Axé Brasil

Axé Brasil

Durval Lélys, no Estádio do Mineirão
Período de a(c)tividade 1998 - atualmente
Local(is) Belo Horizonte-MG,
 Brasil
Gênero Axé, Pagode baiano

O Axé Brasil foi o maior festival musical de axé fechado do Brasil.[1] O festival tradicional era realizado na cidade de Belo Horizonte, Minas Gerais.[2]

Estima-se que, desde o seu início, mais de um milhão de pessoas tenham passado pelo evento.

Todos os grandes nomes da música baiana já passaram pelo evento, entre eles a banda Ara Ketu, Banda Eva, Chiclete com Banana, Claudia Leitte, Ivete Sangalo, Alinne Rosa, Asa de Águia, Tomate, Saulo Fernandes entre outros.[3]

História

O primeiro Axé Brasil aconteceu no ano de 1999, realizado no Estádio Independência, na cidade de Belo Horizonte.[4]

A edição do evento realizada nos dias 9 de abril e 10 de abril de 2010, no estádio do Mineirão, teve as seguintes atrações: no dia 9 de abril a banda A Zorra, Banda Eva, Chiclete com Banana, Ivete Sangalo e Parangolé, no dia 10 de abril o cantor Alexandre Peixe, Asa de Águia, Cláudia Leitte, Jammil e Uma Noites, Psirico e Tomate, levando um público de mais de 60 mil pessoas registradas por dia.

A edição de 2011 foi anunciada para os dias 15 e 16 de abril na Cidade da Folia, no Mega Space!.[5]

A última edição do evento foi realizada nos dias 15 e 16 de agosto de 2014, pela primeira vez em agosto, mês fora do que acontecia há mais de 10 anos, e de volta à Arena Independência onde foi realizado pela primeira vez. Desde então, mais de um milhão de pessoas passaram pelo evento.[6][7]

Edições

1ª Edição (1999)

A primeira edição do Festival Axé Brasil foi realizada em março de 1999 em Belo Horizonte, Minas Gerais, tornando-se o ponto de partida para o maior festival de axé fechado do Brasil.

A estreia do festival ocorreu no Estádio Raimundo Sampaio (Arena Independência), em Belo Horizonte. O Independência ofereceu um espaço ideal para um evento de grande porte em sua fase inicial. A primeira edição foi um evento de dois dias, com mais de 12 horas de shows no total, seguindo a lógica das micaretas.[8]

O sucesso foi imediato, com grande aceitação do público mineiro e de estados vizinhos, o que rapidamente justificou a mudança para o Estádio do Mineirão nas edições seguintes.

O line-up de estreia trouxe os maiores fenômenos do gênero, garantindo o sucesso. No sábado contou com atrações de peso como Timbalada, Banda Eva, Ara Ketu, É o Tchan e Márcia Freire. No domingo foi a vez de bandas como Terra Samba, Asa de Águia, Banda Beijo, a cantora Ivete Sangalo e Netinho subirem ao palco.[9]

Canções que marcaram o ano, como "Canibal", "Tô na Rua" e "Tudo Bem" (sucessos de Ivete Sangalo em carreira solo, que estreava no festival) e "Latinha" (Timbalada), estouraram nesta edição.

2ª Edição (2000)

A edição de 2000 marcou a virada do milênio para o festival e a confirmação de que o evento havia se estabelecido no calendário de Belo Horizonte.

Após a edição de estreia no Estádio Independência (1999), o festival realizou a edição de 2000 em um novo espaço, o Expominas, com público estimado de 70 mil pessoas.

O line-up de 2000 continuou a apresentar as bandas mais populares da Bahia, que estavam no auge do sucesso radiofônico. A edição aconteceu em abril, seguindo a lógica de "Carnaval fora de época" para Minas Gerais.

O festival continuou a ser o palco para o estouro de sucessos nacionais. As músicas "Canibal", "Tô na Rua" e "Tudo Bem", grandes hits da carreira solo de Ivete Sangalo, já estavam consagradas e eram presença garantida. O grupo É o Tchan embalava o público com sucessos como "É o Tchan na Selva" e "A Malhação".[8]

3ª Edição (2001)

A terceira edição do festival, retornou ao Estádio Independência (Estádio Raimundo Sampaio) em abril de 2001.

