Galeria:Obras completas de Luis de Camões III (1843).djvu
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I N D E X.
REDONDILHAS &c.
Pag. A alma que está offrecida 100 A dor que a minha alma sente 61 A morte, pois que sou vosso 113 Amor loco, amor loco 71 Amor que todos offende 57 Amores de huma casada 63 Apartárão-se os meus olhos 66 Aquella captiva 126
Catharina bem promette 99 Cinco gallinhas e meia 98 Coifa de beirame 136 Com razão queixar-me posso 103 Com vossos olhos, Gonçalves 76 Conde, cujo illustre peito 38 Corre sem vela e sem leme 33 Crescem, Camilla, os abrolhos 93
Da doença em que ora ardeis 53 D'alma e de quanto tiver 62 Dama d'estranho primor 28 De atormentado e perdido 56 De dentro tengo mi mal 70 De pequena tomei amor 65 De que me serve fugir 76 De vuestros ojos centellas 70 Deo, Senhora, por sentença 54 Deos te salve, Vasco amigo 91 Descalça vai pela neve 60 Dó la mi ventura 143
Enforquei minha esperança 63 Esconjuro-te, Domingas 80 Esperei, ja não espero 101 Este mundo es el camino 46
Falso cavalleiro ingrato 67
Ha hum bem que chega e foge 78
Irme quiero, madre 132
Justa fue mi perdicion 119
Mas porém a que cuidados 105 Menina formosa 140 Menina formosa e crua 52 Menina, não sei dizer 75 Minh'alma, lembrae-vos della 118
Não estejais aggravada 57 Não posso chegar ao cabo 89
Ojos, herido me habeis 104 Olhae que dura sentença 55 Olhos em que estão mil flores 94 Olhos, não vos mereci 78 Os bons vi sempre passar 79
Para que me dan tormento 69 Pastora da serra 145 Peço-vos que me digais 43 Pequenos contentamentos 83 Perdigão perdeo a penna 84 Perguntais-me quem me mata 80 Pois a tantas perdições 85 Pois damno me faz olhar-vos 73 Pois he mais vosso que meu 72 Porqué no miras, Giraldo 92 Puz o coração nos olhos 64
Qual terá culpa de nós 60 Quando me quer enganar 77 Que diabo ha tão damnado 87 Qué veré que me contente 122 Quem disser que a barca pende 103 Quem no mundo quizer ser 58 Quem ora soubesse 128 Quem se confia em huns olhos 94 Querendo escrever hum dia 21
Retrato, vós não sois meu 123
Saudade minha 134 Se a alma ver-se não póde 81 Se de meu mal me contento 68 Se derivais da verdade 41 Se Helena apartar 137 Se me desta terra for 83 Se me levão agoas 128 Se n'alma e no pensamento 45 Se não quereis padecer 35 Se vossa Dama vos dá 51 Sem olhos vi o mal claro 45 Sem ventura he por demais 117 Sem vós, e com meu cuidado 116 Senhora, pois me chamais 59 Senhora, pois minha vida 73 Senhora, s'eu alcançasse 40 Sois formosa e tudo tendes 95 Suspeitas, que me quereis 30
Tende-me mão nelle 141 Todo es poco lo posible 121 Trabalhos descansarião 109 Triste vida se me ordena 110 Trocae o cuidado 131 Tudo póde huma affeição 118 Tudo tendes singular 98
Vai o bem fugindo 148 Vêde bem se nos meus dias 72 Vejo-a n'alma pintada 115 Venceo-me Amor, não o nego 79 Ver e mais guardar 132 Verdes são as hortas 139 Vi chorar huns claros olhos 90 Vida da minha alma 135 Vós, Senhora, tudo tendes 68 Vós sois huma Dama 146 Vos teneis mi corazon 122 Vossa Senhoria creia 88 Vosso bem querer, Senhora 82
SEXTINAS.
A culpa de meu mal só tem meus olhos 152 Foge-me pouco a pouco a curta vida 151 Sempre me queixarei desta crueza 155
ELEGIAS.
A vida me aborrece, a morte quero 194 Ao pé d'hum'alta faia vi sentado 185 Aquella que de amor descomedido 160 Aquelle mover de olhos excellente 175 Belisa, unico bem desta alma minha 190 Entre rusticas serras e fragosas 177 Juizo extremo, horrifico e tremendo 208 O poeta Simonides fallando 164 O sulmonense Ovidio desterrado 157 Que tristes novas, ou que novo damno [2] 196 Se quando contemplamos as secretas 202
E P I S T O L A S.
Como nos vossos hombros tão constantes [3] 217 Mui alto Rei a quem os ceos em sorte [4] 223 Quem póde ser no mundo tão quieto [5] 210 Senhora se encobrir por alguma arte 225
O I T A V A S.
Cá nesta Babylonia adonde mana 232 Despois que a clara Aurora a noite escura 228 D'huma formosa virgem desposada 234
C O M E D I A S.
ElRei Seleuco 255 Os Amphitriões 301 Filodemo 385
C A R T A S.
Carta 1.ª 481 Carta 2.ª 484
Notas 503 |
- ↑ A D. Leoniz Pereira, havendo-lhe Pedro de Magalhães Gandavo dedicado o seu livro intitulado: Historia da Provincia de Santa Cruz, a que vulgarmente chamamos Brasil. Impresso em Lisboa 1576.
- ↑ Á morte de D. Miguel de Menezes na India, filho de D. Henrique de Menezes, Governador da casa do Civil. Foi dirigida a seu irmão D. Philipe de Menezes.
- ↑ A D. Constantino de Bragança, Viso-Rei da India.
- ↑ Sobre a setta que o Papa enviou a ElRei D. Sebastião no anno de 1575.
- ↑ A D. Antonio de Noronha, sôbre o desconcêrto do mundo.
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