Partido Conservador (Noruega)

Partido Conservador
Høyre
Høgre
SiglaH
LíderErna Solberg
Fundação24 de agosto de 1884 (141 anos)
SedeOslo,  Noruega
Ideologia
Espectro políticoCentro-direita
Ala de juventudeJuventude Conservadora Norueguesa
Membros (2024)Baixa 29.181[1]
Afiliação internacionalUnião Internacional da Democracia
Afiliação europeiaPartido Popular Europeu (associado)
Storting (2021)
36 / 169
Condados (2023)
164 / 664
Comunas (2023)
1 851 / 9 122
Prefeitos (2023)
107 / 357
Parlamento Lapão (2021)
0 / 39
Cores     Azul
SloganMuligheter for alle
('Oportunidade para Todos')[2]
Página oficial
hoyre.no

O Partido Conservador ou A Direita (em norueguês bokmål: Høyre; em nynorsk: Høgre, H; literalmente 'Direita') é um partido político conservador liberal da Noruega.[3][4] É o principal partido da centro-direita norueguesa,[5][6][7] tendo liderado o governo como parte do gabinete da ex-primeira-ministra Erna Solberg de 2013 a 2021.

O partido é tradicionalmente pragmático e conservador moderado, fortemente associado às elites tradicionais do funcionalismo público e do empresariado norueguês. Durante o século XX, defendeu o liberalismo econômico, cortes de impostos, direitos individuais, a monarquia, a Igreja da Noruega, as Forças Armadas, o anticomunismo, o europeísmo e o modelo nórdico; com o tempo, seus valores tornaram-se mais culturalmente liberais em áreas como igualdade de gênero, direitos LGBT e questões como imigração e integração; alega buscar uma "política conservadora progressista baseada em valores culturais cristãos, governo constitucional e democracia".[8] Seguindo seu alinhamento ao bloco ocidental durante a Guerra Fria, o partido apoia fortemente a OTAN e, consistentemente, tem sido o partido mais abertamente pró-União Europeia (UE) no país, tendo apoiado a adesão norueguesa durante os referendos de 1972 e 1994.[9]

O Partido Conservador tradicionalmente atende à elite instruída, sendo o partido mais popular entre os grupos dela.[10][11] Na era pós-guerra, o partido formou um consenso com o Partido Trabalhista em relação à política externa e de segurança—frequentemente expressa pela máxima "a política externa está resolvida" (utenrikspolitikken ligger fast)—que levou a Noruega a cofundar a OTAN e a entrar em uma estreita aliança com os EUA. Além disso, as políticas econômicas dos dois partidos gradualmente se tornaram mais semelhantes, com ambos sendo pragmáticos, relativamente tecnocráticos, antipopulistas e próximos ao centro político.[12] Por sua vez, ao mesmo tempo que apoia o modelo nórdico, o Partido Conservador apoia certa semiprivatização através de serviços privados financiados pelo Estado.[13]

Fundado em 1884, o Partido Conservador é o segundo partido mais antigo da Noruega, depois do Partido Liberal.[14] No período entreguerras, um de seus principais objetivos era alcançar uma aliança de centro-direita contra o crescimento do movimento operário, quando o partido entrou em declínio. Da era pós-Segunda Guerra até 2005, esteve do governo por seis vezes.[13] Nas eleições legislativas em setembro de 2013, com a derrota dos trabalhistas depois de oito anos de governo, a coalizão do Partido Conservador com o Partido do Progresso entrou no cargo com base em promessas de cortes de impostos, melhores serviços e regras mais rígidas sobre imigração, tendo o apoio do Partido Liberal e do Partido Democrata-Cristão.[13] Com o bom resultado, Solberg disse que sua vitória foi "uma vitória histórica nas eleições para os partidos de direita".[15] Tendo permanecido no poder desde 2013, o Partido Conservador só retornou à oposição depois das eleições legislativas de 2021.[16]

História

Emil Stang, o primeiro líder do partido.

