Eremosuchus
Eremosuchus
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| Ocorrência: Eoceno | |||||||||||||||||||
| Classificação científica | |||||||||||||||||||
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| Espécie-tipo | |||||||||||||||||||
| †E. elkoholicus Buffetaut, 1989 | |||||||||||||||||||
Eremosuchus é um gênero extinto de mesoeucrocodiliano sebecossúquio [en]. Fósseis foram encontrados em El Kohol, Argélia, da idade Eocena.[1] Possuía dentes serrilhados e zifodontes.
O gênero foi originalmente referido à família Trematochampsidae [en] em 1989. Uma relação próxima com baurussuquídeos também foi considerada.[2] No entanto, foi apenas provisoriamente atribuído a esta família com base em algumas características do esqueleto craniano. Algumas características, como uma sínfise larga e côncava e dentes comprimidos lateralmente, não são restritas aos trematochampsídeos e ocorrem em alguns sebecossúquios, como Baurusuchus e Sebecus [en]. Outras características, como o surangular formando parte da articulação craniomandibular, também podem ser encontradas em muitos mesoeucrocodilianos basais. Uma análise filogenética posterior colocou Eremosuchus dentro da subordem Sebecosuchia.[3] Agora, acredita-se que seja um dos muitos sebecossúquios putativamente atribuídos que não podem ser firmemente colocados em nenhuma família. Acredita-se que seja o parente mais próximo do gênero Pehuenchesuchus.[4]
Referências
- ↑ Carvalho, I. S.; Campos, A. C. A.; Nobre, P. H. (2005). «Baurusuchus salgadoensis, a new Crocodylomorpha from the Bauru Basin (Cretaceous), Brazil» (PDF). Gondwana Research. 8 (1): 11–30. Bibcode:2005GondR...8...11C. doi:10.1016/S1342-937X(05)70259-8
- ↑ Buffetaut, E. (1989). «A new ziphodont mesosuchian crocodile from the Eocene of Algeria». Palaeontographica. 208: 1–10
- ↑ Ortega, F.; Buscalioni, A. D.; Gasparini, Z. (1996). «Reinterpretation and new denomination of Atacisaurus crassiporatus (Middle Eocene; Issel, France) as cf. Iberosuchus (Crocodylomorpha, Metasuchia)». Geobios. 29 (3): 353–364. doi:10.1016/S0016-6995(96)80037-4
- ↑ Turner, A. H.; Calvo, J. O. (2005). «A new sebecosuchian crocodyliform from the late cretaceous of Patagonia». Journal of Vertebrate Paleontology. 25 (1): 87–98. doi:10.1671/0272-4634(2005)025[0087:ANSCFT]2.0.CO;2
