Universidade Estadual de Maringá

 Nota: Este artigo é sobre a universidade brasileira. Para a instituição moçambicana, veja Universidade Eduardo Mondlane.
Universidade Estadual de Maringá
SiglaUEM
Fundação6 de novembro de 1969 (56 anos)
Tipo de instituição Pública Estadual
MantenedoraSuperintendência Geral de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior do Estado do Paraná
LocalizaçãoMaringá, PR, Brasil (reitoria)
Funcionários técnico-administrativos2.248 (dezembro/2019)
Reitor(a)Prof. Dr. Leandro Vanalli
Vice-reitor(a)Profª. Drª. Gisele Mendes de Carvalho
Docentes1.583 (dezembro/2019)
Total de estudantes30.189
Graduação21.785 (2019)
Pós-graduação8.404 (2019)
Campi
Oito municípios:
Cores     Preto
     Vermelho
AfiliaçõesCRUB, RENEX, ABRUEM, AIU, AUF e APIESP
Orçamento anual870 mi (2025)
Página oficialhttp://www.uem.br

A Universidade Estadual de Maringá (UEM) é uma universidade pública estadual brasileira, com sede no município de Maringá, no estado do Paraná. Criada em 1969, a instituição integra o sistema estadual de ensino superior e está vinculada administrativamente ao Governo do Estado do Paraná. Suas atividades acadêmicas compreendem ensino, pesquisa e extensão universitária.[1]

A universidade oferece cursos de graduação presenciais e programas de pós-graduação, incluindo cursos de especialização, mestrado e doutorado, distribuídos em diferentes áreas do conhecimento. As atividades acadêmicas são organizadas em centros de ensino e departamentos responsáveis pela oferta de cursos, desenvolvimento de pesquisas e execução de ações extensionistas, conforme a estrutura administrativa definida em seu estatuto.[2]

O campus sede da Universidade Estadual de Maringá está localizado no município de Maringá e concentra a maior parte da estrutura administrativa, acadêmica e científica da instituição, incluindo unidades de ensino, bibliotecas, laboratórios, hospitais universitários, fazendas experimentais e espaços destinados a atividades culturais. Além do campus principal, a UEM mantém campi regionais em outros municípios do Paraná, como Cianorte, Cidade Gaúcha, Goioerê, Ivaiporã e Umuarama, nos quais são ofertados cursos de graduação e desenvolvidas atividades acadêmicas específicas.[3]

No âmbito da pós-graduação, a Universidade Estadual de Maringá mantém programas avaliados pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES), em conformidade com o sistema nacional de avaliação da pós-graduação brasileira. Esses programas estão vinculados a linhas e grupos de pesquisa cadastrados em bases oficiais de órgãos de fomento e registro científico.[4]

A universidade desenvolve atividades de pesquisa científica e tecnológica por meio de projetos institucionais e interinstitucionais, envolvendo docentes, pesquisadores e estudantes de graduação e pós-graduação. As ações de extensão universitária abrangem projetos, programas e serviços voltados à comunidade externa, em áreas como educação, saúde, cultura, meio ambiente e desenvolvimento regional, conforme diretrizes estabelecidas pela política nacional de extensão universitária.[5]

A Universidade Estadual de Maringá participa de processos de avaliação institucional e integra levantamentos e rankings acadêmicos nacionais e internacionais que utilizam indicadores relacionados à produção científica, formação acadêmica e estrutura institucional. Esses dados são empregados para fins de análise comparativa no contexto do ensino superior brasileiro.[6]

Desde sua criação, a UEM passou por processos de expansão física, acadêmica e administrativa, acompanhando a interiorização do ensino superior público no estado do Paraná e as transformações do sistema universitário brasileiro. A instituição mantém atividades regulares de ensino, pesquisa e extensão, atendendo estudantes de diferentes regiões do país.[7]


História

A criação da Universidade Estadual de Maringá insere-se no processo de expansão e interiorização do ensino superior no estado do Paraná, intensificado a partir da segunda metade do século XX. O crescimento econômico e demográfico do norte do Paraná, impulsionado sobretudo pela cafeicultura e pela urbanização acelerada de cidades como Maringá, gerou demandas por formação superior que extrapolavam a capacidade das instituições privadas e das faculdades isoladas existentes até então.[8]

