Relatório da Comissão Nacional da Verdade, Volume I
.svg.png)
Comissão Nacional
da Verdade
da Verdade
Relatório
Volume I
José Carlos Dias
José Paulo Cavalcanti Filho
Maria Rita Kehl
Paulo Sérgio Pinheiro
Pedro Bohomoletz de Abreu Dallari
Rosa Maria Cardoso da Cunha
José Paulo Cavalcanti Filho
Maria Rita Kehl
Paulo Sérgio Pinheiro
Pedro Bohomoletz de Abreu Dallari
Rosa Maria Cardoso da Cunha
Índice
Parte I – A Comissão Nacional da Verdade
Capítulo 1 – A criação da Comissão Nacional da Verdade
Capítulo 2 – As atividades da CNV
47
A)
A organização interna da CNV
49
B)
Relacionamento com órgãos públicos
57
C)
Relacionamento com o Ministério da Defesa e as Forças Armadas
63
D)
Relacionamento com a sociedade civil
67
E)
Cooperação internacional
69
F)
Investigação sobre a morte dos presidentes Juscelino Kubitschek e João Goulart e do educador Anísio Teixeira
72
Parte II – As estruturas do Estado e as graves violações de direitos humanos
83
Capítulo 3 - Contexto histórico das graves violações entre 1946 e 1988
85
A)
Democracia de 1946
86
B)
O primeiro atentado armado à ordem constitucional de 1946: golpe e contragolpe em 1955
91
C)
O governo Juscelino Kubitschek
92
D)
O golpe de 1961, ensaio geral para 1964
93
E)
O golpe de 1964
94
F)
Os antecedentes imediatos do golpe de 1964: retomando 1961
96
G)
Traços constitutivos do regime entre 1964 e 1988: continuidades e mudanças
98
H)
O segundo ato fundador da autodesignada Revolução
100
I)
A ditadura: a política de controle
102
J)
O controle da política
104
K)
Epílogo: uma transição sob medida
108
Capítulo 4 - Órgãos e procedimentos da repressão política
111
A)
A criação de um Sistema Nacional de Informações
114
B)
Órgãos de repressão do Exército
127
C)
Centros de Informações das Forças Armadas
157
D)
Os Departamentos Estaduais de Ordem Política e Social (DOPS)
161
Capítulo 5 - A participação do Estado brasileiro em graves violações no exterior
175
A)
A Divisão de Segurança e Informações na estrutura do Ministério das Relações Exteriores
177
B)
A Comunidade de Informações do Ministério das Relações Exteriores (CI/MRE)
178
C)
O Centro de Informações do Exterior (Ciex)
179
D)
Os antecedentes do Ciex: o intercâmbio com a EIA e a longa transição dos SEI ao Ciex
180
E)
Organização, cadeia de comando e métodos de trabalho do Ciex
183
F)
Informantes e codinomes
185
G)
O envolvimento do Ciex ou da DSI/MRE em graves violações aos direitos humanos de brasileiros no exterior.
