Corredentora

Encontro do Cristo Ressuscitado com Maria, c. 1640

Corredentora (em latim: Co-Redemptrix), é um título mariano usado por alguns cristãos para a Bem-Aventurada Virgem Maria, inclusive por diversos santos católicos e pontífices, destacando sua cooperação única com Jesus Cristo na Redenção da humanidade.[1]

O uso de tal título, contudo, aplicado à Virgem Maria, ainda não encontrou assentimento doutrinal e magisterial definido na Igreja Católica e nas principais confissões cristãs.[2][3][4][5][6][7][8]

O papel especialíssimo da Virgem Maria na História da Salvação, por outro lado, tem fundamentação doutrinária na Igreja Católica, declarada no Concílio Vaticano II que a assumiu, explicitamente, como cooperadora na obra do Salvador:[9]

A Virgem Santíssima, predestinada para Mãe de Deus desde toda a eternidade simultaneamente com a encarnação do Verbo, por disposição da divina Providência foi na terra a nobre Mãe do divino Redentor, a Sua mais generosa cooperadora e a escrava humilde do Senhor. Concebendo, gerando e alimentando a Cristo, apresentando-O ao Pai no templo, padecendo com Ele quando agonizava na cruz, cooperou de modo singular, com a sua fé, esperança e ardente caridade, na obra do Salvador, para restaurar nas almas a vida sobrenatural.
 
Constituição Dogmática Lumen Gentium.

Este epíteto de cooperadora, utilizado na Lumen Gentium, eleva-a a uma posição excelsa e diferenciada, pois tal implica em dizer que ela é auxiliadora e colaboradora, e que prestou ajuda ou auxílio na obra de Seu Filho Jesus Cristo.[10] Neste sentido o Catecismo da Igreja Católica afirma: "a dimensão marial da Igreja antecede sua dimensão petrina".[11][12]

De acordo com aqueles que utilizam o termo, Corredentora refere-se a uma participação subordinada, mas essencial, da Bem-Aventurada Virgem Maria na redenção, especialmente pelo fato de ela ter dado livre consentimento para dar a vida ao Redentor, o que significou compartilhar de sua vida, de seu sofrimento e de sua morte, que foram redentores para o mundo. Relacionado a essa crença está o conceito de Maria como Mediatrix (Medianeira), que é um conceito distinto, mas habitualmente incluído pelos católicos que empregam o título de Corredentora. Alguns, em especial os adeptos das aparições marianas de Nossa Senhora de Todas as Nações, têm pedido uma definição dogmática, juntamente com o de Mediatrix.[13]

Os proponentes veem o título de Corredentora como não implicando que Maria participe de forma igual na redenção da humanidade, pois Cristo é o único redentor. A própria Maria precisava de redenção e foi redimida por Jesus Cristo, embora ela tenha sido redimida no instante da sua concepção. O fato de ter sido redimida por Cristo implica que ela não pode ser sua igual na obra da redenção. Da mesma forma, se Maria é descrita como a Medianeira de Todas as Graças, isso “deve ser entendido de modo que nem tire nem acrescente nada à dignidade e à eficácia de Cristo, o único Mediador”[14]

Na piedade popular, este título é frequentemente invocado como "Advogada",[15] assim ele é retratado nas orações Salve Rainha,[16] de Nossa Senhora Aparecida,[17] de Nossa Senhora do Bom Conselho,[18] etc.

O prefixo "co-" deriva do termo em latim "cum", que significa "com" (e não "igual a").[19]

Maria coopera de forma única e subordinada com Cristo (o único Redentor) na redenção do gênero humano,[20] mediante seu fiat na Anunciação e posterior encarnação de Cristo,[21] e ao acompanhar Jesus até o Calvário, onde padeceu espiritualmente com Ele.[22]

O conceito de Corredentora não é um dogma, embora petições para declará-lo (juntamente com Medianeira e Advogada) dogmaticamente tenham sido submetidos ao Papa por vários cardeais e bispos, para que esta crença possa tornar-se o quinto dogma mariano aprovado pela Santa Sé.[23]