A UEM foi criada pela Lei Estadual nº 6.034, de 6 de novembro de 1969, durante o regime militar brasileiro, período marcado por reformas estruturais no sistema universitário nacional. Sua criação ocorreu em consonância com a Lei nº 5.540, de 1968, conhecida como Reforma Universitária, que promoveu a reorganização administrativa das universidades, a departamentalização do ensino e a ampliação controlada da oferta de vagas no ensino superior público.[1][9]

As atividades acadêmicas da universidade tiveram início em 1970, a partir da incorporação de faculdades isoladas já existentes em Maringá. Nos primeiros anos, a UEM estruturou seus cursos de graduação nas áreas de Ciências Exatas, Ciências Humanas e Ciências Biológicas, ao mesmo tempo em que organizava seus centros de ensino, departamentos e órgãos colegiados, conforme as diretrizes administrativas estabelecidas pela legislação educacional vigente.[10]

Durante a década de 1970, a universidade passou por um processo de consolidação institucional, com a expansão de sua infraestrutura física e administrativa. Esse período também foi marcado pela limitação da autonomia universitária, característica do contexto político autoritário, com forte controle estatal sobre a gestão acadêmica, a organização estudantil e as atividades político-culturais no interior da instituição.[11]

A partir da década de 1980, em meio ao processo de abertura política e redemocratização do país, intensificaram-se na Universidade Estadual de Maringá as mobilizações estudantis, docentes e de servidores técnico-administrativos. Neste escopo, é criado o DCE (Diretório Central dos Estudantes), que visa lutar e estabelecer representação estudantil dentro dos campi. Essas mobilizações estiveram relacionadas a pautas como o fim da cobrança de mensalidades, melhores condições de trabalho, ampliação da autonomia universitária e democratização dos processos decisórios internos. Nesse contexto, ocorreram assembleias, greves e ocupações de espaços administrativos, incluindo episódios de invasão da Reitoria, que expressavam conflitos entre a comunidade universitária e a administração central ou o governo estadual.[12]

Na mesma década, a universidade ampliou sua atuação na pós-graduação stricto sensu, acompanhando a política nacional de fortalecimento da pesquisa científica e da formação de pesquisadores. Foram implantados programas de mestrado e, posteriormente, de doutorado, avaliados pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES), o que contribuiu para a consolidação da UEM como instituição de pesquisa no cenário nacional.[4]

Durante os anos 1990 e 2000, a Universidade Estadual de Maringá enfrentou debates recorrentes sobre financiamento do ensino superior público, carreira docente, expansão de vagas e políticas de permanência estudantil. Nesse período, a instituição vivenciou novos ciclos de greves e mobilizações, frequentemente articulados em âmbito estadual com outras universidades públicas do Paraná, em defesa do orçamento público e da manutenção do caráter gratuito do ensino superior.[13]

Paralelamente, a universidade expandiu sua presença regional por meio da criação e consolidação de campi fora da sede, atendendo a políticas estaduais de descentralização do ensino superior. Esses campi passaram a desempenhar papel relevante na formação de profissionais e no desenvolvimento de atividades acadêmicas voltadas às demandas regionais, especialmente no interior do estado.[3]

Ao longo de sua trajetória, a UEM passou por sucessivas reformulações curriculares, administrativas e institucionais, acompanhando mudanças na legislação educacional brasileira e nas políticas públicas para o ensino superior. A história da universidade é marcada tanto pela expansão de suas atividades acadêmicas quanto por conflitos e disputas em torno de seu papel social, financiamento e autonomia, inserindo-se nos debates mais amplos sobre o ensino superior público no Brasil.[14]

Movimento estudantil e conflitos institucionais

A trajetória da Universidade Estadual de Maringá também foi marcada pela atuação do movimento estudantil e por conflitos institucionais envolvendo estudantes, docentes, servidores técnico-administrativos, a administração universitária e o governo estadual. Desde os primeiros anos de funcionamento da universidade, especialmente a partir do processo de redemocratização brasileira, a organização estudantil passou a desempenhar papel relevante nos debates internos da instituição.[15]

Durante o período do regime militar, a atuação política estudantil esteve sujeita a restrições impostas pela legislação autoritária, com limitações à organização de entidades representativas e à realização de manifestações no interior do campus. Ainda assim, registros apontam a existência de mobilizações pontuais relacionadas a condições de ensino, infraestrutura e organização acadêmica, frequentemente acompanhadas por mecanismos de controle institucional.[16]

