Luis Beltrán Prieto Figueroa
Luis Beltrán Prieto Figueroa
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| Ministro(a) de sim | |
| Período | 1962–1967 |
| Antecessor | Raúl Leoni |
| Sucessor | Luis Augusto Dubuc |
| Ministro da Educação da Venezuela | |
| Período | 1947–1948 |
| Senador da Venezuela | |
| Período | 1936–1941 1959–1969 |
| Dados pessoais | |
| Nascimento | 14 de março de 1902 (123 anos) La Asunción, Nova Esparta, |
| Morte | 23 de abril de 1993 (91 anos) Caracas, |
| Nacionalidade | venezuelano |
| Progenitores | Mãe: Josefa Figueroa Pai: Loreto Prieto Higuerey |
| Casamento dos progenitores | sim |
| Alma mater | Universidade Central da Venezuela |
| Cônjuge | Cecilia Oliveira Rangel |
| Filhos | 12 |
| Partido | Ação Democrática; Movimento Eleitoral do Povo |
| Profissão | educador; político; advogado; poeta; crítico literário |
| Assinatura |
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| Títulos nobiliárquicos | |
| Doutor em Ciências Políticas e Sociais | 1934 |
| Fundador e 1.º presidente da Federação Venezuelana de Maestros | 1936 |
| Membro da Academia Venezuelana da Língua | 1984 |
| Serviço militar | |
| Apelido(s) | Maestro de Maestros |
Luis Beltrán Prieto Figueroa (14 de março de 1902 – 22 de abril de 1993) foi um político venezuelano. Fundador da Ação Democrática e ministro da Educação em seu primeiro governo (1947–1948), foi líder da Ação Democrática após a restauração da democracia em 1958. Ele rompeu com a Ação Democrática em 1967, quando o partido tentou impedir que sua vitória nas eleições primárias distritais para a corrida presidencial de 1968 resultasse na sua indicação. Ele e um grupo substancial de apoiadores se separaram da AD e fundaram o Movimento Eleitoral do Povo, que liderou até sua morte.[1]
Carreira
Após concluir um doutorado em ciências políticas e sociais na Universidade Central da Venezuela (1934),[1] passou a se engajar na política, sendo senador de 1936 a 1941.[1] Foi membro fundador do partido Ação Democrática (AD) e ministro da Educação no governo de Rómulo Gallegos (1947–1948).[1] Após o golpe de 1948, foi para o exílio, trabalhando para a UNESCO na Costa Rica e em Honduras (1951–1958), depois de ter sido professor na Universidade de Havana (1950–1951).[1] Retornando do exílio após o fim da ditadura de Marcos Pérez Jiménez em 1958, voltou a ser eleito senador (1959–1969).[1] Nesse período, foi secretário-geral da AD (1958–1959), presidente do Senado da Venezuela de 1962 a 1967,[2] e presidente da AD (1963–1967).[1]
Em 1967, Prieto Figueroa fez campanha para ser o candidato presidencial do partido na eleição presidencial de 1968; uma convenção da Ação Democrática seria realizada em setembro de 1967 para escolher o candidato. A prática anterior era de que os membros da convenção fossem escolhidos por um processo em que os comitês locais do partido elegiam representantes para as convenções estaduais, e estes elegiam representantes estaduais para a convenção nacional.[3] Contudo, na primavera de 1967, o partido decidiu realizar eleições primárias em nível local, com representantes distritais sendo eleitos pela massa de filiados, em vez de pelos comitês partidários.[3] A facção de Rómulo Betancourt apoiava Gonzalo Barrios, considerando Prieto demasiado à esquerda.[4] Prieto Figueroa rompeu com a AD por conta do episódio, junto a um número considerável de seus apoiadores, fundando o Movimento Eleitoral do Povo.[4] Como candidato na eleição de 1968, obteve quase 20% dos votos, ficando em quarto lugar numa eleição acirrada (o COPEI e Rafael Caldera venceram com 29%). No entanto, sua candidatura posterior, na eleição presidencial de 1978 (o partido apoiou Jesús Ángel Paz Galarraga em 1973), alcançou pouco mais de 1%.
Obras
- Las ideas no se degüellan (1980)
- Pido la palabra (1982)
- Mi hermana María Secundina y otras escrituras (1984)
Referências
- ↑ a b c d e f g (em castelhano) Biography at Venezuelatuya.com
- ↑ Sereno, Herminia Cristina Méndez (1997-01-). «5 siglos de historia de Venezuela: Desde 1492 hasta 1996 : Guía para estudiantes» Verifique data em:
|data=(ajuda) - ↑ a b Powell, John Duncan (1971), Political mobilization of the Venezuelan peasant, Harvard University Press. p206-7
- ↑ a b David L. Swanson, Paolo Mancini (1996), Politics, media, and modern democracy: an international study of innovations in electoral campaigning and their consequences, Greenwood Publishing Group. p244
Ligações externas
- (em castelhano) Biography at Venezuelatuya.com

