Capitania da Trindade
| Capitania da Trindade Capitania Hereditária da Ilha da Trindade | ||||
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| Continente | América do Sul | |||
| Região | América Portuguesa | |||
| Capital | — | |||
| Língua oficial | Português | |||
| Outros idiomas | — | |||
| Religião | Catolicismo | |||
| Governo | Monarquia absoluta | |||
| Donatário | ||||
| • 1538 | Belchior Camacho | |||
| História | ||||
| • 1538 | Carta de doação régia | |||
| • séc. XVI | Capitania não efetivada | |||
| Moeda | Réis | |||
| [nota 1] | ||||
A Capitania da Trindade foi um breve capítulo na história da Ilha da Trindade, localizada na costa do atual estado do Espírito Santo. Em 1538, o rei João III concedeu a ilha como capitania ao fidalgo Belchior Camacho, por meio de uma carta de doação.[1] Este documento representa a primeira manifestação formal da soberania portuguesa sobre a ilha. No entanto, apesar da doação, Belchior Camacho nunca ocupou a ilha, e a Capitania da Trindade nunca se tornou uma entidade administrativa ou econômica real.[1]
Ao longo dos séculos XVII a XIX, a Ilha da Trindade foi palco de disputas entre Portugal e Inglaterra, sendo ocupada por breves períodos por ambos os países para fins científicos ou militares. Em 1825, com a independência do Brasil, a ilha foi definitivamente incorporada ao território brasileiro.[1][2]
Ver também
Notas
- ↑ A Capitania da Trindade resultou de uma carta de doação expedida por João III de Portugal em 1538, concedendo a Ilha da Trindade ao fidalgo Belchior Camacho. Apesar de juridicamente instituída, a capitania jamais foi ocupada, administrada ou economicamente explorada, não chegando a se constituir como unidade colonial efetiva. Sua existência limitou-se ao plano jurídico-formal, sendo posteriormente suplantada pelas disputas internacionais e pela incorporação definitiva da ilha ao território brasileiro no século XIX.