A partir da década de 1980, com a reabertura política, o movimento estudantil da UEM passou por um processo de reorganização, articulando-se em torno de diretórios acadêmicos, centros acadêmicos e do diretório central dos estudantes (DCE). Nesse contexto, ampliaram-se as mobilizações em defesa da gratuidade do ensino superior público, da autonomia universitária, da democratização da gestão institucional e da melhoria das condições de permanência estudantil.[14]

Entre as décadas de 1980 e 1990, ocorreram episódios de ocupação de prédios administrativos e de invasão da Reitoria da Universidade Estadual de Maringá, geralmente associados a períodos de greve, cortes orçamentários ou impasses entre a comunidade universitária e a administração central. Tais episódios foram caracterizados por assembleias, manifestações e confrontos institucionais, sendo interpretados por diferentes atores como formas de pressão política ou como práticas de ruptura da ordem administrativa.[17]

Nos anos 2000 e 2010, as mobilizações estudantis na UEM mantiveram-se associadas a pautas recorrentes no ensino superior público brasileiro, como financiamento das universidades estaduais, políticas de expansão de vagas, condições de trabalho e estudo, além da defesa do caráter público e gratuito da instituição. Novos episódios de ocupação e protestos no campus e em prédios administrativos foram registrados, frequentemente articulados a movimentos mais amplos em âmbito estadual e nacional.[18]

A atuação do movimento estudantil e os conflitos institucionais ocorridos ao longo da história da Universidade Estadual de Maringá integram um quadro mais amplo de disputas em torno do papel social da universidade pública no Brasil. Esses episódios refletem tensões recorrentes entre diferentes projetos de universidade, envolvendo questões como autonomia, financiamento, gestão e acesso ao ensino superior.[19]


A principal e mais emblemática ocupação da reitoria da universidade se deu em 1984. Em 14 de agosto daquele ano, os estudantes ocuparam o edifício da Reitoria em uma ação coordenada pelo Diretório Central dos Estudantes (DCE) e apoiada por centros acadêmicos da instituição. A ocupação se inseriu em um contexto mais amplo de mobilizações estudantis no Brasil e de luta pela redemocratização do país, coincidente com reivindicações por maior participação estudantil nas decisões institucionais e controvérsias sobre o financiamento do ensino superior público no Paraná.[20]

A pauta principal dos estudantes incluía a discussão sobre a cobrança de taxas acadêmicas, mensalidades e o preço das refeições no Restaurante Universitário (RU), além da reivindicação pela gratuidade do ensino, que na época não era garantida nas universidades estaduais paranaenses. As reivindicações ganharam força em meio a um cenário de inflação alta e pressão por reformas educacionais que aumentassem o acesso e a permanência de estudantes de baixa renda no ensino superior.[21]

A ocupação durou cerca de uma semana e se desenvolveu por meio da permanência dos estudantes nas instalações da Reitoria. Durante esse período, houve negociações entre representantes estudantis, a administração da universidade e autoridades políticas locais para tratar dos pontos de reivindicação. O prefeito de Maringá à época, Said Felício Ferreira, teve papel de intermediador nas conversações, e a desocupação do prédio ocorreu de forma pacífica após acordo que incluía medidas para subsidiar a manutenção dos preços do RU e discutir possibilidades de alterações nas taxas acadêmicas.[20][21]

Este episódio é geralmente interpretado pela historiografia sobre a UEM como um marco inicial na trajetória de mobilizações por gratuidade e democratização no ensino superior estadual paranaense, influenciando debates posteriores que culminaram na implementação efetiva da gratuidade da educação nas universidades estaduais do Paraná no final da década de 1980.[20]


A última ocupação da reitoria se deu em 2014. Em 25 de setembro de 2014, estudantes da Universidade Estadual de Maringá promoveram a ocupação do edifício da Reitoria da instituição no campus sede em Maringá. O ato foi organizado pelo Diretório Central dos Estudantes (DCE) e por diversos centros acadêmicos, reunindo aproximadamente 400 participantes segundo a assessoria de comunicação da universidade.[22]

A ocupação ocorreu por volta das 15h30 após um ato que inicialmente reuniu estudantes em frente à Reitoria, com a intenção declarada de permanecer no prédio por tempo indeterminado. Entre as principais reivindicações estavam protestos contra cortes orçamentários no ensino estadual e demandas relacionadas à infraestrutura acadêmica, incluindo a situação do Restaurante Universitário (RU) e a ausência de unidades do RU nos campi regionais da UEM.[22] O movimento também expressou críticas às políticas de financiamento da educação superior pública promovidas pelo governo estadual na época.