O Partido Conservador (Høire, agora soletrado Høyre, literalmente 'Direita') foi fundado em 24 de agosto de 1884 após a implementação do parlamentarismo na Noruega. O jurista Emil Stang foi eleito como primeiro líder do partido e sublinhou princípios importantes ao Høyre. Segundo ele, o partido deveria ser um partido social de reformas, que funcionasse dentro dos quadros constitucionais estabelecidos por uma democracia parlamentarista.

O apoio eleitoral ao Høyre variou. Nas eleições de 1981 obteve 31,7%, seu melhor resultado desde 1924. O resultado em 1993 foi de 17%, tendo a eleição sido influenciada pela questão da adesão à União Europeia que dividiu o Partido Liberal. As eleições legislativas de 1997 resultaram no menor apoio ao Høyre desde 1945, com apenas 14,3% dos votos. Desde então, o partido tem visto apoio variando de pouco mais de 14% a pouco menos de 27%.

Início dos anos 1900

No início do século XX, o Høyre tomou a iniciativa de construir uma moderna rede comunicações norueguesa. Depois da devastadora Primeira Guerra Mundial, o partido considerou importante trabalhar pela reconstrução de políticas econômicas sólidas. Um exemplo disso foi a resolução aprovada pelo Høyre em 1923 introduzindo a previdência social; apesar de que, devido ao estado das finanças do governo na época, não foi possível continuar tal medida. O Høyre foi o principal partido da oposição durante o anos pós-guerra na Noruega e lutou contra a política reguladora do Partido Trabalhista. O Høyre queria outro futuro para a Noruega, consistindo da iniciativa privada e forças criativas.

O Høyre atuou na construção do sistema de bem-estar na Noruega, tendo tomado em diversas ocasiões a iniciativa de corrigir injustiças nas regulações da assistência social.[carece de fontes?] Além disso, defendeu que a atividade estatal deve concentrar-se em problemas básicos e suas soluções.

Anos pós-guerra

Durante os anos pós-guerra na Noruega, o Høyre consolidou a sua posição como um partido com apelo a todas as partes do país. A cooperação não socialista como alternativa ao socialismo sempre foi um dos principais objetivos do Høyre, por isso ele liderou vários governos de coalizão. O Partido Democrata-Cristão foi um dos parceiros de coalizão em 1983–1986 e 1989–1990.

O Høyre apoiou fortemente o alinhamento ocidental da Noruega durante o Guerra Fria; desde então apoiando fortemente a OTAN, que a Noruega cofundou em 1949, e sendo o partido mais abertamente pró-UE no país.[9]

Nas eleições parlamentares de 1993, foi impossível formar uma aliança não socialista credível porque os antigos partidos de coalizão do Høyre, os democratas-cristãos e o Partido do Centro, ambos fizeram forte campanha contra a adesão da Noruega à UE.

Antes das eleições parlamentares de 1997, o Partido Trabalhista proclamou que não estaria disposto a governar o país se não obtivesse mais de 36,9% dos votos. Os trabalhistas obtiveram 35% e outros partidos tiveram que formar governo. Originalmente, houve discussões sérias entre o Høyre, o Partido Democrata-Cristão e o Partido Liberal sobre tal tarefa, mas no final os dois últimos uniram forças com o Partido do Centro para criar um governo minoritário sem o Høyre.

Atualmente

No eleições parlamentares em setembro de 2001, o Høyre obteve 21,2% dos votos. Após uma série de discussões, o partido pôde mais uma vez participar num governo de coalizão, desta vez com o Partido Democrata-Cristão e o Partido Liberal. O percentagem total obtido para estes três partidos nas últimas eleições gerais foi de 37,5%. O Høyre, como o maior partido do governo de coalizão, tinha 38 membros no Storting e dez dos 19 ministros do governo foram representantes do Høyre. As três áreas focais do Høyre neste período foram estabelecer um aumento na qualidade do sistema educacional da Noruega, reduzir impostos e produzir um nível de serviço mais elevado nos setores estatais.

Nas eleições legislativas de 2005, o Høyre obteve 14,1% dos votos. O resultado da eleição o colocou de volta na oposição com 23 membros no Storting.

Nas eleições legislativas de 2009, obteve 17,2% dos votos e 30 membros no Storting.

