Marcelo do Egito Coelho
Marcelo Coelho | |
|---|---|
![]() Marcelo Coelho | |
| Deputado estadual pelo Piauí | |
| Período | 1983-1991 1999-2007 |
| Dados pessoais | |
| Nascimento | 11 de abril de 1957 (68 anos) Teresina, PI |
| Cônjuge | Margarete Coelho |
| Partido | PDS (1981-1993) PPR (1993-1995) PP (1995-presente) |
| Profissão | advogado |
Marcelo do Egito Coelho (Teresina, 11 de abril de 1957) é um advogado e político brasileiro filiado ao Progressistas (PP) e eleito deputado estadual pelo Piauí por quatro vezes, exercendo dois outros mandatos como suplente.[1]
Dados biográficos
Filho de Elói do Egito Coelho e Ana de Almendra Freitas do Egito, é advogado formado pela Universidade Gama Filho no Rio de Janeiro. Funcionário da Universidade Federal do Piauí lotado na assessoria jurídica, foi eleito deputado estadual pelo PDS em 1982, foi o único dos dezessete membros de sua bancada a permanecer no partido após a criação do PFL sendo reeleito em 1986.[2][3]
Secretário de Meio Ambiente no segundo governo Alberto Silva,[nota 1] ficou na primeira suplência em 1990 exercendo o mandato ante a nomeação de parlamentares para a equipe do governador Freitas Neto[4] e depois como membro efetivo do parlamento com a escolha de deputados para o Tribunal de Contas do Estado, em 1992.[nota 2] Candidato a vice-governador pelo PPR na chapa de Átila Lira em 1994, foi derrotado em segundo turno pela chapa Mão Santa-Osmar Araújo. Filiado ao PPB e a seguir ao PP foi eleito deputado estadual em 1998 e 2002.[5]
Eleito primeiro suplente em 2006, foi convocado após a nomeação de Kleber Eulálio para a Secretaria de Governo pelo governador Wellington Dias em 2007. Chegou a ser efetivado após a eleição de Moraes Souza Filho para vice-governador do Piauí em 2010 na chapa de Wilson Martins, entretanto a interpretação dada pelo Tribunal Superior Eleitoral de que a vaga do titular pertenceria a um suplente do mesmo partido e não da coligação acabou por efetivar José Ribamar Pereira, do PMDB.
Também em 2010 sua esposa, Margarete Coelho, foi eleita deputada estadual pelo PP e em 2014 foi eleita vice-governadora do Piauí.[5]
Notas
- ↑ Em junho de 1987, o governador Alberto Silva criou a Secretaria do Meio Ambiente, nomeando para dirigi-la o deputado Marcelo Coelho. Por um dia, sua cadeira parlamentar foi entregue ao primeiro suplente, Francílio Almeida, mas como este foi nomeado secretário de Saúde, quem ascendeu ao Poder Legislativo foi Tomaz Teixeira. Como Coelho permaneceu no cargo até 1990, quando Almeida deixou o cargo, assumiu o mandato. Para manter Teixeira na Assembleia Legislativa, Kléber Eulálio foi nomeado secretário de Governo, até assumir a presidência da Assembleia Legislativa do Piauí em 1989 e comandar a Assembleia Estadual Constituinte responsável pela nova Carta Magna estadual, motivando a nomeação de Themístocles Filho como secretário de Justiça, por exemplo.
- ↑ Sete suplentes da coligação "Frente de Recuperação do Piauí" foram convocados à Assembleia Legislativa do Piauí durante o governo Freitas Neto, a começar pelo trio Marcelo Coelho, Ferreira Neto e Humberto Silveira, chamados em 1991, quando Moraes Souza, Ismar Marques e Barros Araújo ascenderam aos cargos de secretário de Indústria e Comércio, secretário de Segurança e secretário de Justiça. Eles foram efetivados no ano seguinte, com as posses de Barros Araújo e Sabino Paulo no Tribunal de Contas do Estado e a morte de Waldemar Macedo, resultando nas convocações de Juraci Leite e Homero Castelo Branco, estes mantidos nos mandatos em 1993, quando a primeira leva de deputados estaduais levados ao secretariado de Freitas Neto voltou ao Poder Legislativo, substituídos que foram pelas nomeações de Luciano Nunes para secretário de Justiça e César Melo para secretário de Articulação com os Municípios. Neste mesmo ano, a morte de Sebastião Leal efetivou Juraci Leite e resultou na convocação de Antônio Rufino. A última convocação de suplente aconteceu quando no primeiro trimestre de 1994, quando Carlos Luís assumiu o lugar de Wilson Brandão, nomeado secretário extraordinário de Programas Especiais. No governo Guilherme Melo, Luciano Nunes e Jesualdo Cavalcanti ascenderam ao Tribunal de Contas do Estado, efetivando-se Homero Castelo Branco e Antônio Rufino.
Referências
- ↑ BRASIL. Tribunal Superior Eleitoral. «Repositório de Dados Eleitorais». Consultado em 23 de junho de 2021
- ↑ SANTOS, José Lopes dos. Novo Tempo Chegou. Brasília: Senado Federal, 1983.
- ↑ SANTOS, José Lopes dos. Política e Políticos: eleições 86. v. II. Teresina: Gráfica Mendes, 1988.
- ↑ SANTOS, José Lopes dos. Política e Outros Temas. v. II. Teresina: Gráfica Mendes, 1991.
- ↑ a b BRASIL. Tribunal Regional Eleitoral do Piauí. «Eleições 1945 a 1992». Consultado em 25 de janeiro de 2024