Relatos da assessoria de comunicação da universidade mencionaram que, durante a ocupação, foram colocados cartazes pelos manifestantes na parte externa do prédio e uma assembleia improvisada foi realizada no interior, com a imprensa impedida de acompanhar os trabalhos. Houve relato de confronto físico leve entre estudantes e vigilantes antes da entrada no prédio, mas não foram registrados feridos graves no episódio.[22]

A administração central da UEM, por meio de documento assinado pelo reitor da época, Júlio Santiago Prates Filho, respondeu às reivindicações apresentando medidas relativas à contratação de servidores para o RU, ao projeto de expansão do serviço de alimentação e à viabilização de cardápio vegetariano, além de estudos para instalação de unidades do restaurante nos campi regionais. A segurança foi reforçada na área da Reitoria antes e durante a ocupação para tentar conter a ação estudantil, sem sucesso em impedir a presença dos manifestantes no prédio.[22]

O episódio de 2014 integrou um ciclo mais amplo de mobilizações estudantis e ocupações acadêmicas no Brasil, em que estudantes buscavam mobilizar a comunidade universitária e autoridades públicas em torno de pautas relacionadas às condições de financiamento, permanência estudantil e organização institucional do ensino superior público.[22]

Vestibular

A UEM realiza anualmente os Vestibulares de Inverno, com provas em julho, e de Verão com provas em dezembro. Também abre vestibulares para os cursos a distância, de acordo com sua implantação. Ainda são garantidas a reserva de vagas para indígenas e o o sistema de cotas sociais, que reserva 20% das vagas dos cursos de graduação em toda a instituição. Além disso, foi implantado em 2009 o Programa de Avaliação Seriada (PAS). Como em outras instituições de ensino no país, o aluno é avaliado ao final de cada ano letivo do ensino médio, dispensando assim o vestibular. O vestibular da UEM é um dos mais difíceis e concorridos do Brasil.[carece de fontes?]

Em 2019, a UEM aprovou o sistema de cotas raciais para o vestibular, que será implementado a partir do Vestibular de Inverno de 2020.[23]

Estrutura

Centros de ensino

A Universidade Estadual de Maringá organiza suas atividades acadêmicas por meio de centros de ensino, que reúnem departamentos responsáveis pela oferta de cursos de graduação e pós-graduação, bem como pelo desenvolvimento de atividades de pesquisa e extensão. Cada centro possui estrutura administrativa própria e é vinculado aos órgãos centrais de gestão acadêmica da universidade.[2]

Atualmente, a UEM é composta pelos seguintes centros de ensino:

  • Centro de Ciências Agrárias (CCA)
  • Centro de Ciências Biológicas (CCB)
  • Centro de Ciências da Saúde (CCS)
  • Centro de Ciências Exatas (CCE)
  • Centro de Ciências Humanas, Letras e Artes (CCH)
  • Centro de Ciências Sociais Aplicadas (CSA)
  • Centro de Tecnologia (CTC)

Os centros de ensino são responsáveis pela organização curricular dos cursos, pela gestão dos departamentos acadêmicos e pela articulação entre ensino, pesquisa e extensão. A estrutura departamental permite a coordenação das atividades acadêmicas conforme áreas específicas do conhecimento, de acordo com as normas do sistema estadual de ensino superior e da legislação educacional brasileira.[24]

Bibliotecas

A Universidade Estadual de Maringá possui a Biblioteca Central Estudantil com 13.298,03 m2 que atende a maior parte dos estudantes da instituição, além de bibliotecas setoriais, como a Biblioteca Setorial do Hospital Universitário, que atende a área médica, e a Biblioteca Setorial do Nupélia que atende as área de pesquisa em Limnologia, Ictiologia e Aquicultura.

Museus

A instituição possui museus abertos à visitação, como o Museu Dinâmico Interdisciplinar (MUDI) inspirado no Museu Catavento, e o Museu da Bacia do Paraná, um lugar com registros da memória e as históricas da população local.

Campi

Maringá

Bloco D67 da UEM, conhecido como a "casa" das engenharias da universidade.