Durante o eleições locais de 2011, no entanto, obteve 27,6% dos votos e, desde então, sem exceções, obteve o primeiro e o segundo lugar.

Nas eleições legislativas de 2013, obteve 26,8% dos votos e 48 membros no Storting. Formou um governo minoritário, com apoio do Partido Democrata-Cristão e do Partido Liberal. O governo foi reeleito em 2017 e tornou-se um governo maioritário em 2019.

Ideologia

O Partido Conservador é considerado um partido de reformas que professa a tradição política moderadamente conservadora, aderindo aos pensamentos de Edmund Burke. O partido está comprometido com políticas fiscais de livre mercado, incluindo cortes de impostos e relativamente pouco envolvimento estatal na economia. No entanto, apoia a existência continuada do estado de bem-estar norueguês e do modelo nórdico.

O Partido Conservador também é o único que propõe uma redução nos gastos públicos. É frequentemente associado aos mais ricos e historicamente foi criticado pela oposição por defender a elite do país.[carece de fontes?]

Com o tempo, as políticas sociais do Partido Conservador se tornaram mais culturalmente liberais, sendo que em 2008, o partido votou por uma lei reconhecendo o matrimônio homoafetivo e adoção por pares gays.[17]

É também a favor da adesão da Noruega à UE, embora afirme que isso não é uma prioridade, nem realista a curto prazo, pois a população norueguesa rejeitou a adesão do país em dois referendos e pesquisas de opinião mostram que 66% dos noruegueses se opõem à adesão completa.[18][19]

O Partido Conservador apresenta-se como integrado numa tradição conservadora moderada na Noruega, ao contrário de conservadores com orientação nacional ou religiosa na Europa Ocidental. Há muito que acomoda alas conservadoras[20][21][22] a conservadoras liberais,[22][23][24] mas desde os anos 1960, os elementos liberais tornaram-se mais proeminentes.

A plataforma política do partido enfatiza os seguintes princípios, entre outros:[25]

  • Garantir condições estruturais estáveis ​​e favoráveis ​​para uma comunidade empresarial livre e inovadora;[25]
  • Impostos e taxas mais baixos;[25]
  • Maior foco no transporte;[25]
  • Maior foco em pesquisas;[25]
  • Maior foco no conhecimento e aprendizado nas escolas;[25]
  • Uma defesa forte e eficaz.[25]
  • Aplicação eficaz da lei e da ordem;[25]
  • Maior foco na qualidade e competência nos serviços de assistência;[25]
  • Redução da intervenção pública na vida e no trabalho dos indivíduos;[25]
  • Promoção do respeito, abertura e tolerância na sociedade;[25]
  • Proteção do clima e do meio ambiente;[25]
  • Nivelamento de prestadores de serviços públicos e privados através da escolha de usuários com financiamento público;[25]
  • Estabelecimento de limites para a política e prioridades às tarefas principais.[25]