187
H)
Colaboração do governo britânico
189
I)
O desvirtuamento da instituição: monitoramento de brasileiros no exterior
190
J)
Restrições à concessão de passaportes e à prática de outros atos de natureza consular
194
K)
Repressão interna no MRE
196
L)
Adidâncias
198
M)
A atuação da ditadura brasileira nos foros internacionais
199
Capítulo 6 – Conexões internacionais: a aliança repressiva no Cone Sul e a Operação Condor
219
A)
A Operação Condor
221
B)
Envolvimento brasileiro na coordenação repressiva internacional anterior à Operação Condor
229
C)
Vítimas da Operação Condor e de outros mecanismos de coordenação repressiva na América Latina
250
Parte III – Métodos e práticas nas graves violações de direitos humanos e suas vítimas
275
Capítulo 7 – Quadro conceitual das graves violações
277
A)
Detenção (ou prisão) ilegal ou arbitrária
280
B)
Tortura
283
C)
Execução sumária, arbitrária ou extrajudicial, e outras mortes imputadas ao Estado
287
D)
Desaparecimento forçado e ocultação de cadáver
290
Capítulo 8 – Detenções ilegais e arbitrárias
301
A)
O uso de meios ilegais, desproporcionais ou desnecessários e a falta de informação sobre os fundamentos da prisão
305
B)
A realização de prisões em massa
309
C)
Da incomunicabilidade do preso
314
D)
As sistemáticas ofensas à integridade física e psíquica do detido e o esforço dos advogados em evitá-las
322
Capítulo 9 – Tortura
327
A)
A prática da tortura no contexto da doutrina de segurança nacional
329
B)
O caráter massivo e sistemático da tortura praticada pelo aparelho repressivo do regime de 1964
337
C)
A prática da tortura e de outros tratamentos ou penas cruéis, desumanas ou degradantes
365
D)
As vítimas de tortura e suas marcas
380
Capítulo 10 – Violência sexual, violência de gênero e violência contra crianças e adolescentes
399
A)
A violência sexual e de gênero como instrumento de poder e dominação
402
B)
Normativa internacional, violência sexual e violência de gênero
415
C)
A preponderância da violência sexual – métodos e procedimentos
417
D)
Consequências para os sobreviventes
422
E)
A violência contra crianças e adolescentes, o legado traumático e sua transmissão
426
Capítulo 11 – Execuções e mortes decorrentes de tortura
437
A)
Homicídio como prática sistemática de violação de direitos humanos
440
B)
Esclarecimento circunstanciado pela CNV: pesquisa, depoimentos e perícias
445
C)
Falsos confrontos com armas de fogo
447
D)
Mortes decorrentes de tortura
456
E)
Homicídios com falsas versões de suicídios
468
F)
Homicídios em manifestações públicas
477
G)
Execuções em chacinas
480
H)
Suicídios decorrentes de sequelas de tortura
485
I)
Os casos de morte reconhecida
487
Capítulo 12 – Desaparecimentos forçados
499
A)
O desaparecimento forçado no Brasil
502
B)
Desaparecimento forçado em diferentes órgãos e locais do território brasileiro
532
C)
Casos emblemáticos
561
D)
As vítimas de desaparecimento forçado
576
Parte IV – Dinâmica das graves violações de direitos humanos: casos emblemáticos, locais e autores. O judiciário
593
Capítulo 13 – Casos emblemáticos
595
A)
A repressão contra militares
596
B)
A repressão contra trabalhadores, sindicalistas e camponeses
607
C)
A repressão contra grupos políticos insurgentes
621
D)
Violência e terrorismo de Estado contra a sociedade civil
653
Capítulo 14 – A Guerrilha do Araguaia
679
A)
Início da guerrilha na região do Araguaia
681
B)
Operações das Forças Armadas
686
C)
Camponeses e indígenas
699
D)
Vítimas e violações
707
E)
Audiências públicas e diligências realizadas pela CNV
716
Capítulo 15 – Instituições e locais associados a graves violações de direitos humanos
727
A)
Unidades militares e policiais
729
B)
A estrutura clandestina
792
C)
Navios-prisões
823
Capítulo 16 – A autoria das graves violações de direitos humanos
841
A)
Responsabilidade político-institucional pela instituição e manutenção de estruturas e procedimentos destinados à prática de graves violações de direitos humanos
845
B)
Responsabilidade pela gestão de estruturas e condução de procedimentos destinados à prática de graves violações de direitos humanos
855
C)
Responsabilidade pela autoria direta de condutas que ocasionaram graves violações de direitos humanos
873
Capítulo 17 – O Judiciário na ditadura
933
A)
A atuação do Supremo Tribunal Federal
935
B)
A atuação da Justiça Militar
947
C)
A atuação da justiça comum
950
D)
Considerações finais sobre a apreciação judicial acerca de graves violações de direitos humanos
956
Parte V – Conclusões e recomendações
959
Capítulo X – Conclusões e recomendações
961
I.
Conclusões
962
II.
Recomendações
964
A) Medidas institucionais
964
B) Reformas constitucionais e legais
971
C) Medidas de seguimento das ações e recomendações da CNV
973