O Campus Sede da Universidade Estadual de Maringá localiza-se no município de Maringá, no estado do Paraná, na Avenida Colombo, nº 5790, Zona 7, e constitui o principal núcleo administrativo, acadêmico e científico da instituição. No campus estão instalados a Reitoria, os centros de ensino, os departamentos acadêmicos, pró-reitorias, órgãos suplementares e unidades responsáveis pela execução das atividades de ensino, pesquisa e extensão universitária.[25]

Bloco G34, que abriga grande parte dos cursos de humanas, como Letras, História, Ciências Sociais e Filosofia.

O campus ocupa extensa área urbana e apresenta organização espacial caracterizada pela concentração de edificações acadêmicas, administrativas e laboratoriais, além de áreas destinadas à circulação interna, convivência, atividades culturais e esportivas. Sua implantação acompanhou o processo de expansão física da universidade desde a década de 1970, com a construção gradual de blocos didáticos, laboratórios, bibliotecas setoriais e prédios administrativos, de acordo com a ampliação da oferta de cursos e da comunidade universitária.[10]


No Campus Sede concentram-se os centros de ensino da universidade, responsáveis pela maior parte da oferta de cursos de graduação e programas de pós-graduação stricto sensu e lato sensu da UEM. Esses centros reúnem departamentos acadêmicos que desenvolvem atividades de ensino, pesquisa e extensão em diferentes áreas do conhecimento, de acordo com a organização acadêmica prevista no estatuto e no regimento geral da instituição.[2]


A infraestrutura acadêmica do campus inclui salas de aula, anfiteatros, auditórios, laboratórios didáticos e de pesquisa, bibliotecas setoriais e espaços de apoio à permanência estudantil. Dentre os órgãos suplementares, destaca-se a Biblioteca Central (BCE), criada em 1974, que integra o Sistema de Bibliotecas da UEM e é responsável pela gestão do acervo bibliográfico, pela prestação de serviços de informação e pelo suporte às atividades acadêmicas e científicas da universidade.[26]

O Campus Sede também abriga estruturas destinadas ao apoio à pesquisa científica e tecnológica, incluindo laboratórios multiusuários e unidades técnicas especializadas, como o Complexo de Centrais de Apoio à Pesquisa (COMCAP). Essas estruturas prestam suporte a projetos institucionais e interinstitucionais, possibilitando a realização de análises laboratoriais, experimentações e serviços técnicos vinculados a programas de pós-graduação e grupos de pesquisa cadastrados em órgãos de fomento.[27]

No âmbito da extensão universitária e da divulgação científica, o campus abriga equipamentos institucionais voltados à interação com a sociedade, como o Museu Dinâmico Interdisciplinar (MUDI). O museu desenvolve atividades educativas, exposições e ações de popularização da ciência, atendendo escolas, estudantes e público em geral, e constitui um dos principais espaços de extensão da universidade no município de Maringá.[28]


Vinculada às atividades acadêmicas desenvolvidas a partir do Campus Sede, a Universidade Estadual de Maringá mantém a Fazenda Experimental de Iguatemi, localizada no distrito de Iguatemi, a aproximadamente 18 quilômetros de Maringá. A unidade é utilizada como campo experimental para aulas práticas, estágios supervisionados, pesquisa aplicada e ações de extensão, especialmente nas áreas relacionadas às ciências agrárias, ambientais e biológicas.[29]

Além das estruturas localizadas fisicamente no campus, a UEM mantém no município de Maringá o Hospital Universitário Regional de Maringá (HUM), unidade vinculada à universidade e integrada à rede pública de saúde. O hospital atua como campo de formação acadêmica para cursos da área da saúde, além de desenvolver atividades de ensino, pesquisa e prestação de serviços à população por meio do Sistema Único de Saúde (SUS).[30]

O Campus Sede da Universidade Estadual de Maringá desempenha papel central na articulação institucional da universidade, concentrando os processos decisórios, a maior parte da produção científica e a oferta de serviços acadêmicos e administrativos, além de manter relação direta com a dinâmica urbana e social do município de Maringá e de sua região metropolitana.[10]

Cianorte

O Campus Regional de Cianorte da Universidade Estadual de Maringá localiza-se no município de Cianorte, no noroeste do estado do Paraná, e integra a política de interiorização do ensino superior público desenvolvida pelo governo estadual a partir das décadas finais do século XX. O campus foi implantado com o objetivo de ampliar o acesso ao ensino superior público e atender às demandas educacionais, sociais e econômicas da região.[31]

