César Melo

César Melo
Deputado estadual pelo Piauí
Período1979-1983
1991-1999
Prefeito de Campo Maior
Período1983-1989
Antecessor(a)Joaquim Mamede Lima
Sucessor(a)Bona Carboreto
Dados pessoais
Nascimento13 de novembro de 1949 (76 anos)
Campo Maior, PI
CônjugeArlene Melo
PartidoARENA (1978–1979)
PDS (1980–1985)
PFL (1985–2007)
UNIÃO (atual)
Profissãomédico

César Ribeiro Melo (Campo Maior, 13 de novembro de 1949) é um médico e político brasileiro com atuação no Piauí.[nota 1]

Dados biográficos

Filho de Agenor Leite Melo e Heloísa Ribeiro Melo. Médico especializado em Pediatria e pós-graduado em Israel, dirigiu o Hospital Regional de Campo Maior[1] antes de ingressar na política ao eleger-se deputado estadual pela ARENA em 1978.[2] Após o fim do bipartidarismo migrou para o PDS e foi eleito prefeito de Campo Maior em 1982 ingressando no PFL no decorrer do mandato.

Reeleito deputado estadual em 1990 e 1994, foi secretário de Articulação Municipal nos últimos meses do governo Freitas Neto[nota 2] e ficou na suplência em 1998, retornando ao legislativo por convocação após Hugo Napoleão assumir o Palácio de Karnak em 19 de novembro de 2001 mediante decisão do Tribunal Superior Eleitoral que cassou o então governador Mão Santa anulando a votação deste naquelas eleições.[nota 3] Disputou um mandato de deputado federal em 2002, sem sucesso.[3]

Seu pai foi membro da UDN e elegeu-se vereador de Campo Maior em 1948 e vice-prefeito do município em 1962[2] e seu irmão, Maurício Melo, foi eleito deputado estadual pelo Piauí em 1982 e 1986 e vice-prefeito de Campo Maior em 1996.[2] Sua irmã, Margarida Bona, foi eleita deputada estadual em 1998.[2]

Notas

  1. Algumas vezes grafado como Cezar (ou Cézar) Ribeiro Melo.
  2. Sete suplentes da coligação "Frente de Recuperação do Piauí" foram convocados à Assembleia Legislativa do Piauí durante o governo Freitas Neto, a começar pelo trio Marcelo Coelho, Ferreira Neto e Humberto Silveira, chamados em 1991, quando Moraes Souza, Ismar Marques e Barros Araújo ascenderam aos cargos de secretário de Indústria e Comércio, secretário de Segurança e secretário de Justiça. Eles foram efetivados no ano seguinte, com as posses de Barros Araújo e Sabino Paulo no Tribunal de Contas do Estado e a morte de Waldemar Macedo, resultando nas convocações de Juraci Leite e Homero Castelo Branco, estes mantidos nos mandatos em 1993, quando a primeira leva de deputados estaduais levados ao secretariado de Freitas Neto voltou ao Poder Legislativo, substituídos que foram pelas nomeações de Luciano Nunes para secretário de Justiça e César Melo para secretário de Articulação com os Municípios. Neste mesmo ano, a morte de Sebastião Leal efetivou Juraci Leite e resultou na convocação de Antônio Rufino. A última convocação de suplente aconteceu quando no primeiro trimestre de 1994, quando Carlos Luís assumiu o lugar de Wilson Brandão, nomeado secretário extraordinário de Programas Especiais. No governo Guilherme Melo, Luciano Nunes e Jesualdo Cavalcanti ascenderam ao Tribunal de Contas do Estado, efetivando-se Homero Castelo Branco e Antônio Rufino.
  3. Empossado governador por ordem do Tribunal Superior Eleitoral, Hugo Napoleão assumiu em 19 de novembro de 2001. No dia seguinte, nomeou seis deputados estaduais para a sua equipe: Fernando Monteiro secretário do Meio Ambiente e depois secretário de Programas Especiais, Homero Castelo Branco secretário do Trabalho e Ação Comunitária, Leal Júnior secretário de Governo, Paulo Henrique Paes Landim secretário de Saúde, Tadeu Maia secretário de Administração e Wilson Brandão secretário de Justiça. No lugar destes, assumiram os suplentes: Ismar Marques, Adolfo Nunes, Moisés Reis, Francisco Martins, Humberto Silveira e César Melo.

Referências

  1. SANTOS, José Lopes dos. Novo Tempo Chegou. Brasília: Senado Federal, 1983.
  2. a b c d BRASIL. Tribunal Regional Eleitoral do Piauí. «Eleições 1945 a 1992». Consultado em 28 de janeiro de 2024 
  3. BRASIL. Tribunal Superior Eleitoral. «Repositório de Dados Eleitorais». Consultado em 28 de janeiro de 2024