Resultados eleitorais

Eleições legislativas

Eleição Líder Votos % Assentos +/– Posição Status
1885 Emil Stang 33.284 36,6%
30 / 114
Baixa 1 Aumento 2.º Oposição
1888 36.564 38,7%
51 / 114
Aumento 21 Aumento 1.º Oposição (1888–1889)
Governo minoritário (1889–1891)
1891[a] 50.059 49,2%
35 / 114
Baixa 16 Baixa 2.º Oposição
1894[a] Christian Schweigaard 81.462 49,3%
40 / 114
Aumento 5 Estável 2.º Oposição
1897[a] Emil Stang 77.682 46,7%
25 / 114
Baixa 15 Estável 2.º Oposição
1900[a] Francis Hagerup 96.092 40,8%
31 / 114
Aumento 6 Estável 2.º Oposição
1903[a] Ole Larsen Skattebøl 106.042 44,8%
47 / 117
Aumento 16 Estável 2.º Coalizão (1903–1905)
Coalizão (1905–1906)
1906 Edmund Harbitz Dentro do Partido da Coligação
36 / 123
Baixa 26[b] Estável 2.º Oposição
1909[c] Fredrik Stang 175.388 41,5%
41 / 123
Aumento 5 Estável 2.º Oposição (1909–1910)
Coalizão (1910–1912)
1912[c] Jens Bratlie 162.074 33,2%
20 / 123
Baixa 21 Baixa 3.º Coalizão (1912–1913)
Oposição (1913–1915)
1915[c] 179.028 29,0%
20 / 123
Estável Aumento 2.º Oposição
1918[c] 201.325 30,4%
40 / 126
Aumento 20 Estável 2.º Oposição (1918–1920)
Coalizão (1920–1921)
1921[c] Otto Bahr Halvorsen 301.372 33,3%
42 / 150
Aumento 2 Aumento 1.º Oposição (1921–1923)
Coalizão (1923–1924)
1924[c] Ivar Lykke 316.846 32,5%
43 / 150
Aumento 1 Estável 1.º Oposição (1924–1926)
Coalizão (1926–1927)
1927[c] C. J. Hambro 240.091 24,0%
29 / 150
Baixa 14 Baixa 3.º Coalizão (1927–1928)
Oposição (1928–1930)
1930[c] 327.731 27,4%
39 / 150
Aumento 10 Aumento 2.º Oposição
1933[c] 252.506 20,2%
30 / 150
Baixa 9 Estável 2.º Oposição
1936[c] Johan H. Andresen 310.324 21,3%
36 / 150
Aumento 6 Estável 2.º Oposição
1945 Arthur Nordlie 252.608 17,0%
25 / 150
Baixa 11 Estável 2.º Oposição
1949[d] 279.790 18,3%
23 / 150
Baixa 2 Estável 2.º Oposição
1953[d] C. J. Hambro 327.971 18,6%
27 / 150
Aumento 4 Estável 2.º Oposição
1957[d] Alv Kjøs 301.395 18,9%
29 / 150
Aumento 2 Estável 2.º Oposição
1961[d] 354.369 20,0%
29 / 150
Estável Estável 2.º Oposição (1961–1963)
Coalizão (1963)
Oposição (1963–1965)
1965[d] Sjur Lindebrække 415.612 21,1%
31 / 150
Aumento 2 Estável 2.º Coalizão
1969[d] 406.209 19,6%
29 / 150
Baixa 2 Estável 2.º Coalizão (1969–1971)
Oposição (1971–1973)
1973[d] Kåre Willoch 370.370 17,4%
29 / 155
Estável Estável 2.º Oposição
1977[d] Erling Norvik 563.783 24,8%
41 / 155
Aumento 12 Estável 2.º Oposição
1981 Jo Benkow 780.372 31,7%
53 / 155
Aumento 12 Estável 2.º Governo minoritário (1981–1983)
Coalizão (1983–1985)
1985 Erling Norvik 791.537 30,4%
50 / 157
Baixa 3 Estável 2.º Coalizão (1985–1986)
Oposição (1986–1989)
1989 Jan P. Syse 588.682 22,2%
37 / 165
Baixa 13 Estável 2.º Coalizão (1989–1990)
Oposição (1990–1993)
1993 Kaci Kullmann Five 419.373 17,0%
28 / 165
Baixa 9 Baixa 3.º Oposição
1997 Jan Petersen 370.441 14,3%
23 / 165
Baixa 5 Baixa 4.º Oposição
2001 534.852 21,2%
38 / 165
Aumento 15 Aumento 2.º Coalizão
2005 Erna Solberg 372.008 14,1%
23 / 169
Baixa 15 Baixa 3.º Oposição
2009 462.465 17,2%
30 / 169
Aumento 7 Estável 3.º Oposição
2013 760.232 26,8%
48 / 169
Aumento 18 Aumento 2.º Coalizão
2017 732.897 25,0%
45 / 169
Baixa 3 Estável 2.º Coalizão
2021 607.316 20,5%
36 / 169
Baixa 9 Estável 2.º Oposição