Embora a declaração formal de Corredentora como um dogma mariano tenha tido tanto apoio popular e eclesiástico que milhões de assinaturas foram recolhidas, há oposição dentro de alguns círculos no Vaticano que apelam pela necessidade de maior clareza sobre o conceito.[24]

História

Por volta do ano 180 d.C., o Pai da Igreja Ireneu de Lyon, em sua obra Contra Heresias, escreveu que “Maria tornou-se a causa da salvação, tanto para si mesma como para toda a raça humana”, devido ao seu fiat.[25][26] O ensinamento difundiu-se desde o século XV,[27] mas nunca foi declarado um dogma. São Bernardo na sua obra As Grandezas de Maria, São Luís Maria Grignion de Montfort na sua obra Tratado da verdadeira devoção à Santíssima Virgem e Santo Afonso Maria de Ligório na sua obra Glórias de Maria, referem-se inúmeras vezes, e de modo detalhado, ao modo como é que Nossa Senhora exerceu e exerce o seu papel de Corredentora da Humanidade.

São Bernardo atribui a Maria um papel aos pés da Cruz que dá lugar ao título de Corredentora e que aparece, ao que se sabe pela primeira vez, num hino anônimo do século XV conservado na Abadia de São Pedro, em Salzburgo que diz: «Pia doce e benigna / que de nenhuma dor és digna / se daqui o pranto extirpas / sofrendo com o Redentor / para o escravo transgressor / te tornas Corredentora»[28]

Muitos teólogos discutem o conceito desde o século XIX. Os principais defensores da tese no século XX foram o Pe. Frederick William Faber,[29] um mariólogo muito respeitado, e o Pe. Gabriel Roschini.[30]

No ano de 1914, o Papa Pio X concedeu indulgência àqueles que rezassem uma oração que continha a seguinte passagem: «Bendigo o teu santo Nome, louvo o teu excelso privilégio de seres verdadeiramente Mãe de Deus, sempre Virgem, concebida sem mancha de pecado, Co-Redentora do gênero humano.» A oração encontra-se na Raccolta de 1950 com aprovação do Vaticano.[31][32]

Proponentes modernos veem algum apoio na Inter sodalicia, uma carta comemorativa de 1918 do Papa Bento XV a uma sodalidade romana:

Foi desígnio de Deus que a Bem-Aventurada Virgem Maria, aparentemente ausente da vida pública de Jesus, o assistisse quando ele estava morrendo pregado na Cruz. Maria sofreu e, por assim dizer, quase morreu com seu Filho sofredor; pela salvação da humanidade, ela renunciou aos direitos de mãe e, na medida em que dependia dela, ofereceu seu Filho para aplacar a justiça divina; assim, podemos bem dizer que ela, com Cristo, redimiu a humanidade.[33][34]

O primeiro dentre os Papas a usar o termo Corredentora foi Pio XI, em um Breve do dia 20 de julho de 1925, dirigindo-se à Rainha do Rosário de Pompéia: «Recorda-te também que no Calvário te tornaste Corredentora, cooperando por meio da crucifixão do teu coração à salvação do mundo, junto com teu Filho crucificado»[35][36]

Em uma alocução a peregrinos de Vicenza em 30 de novembro de 1933, Pio XI disse: "Pela natureza de Sua obra, o Redentor devia ter associado sua Mãe à sua obra. Por isso, invocamo-la sob o título de Corredentora. Ela nos deu o Salvador, acompanhou-o na obra da redenção até a própria Cruz, compartilhando com Ele as dores da agonia e da morte em que Jesus consumou a Redenção da humanidade."[34]

Finalmente, em uma mensagem radiofônica por ocasião do encerramento do Jubileu da Redenção em Lourdes (28 de abril de 1935), Pio XI afirmou: "Mãe fidelíssima e misericordiosíssima, que como Corredentora e participante das dores de teu querido Filho o assististe enquanto Ele oferecia o sacrifício de nossa Redenção no altar da Cruz... conserva em nós e aumenta cada dia, nós te suplicamos, os preciosos frutos de nossa Redenção e de tua compaixão."[34]

