Calostoma
Calostoma
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![]() Calostoma cinnabarinum | |||||||||||||||
| Classificação científica | |||||||||||||||
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| Espécie-tipo | |||||||||||||||
| Calostoma cinnabarinum Corda (1809) | |||||||||||||||
| Sinónimos[1] | |||||||||||||||
Calostoma é um gênero de 29 espécies de fungos gasteroides na subordem Sclerodermatineae. Como outros fungos gasteroides, as espécies de Calostoma não possuem o mecanismo de liberação de basidiósporos associado aos fungos lamelados típicos, apresentando, em vez disso, estruturas de esporos fechadas. Apresentando aberturas de esporos elevadas e coloridas, sustentadas por estipes grossos e gelatinosos, as espécies foram coletadas em regiões de florestas caducifólias, temperadas, tropicais ou subtropicais. Sua distribuição inclui o leste da América do Norte, América Central, Ásia e Australásia. O nome comum em inglês dado a algumas espécies, "prettymouth", faz alusão às aberturas elevadas e coloridas que podem lembrar lábios. Outros nomes comuns em inglês incluem "hotlips" e "puffball in aspic".[1]
A estrutura incomum do corpo frutífero levou micologistas, historicamente, a propor várias classificações baseadas em supostas relações com outros fungos. Análises filogenéticas realizadas na década de 2000 mostram que o gênero é evolutivamente relacionado aos boletos e outras espécies de fungos. As espécies de Calostoma são ectomicorrízicas, formando associações simbióticas com árvores de várias famílias. A espécie-tipo, Calostoma cinnabarinum, é ectomicorrízica com carvalho.
Taxonomia
A descrição original do gênero, baseada na espécie-tipo Calostoma cinnabarinum (sinônimo de cinnabarina),[2] foi publicada pelo botânico francês Nicaise Augustin Desvaux em 1809.[3] Antes do advento da análise genética moderna, o gênero Calostoma era considerado parte dos gasteromicetos, um grupo de fungos com estruturas de esporos fechadas. Especificamente, foi classificado na ordem Agaricales,[4] embora alguns micologistas tenham sugerido que o gênero Calostoma deveria ser fundido com Tulostoma [en],[5] Scleroderma,[6] Geastrum[7] ou Pseudocolus.[8] Alguns autores colocaram Calostoma em sua própria família, Calostomataceae.[9][10][11]
Na década de 2000, análises filogenéticas usando sequências de genes ribossômicos nucleares e mitocondriais ajudaram a esclarecer a filogenia de Calostoma. Usando as espécies C. cinnabarinum e C. ravenelli como exemplos representativos, a pesquisa mostrou que o gênero faz parte evolutivamente do clado monofilético Boletales.[12] Calostoma pertence à subordem Sclerodermatineae dentro dos Boletales, que inclui os gêneros Boletinellus [en], Calostoma, Gyroporus, Phlebopus, Pisolithus [en], Scleroderma e Veligaster.[13] Estima-se que Calostoma tenha divergido evolutivamente de outros táxons de Boletales entre 52 e 115 milhões de anos atrás.[12] As estimativas mais recentes sugerem que Calostoma divergiu do ancestral comum mais recente no "Núcleo Sclerodermatineae" há cerca de 66,02 milhões de anos (intervalo de maior densidade posterior: 49,27–90,28 milhões de anos). O ancestral comum mais recente das espécies atuais de Calostoma tem uma idade média de 42,73 milhões de anos (intervalo de maior densidade posterior: 28,76–57,15 milhões de anos).[14]
O nome do gênero Calostoma deriva do grego kallos ("beleza") e stoma (στóμα, "boca"); da mesma forma, várias espécies são chamadas de "prettymouths". Na Coreia, é conhecido como Yongi, significando "bochechas vermelhas".[15]
Descrição

Os corpos frutíferos formam cabeças esféricas portadoras de esporos com um perídio (camada externa de tecido) composto por duas a quatro camadas de tecido claramente definidas. A camada mais externa é uma cutícula gelatinosa ou brilhante que, durante a maturidade, descama para revelar o peristoma colorido, com um poro em forma de estrela por onde os esporos podem escapar. A camada mais interna do perídio é membranosa, permanecendo aderida às camadas externas apenas no ápice do poro ou fenda em forma de estrela. Os corpos frutíferos podem ser sésseis (sem estipe) ou estar sobre um estipe. O estipe, formado por cordões grossos, entrelaçados e fundidos de hifas, é higroscópico e expande-se ao absorver umidade.[12] A massa de esporos na cabeça, chamada gleba, é pálida e inicialmente possui hifas esqueléticas de paredes espessas chamadas capillitia. Fíbulas estão presentes nas hifas fúngicas.[4]