Esta edição marcou a estreia de novos artistas no palco do Axé Brasil, garantindo que o festival não se tornasse repetitivo. O grupo Braga Boys, conhecido pelo sucesso "Bomba" e pelo estilo swingueira acelerado, fez sua primeira aparição. Ricardo Chaves, cantor tradicional do carnaval baiano, conhecido pelo bloco "Me Abraça", estreou no festival, trazendo um público fiel.

As grandes potências do gênero garantiram a lotação. O sábado contou com Banda Eva, Terra Samba e Banda Beijo, ao lado dos estreantes.[8]

4ª Edição (2002)

A edição de 2002 foi significativa na história do Axé Brasil e da Axé Music, pois foi o palco para a introdução de uma nova estrela em uma banda icônica. Novamente o festival foi realizado no Estádio Independência.

Embora a estreia oficial de Saulo Fernandes no comando da Banda Eva tenha ocorrido em micaretas naquele ano (como no Micarense 2002), o Axé Brasil de 2002 marcou a estreia do novo vocalista no maior palco fechado fora da Bahia. Saulo assumiu o lugar de Emanuelle Araújo, iniciando uma era de 11 anos que o consagraria como um dos principais cantores do axé.[10]

O line-up de 2002 refletiu a consolidação de artistas solo, como Ivete Sangalo, e o domínio de bandas como Ara Ketu e Asa de Águia.

O festival já gozava de grande prestígio, garantindo mais um ano de lotação no Independência, solidificando o evento antes de sua eventual transferência para o Mineirão.[11]

5ª Edição (2003)

A edição de 2003 foi um marco emotivo e de celebração, com o festival ainda realizado no Estádio Independência. O público do festival era extremamente engajado, demonstrando que o Axé Brasil se tornava mais que um festival, era uma micareta fechada e uma tradição anual.

O Axé Brasil 2003 serviu de palco para Ivete Sangalo comemorar seus 10 anos de carreira (contando a fase Banda Eva). O público mineiro, que a acompanhou desde a estreia solo no festival em 1999, celebrou junto com a artista, que já era considerada a "rainha do Axé".[12]

O line-up contou com todos os grandes nomes do axé da época, como Banda Eva (com Saulo Fernandes), Asa de Águia (com Durval Lelys), Chiclete com Banana (com Bell Marques) e Ara Ketu, garantindo a presença dos "quatro pilares" do axé.

6ª Edição (2004)

A edição de 2004 é lembrada por consolidar a relação afetiva entre o festival e Belo Horizonte através de uma canção que se tornaria seu hino.

O ponto alto de 2004 foi o lançamento da música "Axé Minas" pela banda Jammil e Uma Noites (com Tuca Fernandes). A canção, composta por Manno Góes, é uma ode ao festival e à cidade de Belo Horizonte, com o famoso refrão: "Hoje tem festa oxente uai. Vem com a gente que um mar de gente vai. Axé Brasil, Axé Minas Gerais!". A música rapidamente se tornou o hino não oficial do festival, sendo executada em todas as edições seguintes.[13]

O grupo Asa de Águia não esteve presente no evento, mas o motivo foi pessoal e bem aceito pelo público: o vocalista Durval Lelys estava se casando na época.[8]

O festival abriu espaço para talentos locais, com o grupo Vira e Mexe tornando-se a primeira e única banda mineira a se apresentar no festival.[8]

Esta edição marcou a forte presença da banda Babado Novo, liderada por Claudia Leitte, que estava em ascensão nacional.

7ª Edição (2005)

A sétima edição do festival é um marco histórico, pois foi a primeira realizada no Estádio do Mineirão (Estádio Governador Magalhães Pinto), consolidando o festival no seu local definitivo. Realizado entre os dias 1 e 2 de abril de 2005.[14]

O crescimento foi exponencial. O festival reuniu cerca de 80 mil pessoas nos dois dias de evento, provando que o festival havia superado o espaço do Independência e era capaz de lotar o Gigante da Pampulha.