O Papa Pio XII descreve Maria como intimamente associada a Cristo na obra da redenção. Em sua encíclica Mystici Corporis Christi, ele menciona: " Foi ela, a Imaculada, isenta de toda a mancha original ou atual, e sempre intimamente unida com seu Filho, que, como outra Eva, juntamente com o holocausto dos seus direitos maternos e do seu materno amor, o ofereceu no Gólgota ao Eterno Pai por todos os filhos de Adão, manchados pela sua queda miseranda."[37] Na encíclica Ad Caeli Reginam, relaciona:

Ora, ao realizar-se a obra da redenção, Maria santíssima foi intimamente associada a Cristo, e por isso justamente se canta na sagrada liturgia: "Santa Maria, rainha do céu e senhora do mundo, estava traspassada de dor, ao pé da cruz de nosso Senhor Jesus Cristo" (...) De fato "como Cristo, pelo título particular da redenção, é nosso senhor e nosso rei, assim a bem-aventurada Virgem [é senhora nossa] pelo singular concurso, prestado à nossa redenção, subministrando a sua substância e oferecendo voluntariamente por nós o Filho Jesus, desejando, pedindo e procurando de modo singular a nossa salvação".[38]

Na encíclica Haurietis aquas, Pio XII afirma: "Foi vontade de Deus que, na obra da redenção humana, a santíssima virgem Maria estivesse inseparavelmente unida a Jesus Cristo; tanto que a nossa salvação é fruto da caridade de Jesus Cristo e dos seus padecimentos, aos quais foram intimamente associados o amor e as dores de sua Mãe."[39]

O Papa João Paulo II se referiu a Maria como "Corredentora" em pelo menos sete ocasiões.[36]

Entretanto, quando ainda era apenas cardeal, o Papa Bento XVI não concordava com o termo, afirmando que o título mariano causava confusão e não refletia suficientemente as Escrituras. [40] Em pelo menos três ocasiões, o Papa Francisco expressou sua clara oposição ao uso do título "Corredentora".[36]

Em 4 de novembro de 2025, o Dicastério para a Doutrina da Fé publicou Mater populi fidelis, uma nota doutrinal sobre os títulos marianos e o papel de Maria na salvação. Assinada pelo Cardeal Víctor Manuel Fernández e pelo Monsenhor Armando Matteo, esclareceu que o título Corredentora é sempre inoportuno para definir a cooperação de Maria, pois esse título corre corre o risco de obscurecer a única mediação salvífica de Cristo. O documento foi aprovado pelo Papa Leão XIV em 7 de outubro de 2025. [36]

Levando em consideração a necessidade de explicar o papel subordinado de Maria a Cristo na obra da Redenção, é sempre inoportuno o uso do título de Corredentora para definir a cooperação de Maria. Este título corre o risco de obscurecer a única mediação salvífica de Cristo e, portanto, pode gerar confusão e desequilíbrio na harmonia das verdades da fé cristã, pois «não há salvação em nenhum outro, pois não há debaixo do céu qualquer outro nome, dado aos homens, que nos possa salvar» (Act 4, 12). Quando uma expressão requer muitas e constantes explicações, para evitar que se desvie de um significado correto, não presta um bom serviço à fé do Povo de Deus e torna-se inconveniente. Neste caso, não ajuda a exaltar Maria como primeira e máxima colaboradora na obra da Redenção e da graça, porque o perigo de obscurecer o lugar exclusivo de Jesus Cristo, Filho de Deus feito homem por nossa salvação, único capaz de oferecer ao Pai um sacrifício de valor infinito, não seria uma verdadeira honra à Mãe. Com efeito, ela, como «serva do Senhor» (Lc 1, 38), orienta-nos para Cristo e pede-nos para fazer «o que Ele vos disser» (Jo 2, 5).
 