Esporos
Os esporos são esféricos a elípticos, com superfícies tipicamente reticuladas (com sulcos interconectados que lembram uma rede) ou com covas.[9] As variações nos padrões reticulados elaborados dos esporos inspiraram investigações com técnicas como microscopia eletrônica de varredura e microscopia de força atômica. Esta última foi usada para distinguir detalhes sutis (na escala de nanômetros) e diferenças na estrutura fina dos esporos de várias espécies de Calostoma.[15] As reticulações dos esporos têm uma função: elas se entrelaçam com células e hifas escamosas, evitando que os esporos sejam dispersos simultaneamente.[16]
Desenvolvimento
Quando cultivadas em condições úmidas, como em uma floresta caducifólia temperada, as espécies de Calostoma desenvolvem um exoperídio (a camada mais externa do perídio) mais espesso e gelatinoso. À medida que o estipe se expande, o exoperídio descama, expondo o endoperídio e um peristoma elevado — a crista de tecido ao redor da abertura que sugere o nome comum em inglês, "prettymouth".[17] O exoperídio pode proteger a gleba em maturação de espécies de frutificação tardia contra variações prejudiciais de temperatura ou umidade, ou contra predação por insetos.[9]
Habitat e distribuição
As espécies de Calostoma foram coletadas em regiões de florestas caducifólias, temperadas, tropicais ou subtropicais, contendo árvores das famílias Fagaceae, Nothofagaceae, Myrtaceae e Dipterocarpaceae. A espécie-tipo C. cinnabarinum foi demonstrada formar ectomicorrizas com espécies de carvalho, utilizando marcação isotópica, análises moleculares e morfológicas.[18] Espécies de Calostoma do sudeste asiático também foram descritas como ectomicorrízicas. Calostoma sarasinii forma ectomicorrizas com espécies de Lithocarpus (Fagaceae), enquanto Calostoma retisporum forma ectomicorrizas com espécies de Myrtaceae.[14] O modo de nutrição ectomicorrízico é predominante na subordem Sclerodermatineae. Historicamente, presumia-se que fosse sapróbio, devido à incerteza taxonômica e à suposta relação com outros fungos sapróbios, como fungos da ordem Geastrales.[9][19]
A distribuição do gênero é limitada à Australásia (Austrália, Nova Zelândia, Papua-Nova Guiné), Sudeste Asiático, Ásia, América do Norte e América Central. Espécies foram descritas em Indonésia (Bornéu, Java, Sumatra, Nova Guiné), Sri Lanka, Himalaias, Nepal, China, Nova Zelândia, América do Norte e América Latina.[17] Espécies australianas incluem C. fuhreri, C. fuscum [en], C. insigne, C. rodwayi e C. viride.[20] David Arora menciona uma preferência por florestas úmidas no leste da América do Norte, particularmente nos Apalaches do sul.[21]
Usos
Comestibilidade
Em geral, as espécies de Calostoma não são consideradas comestíveis; como geralmente começam seu desenvolvimento sob o solo, quando os corpos frutíferos aparecem, já estão muito duros para consumo.[21] No entanto, um estudo de 2009 relatou que, na comunidade de Tenango de Doria [en] (estado de Hidalgo, México), Calostoma cinnabarinum costumava ser coletado por crianças e consumido como "guloseima", embora essa tradição pareça ter sido abandonada nos últimos anos. Os locais chamavam os corpos frutíferos jovens de "yemitas" ou "little yolks".[22]
Bioquímica
Calostoma cinnabarinum contém um pigmento chamado calostomal, responsável por sua cor vermelha. O nome IUPAC dessa molécula é ácido all-trans-16-oxohexadeca-2,4,6,8,10,12,14-heptaenoico.[23]
Lista de espécies
A lista de espécies a seguir é compilada do Index Fungorum,[24] além de espécies publicadas na literatura, mas ausentes no Index Fungorum, especificamente C. formosanum, C. junghuhnii e C. sarasinii. O nome listado sob o binômio da espécie é a autoridade — o autor da descrição original da espécie, seguido pelo ano de publicação.




