O Prêmio APCA 2026 é a septuagésima edição da premiação anual da Associação Paulista de Críticos de Arte (APCA) com o propósito de premiar os melhores de 2025 nas tradicionais onze áreas de atuação: arquitetura, artes visuais, cinema, dança, literatura, música popular, rádio, teatro, teatro infantojuvenil e televisão.[1]
Em 2026, a premiação chegou aos 70 anos de história, consolidando-se entre as premiações mais longevas em atividade no país.[2] O presidente da APCA escreveu em homenagem à associação que "A APCA celebra 70 anos de atuação ininterrupta na defesa, reflexão e valorização das artes no Brasil. Sete décadas marcadas pela independência crítica, pelo reconhecimento da excelência artística e pelo diálogo permanente com a cena cultural. Uma história que reafirma o papel da crítica como memória, pensamento e impulso para o futuro da arte brasileira".[3]
Indicados e vencedores
Os vencedores das categorias estão divididos por área de premiação, listadas em ordem alfabética, conforme disposto pela Associação Paulista de Críticos de Arte. Os trabalhos nominados são, normalmente, de execução no ano anterior da data de premiação. As áreas de cinema, música popular, teatro adulto e televisão apresentaram os finalistas nas categorias.
Arquitetura
| Obra de Arquitetura no Brasil
|
Obra de Arquitetura em São Paulo
|
|
|
- SIAA e Apiacás por Sesc Franca[4]
|
| Resistência Urbana
|
Ativismo
|
|
|
- Esther Carro - Fazendinhando[4]
|
| Revelação
|
Fronteiras da Arquitetura
|
|
|
|
| Trajetória
|
|
Teuba Arquitetura[3]
|
Artes Visuais
| Exposição Internacional
|
Exposição Nacional
|
- Andy Warhol Pop Art (FAAP)
|
- Fullgás Artes Visuais e Anos 1980 no Brasil (CCBB)
|
| Fotografia
|
Personalidade do Ano
|
- Largo: Entretempos Fotográficos Instituto Via Foto
|
|
| Destaque do Ano
|
Projeto/Pesquisa
|
- MAS inauguração do novo prédio
|
|
| Conjunto da Obra
|
|
Regina Silveira[3]
|
Cinema
Os vencedores estão em negrito:
Dança
| Espetáculo
|
Coreografia
|
- "Ato", Cia Fragmento de Dança
|
- Rodrigo Pederneiras e Cassi Abranches, coreografia de “Piracema”, Grupo Corpo
|
| Elenco
|
Interpretação
|
- Balé Teatro Guaíra, “Contraponto”
|
- Maria Emilia Gomes, “Colibri”
|
| Prêmio Técnico
|
Programa / Projeto / Difusão
|
- Christofer Silva e Djalma Moura, cenografia de “Ibejada”, Núcleo Ajeum
|
- “Minas de Ouro”, Carmen Luz
|
| Prêmio Especial do Júri
|
|
Grupo Corpo, por celebrar 50 anos mantendo viva a inquietude da criação[3]
|
Literatura
| Romance
|
Contos
|
|
|
- Os Anos de Vidro, de Mateus Baldi (Nós)
|
| Poesia
|
Tradução
|
|
|
- Aleksandar Jovanovic, por O Museu da Rendição Incondicional, de Dubravka Ugresic (Carambaia)
|
| Ensaio
|
Infantojuvenil
|
|
|
- Ximlóp, de Gustavo Piqueira (Editora Joaquina)
|
| Reportagem / Biografia
|
|
Presente do Acaso, um Ensaio Biográfico sobre Silviano Santiago, de João Pombo Barile (Autêntica)[3]
|
Música Erudita
| Ópera
|
Estreia de Obra
|
|
|
- Breathing Blocks, de Felipe Lara
|
| Projeto Especial
|
Concerto Coral
|
|
|
|
