Armênio-brasileiro
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| População total | |||||
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| 100 000[1] | |||||
| Regiões com população significativa | |||||
| Línguas | |||||
| português • armênio (apenas membros mais idosos) | |||||
| Religiões | |||||
| Igreja Ortodoxa Armênia • Igreja Católica Arménia • Igreja Evangélica Armênia | |||||
| Etnia | |||||
| Armênios | |||||
Um armênio-brasileiro é uma pessoa de ascendência totalmente, parcialmente, ou predominantemente brasileira e armênia, ou ainda um imigrante armênio no Brasil. A população total desta diáspora é de cem mil armênios-brasileiros, eles estão presentes em cidades como São Paulo, Osasco, Rio de Janeiro, Uberaba, Santa Maria, Fortaleza, Campo Grande, Anápolis, São José do Rio Preto, Lins, Guaxupé, no bairro de Nova Palestina em Vitória e em Recife.[1][2]
Os imigrantes armênios no Brasil estão concentrados sobretudo na capital paulista e no município vizinho de Osasco[2] onde há escolas, igrejas, centros culturais, e uma estação de metrô denominada Armênia em homenagem ao país do Cáucaso.[3] Em 1990, os armênios e seus descendentes tinham em mãos 50% do comércio varejista de calçados da cidade.[4]
Armênios-brasileiros notáveis
- Aracy Balabanian, atriz
- Fiuk, ator
- Konstantino Atan, ator
- Stepan Nercessian, ator
- Vahan Agopyan, engenheiro civil
Referências
- ↑ a b «População da Diáspora Armênia». www.armeniadiaspora.com. Consultado em 31 de maio de 2014. Cópia arquivada em 11 de março de 2015
- ↑ a b Marcarian 2016, p. 111.
- ↑ Pereira, Liésio. «Diáspora Armênia traz para São Paulo os primeiros imigrantes». Radiobrás. Arquivado do original em 25 de novembro de 2004
- ↑ Melo 2011, p. 360.
Bibliografia
- Grün, Roberto (1992). Negócios & famílias: armênios em São Paulo. São Paulo: Sumaré. ISBN 978-85-85408-08-4
- Marcarian, Mônica Nalbandian (2016). «Diáspora armênia no Brasil». Revista De Estudos Orientais (6). doi:10.11606/issn.2763-650X.i6p109-115
- Melo, Alessandra de (2011). «A Imigração Armênia no Brasil». Anais do V Congresso Internacional de História. Universidade Estadual de Maringá. doi:10.4025/5cih.pphuem.0201

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