Capitania de Paraguaçu
| Capitania de Paraguaçu Capitania Hereditária de Paraguaçu | ||||
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| Continente | América do Sul | |||
| Região | América Portuguesa | |||
| Capital | — | |||
| Língua oficial | Português | |||
| Outros idiomas | línguas indígenas | |||
| Religião | Catolicismo | |||
| Governo | Monarquia absoluta | |||
| Donatário | ||||
| • 1562 | Álvaro da Costa | |||
| História | ||||
| • 1562 | Doação da sesmaria | |||
| • séc. XVII (imprecisa) | Reversão gradual à Coroa / incorporação funcional à Bahia | |||
| Moeda | Réis | |||
| [nota 1] | ||||
A Capitania de Paraguaçu constituiu capitania privada doada a Álvaro da Costa em 1562, e confirmada pelo rei em 1565, convertendo a sesmaria em capitania.[1]
Entretanto, a capitania não presenciou a fundação de vilas em seu território durante o final do século XVI e grande parte do século XVII. Isso pode ser atribuído às mortes prematuras de Álvaro da Costa e Fernão Vaz da Costa, que estavam entusiasmados com o projeto de colonização da região, um interesse que não foi compartilhado por seus sucessores. Apesar disso, o interesse demonstrado por indivíduos de posições sociais privilegiadas na sociedade em formação na Bahia do século XVI indica que a capitania não foi negligenciada. O estudo das concessões de sesmarias no Paraguaçu, por sua vez, revela aspectos importantes e específicos sobre o processo de colonização na Bahia durante a segunda metade do século XVI.[2]
Notas
- ↑ A Capitania de Paraguaçu resultou da elevação de uma sesmaria à condição de capitania donatária, confirmada por Carta Régia em 1565. Apesar de juridicamente instituída, não consolidou núcleos urbanos permanentes nem estruturas administrativas próprias, permanecendo integrada de forma funcional à Capitania da Baía de Todos os Santos. Sua existência foi marcada pela concessão de sesmarias e pela ausência de vilas, sendo gradualmente absorvida pela administração colonial baiana ao longo do século XVII.