Ataques israelenses no Iêmen (maio de 2025–presente)
| Ataques israelenses no Iêmen | |
|---|---|
| Parte de Crise do Mar Vermelho e Crise do Oriente Médio (2023–presente) | |
| Localização | Iêmen controlado pelos Houthis |
| Data | 5 de maio de 2025 – presente |
| Executado por | |
Desde 5 de maio de 2025 Israel realiza diversos ataques aéreos contra o movimento Houthis no Iêmen em represália a um ataque com mísseis balísticos dos houthis no Aeroporto Internacional Ben Gurion no dia anterior. Entre os alvos esteve o Aeroporto Internacional de Sana, que foi bombardeado e destruído junto com várias aeronaves pela Força Aérea Israelense em 6 de maio.[1][2][3] A marinha israelense se juntou à campanha no final de junho.
Contexto
Na sequência do fim do cessar-fogo de março de 2025 da Guerra de Gaza com os ataques surpresa israelenses à Faixa de Gaza, os Houthis retomaram seus ataques a Israel com mísseis balísticos.[4] Após a interceptação de 26 mísseis e vários drones,[5] no dia 4 de maio de 2025 um míssil balístico atingiu o território israelense próximo ao Aeroporto Ben Gurion, causando o cancelamento de muitos voos. Como resultado, aeronaves da Força Aérea Israelense atacaram o Porto de Hodeida no dia seguinte com dezenas de munições.
Campanha
5 de maio
Durante a chamada "Operação Cidade Portuária”,[6][7] em 5 de maio, mais de 30 aeronaves da Força Aérea Israelense atacaram nove alvos houthis utilizando aproximadamente 50 munições. Entre os alvos do ataque estava a fábrica de cimento al-Imran, a leste de Hodeida. Relatos do Iêmen indicaram que havia mortos e feridos na fábrica de cimento. A mídia ligada aos houthis relatou que quatro pessoas foram mortas e outras 42 ficaram feridas.[8] De acordo com uma fonte de segurança israelense: "Destruímos o porto de Hodeida e as fábricas de concreto que eram usadas para a fabricação de armas."[9] Embora os houthis tenham condenado a operação como um ataque conjunto de "agressão estadunidense-israelense ", os Estados Unidos negaram envolvimento.[10]
6 de maio
Em 6 de maio, as forças israelenses atacaram o Aeroporto Internacional de Sanaa, efetivamente incapacitando-o ao atingir a pista, a Base Aérea de al-Dailami, o saguão de embarque e três aviões civis. As Forças de Defesa de Israel alegaram que os houthis estavam usando o aeroporto para "transferir armas e agentes". Também atingiu usinas elétricas em Sanaa, alegando que serviam como "infraestrutura significativa de fornecimento de eletricidade" para os houthis.[11] De acordo com a mídia ligada aos houthis, três pessoas morreram e outras 38 ficaram feridas.[12] Três aeronaves da Yemenia também foram destruídas em solo.[11] Segundo o diretor do aeroporto, Khaled al-Shaief, "cerca de US$ 500 milhões em perdas foram causadas pela agressão israelense" ao aeroporto.[13]
11 de maio
Em 11 de maio, o Ministério do Interior houthi informou que Israel atacou os portos de Ras Isa, Hodeidah e Salif após ordenar a saída dos moradores. A mídia estatal houthi, no entanto, negou a ocorrência de ataques israelenses a portos iemenitas.[14][15]
16 de maio
Durante a chamada "Operação Pôr do Sol Vermelho”,[16][17] em 16 de maio, 15 caças israelenses bombardearam a infraestrutura nos portos de Hodeidah e Salif, controlados pelos houthis, lançando 30 munições,[18] alegando que elas eram "usadas para a transferência de armas" e refletiam a "exploração cínica da infraestrutura civil pelo regime terrorista houthi para promover o terror".[19] Israel também alertou que teria como alvo o líder houthi Abdul-Malik al-Houthi se os ataques houthis contra Israel persistissem.[20] De acordo com as autoridades houthis, pelo menos uma pessoa morreu e outras nove ficaram feridas no ataque.[21]
28 de maio
Em 28 de maio, forças israelenses bombardearam o Aeroporto Internacional de Sanaa e destruíram o último avião pertencente à companhia aérea nacional do país, a Yemenia, alegando que ele estava sendo usado pelos houthis. A Yemenia informou que o avião estava programado para transportar peregrinos muçulmanos ao Haje, na Arábia Saudita, e anunciou a suspensão temporária dos voos de e para o aeroporto de Sanaa.[22][23][24]
10 de junho
Por volta das 7h do dia 10 de junho, a marinha israelense lançou sua primeira operação contra os houthis, visando o porto de Hodeidah por meio de dois navios de guerra, um deles um Sa'ar 6.[25] De acordo com a Reuters, um oficial militar israelense descreveu a operação como "um ataque único de longo alcance, conduzido a centenas de quilômetros de distância", que exigiu um planejamento significativo.[26] O canal al-Masirah, afiliado aos houthis, relatou dois ataques separados com mísseis atingindo dois píeres no porto da cidade, mas nenhuma vítima foi relatada.[27][28] Israel posteriormente assumiu a responsabilidade pelas investidas, justificando-as sob a alegação de que os houthis estavam usando o porto para transferência de armas.[29] As autoridades estimaram que o porto, que desempenha um papel fundamental na entrada de ajuda humanitária no país,[29] ficaria inutilizável durante cerca de um mês.[27]