Mater Populi Fidelis. Item 22.

Os Dogmas e doutrinas marianas da Igreja Católica, entretanto, vêm se constituindo desde os primeiros séculos do cristianismo, paulatinamente.[41] O documento do Dicastério para a Doutrina da Fé, acima citado, não significa encerramento dos debates teológicos. O mesmo documento afirma:[42]

Na interpretação destes títulos aplicados à Virgem Maria, o principal problema é como se compreende a associação de Maria na obra redentora de Cristo, ou seja, «qual é o significado dessa singular cooperação de Maria no plano da salvação?». O presente documento, sem querer esgotar a reflexão, nem ser exaustivo, busca preservar o equilíbrio necessário que, dentro dos mistérios cristãos, deve ser estabelecido entre a única mediação de Cristo e a cooperação de Maria na obra da Salvação, e pretende mostrar também como esta se expressa em diversos títulos marianos.
 
Mater Populi Fidelis. Item 3.

Ensinamentos papais

Os Papas começaram a mencionar o conceito da Virgem Maria como Corredentora em documentos oficiais da Igreja na parte mais tenra do século XX, e continuam a fazê-lo neste século.[43] Dentre os papas que defenderam este conceito estão o Papa Leão XIII,[44] o Papa Pio X,[45] o Papa Bento XV,[46] o Papa Pio XII,[47] e o Papa João Paulo II.[48]

Citações na Bíblia

As Sagradas Escrituras são comumente citadas em favor deste ensinamento: [49]

  • Lucas 1:38: "E Maria disse: Eis a serva do Senhor, seja ela para mim segundo a tua palavra. E o anjo afastou-la".
  • Gálatas 2:20: "Eu fui crucificado com Cristo, e eu já não vivo, mas Cristo vive em mim. A vida que eu vivo no corpo, eu vivo pela fé no Filho de Deus, que me amava e deu a si mesmo por mim".
  • Lucas 1:26: "No sexto mês, Deus enviou o anjo Gabriel a Nazaré, uma cidade da Galileia, a uma virgem prometeu se casar com um homem chamado José, uma descendente de Davi. O nome da virgem era Maria. O anjo foi até ela e disse: "Salve, Cheia de Graça! O Senhor é contigo."

Proposta de definição dogmática

Concílio Vaticano II

A definição dogmática de Nossa Senhora como Corredentora foi proposto no Concílio Vaticano II por bispos italianos, espanhóis e polacos, mas o seu pedido não foi aceito.[50]

No início da década de 1990 o Professor Mark Miravalle, da Universidade Franciscana de Steubenville e autor do livro "Maria: Corredentora, Medianeira e Advogada" lançou uma petição popular, dirigida ao Papa João Paulo II pedindo a este que utilizasse a infalibilidade papal para declarar Maria como corredentora. Mais de seis milhões de assinaturas foram recolhidas de 148 países, incluindo as de Madre Teresa de Calcutá, e 41 outros cardeais e 550 bispos. Porém, o pedido foi-lhes negado.

Em 8 de fevereiro de 2008, cinco Cardeais da Igreja Católica emitiram uma petição solicitando ao Papa Bento XVI que declarasse dogmaticamente a Virgem Maria como Corredentora, Medianeira e Advogada. Os cardeais também incluíram um votum (ou seja, petição), que permitiria a outros cardeais e bispos também solicitarem o mesmo para o pontífice. Atualmente, mais de 500 bispos assinaram o votums enviado para o Vaticano em apoio de um quinto dogma mariano.[51]

A Fraternidade Sacerdotal São Pio X manifestou o seu apoio a proclamação deste dogma em um de seus seminários em La Reja, na Argentina, o seminário Nossa Senhora Corredentora.