| Concerto Sinfônico
|
Recital / Música de Câmera
|
|
|
- Quarteto de Cordas da Cidade de São Paulo: Identidade Brasileira (obras de Francisco Mignone e Clorinda Rosato)
|
| Destaque da crítica
|
|
Revista Concerto – 30 Anos[3]
|
Música Popular
Os vencedores estão em negrito:
| Artista do Ano[9]
|
Disco do Ano
|
|
|
|
| Artista Revelação[9]
|
Show do Ano[9]
|
|
|
|
| Música do Ano
|
Projeto Especial
|
- “Zelite”, Douglas Germano
|
- Exposição HIP-HOP 80’sp – São Paulo na Onda do Break (Sesc 24 de Maio)
|
| Grande Prêmio da Crítica
|
|
Ney Matogrosso[3]
|
Rádio
| Profissional de Rádio
|
Podcast
|
|
|
|
| Programa Cultural
|
Programa Musical
|
|
|
|
| Esporte
|
Variedades
|
- Energia em Campo – Futebol de torcedor para torcedor – Energia FM 97,7
|
- Páginas da Infância, de Janaína Barros – CBN 90,5
|
| Grande Prêmio da Crítica
|
|
Web Rádio ONCB (Organização Nacional dos Cegos do Brasil), pela democratização e acesso à informação e cultura, com inclusão e acessibilidade.[7]
|
Teatro
Os vencedores estão em negrito:
| Dramaturgia[10]
|
Direção[10]
|
- Silvia Gomez, por Lady Tempestade
- Assis Benevenuto e Marcos Coletta, por Velocidade
- Gregório Duvivier, por O Céu da Língua
- Luiz Felipe Reis, por Deserto
- Marcos Damasceno, por Nebulosa de Baco
- Michele Ferreira, por Valência = 2 Homens e 1 Cooler
|
- Dinho Lima Flor, por Restinga de Canudos
- Amanda Lyra e Juaar, por Estratagemas Desesperados
- Jé Oliveira, por Pai Contra Mãe ou Você Está me Ouvindo?
- Kleber Montanheiro, por João
- Lavínia Pannunzio, por Adulto
- Rodrigo Portela, por (Um) Ensaio Sobre a Cegueira
|
| Melhor Ator[10]
|
Melhor Atriz[10]
|
|
|
- Paula Cohen, por Finlândia
- Ana Lúcia Torre, por Olhos nos Olhos
- Andréa Beltrão, por Lady Tempestade
- Bruna Longo, por Queda de Baleia ou Canto para Dançar Minha Morte
- Carolina Mânica, por Na Sala dos Espelhos
- Thainá Muniz, por Elisa em Fuga
|
| Espetáculo[10]
|
Prêmio Especial
|
- (Um) Ensaio Sobre a Cegueira
- A Médica
- A Máquina
- Pai Contra Mãe ou Você Está me Ouvindo?
- Restinga de Canudos
- Velocidade
|
- Programa Persona, que há 10 anos reverencia a memória do teatro brasileiro na TV Cultura[11]
|
| Grande Prêmio da Crítica
|
|
Caetano Vilela, pela trajetória na iluminação nas artes cênicas brasileiras.[3]
|
Teatro Infantojuvenil
| Melhor Espetáculo de Palhaçaria
|
Melhor Espetáculo com Técnicas de Dança e Circo
|
- O Circo da Lona Torta, da Trupe Lona Preta
|
- O Menino Maluquinho, da Cia Nau de Ícaros
|
| Melhor Espetáculo para a Primeira Infância
|
Melhor Monólogo
|
- Os Peixes Não Falam, da Companhia Primeiro Olhar
|
- Pa’ra – Rio de Memórias, de Lenise Oliveira
|
| Melhor Espetáculo de Resgate de Tradições Orais
|
Melhor Espetáculo de Iniciação Política
|
- A Botija, um Pequeno Inventário de Histórias Fantásticas do Nordeste Brasileiro, da Cia Fabulinhando
|
- Mar Fantasma, da Cia La Leche
|
| Grande Prêmio da Crítica
|
|
Marie e a Descoberta Luminosa, da Companhia Delas[7]
|
Televisão
Os vencedores estão em negrito:
Referências