14 de junho
Em 14 de junho, em meio à Guerra Irã-Israel, a Força Aérea Israelense lançou um ataque a uma reunião de altos oficiais houthis em um complexo residencial em Sanaa, na tentativa de assassinar o chefe do Estado-Maior Militar houthi, Muhammad Abd al-Karim al-Ghamari.[30][31] Segundo a Al-Hadath, o presidente do Conselho Político Supremo, Mahdi al-Mashat, estava presente na reunião. Os houthis se recusaram a discutir o ocorrido, mas afirmaram que "não temos medo de sermos alvos" e que "cada líder é sucedido por mil líderes".[32] Os resultados do ataque são atualmente desconhecidos.[31]
6 de julho
Os militares israelenses realizaram ataques contra alvos houthis no Iêmen por volta da meia-noite de 6 de julho, atacando os portos de Hodeidah, Ras Isa, As-Salif, bem como a usina de Ras Qantib.[33] Também relataram ter atingido o navio Galaxy Leader, que foi tomado pelos Houthis em novembro de 2023, logo após o início da guerra.[34] As Forças de Defesa de Israel alegaram que as forças houthis instalaram sistemas de radar na embarcação para rastrear outras embarcações na arena marítima internacional.[34] O Ministro da Defesa israelense, Israel Katz, disse que os ataques faziam parte da recém-nomeada "Operação Bandeira Negra".[35]
21 de julho
Israel bombardeou o porto de Hodeida na manhã de 21 de julho, em conjunto com sua ofensiva de Deir al-Balah em Gaza. Israel Katz afirmou que "os houthis pagarão altos preços por lançar mísseis contra o Estado de Israel".[36]
17 de agosto
Israel bombardeou um local de infraestrutura energética perto de Sanaa, que alegou estar sendo usado pelos houthis, em resposta aos ataques contínuos. Anteriormente, a marinha israelense teria atacado a usina elétrica de Hizyaz. Al-Masirah disse que a central elétrica foi atingida por uma "agressão" que colocou alguns geradores fora de serviço e causou um incêndio.[37]
24 de agosto
Após um ataque dos houthis contra Israel em 22 de agosto, usando um drone e um projétil com ogiva de bomba de fragmentação, a Força Aérea Israelense atacou quatro alvos em Sanaa em 24 de agosto, usando 35 munições.[38][39] Os ataques tiveram como alvo um complexo militar que abrigava o Palácio Presidencial do Iêmen, um depósito de combustível e as instalações de energia de Asar e Hizaz, chamando-as de "uma importante instalação de fornecimento de eletricidade para atividades militares".[39][40] De acordo com o Ministério da Saúde Pública e População, administrado pelos Houthis, pelo menos seis pessoas foram mortas e outras 86 ficaram feridas no ataque.[41][42][43] No dia seguinte, Anees al-Asbahi, porta-voz do Ministério da Saúde, administrado pelos Houthis, disse em um comunicado que 10 pessoas foram mortas e 102 feridas nos ataques.[44]
28 de agosto
A Força Aérea Israelense atacou um grupo de dez altos oficiais houthis em Sanaa, que assistiam a um discurso televisionado nacionalmente do líder houthi, Abdul-Malik al-Houthi, em 28 de agosto de 2025. Segundo relatos, havia indícios crescentes de que o ministro da Defesa e o chefe militar houthi foram mortos nos ataques, além de outros. As FDI realizaram cerca de dez ataques em Sanaa.[45][46] O canal iemenita Al-Jumhuriya, afiliado à oposição houthi, noticiou em 29 de agosto que o primeiro-ministro houthi, Ahmed al-Rahawi, foi morto juntamente com vários de seus companheiros em um ataque israelense separado a um apartamento.[47] Em 30 de agosto, os houthis confirmaram que o primeiro-ministro Ahmed al-Rahawi foi morto no ataque, juntamente com "vários" outros ministros.[48]
Reações
Tanto o Primeiro-Ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, quanto o Ministro da Defesa israelense, Israel Katz, alertaram que o grupo sofrerá mais bombardeamentos[49] e "pesados golpes", respectivamente, caso não interrompa os seus ataques. Katz afirmou que Teerã, capital do Irã, financiador do grupo, também será alvo.[50] Os Houthis rejeitaram essas alegações, considerando-as "mais uma evidência da falência" de Israel.[51]
Antes das declarações de Katz e de Netanyahu no dia anterior, os Houthis anunciaram que continuarão a atacar navios do país, apesar do desejo de Omã por liberdade de navegação no Mar Vermelho, do cessar-fogo para a campanha dos Estados Unidos no Iêmen,[52] a menos que Israel comece a enviar ajuda humanitária para a Faixa de Gaza.[53]
Ver também
- Operação Rough Rider
- Ataque israelense contra o Iêmen em julho de 2024
- Ataques aéreos israelenses no Iêmen em dezembro de 2024
Referências
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