Big Ben (álbum)
| Big Ben | ||||
|---|---|---|---|---|
| Álbum de estúdio de Jorge Ben Jor | ||||
| Lançamento | 1965 | |||
| Gravação | 1965 | |||
| Gênero(s) | Samba, sambalanço | |||
| Duração | 33:38 | |||
| Idioma(s) | Português | |||
| Formato(s) | LP | |||
| Gravadora(s) | Philips Records | |||
| Produção | Armando Pittigliani[1] | |||
| Cronologia de álbuns de estúdio por Jorge Ben Jor | ||||
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Big Ben é o quarto álbum de estúdio pelo canto e guitarrista brasileiro Jorge Ben. Foi lancador em 1965 pela Philips Records, seu ultimo para a gravadora até o lançamento do álbum Jorge Ben em 1969.
Historia
O álbum foi o ultimo em uma series de LPs gravado pelo Jorge Ben, sob a pressão da Philips pra reproduzir sua estreia de grande sucesso de 1963 Samba Esquema Novo. Segundo ao aficionado de musica brasileira Greg Caz, "Jorge era apressado no estúdio e obrigado a produzir versões menores do seu clássico debute, acolchoado com alguma vezes questionáveis regravações de canções por outros compositores."[2] A encarte de álbum do relacionamento de 2008 do álbum descreva-o como "um mix carinhoso de originais e covers", abandonando a música "groovy" e eclético de suas apresentação ao vivos em favor de "arranjos estilo boate" atendendo para uma audiência de samba e bossa nova.[3]
Lançamento e legando
| Críticas profissionais | |
|---|---|
| Avaliações da crítica | |
| Fonte | Avaliação |
| Tom Hull – on the Web | B+[4] |
Big Ben foi lançado pela Philips em 1965.[2] na edição de 3 de abril do Billboard do daquele ano, foi listado na categoria "internacional" de álbuns de quatro estrelas, indicado "novos álbuns com potencia comercial o suficiente em suas categorias respectiva to para merecer ser estocado pela maioria dos revendedores".[5] Enquando isso, a relação do Jorge Ben com a Philips atingiu um novo ponto baixo e então a gravadora decidiu encerrar com o seu contrato, deixando ele a trabalha como um artista independente para os próximos anos. Ele foi eventualmente resignado por um novo gerenciamento na Philips e lançou seu auto titulado seixo álbum de estúdio para gravadora em 1969.[2]
Anos depois, O critico musical Rodney Taylor refletiu em Big Ben, falando que "ver ele experimentado com mais ritmos de rock simples, enquando continuado o sucesso dos álbuns anteriores. Se ele parasse de gravar aqui, o Jorge Ben ser tornaria um artista menor de nota. Em vez disso, ele se tornou uma coisa mais grande."[6]
Faixas
Todas as faixas compostas por Jorge Ben Jor, exceto onde indicado.
| Lado A | ||||||||||
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| N.º | Título | Compositor(es) | Duração | |||||||
| 1. | "Na Bahia Tem" | Nestor Nascimento | 3:15 | |||||||
| 2. | "Patapatapatá" | 2:45 | ||||||||
| 3. | "Bom Mesmo É Amar" | 3:05 | ||||||||
| 4. | "Deixa o Menino Brincar" | Babu | 2:17 | |||||||
| 5. | "Lalari - Olará" | Gaya | 2:53 | |||||||
| 6. | "Jorge Well" | 3:30 | ||||||||
Duração total: |
17:45 | |||||||||
| Lado B | ||||||||||
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| N.º | Título | Compositor(es) | Duração | |||||||
| 1. | "O Homem que Matou o Homem que Matou o Homem Mau" | 2:47 | ||||||||
| 2. | "Quase Colorida (Veruschka)" | 3:09 | ||||||||
| 3. | "Maria Conga" | Nélio da Silva | 2:07 | |||||||
| 4. | "Acende o Fogo" | Ivo Elias | 2:07 | |||||||
| 5. | "Telefone de Brotinho" | Maurício Sherman / Max Nunes / João Roberto Kelly | 2:28 | |||||||
| 6. | "Agora Ninguém Chora Mais" | 3:15 | ||||||||
Duração total: |
15:53 | |||||||||
Referências
- ↑ http://www.allmusic.com/album/big-ben-r1207106/credits
- ↑ a b c Caz, Greg (15 dezembro 2011). «Brute Force: A Look At Jorge Ben's Recorded Work». Revive. Okayplayer. Consultado em 23 setembro 2018. Cópia arquivada em 24 setembro 2018
- ↑ Anon. (2008). Big Ben (CD liner notes). Jorge Ben. Universal Music. 73145181142
- ↑ Hull, Tom (maio 3, 2021). «Music Week». Tom Hull – on the Web. Consultado em maio 7, 2021
- ↑ Anon. (3 abril 1965). «Album Reviews». Billboard. p. 36
- ↑ Hull, Tom (8 dezembro 2012). «December 2012 Notebook». tomhull.com. Consultado em 3 janeiro 2019

