Galeria:Obras completas de Luis de Camões III (1843).djvu

Título Obras completas de Luis de Camões
Autor Luís Vaz de Camões
Editor José Victorino Barreto Feio; José Gomes Monteiro
Local Lisboa
Editora Livraria Europea de Baudry
Volume 3
Ano 1843
Fonte Digitalização dos originais
Volumes Tomo ITomo IITomo III
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I N D E X.


REDONDILHAS &c.

Pag.

A alma que está offrecida 
 100
A dor que a minha alma sente 
 61
A morte, pois que sou vosso 
 113
Amor loco, amor loco 
 71
Amor que todos offende 
 57
Amores de huma casada 
 63
Apartárão-se os meus olhos 
 66
Aquella captiva 
 126


Catharina bem promette 
 99
Cinco gallinhas e meia 
 98
Coifa de beirame 
 136
Com razão queixar-me posso 
 103
Com vossos olhos, Gonçalves 
 76
Conde, cujo illustre peito 
 38
Corre sem vela e sem leme 
 33
Crescem, Camilla, os abrolhos 
 93


Da doença em que ora ardeis 
 53
D'alma e de quanto tiver 
 62
Dama d'estranho primor 
 28
De atormentado e perdido 
 56
De dentro tengo mi mal 
 70
De pequena tomei amor 
 65
De que me serve fugir 
 76
De vuestros ojos centellas 
 70
Deo, Senhora, por sentença 
 54
Deos te salve, Vasco amigo 
 91
Descalça vai pela neve 
 60
Dó la mi ventura 
 143


Enforquei minha esperança 
 63
Esconjuro-te, Domingas 
 80
Esperei, ja não espero 
 101
Este mundo es el camino 
 46


Falso cavalleiro ingrato 
 67


Ha hum bem que chega e foge 
 78


Irme quiero, madre 
 132


Justa fue mi perdicion 
 119


Mas porém a que cuidados 
 105
Menina formosa 
 140
Menina formosa e crua 
 52
Menina, não sei dizer 
 75
Minh'alma, lembrae-vos della 
 118


Não estejais aggravada 
 57
Não posso chegar ao cabo 
 89


Ojos, herido me habeis 
 104
Olhae que dura sentença 
 55
Olhos em que estão mil flores 
 94
Olhos, não vos mereci 
 78
Os bons vi sempre passar 
 79


Para que me dan tormento 
 69
Pastora da serra 
 145
Peço-vos que me digais 
 43
Pequenos contentamentos 
 83
Perdigão perdeo a penna 
 84
Perguntais-me quem me mata 
 80
Pois a tantas perdições 
 85
Pois damno me faz olhar-vos 
 73
Pois he mais vosso que meu 
 72
Porqué no miras, Giraldo 
 92
Puz o coração nos olhos 
 64


Qual terá culpa de nós 
 60
Quando me quer enganar 
 77
Que diabo ha tão damnado 
 87
Qué veré que me contente 
 122
Quem disser que a barca pende 
 103
Quem no mundo quizer ser 
 58
Quem ora soubesse 
 128
Quem se confia em huns olhos 
 94
Querendo escrever hum dia 
 21


Retrato, vós não sois meu 
 123


Saudade minha 
 134
Se a alma ver-se não póde 
 81
Se de meu mal me contento 
 68
Se derivais da verdade 
 41
Se Helena apartar 
 137
Se me desta terra for 
 83
Se me levão agoas 
 128
Se n'alma e no pensamento 
 45
Se não quereis padecer 
 35
Se vossa Dama vos dá 
 51
Sem olhos vi o mal claro 
 45
Sem ventura he por demais 
 117
Sem vós, e com meu cuidado 
 116
Senhora, pois me chamais 
 59
Senhora, pois minha vida 
 73
Senhora, s'eu alcançasse 
 40
Sois formosa e tudo tendes 
 95
Suspeitas, que me quereis 
 30


Tende-me mão nelle 
 141
Todo es poco lo posible 
 121
Trabalhos descansarião 
 109
Triste vida se me ordena 
 110
Trocae o cuidado 
 131
Tudo póde huma affeição 
 118
Tudo tendes singular 
 98


Vai o bem fugindo 
 148
Vêde bem se nos meus dias 
 72
Vejo-a n'alma pintada 
 115
Venceo-me Amor, não o nego 
 79
Ver e mais guardar 
 132
Verdes são as hortas 
 139
Vi chorar huns claros olhos 
 90
Vida da minha alma 
 135
Vós, Senhora, tudo tendes 
 68
Vós sois huma Dama 
 146
Vos teneis mi corazon 
 122
Vossa Senhoria creia 
 88
Vosso bem querer, Senhora 
 82


SEXTINAS.
A culpa de meu mal só tem meus olhos 
 152
Foge-me pouco a pouco a curta vida 
 151
Sempre me queixarei desta crueza 
 155


ELEGIAS.
A vida me aborrece, a morte quero 
 194
Ao pé d'hum'alta faia vi sentado 
 185
Aquella que de amor descomedido 
 160
Aquelle mover de olhos excellente 
 175
Belisa, unico bem desta alma minha 
 190
Entre rusticas serras e fragosas 
 177
Juizo extremo, horrifico e tremendo 
 208
O poeta Simonides fallando 
 164
O sulmonense Ovidio desterrado 
 157
Que tristes novas, ou que novo damno [2] 
 196
Se quando contemplamos as secretas 
 202


E P I S T O L A S.
Como nos vossos hombros tão constantes [3] 
 217
Mui alto Rei a quem os ceos em sorte [4] 
 223
Quem póde ser no mundo tão quieto [5] 
 210
Senhora se encobrir por alguma arte 
 225


O I T A V A S.
Cá nesta Babylonia adonde mana 
 232
Despois que a clara Aurora a noite escura 
 228
D'huma formosa virgem desposada 
 234


C O M E D I A S.
ElRei Seleuco 
 255
Os Amphitriões 
 301
Filodemo 
 385


C A R T A S.
Carta 1.ª 
 481
Carta 2.ª 
 484


Notas 
 503
  1. A D. Leoniz Pereira, havendo-lhe Pedro de Magalhães Gandavo dedicado o seu livro intitulado: Historia da Provincia de Santa Cruz, a que vulgarmente chamamos Brasil. Impresso em Lisboa 1576.
  2. Á morte de D. Miguel de Menezes na India, filho de D. Henrique de Menezes, Governador da casa do Civil. Foi dirigida a seu irmão D. Philipe de Menezes.
  3. A D. Constantino de Bragança, Viso-Rei da India.
  4. Sobre a setta que o Papa enviou a ElRei D. Sebastião no anno de 1575.
  5. A D. Antonio de Noronha, sôbre o desconcêrto do mundo.