O festival foi aberto com muita emoção pela banda Jammil e Uma Noites que, do alto do house mix e com as luzes apagadas, iniciou o Axé Brasil 2005 cantando o hino "Axé Minas".[8]

O line-up contou com a participação de Ara Ketu, Asa de Águia, Babado Novo, Banda Eva, Chiclete com Banana, Cheiro de Amor, Daniela Mercury, Ivete Sangalo, Ricardo Chaves e Timbalada.

A edição de 2005 foi exibida pela Rede Band para todo o Brasil, elevando o status do festival a um evento de difusão nacional.

8ª Edição (2006)

A edição de 2006 foi realizada entre os dias 7 e 8 de abril e confirmou o sucesso da mudança para o Estádio do Mineirão, tornando-o um dos principais eventos de música baiana do Brasil fora da Bahia.[15]

O line-up de 2006 reuniu a elite do axé, incluindo a cantora Ivete Sangalo, Chiclete com Banana, Asa de Águia, Babado Novo, Banda Eva, Harmonia do Samba, Cheiro de Amor, Rapazolla, Netinho e Luiz Caldas.

O evento inovou ao permitir que o público votasse para escolher as atrações que encerrariam as duas noites do festival. Na sexta-feira, o grupo Harmonia do Samba se apresentou e contou com a participação especial da banda Vixe Mainha. No sábado a banda Rapazolla (com o cantor Tomate) encerrou a noite e chamou Netinho e Luiz Caldas para dividirem o palco.

9ª Edição (2007)

A edição de 2007 foi realizado no Estádio do Mineirão, com um público de 120 mil pessoas.

O line-up contou novamente com os principais artistas da época, como Ivete Sangalo, Asa de Águia, Chiclete com Banana, Babado Novo e Banda Eva.

10ª Edição (2008)

A edição de 2008 foi um marco por celebrar os 10 anos do festival e por ter sua edição gravada para o lançamento de um DVD comemorativo. Cerca de 60 mil pessoas compareceram em cada um dos dois dias de festa, que aconteceu no Estádio do Mineirão.

Esta foi a edição de gravação do DVD "Axé Brasil 10 Anos". O line-up foi montado para ser o melhor da década. Na sexta-feira as atrações foram Cheiro de Amor, Chiclete com Banana, Terra Samba, Banda Eva, Ivete Sangalo e A Zorra. No sábado se apresentaram a banda Ara Ketu (estreia da nova vocalista, a mineira Larissa Luz), Claudia Leitte (estreia em carreira solo, após deixar o Babado Novo), Jammil e Uma Noites, Asa de Águia, Tomate e Alexandre Peixe.

A nova vocalista do Ara Ketu, Larissa Luz, emocionou o público mineiro por ser conterrânea. Claudia Leitte (em sua primeira apresentação solo na história do festival) também se emocionou com a recepção do público. O Jammil fez o público vibrar com o tema do Axé Brasil.[16]

11ª Edição (2009)

A edição de 2009 foi a mais icônica do festival, entrando para o Livro Guinness dos Recordes com um evento promovido por Claudia Leitte.[17]

O festival foi realizado no Estádio do Mineirão e atraiu mais de 100 mil pessoas ao longo dos dois dias.

O momento de maior destaque ocorreu durante o show de Claudia Leitte. A cantora, embalada pelo seu hit "Beijar na Boca", convocou o público para participar de uma tentativa de quebra de recorde. O festival alcançou o recorde mundial de maior beijo coletivo e simultâneo do mundo, com 8.372 casais se beijando ao mesmo tempo. O certificado do Guinness World Records foi entregue à cantora no ano seguinte.[18]

O line-up incluiu a participação de Ivete Sangalo, Chiclete com Banana, Asa de Águia, Jammil e Uma Noites, Tomate, e Claudia Leitte.

12ª Edição (2010)

Em 2010, o festival se manteve no Mineirão, com a temática e o clima de Copa do Mundo.

O evento de 2010 foi marcado por uma "lavagem" simbólica do palco realizada por 10 baianas.

