Estado da República da Crimeia desde setembro de 2014, onde ocupa o cargo de vice-presidente do Comitê de Construção, Transporte e Complexo de Combustível e Energia, além de integrar a bancada do Rússia Unida e a presidência da Comunidade Russa da Crimeia.[7][8] Sua mãe, Nina Semionovna Aksionova (nascida em 1949), formou-se na Universidade de Aviação de Ufa e atualmente é aposentada.[9]

Serguei Aksionov é casado desde 1994 com Elena Aleksandrovna Aksionova (nascida Dobrynia, em 1975),[98] formada pela Academia Agrícola, com especialização em Economia.[99] Ela é empresária e desde 2014 lidera o movimento Unidade Russa, atualmente uma organização pública inter-regional.[99] A família Dobrynia também é influente na política crimeana: a irmã de Elena, Evguenia Dobrynia, é deputada do Conselho de Estado da Crimeia e preside o Comitê de Propriedade e Relações Fundiárias;[100] sua mãe, Liudmila Dobrynia, integrou a Câmara Pública da Crimeia entre 2017 e 2020.[101][102]

O casal tem dois filhos: a filha, Kristina (nascida em 1994), que atua no setor empresarial,[103] e o filho, Oleg (nascido em 1997).[102] Em setembro de 2022, após o início da operação militar russa na Ucrânia e o decreto de mobilização parcial, Aksionov anunciou que seu filho havia sido convocado para o serviço militar.[104] Em março de 2023, confirmou que Oleg servia como fuzileiro naval em Melitopol.[105]

Controvérsias

Suposta participação em grupos de crime organizado

Nos bancos de dados operacionais da polícia de meados da década de 1990, Serguei Aksionov era mencionado como um dos integrantes do grupo criminoso Seilem, sob o apelido de “Goblin". Essa versão foi amplamente divulgada pela imprensa local.[106][107] Além dos materiais operacionais, a mesma informação foi citada em entrevista ao jornal comunista local pelo advogado russo Nikolai Polozov e pelo político crimeano Leonid Gratch, que afirmou que, segundo suas fontes, Aksionov fora notado e “cooptado” por Vasili Djarty, verdadeiro criador do partido Unidade Russa na Crimeia.[108] O primeiro vice-presidente da organização Comunidade Russa da Crimeia, Mikhail Bakhariev, também fez declarações semelhantes e chegou a deixar a entidade em protesto contra a indicação de Aksionov para o cargo. Por outro lado, apoiadores de Aksionov alegavam que muitos políticos da Crimeia nos anos 1990 tinham algum tipo de passado ligado ao crime.[109]

Segundo a milícia ucraniana, os grupos Seilem e Bashmaki controlaram grande parte do setor empresarial da Crimeia até sua eliminação em 1999.[18] Aksionov negou qualquer vínculo com essas organizações, dizendo que, na época, apenas trabalhava com produtos alimentares e exportação.[13] Em entrevista ao jornalista Dmitro Gordon, a ex-procuradora da Crimeia, Natalia Poklonskaia, que investigou o grupo Bashmaki, afirmou que o nome de Aksionov nunca apareceu em nenhum processo criminal.[19]

Conflito com Mikhail Bakhariev

Em 22 de dezembro de 2009, durante uma coletiva de imprensa em Simferopol, o vice-presidente do Conselho Supremo da República Autônoma da Crimeia, Mikhail Bakhariev, acusou Serguei Aksionov de ter sido ligado, nos anos 1990, ao grupo criminoso organizado Seilem, no qual seria conhecido pelo apelido de “Goblin”. Bakhariev citou trechos de um dossiê operacional da Divisão de Combate ao Crime Organizado (UBOP) do Ministério dos Assuntos Internos da Ucrânia na Crimeia, anteriormente divulgado na internet, e também afirmou que o partido Unidade Russa, liderado por Aksionov, estaria envolvido em tomadas ilegais de propriedades, como a rodoviária de Simferopol, edifícios residenciais e sanatórios em Eupatória e Aluchta.[110]

Pouco depois, Aksionov processou Bakhariev por difamação e defesa da honra e dignidade. Em 26 de fevereiro de 2010, o Tribunal Distrital Central de Simferopol decidiu a favor de Aksionov, reconhecendo as declarações de Bakhariev como falsas e obrigando-o a pagar uma indenização simbólica de uma grívnia e a se retratar publicamente em nova coletiva de imprensa.[111] O advogado de Bakhariev, Aleksandr Nadtotcheev, contestou a decisão, alegando parcialidade da juíza Ekaterina Timoshenko, e apresentou recurso ao Tribunal de Apelação da Crimeia.[112]

Em 10 de junho de 2010, o tribunal de apelação reverteu a decisão, declarando que Aksionov não havia conseguido comprovar sua inocência.[17] Aksionov reagiu afirmando que o tribunal criara um precedente perigoso, no qual “qualquer pessoa pode ser publicamente caluniada sem consequências”, criticando o fato de Bakhariev ter se baseado em informações retiradas da internet.[16]

Processo penal na Ucrânia

Em março de 2014, foi aberto um processo criminal contra Serguei Aksionov com base na parte 1 do artigo 109 do Código Penal da Ucrânia, que trata de ações voltadas para a mudança violenta da ordem constitucional ou para a tomada do poder estatal.[52] Em 4 de março, o Tribunal Administrativo Distrital de Kiev atendeu ao pedido para reconhecer como ilegais e anular as decisões do Parlamento da Crimeia que haviam nomeado Aksionov como chefe do Conselho de Ministros. No dia seguinte, 5 de março, o Tribunal Distrital Shevchenkivskyi de Kiev ordenou a detenção de Aksionov. No mesmo dia, o mesmo Tribunal Distrital Shevchenkivskyi aceitou o pedido das autoridades de investigação preliminar para deter Serguei Aksionov e Vladimir Konstantinov, sob acusação de violar o artigo 109, parte 1, do Código Penal da Ucrânia.[113][114]

Mais tarde, em 13 de abril de 2016, o Tribunal Distrital Petcherskyi de Kiev autorizou a detenção de Aksionov já sob outra suspeita: a de cometer crime previsto na parte 5 do artigo 191 do Código Penal da Ucrânia, referente à apropriação, desvio de bens ou obtenção de propriedade por abuso de cargo.[115] Em 23 de junho de 2016, a Procuradoria-Geral da Ucrânia convocou Aksionov para interrogatório no dia 29 de junho, publicando a intimação no jornal governamental ucraniano Uriadovyi Kurier.[116]

Sanções

Em 17 de março de 2014, Serguei Aksionov foi incluído na lista de sanções dos Estados Unidos para cidadãos especialmente designados e bens bloqueados, além de entrar no conjunto de restrições da União Europeia.[117][118][119]

Aksionov havia sido escolhido como “primeiro-ministro da Crimeia” pelo Parlamento da Crimeia em 27 de fevereiro de 2014, decisão tomada enquanto milicianos pró-Rússia ocupavam o prédio. Em 1.º de março de 2014, Oleksandr Turtchynov declarou essa nomeação inconstitucional. Aksionov foi um dos principais defensores da realização do “referendo” de 16 de março de 2014.

Por sua participação na anexação, recebeu da Federação da Rússia a Ordem “Pelo Mérito à Pátria”, 1.ª classe.

— Jornal Oficial da União Europeia, Bruxelas, 17 de março de 2014.[120]

Em 16 de setembro de 2022, ele também passou a integrar a lista ampliada de sanções do Reino Unido.[121] Além disso, encontra-se nos regimes de sanções do Canadá, Suíça, Austrália, Ucrânia e Japão.[122]

Referências

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