Em 13 de dezembro de 2019, durante a Missa dedicada à Nossa Senhora de Guadalupe, o Papa Francisco rejeitou a ideia de um novo dogma mariano e negou a ideia de Maria ser chamada de Corredentora. O Papa declarou:

São Bernardo nos dizia que falando de Maria "nunca é suficiente louvá-la, mas nunca foi questionado o seu humilde ser discípula, fiel à seu mestre, que também é seu filho, o único redentor: ela nunca quis tomar para si mesma algo de seu filho, nunca se apresentou como corredentora, mas como uma discípula. [...] Quando alguém chega com histórias que é preciso declará-la isto ou aquilo, "é preciso dar-lhes novos dogmas" não vamos perder tempo com essas histórias: Maria é mulher, Senhora, mãe de seu filho e da Santa Mãe Igreja hierárquica [...] [52]

Na Audiência geral do dia 24 de março de 2021 o Papa repetiu sua opinião acerca do título:

Cristo é o Mediador, a ponte que atravessamos para nos dirigirmos ao Pai. É o único Redentor: não existem corredentores com Cristo. [...] Nossa Senhora que, como Mãe a quem Jesus nos confiou, envolve todos nós; mas como Mãe, não como deusa, não como corredentora: como Mãe. [...]

Referências

  1. MIRAVALLE, Mark I. Mary: Coredemptrix, Mediatrix, Advocate. Santa Barbara (CA): Queenship Publishing, 1993. ISBN 978-1882972104.
  2. O Concílio Vaticano II (1962–1965) rejeitou a formulação “co-redentora” e afirma que Maria “cooperou” de modo único, mas subordinado, com a Redenção (Lumen Gentium, 60–62).
  3. RATZINGER, Joseph. Maria: Igreja nascente. 8. ed. São Paulo: Loyola, 2010.
  4. PELIKAN, Jaroslav. Mary Through the Centuries: Her Place in the History of Culture. New Haven: Yale University Press, 1996.
  5. GAMBERO, Luigi. Maria no pensamento dos Padres da Igreja: antologia patrística. São Paulo: Loyola, 2004.
  6. BARTH, Karl. Church Dogmatics. Vol. I/2: The Doctrine of the Word of God. Edinburgh: T&T Clark, 1956.
  7. McGRATH, Alister E. Christian Theology: An Introduction. 7th ed. Oxford: Wiley-Blackwell, 2020.
  8. ERICKSON, Millard J. Christian Theology. 3rd ed. Grand Rapids: Baker Academic, 2013.
  9. Papa Paulo VI. Constituição Dogmática Lumen Gentium]. Item 61.
  10. Dicionário Online de Português. Verbete: Cooperação.
  11. Catecismo da Igreja Católica. Item 773.
  12. Dimensão "petrina" se refere às figuras dos apóstolos, particularmente de São Pedro e seus sucessores. In, Cátedra de Pedro. Princípio Petrino da Igreja. Consultado em 7 de dezembro de 2025.
  13. «News Report on the Mediatrix Petition to the Pope». Consultado em 30 de maio de 2008. Arquivado do original em 17 de setembro de 2008 
  14. Fundamentals of Catholic Dogma, Ludwig Ott, p. 212
  15. Editora Cléofas, Medianeira, Co-redentora e Advogada
  16. Site Área Jesus, Oração Salve Rainha (Eia, pois, advogada nossa)
  17. Site Paróquias, Oração a Nossa Senhora Aparecida (Advogada dos pecadores)
  18. Site Sintonia Saint Germain, Oração à Nossa Senhora do Bom Conselho (tesoureira das graças divinas e advogada dos pecadores!)
  19. Miravalle, Mark I.; Miravalle, Mark (2003). "With Jesus": the story of Mary co-redemptrix. Goleta, Ca: Queenship Publ. 9 páginas. ISBN 9781579182410. Consultado em 16 de novembro de 2025 
  20. Lumen Gentium 56, 61; Redemptoris Mater 38-39
  21. Lc. 1:38
  22. Jo. 19:25-27; Lc. 2:35