A criação do campus está vinculada ao processo de expansão regional da Universidade Estadual de Maringá, que buscou descentralizar suas atividades acadêmicas e reduzir a concentração de cursos exclusivamente no campus sede. Nesse contexto, o Campus Regional de Cianorte passou a ofertar cursos de graduação voltados a áreas consideradas estratégicas para o desenvolvimento regional, em consonância com as diretrizes do sistema estadual de ensino superior.[32]

A infraestrutura do campus compreende salas de aula, laboratórios didáticos, espaços administrativos, biblioteca setorial e áreas destinadas ao atendimento acadêmico e administrativo de estudantes, docentes e servidores técnico-administrativos. As instalações foram organizadas para atender às atividades de ensino, pesquisa e extensão desenvolvidas localmente, respeitando as especificidades dos cursos ofertados e as normas institucionais da UEM.[33]

No âmbito acadêmico, o Campus Regional de Cianorte está vinculado aos centros de ensino sediados em Maringá, que respondem pela coordenação pedagógica, pela organização curricular e pela gestão dos departamentos responsáveis pelos cursos ofertados no campus regional. Essa vinculação administrativa e acadêmica assegura a integração do campus ao conjunto das atividades institucionais da universidade.[2]

As atividades de pesquisa e extensão desenvolvidas no Campus Regional de Cianorte estão associadas a projetos institucionais e interinstitucionais, frequentemente voltados a demandas regionais, como educação, desenvolvimento local e formação profissional. Essas ações buscam articular o conhecimento acadêmico produzido na universidade com a realidade social e econômica do município e de sua região de influência.[5]

O Campus Regional de Cianorte desempenha papel relevante na ampliação da presença territorial da Universidade Estadual de Maringá no noroeste do Paraná, contribuindo para a formação de recursos humanos, para a oferta de ensino superior público e para o fortalecimento das relações entre a universidade e a sociedade regional.[31]

Cidade Gaúcha

O Campus Regional de Cidade Gaúcha da Universidade Estadual de Maringá localiza-se no município de Cidade Gaúcha, no noroeste do estado do Paraná, e integra a política de interiorização do ensino superior público promovida pelo governo estadual e pela própria universidade. O campus foi implantado com o objetivo de ampliar o acesso à educação superior pública em regiões historicamente marcadas por dinâmicas agrícolas específicas e por menor concentração de instituições universitárias.[31]

A criação e consolidação do Campus Regional de Cidade Gaúcha estão diretamente associadas às características ambientais, econômicas e produtivas da região do Arenito Caiuá, área reconhecida por solos arenosos e por desafios históricos relacionados ao uso agrícola, à conservação ambiental e ao desenvolvimento rural. Nesse contexto, o campus passou a desempenhar papel estratégico na formação acadêmica e na produção de conhecimento voltados às especificidades regionais.[34]

A infraestrutura do campus compreende salas de aula, laboratórios didáticos, espaços administrativos e áreas destinadas às atividades acadêmicas de ensino, pesquisa e extensão. As instalações foram organizadas para atender às demandas dos cursos ofertados no campus e às atividades práticas relacionadas às áreas de atuação acadêmica, respeitando as diretrizes institucionais da Universidade Estadual de Maringá.[33]

No plano acadêmico-administrativo, o Campus Regional de Cidade Gaúcha está vinculado aos centros de ensino sediados no Campus Sede da UEM, em Maringá, que respondem pela coordenação pedagógica, organização curricular e gestão dos departamentos responsáveis pelos cursos ofertados. Essa vinculação assegura a integração do campus regional às políticas acadêmicas, administrativas e científicas da universidade.[2]

As atividades de pesquisa e extensão desenvolvidas no Campus Regional de Cidade Gaúcha estão frequentemente associadas a projetos voltados ao desenvolvimento regional, à agricultura, ao meio ambiente e à sustentabilidade, considerando as particularidades do Arenito Caiuá. Essas ações buscam articular a produção acadêmica da universidade com as demandas sociais, econômicas e ambientais do município e de sua região de influência.[5]

O Campus Regional de Cidade Gaúcha desempenha papel relevante na presença territorial da Universidade Estadual de Maringá no noroeste do Paraná, contribuindo para a formação de profissionais, para a difusão do conhecimento científico e para o fortalecimento das relações entre a universidade e a sociedade regional, especialmente em áreas relacionadas ao uso do solo, produção agrícola e desenvolvimento sustentável.[31]