O festival contou com a estreia da banda Parangolé no palco principal. Além disso, a banda Cheiro de Amor convidou a Orquestra Jovem de Contagem ao palco para cantar o clássico mineiro "Sal da Terra", de Beto Guedes, gerando um momento emocionante de intercâmbio cultural. A cantora Ivete Sangalo fez uma parceria com o amigo Tuca Fernandes (ex-Jammil).[8]

13ª Edição (2011)

A Axé Brasil 2011 foi uma edição marcada pela necessidade de adaptação. Devido às obras de reforma do Estádio do Mineirão para a Copa do Mundo FIFA de 2014, o festival foi obrigado a se realocar para a Região Metropolitana de Belo Horizonte. O festival ocorreu no complexo Mega Space (em Santa Luzia), que foi temporariamente apelidado de "Cidade da Folia" para o evento.[19]

A mudança não deteve o público fiel do Axé. A edição reuniu cerca de 70 mil pessoas em seus dois dias, totalizando mais de 16 horas de shows. Para compensar a perda do Mineirão, a produção investiu em uma grande infraestrutura, que incluiu um palco de grandes dimensões com uma passarela estendida que avançava sobre a pista, buscando manter a proximidade entre os artistas e o público.[19]

O line-up de 2011 manteve a tradição, com a presença dos principais nomes da música baiana: Ivete Sangalo, Claudia Leitte, Chiclete com Banana (com Bell Marques), Asa de Águia (com Durval Lelys), Jammil e Uma Noites, Ara Ketu e Cheiro de Amor.[20]

14ª Edição (2012)

A edição de 2012 marcou o segundo e último ano do festival na "Cidade da Folia", no complexo Mega Space, preparando o terreno para o retorno ao Mineirão reformado no ano seguinte

O line-up manteve o nível como das outras edições, reunindo o que havia de mais popular no Axé e no Pagode Baiano: Ivete Sangalo, Claudia Leitte, Chiclete com Banana, Asa de Águia, Tomate, Jammil e Uma Noites e a presença forte de Psirico, que estava em ascensão nacional com sucessos do pagode baiano.[21]

Esta edição foi a última com Bell Marques no comando do Chiclete com Banana no palco do Axé Brasil. O cantor anunciaria sua saída da banda para seguir carreira solo logo após o festival.

15ª Edição (2013)

A edição de 2013 foi uma das mais celebradas na história do festival, pois marcou a 15ª edição e o tão aguardado retorno ao seu local tradicional. O festival retornou ao Estádio do Mineirão e foi celebrado sob o mote "Eu tô voltando pra casa", com transmissão exclusiva pelo canal Multishow (na TV e na web).[22]

O line-up de 15 anos reuniu 12 grandes atrações, incluindo Saulo Fernandes em sua primeira apresentação no Axé Brasil em carreira solo, após deixar a Banda Eva, Tuca Fernandes também em carreira solo, e Ivete Sangalo e Claudia Leitte que continuavam como as rainhas do evento.[23]

16ª Edição (2014)

A edição de 2014 é considerada a última do Festival Axé Brasil. O evento celebrou o encerramento de um ciclo de 15 anos em um local simbólico. O festival retornou à sua origem, sendo realizado na Arena Independência, palco da primeira edição em 1999.[24]

Diferente das tradicionais datas de abril, esta edição foi realizada mais tarde, em agosto de 2014.[25]

A edição foi permeada por um clima de nostalgia e grandes estreias solo, refletindo as mudanças na Axé Music. Pela primeira vez, Bell Marques, ex-vocalista do Chiclete com Banana, se apresentou no Axé Brasil em carreira solo, após deixar a banda no Carnaval daquele ano. A banda Psirico, que estava no auge com o sucesso "Lepo Lepo", foi uma das principais atrações, representando a forte onda do Pagode Baiano.

O line-up de despedida incluiu Claudia Leitte, Bell Marques (solo), Psirico, Saulo Fernandes (solo), Tuca Fernandes (solo) e a banda É o Tchan.[24]

A realização da última edição marcou o fim de uma era em que o Axé Brasil foi o principal motor de difusão da música baiana no Sudeste, tendo levado mais de um milhão de pessoas aos estádios de Belo Horizonte ao longo de sua trajetória.[25]