Ver também

Ligações externas

Notas

  1. a b c d e Disputou a eleição em aliança com o Partido Liberal Moderado. A porcentagem de votos mostra a soma dos votos recebidos pela aliança.
  2. Em comparação com número de assentos combinados e a parcela de votos do Partido Conservador, do Partido Liberal Moderado e do Partido da Coligação no parlamento anterior.
  3. a b c d e f g h i j Inclui a parcela de votos do Partido Liberal de Mente Livre.[26]
  4. a b c d e f g h O Partido Conservador concorreu em listas conjuntas em um número limitado de círculos eleitorais de 1949 a 1977. Os números de votos são apenas de listas conservadoras independentes, enquanto a porcentagem de votos também inclui a participação estimada do Partido Conservador em listas conjuntas.[27]

Referências

  1. Tofteng, Cecilie (30 de janeiro de 2025). «Team Høyre går for økt medlemsvekst: – Historisk viktig valgår» (em norueguês bokmål). Partido Conservador (Noruega). Consultado em 11 de julho de 2025 
  2. «Høyre» (em norueguês). Partido Conservador (Noruega). Consultado em 10 de julho de 2025 
  3. Nordsieck, Wolfram (2017). «Norway». Parties and Elections in Europe (em inglês). Consultado em 13 de agosto de 2018. Cópia arquivada em 24 de agosto de 2013 
  4. «Valgomaten: Riksdekkende 2007». Aftenposten (em norueguês). 2007. Consultado em 11 de julho de 2025. Cópia arquivada em 27 de julho de 2011 
  5. «The political framework of Norway». Nordea (em inglês). Consultado em 11 de julho de 2025. Cópia arquivada em 28 de agosto de 2019 
  6. «Norway election: Terror survivors run for parliament». BBC News (em inglês). 8 de setembro de 2013. Consultado em 11 de julho de 2025 
  7. «Norway's opposition Labour party leads in opinion poll». Reuters (em inglês). 19 de agosto de 2016. Consultado em 11 de julho de 2025 
  8. Thompson, Wayne C. (2012). Nordic, Central and Southeastern Europe 2012 (em inglês). [S.l.]: Rowman & Littlefield. ISBN 9781610488914 
  9. a b Tvedt, Knut Are; Notaker, Hallvard; Garvik, Olav (17 de outubro de 2019). «Høyre». Store norske leksikon (em norueguês) 
  10. «Syv grafer som viser hvor forskjellige Høyre og Frp-velgerne faktisk er». www.aftenposten.no (em norueguês). 23 de abril de 2015. Consultado em 11 de julho de 2025 
  11. «Eliten skyr Frp og Sp». klassekampen.no (em norueguês bokmål). Consultado em 11 de julho de 2025 
  12. Thomassen, Therese (5 de abril de 2020). «På sitt beste har Ap ført bedre høyrepolitikk enn Høyre». Civita (em norueguês bokmål). Consultado em 11 de julho de 2025 
  13. a b c Helljesen, Vilde (24 de julho de 2009). «Høyre - skatter, skole og frihet». NRK (em norueguês). Consultado em 1 de novembro de 2019 
  14. «Partienes Historie». Eidsvoll 1814 (em norueguês). Consultado em 31 de outubro de 2019. Cópia arquivada em 21 de abril de 2014 
  15. «Centre-right wins Norway election». BBC News (em inglês). 10 de setembro de 2013. Consultado em 31 de outubro de 2019 
  16. Paredes, Norberto (23 de setembro de 2021). «O que significa volta histórica da esquerda ao poder nos países nórdicos». G1. Consultado em 11 de julho de 2025 
  17. Bjerkan, Jon Kaare (11 de junho de 2008). «Historisk vedtak». NRK (em norueguês). Consultado em 1 de novembro de 2019 
  18. Taylor, Gerard (28 de novembro de 2017). «Opinion poll shows continued majority support for EEA membership». Norway Today (em inglês). Consultado em 1 de novembro de 2019 
  19. «Brexit exposes 'wishful thinking' of Norway's EEA foes - foreign minister». Reuters (em inglês). 22 de maio de 2018 
  20. Slomp, Hans (2011). Europe, A Political Profile: An American Companion to European Politics (em inglês). [S.l.]: ABC-CLIO. ISBN 978-0-313-39182-8. Consultado em 11 de julho de 2025 
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  25. a b c d e f g h i j k l m n «Vår politikk». hoyre.no (em norueguês bokmål). Consultado em 7 de julho de 2020 
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