| Binômio
Autoridade |
Ano | Distribuição | Notas |
|---|---|---|---|
| C. aeruginosum
Massee |
1891 | ||
| C. berkeleyi
Massee |
1888 | Ilhas ao sul de Sri Lanka[7] | |
| C. brookei
L. Fan & B. Liu |
1995 | Em uma floresta da Malásia[25] | |
| C. cinnabarinum | 1809 | China,[26] Colômbia,[27] Costa Rica,[28] Índia,[29] México,[17][30] Taiwan,[31] e Estados Unidos[5][11] | |
| C. formosanum
Sawada |
1931 | Ásia | Forma de C. junghuhnii com um caule enraizado muito curto.[32] |
| C. fuhreri [en]
Crichton & J.H. Willis[33] |
1986 | Em depressões úmidas em cristas arenosas em Victoria, Austrália | Possui corpos frutíferos cinza-escuros a marrons, com um estipe gelatinoso curto, de até 2 cm de comprimento, e uma cabeça esférica de até 0,8 cm de diâmetro. A camada externa do perídio não se desprende inteiramente (como em C. fuscum), mas persiste como pequenos grânulos pretos. Os esporos são elípticos, brancos e de parede lisa, com dimensões de 22–25 por 10–11,5 μm.[34] |
| C. fuscum [en]
(Berk.) Massee |
1888 | Tasmânia e sul da Austrália[7] | |
| C. guizhouense
B. Liu & S.Z. Jiang |
1985 | Em uma floresta montana em Guizhou, China[35] | |
| C. hunanense
B. Liu & Y.B. Peng |
1979 | No solo de florestas em Hunão, China[36] | |
| C. insigne
(Berk.) Massee |
1888 | Sri Lanka[7] | |
| C. japonica
Henn. |
1902 | Japão[37] | |
| C. jiangii
B. Liu & Yin H. Liu |
1985 | Em uma floresta montana em Guizhou, China[36] | |
| C. junghuhnii
(Schlect. & Müll.) Massee |
Coletado nos Himalaias,[7] sudeste do Tibete e Butão,[38] várias vezes no Nepal,[39][40][41] Japão,[37] e Taiwan.[31] | Originalmente descrito como Mitremyces junghuhnii por Schlechtendal e Müller em 1844, esta espécie foi descoberta em 1842 em uma expedição para coletar biota na floresta de Batta-Lauder, perto de Tapoilang, Java.[42] Possui corpos frutíferos laranja brilhante a vermelhos, com um estipe de 1,5 a 2,5 cm de comprimento e 1,5 a 2,0 cm de espessura. Os esporos são esféricos, cobertos com verrugas arredondadas a piramidais de 1–2 μm de comprimento, com diâmetros de 12,5–15 μm; a ornamentação da superfície dos esporos parece ser única no gênero.[43] | |
| C. luridum
(Berk.) Massee |
1888 | Perto do rio Swan no oeste da Austrália[7] | |
| C. lutescens
(Schw.) Burnap |
América do Norte | Esta espécie é comumente conhecida em inglês como "lattice puffball".[44] | |
| C. miniata
M. Zang |
1987 | Cresce com musgo em Sujuão, China[36] | |
| C. naaxtututs
Deloya-Olvera, Virgen-Vasquez, Xoconostle-Cázares & J. Pérez-Moreno |
2023 | Sul do México[45] | |
| C. oriruber
Massee |
1888 | Larut, Peraque, e Península da Malásia[7] | |
| C. pengii
B. Liu & Yin H. Liu |
1984 | Em uma floresta em Hunão, China[36] | |
| C. ravenelii
(Berk.) Massee |
1888 | Nas montanhas da Carolina do Sul,[7] e Japão[46][47] | |
| C. ravenelii var. microsporum (G.F. Atk.) Castro-Mend. & O.K. Mill. | 1983 | Esta variante foi descrita pela primeira vez por George Atkinson em 1903, que notou uma grande semelhança com C. ravenelii, mas considerou que um estipe frequentemente mais longo e esporos oblongos menores (medindo 6–9 por 3,5–4,5 μm) eram suficientes para justificar a nomeação como uma nova espécie.[48] | |
| C. ravenelii var. ravenelii (Berk.) Massee | 1888 | ||
| C. retisporum
Boedijn |
1938 | ||
| C. rodwayi | 1925 | ||
| C. sarasinii | 1969 | Singapura[50] | |
| C. singaporense
L. Fan & B. Liu |
1995 | Singapura[51] | |
| C. tooteic
Deloya-Olvera, Virgen-Vasquez, Xoconostle-Cázares & J. Pérez-Moreno |
2023 | Sul do México[45] | |
| C. variispora
B. Liu, Z.Y. Li & Du |
1975 | China | Caracterizado por seus esporos elípticos de tamanho variável, que variam de 9–18,9 por 5,7–8,6 μm.[52] |
| C. viride
(Berk.) Massee |
1888 | Tonglu, Bengala Ocidental, e Sinchal, nos Himalaias de Siquim, a uma altitude de 2.133 a 2.743 metros[7] | |
| C. yunnanense
L.J. Li & B. Liu |
1984 | Iunã, China[53] | |
| C. zanchianum
(Rick) Baseia & Calonge |
2006 | Estudado pela primeira vez pelo micologista brasileiro Johann Rick, a espécie foi publicada postumamente, 15 anos após sua morte em 1946.[54] Inicialmente nomeado Myremyces zanchianus, apenas um único espécime é conhecido.[55] A espécie tem uma cabeça em forma de ovo, com 1,3 cm de comprimento por 1 cm de largura, sobre um estipe. A "boca" é em forma de estrela, composta por 4 fendas longas que se abrem na maturidade. Os esporos têm 30–35 por 15–20 μm, são fusiformes a elípticos, lisos e possuem uma ranhura longitudinal proeminente.[55] |
Referências
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Ligações externas
- Wilson A. «Ecology and evolution of Calostoma» (PDF). Hibbett Lab at Clark University. Consultado em 23 de junho de 2025. Arquivado do original (PDF) em 29 de maio de 2010