  23. News Report on the Mediatrix Petition to the Pope http://www.zenit.org/article-21743?l=english Arquivado em 17 de setembro de 2008, no Wayback Machine.
  24. «Ave Luz». aveluz.ning.com. Consultado em 20 de fevereiro de 2017 
  25. CHURCH FATHERS: Against Heresies, III.22 (St. Irenaeus). [S.l.: s.n.] Consultado em 19 de novembro de 2025 
  26. ."http://www.zenit.org/article-5650?l=english Arquivado em 28 de setembro de 2008, no Wayback Machine.
  27. Ott 256
  28. Em Latim: «Pia dulcis et benigna / nullo prorsus luctu digna / si fletum hinc eligeres / ut compassa Redemptori / captivato transgressori / tu corredemptrix fieres». In, De compassione BVM, 20: G. M. Dreves (ed.), Analecta Hymnica Medii Aevi, XLVI, Leipzig 1905, n. 79, 127.
  29. Fredrick Faber The Sorrows of Mary [1]
  30. Gabriel Roschini, Compendium Mariologiae, Roma 1946.
  31. «Reparation for Insults to the Blessed Virgin Mary». www.catholicdoors.com. Consultado em 4 de novembro de 2025 
  32. «Raccolta - softcover». Fraternity Publications (em inglês). 1 de julho de 2020. Consultado em 4 de novembro de 2025 
  33. Inter sodalicia, AAS 10 (1918), 182
  34. a b c Authors, Various (2008). Mariology: A Guide for Priests, Deacons, Seminarians, and Consecrated Persons (em inglês). [S.l.]: Mark I. Miravalle, S.T.D. pp. 377–379. ISBN 978-1-57918-355-4. Consultado em 9 de novembro de 2025 
  35. Pio XI, Ad B. V. M. a sacratissimo Rosario in Valle Pompeiana, in: Sacra Paenitentiaria Apostolica, Enchiridion Indulgentiarum, Roma 1952, n. 628
  36. a b c d Mater Populi Fidelis. Dicastério para a Doutrina da Fé. Consultado em 6 de novembro de 2025.
  37. Mystici Corporis Christi https://www.vatican.va/content/pius-xii/pt/encyclicals/documents/hf_p-xii_enc_29061943_mystici-corporis-christi.html
  38. Ad Caeli Reginam https://www.vatican.va/content/pius-xii/pt/encyclicals/documents/hf_p-xii_enc_11101954_ad-caeli-reginam.html
  39. Haurietis aquas https://www.vatican.va/content/pius-xii/pt/encyclicals/documents/hf_p-xii_enc_15051956_haurietis-aquas.html
  40. San Martín, Inés (24 de março de 2021). «Once again, Pope Francis says Mary is not the 'co-redemptrix'». Crux Now. Consultado em 25 de março de 2021 
  41. HACKMANN, Geraldo Luiz Borges.Maria na Lumen Gentium: os dogmas marianos. Anais do Congresso de Mariologia: piedade popular, cultura e teologia. ISBN 978-85-397-1075-1
  42. Mater Populi Fidelis. Dicastério para a Doutrina da Fé. Consultado em 6 de novembro de 2025.
  43. Ott 256.
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  45. Ad diem Illum 14
  46. AAS, 1918, 181
  47. Mystici Corporis Christis, n. 110
  48. (Inseg VIII/1 (1985) L'Osservatore Romano 880:12).
  49. Do we find support for the proposed Dogma of Mary Coredemptrix, Mediatrix of all Graces and Advocate in Scripture?
  50. Otto Hermann Pesch Das Zweite Vatikanische Konzil, Echter, 1993, 194.
  51. «ZENIT - Cardinals' Letter Promoting Marian Dogma». Consultado em 9 de outubro de 2008. Arquivado do original em 17 de setembro de 2008 
  52. Guerini, Cristina. «Francisco: Maria não é corredentora, não são necessários novos dogmas». www.ihu.unisinos.br. Consultado em 25 de novembro de 2023 

Outras fontes

  • Ludwig Ott, Fundamentals of Catholic Dogma, Mercier Press Ltd., Cork, Ireland, 1955.
  • Acta Apostolicae Sedis, referenciada como "AAS".

Ligações externas