Goioerê

O Campus Regional de Goioerê da Universidade Estadual de Maringá localiza-se no município de Goioerê, na região centro-oeste do estado do Paraná, e integra a política de expansão e interiorização do ensino superior público estadual. O campus foi implantado com o objetivo de ampliar o acesso à educação superior gratuita em municípios de porte médio do interior paranaense, atendendo demandas educacionais e sociais da região.[31]

A criação do Campus Regional de Goioerê está associada às estratégias institucionais da Universidade Estadual de Maringá voltadas à descentralização de suas atividades acadêmicas, reduzindo a concentração de cursos no campus sede e promovendo a presença da universidade em áreas com menor oferta de instituições públicas de ensino superior. Nesse contexto, o campus passou a ofertar cursos de graduação vinculados às necessidades regionais e às diretrizes do sistema estadual de ensino superior.[32]

A infraestrutura do campus compreende salas de aula, laboratórios didáticos, espaços administrativos, biblioteca setorial e áreas de apoio acadêmico, organizadas para atender às atividades de ensino, pesquisa e extensão desenvolvidas localmente. As instalações seguem os padrões institucionais da UEM e estão integradas à organização administrativa e acadêmica da universidade.[33]

No plano acadêmico-administrativo, o Campus Regional de Goioerê está vinculado aos centros de ensino sediados no Campus Sede da UEM, em Maringá, responsáveis pela coordenação pedagógica, pela organização curricular e pela gestão dos departamentos associados aos cursos ofertados no campus regional. Essa vinculação assegura a unidade acadêmica e administrativa entre os diferentes campi da universidade.[2]

As atividades de pesquisa e extensão desenvolvidas no Campus Regional de Goioerê estão frequentemente relacionadas a projetos institucionais voltados à formação de professores, à educação básica, ao desenvolvimento regional e à articulação entre universidade e comunidade local. Essas ações buscam integrar a produção acadêmica da UEM às demandas sociais, educacionais e econômicas do município e de sua área de influência.[5]

O Campus Regional de Goioerê desempenha papel relevante na ampliação da presença territorial da Universidade Estadual de Maringá na região centro-oeste do Paraná, contribuindo para a formação de profissionais, para o fortalecimento do ensino superior público e para a integração entre a universidade e a sociedade regional, especialmente no campo educacional.[31]

Ivaiporã

O Campus Regional de Ivaiporã da Universidade Estadual de Maringá localiza-se no município de Ivaiporã, na região do Vale do Ivaí, no estado do Paraná, e integra a política de interiorização do ensino superior público promovida pela universidade e pelo governo estadual. O campus foi implantado com o objetivo de ampliar o acesso ao ensino superior gratuito em uma região historicamente marcada por desigualdades socioeconômicas e por limitações na oferta de instituições públicas de ensino superior.[31]

A criação do campus está associada às estratégias institucionais da Universidade Estadual de Maringá voltadas à descentralização de suas atividades acadêmicas, buscando atender às demandas educacionais do Vale do Ivaí e de municípios vizinhos. Nesse contexto, o Campus Regional de Ivaiporã passou a ofertar cursos de graduação vinculados a áreas consideradas prioritárias para o desenvolvimento regional, especialmente no campo da educação e da formação de profissionais para o setor público.[32]

A infraestrutura do campus compreende salas de aula, laboratórios didáticos, espaços administrativos, biblioteca setorial e áreas destinadas ao atendimento acadêmico e administrativo da comunidade universitária local. As instalações foram organizadas de modo a viabilizar o funcionamento regular das atividades de ensino, pesquisa e extensão, em conformidade com os padrões institucionais da Universidade Estadual de Maringá.[33]

No plano acadêmico-administrativo, o Campus Regional de Ivaiporã está vinculado aos centros de ensino sediados no Campus Sede da UEM, em Maringá, responsáveis pela coordenação pedagógica, pela organização curricular e pela gestão dos departamentos associados aos cursos ofertados no campus regional. Essa vinculação garante a integração do campus às políticas acadêmicas, administrativas e científicas da universidade.[2]

As atividades de pesquisa e extensão desenvolvidas no Campus Regional de Ivaiporã estão frequentemente associadas a projetos institucionais voltados à educação, ao desenvolvimento social e à articulação entre universidade e comunidade. Essas ações buscam responder a demandas locais relacionadas à formação de professores, à melhoria da educação básica e ao fortalecimento de políticas públicas regionais.[5]