Referências

  1. Kelvin (3 de janeiro de 2025). «O que você não sabe sobre as edições do Axé Brasil em MG?». Estado de Minas - Em foco. Consultado em 28 de outubro de 2025 
  2. BH, Portal Sou; BH, Redação Sou (12 de agosto de 2014). «Axé Brasil: 15 anos de história». SouBH. Consultado em 28 de outubro de 2025 
  3. MG, Do G1 (21 de março de 2011). «Ara Ketu completa 11 anos de participação no Axé Brasil». Axé Brasil 2011. Consultado em 28 de outubro de 2025 
  4. BH, Portal Sou; BH, Redação Sou (12 de agosto de 2014). «Axé Brasil: 15 anos de história». SouBH. Consultado em 2 de novembro de 2025 
  5. MG, Do G1 (17 de abril de 2011). «Axé Brasil reúne cerca de 70 mil em dois dias de shows em MG». Axé Brasil 2011. Consultado em 28 de outubro de 2025 
  6. MG, Do G1 (14 de agosto de 2014). «De volta ao Independência, Axé Brasil começa nesta sexta-feira em BH». Música em Minas Gerais. Consultado em 28 de outubro de 2025 
  7. Eventos, Bh. «Notícia: Axé Brasil: um baú de histórias e muito ritmo». BH Eventos. Consultado em 2 de novembro de 2025 
  8. a b c d e f g Eventos, Bh. «Notícia: Axé Brasil: um baú de histórias e muito ritmo». BH Eventos. Consultado em 9 de novembro de 2025 
  9. Eventos, Bh. «Notícia: Axé Brasil: um baú de histórias e muito ritmo». BH Eventos. Consultado em 9 de novembro de 2025 
  10. «Banda EVA ao vivo Micarense 2002 estreia de Saulo Fernandes. - Axé». Sua Música. Consultado em 9 de novembro de 2025 
  11. Kelvin (3 de janeiro de 2025). «O que você não sabe sobre as edições do Axé Brasil em MG?». Estado de Minas - Em foco. Consultado em 9 de novembro de 2025 
  12. BH, Portal Sou; BH, Redação Sou (12 de agosto de 2014). «Axé Brasil: 15 anos de história». SouBH. Consultado em 9 de novembro de 2025 
  13. https://www.letras.mus.br/jammil-e-uma-noites/299070/
  14. «.¸¸.·´¯`·.¸¸.·´¯`·.¸¸.Axé Brasil Extra filiado ao Apa Bahia - abril 2005.¸¸.·´¯`·.¸¸.·´¯`·.¸¸.». www.carnaxe.com.br. Consultado em 9 de novembro de 2025 
  15. TARDE, A. (5 de abril de 2006). «Axé Brasil chega a Belo Horizonte no fim de semana». A TARDE. Consultado em 9 de novembro de 2025 
  16. «Axé Brasil 2008.». www.diariodecontagem.com.br. Consultado em 9 de novembro de 2025 
  17. «Claudia Leitte ganha certificado do Guiness Book por recorde mundial de beijo em BH» 
  18. iBahia (13 de abril de 2023). «Claudia Leitte entrou para Guinness Book ao promover 'beijaço' entre 8 mil casais». iBahia. Consultado em 9 de novembro de 2025 
  19. a b «Axé Brasil 2011». Megaspace. Consultado em 9 de novembro de 2025 
  20. Paraíba, Jornal da (15 de abril de 2011). «G1 transmite shows do Axé Brasil 2011 ao vivo a partir desta sexta | Jornal da Paraíba». Jornal da Paraíba • O Portal de Notícias da Paraíba. Consultado em 9 de novembro de 2025 
  21. https://www.uai.com.br/noticias/cultura/2012/03/30/not-cultura,126867/veja-o-line-up-do-axe-brasil-2012.shtml
  22. iBahia (12 de abril de 2013). «Artistas baianos se apresentam no Axé Brasil 2013; veja grade». iBahia. Consultado em 9 de novembro de 2025 
  23. «Axé Brasil comemora 15 anos com edição no Mineirão e inicia vendas "no escuro"» 
  24. a b «Cláudia Leitte e Bell Marques levantam o Independência na despedida do Axé Brasil». Noticias R7. 16 de agosto de 2014. Consultado em 9 de novembro de 2025 
  25. a b Eventos, Bh. «Último dia de Axé Brasil 2014 em BH marcado por momentos emocionantes». BH Eventos. Consultado em 9 de novembro de 2025