O Campus Regional de Ivaiporã desempenha papel relevante na ampliação da presença territorial da Universidade Estadual de Maringá no Vale do Ivaí, contribuindo para a formação de recursos humanos, para a difusão do conhecimento acadêmico e para o fortalecimento do ensino superior público em uma região caracterizada por desafios históricos no campo educacional e social.[31]

Umuarama

O Campus Regional de Umuarama da Universidade Estadual de Maringá localiza-se no município de Umuarama, no noroeste do estado do Paraná, e integra a política de interiorização do ensino superior público estadual desenvolvida a partir das últimas décadas do século XX. O campus foi implantado com o objetivo de ampliar o acesso ao ensino superior gratuito em uma região caracterizada por forte dinamismo urbano e por papel regional de centralidade econômica e educacional.[31]

A criação do Campus Regional de Umuarama está associada às estratégias institucionais da Universidade Estadual de Maringá voltadas à descentralização de suas atividades acadêmicas e à ampliação da oferta de cursos fora do campus sede. Nesse contexto, o campus passou a ofertar cursos de graduação vinculados às demandas regionais e às diretrizes do sistema estadual de ensino superior, atendendo estudantes de Umuarama e de municípios da região noroeste do Paraná.[32]

A organização espacial do Campus Regional de Umuarama caracteriza-se pela divisão de suas atividades em duas áreas físicas distintas. Uma dessas áreas é destinada às atividades acadêmicas teóricas e administrativas, concentrando salas de aula, laboratórios didáticos, espaços administrativos e biblioteca setorial, utilizadas no desenvolvimento das atividades regulares de ensino. A outra área corresponde a uma unidade rural destinada a aulas práticas, pesquisa aplicada e atividades de extensão, especialmente voltadas às áreas tecnológicas e produtivas.[33]

No plano acadêmico, as atividades desenvolvidas no Campus Regional de Umuarama estão vinculadas ao Centro de Tecnologia (CTC) da Universidade Estadual de Maringá, responsável pela coordenação pedagógica, pela organização curricular e pela gestão dos departamentos associados aos cursos ofertados no campus. Essa vinculação assegura a integração acadêmica e administrativa do campus regional às políticas institucionais da universidade.[2]

As atividades de pesquisa e extensão desenvolvidas no Campus Regional de Umuarama estão frequentemente associadas a projetos institucionais e interinstitucionais voltados ao desenvolvimento regional, à formação profissional e à articulação entre universidade e sociedade. Essas ações buscam integrar o conhecimento acadêmico produzido na UEM às demandas sociais, econômicas e produtivas do município e de sua região de influência.[5]

O Campus Regional de Umuarama desempenha papel relevante na ampliação da presença territorial da Universidade Estadual de Maringá no noroeste do Paraná, contribuindo para a formação de profissionais, para o fortalecimento do ensino superior público e para a consolidação da universidade como instituição de atuação regional nas áreas tecnológicas e educacionais.[31]

Galeria de imagens

Ver também

Referências

  1. a b Paraná. Lei Estadual nº 6.034, de 6 de novembro de 1969. Cria a Universidade Estadual de Maringá. Diário Oficial do Estado do Paraná. Erro de citação: Código <ref> inválido; o nome "lei6034" é definido mais de uma vez com conteúdos diferentes
  2. a b c d e f g h Universidade Estadual de Maringá. Estatuto da Universidade Estadual de Maringá. Disponível em: <https://www.uem.br>. Acesso em: 29 dez. 2025. Erro de citação: Código <ref> inválido; o nome "estatuto" é definido mais de uma vez com conteúdos diferentes
  3. a b Universidade Estadual de Maringá. Campi Regionais. Disponível em: <https://www.uem.br>. Acesso em: 29 dez. 2025.
  4. a b Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior. Plataforma Sucupira. Disponível em: <https://sucupira.capes.gov.br>. Acesso em: 29 dez. 2025. Erro de citação: Código <ref> inválido; o nome "capes" é definido mais de uma vez com conteúdos diferentes
  5. a b c d e f Universidade Estadual de Maringá. Pró-Reitoria de Extensão e Cultura. Disponível em: <https://www.uem.br>. Acesso em: 29 dez. 2025. Erro de citação: Código <ref> inválido; o nome "extensao" é definido mais de uma vez com conteúdos diferentes
  6. Folha de S.Paulo. Ranking Universitário Folha. Disponível em: <https://ruf.folha.uol.com.br>. Acesso em: 29 dez. 2025.
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