Vera Holtz
| Vera Holtz | |
|---|---|
![]() Holtz durante a peça “Ficções” (2023) | |
| Nome completo | Vera Lúcia Fraletti Holtz |
| Nascimento | |
| Nacionalidade | brasileira |
| Ocupação | atriz diretora de teatro |
| Período de atividade | 1975–presente |
| Principais trabalhos | Lista
|
| Prêmios | Lista |
Vera Lúcia Fraletti Holtz (Tatuí, 7 de agosto de 1953) é uma atriz e diretora de teatro brasileira. Iniciou a carreira artística no teatro em 1975 e, a partir do início dos anos 1980, passou a atuar também no cinema e televisão.
Conquistou diversos prêmios, entre eles dois Prêmios Mambembe, dois Prêmios Shell e um Prêmio Arte Qualidade Brasil. Em 2023, conquistou o Prêmio Kikito de Melhor Atriz do Festival de Gramado por Tia Virgínia - sua primeira protagonista no cinema.
Em 1982 foi contratada pela Rede Globo, atuando em diversos programas e telenovelas da emissora. Devido à pandemia de Covid-19, fez uma pausa na carreira e voltou aos palcos teatrais em 2022, com o monólogo Ficções, em que permanece em cena durante 90 minutos.[1]
Biografia
Descendente de alemães e italianos,[2][3] nascida em Tatuí, no interior paulista, em 7 de agosto de 1953, Vera Holtz foi para o Rio de Janeiro em 1975. Ingressou na Escola de Arte Dramática (EAD) e atuou nas peças As Feiticeiras de Salem e Tribobó City. Em seguida, estudou na Escola de Teatro da Uni-Rio, onde atuou em Visões de Simone Machard, O Interrogatório e Cidade Assassinada, além de outros cursos, Vera estreia profissionalmente em Rasga Coração, de Oduvaldo Vianna Filho, com direção de José Renato, em 1979. Dois anos após, integra o Grupo TAPA, ainda na fase carioca, com o qual realiza diversos espetáculos: O Anel e a Rosa, de Thakaray, 1981; Tempo Quente na Floresta Azul, de Orígenes Lessa, em 1983, e Caiu o Ministério, de França Jr., em 1985, encenações de Eduardo Tolentino de Araújo.[3][4][5]
Para se manter, inicialmente trabalhou no Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), que a transferiu posteriormente para o Rio de Janeiro, onde desenhava mapas. Em 1981, está em Na Terra do Pau Brasil, Nem Tudo Caminha, Viu?, ao lado de Ary Fontoura, exercitando sua face de comediante. No ano seguinte, apresenta-se no vaudeville E Agora, Hermínia, de Maugnier, direção de Bibi Ferreira e surge a chance de fazer sua primeira aparição na televisão. Holtz interpretou uma babá na minissérie Quem Ama Não Mata.[6] Em 1983, interpretou uma vendedora, na minissérie Parabéns pra Você. Mesmo ano em que integra a produção Motivo Simples, de Celina Sodré. Diretora com quem volta aos palcos, em 1984, em Sem-Sutiã - Uma Revista Feminista, de Fátima Valença e Celina Sodré e direção de Celina Sodré e Alice Viveiros de Castro.[5] Em 1985, foi a vez de estrear no cinema. Participou de Fêmeas em Fuga, em 1985. Mais tarde voltaria às telas no papel de uma professora, no filme Menino Maluquinho - O Filme em 1994. Nova oportunidade de comédia surge em 1983, com O Dia em Que Alfredo Virou a Mão, de João Bethencourt.[6]
"Mas há o desempenho de Vera Holtz e a magia aparece. Inteiramente tomada pela personagem, criando com a voz e os gestos um clima de grandeza, ela instaura a força da tragédia grega. O que antes poderia ser mero efeito ou equívoco, atinge, finalmente, dimensões de cerimonial transcendente. Vera Holtz e os meninos atores e percussionistas do Olodum fazem a poesia do espetáculo"1.
—Jefferson Del Rios numa análise do espetáculo Medeamaterial (1994).
Em 1985, integra o elenco de Theatro Musical Brazileiro - Partes I (1860/1914) e II (1914/1945), um roteiro de Luís Antônio Martinez Corrêa e Marshal Netherland sobre cenas e canções de peças do século passado. Em 1986, volta a trabalhar com o mesmo diretor em Mahagonny, de Bertolt Brecht, e integra um dos trabalhos mais radicais do encenador Gerald Thomas, Eletra Com Creta. Ópera Joyce, texto de Alcides Nogueira enfocando a vida e a obra do escritor irlandês a tem como estrela, sob a direção de Marcio Aurelio, em 1988, mesmo ano em que integra a equipe de Qualquer Nota, roteiro de Stella Miranda e Flávio Marinho, direção de Flávio Marinho. De volta ao formato musical, integra o elenco de Lamartine para Inglês Ver, roteiro e direção de Antônio de Bonis, em 1989. No ano seguinte, com Os Fodidos Privilegiados, sob a direção de Antônio Abujamra, destaca-se, mais uma vez, em Um Certo Hamlet, ganhando Prêmio Shell de melhor atriz. No mesmo ano, protagoniza uma controvertida versão de Phaedra, de Jean Racine, novo espetáculo da companhia de Antônio Abujamra, assim como a realização seguinte do diretor, O Retrato de Gertrude Stein Quando Homem, de Alcides Nogueira, em 1992. Na sequência, participa da montagem de A Volta ao Lar, de Harold Pinter, direção de Luiz Arthur Nunes. Com o Bando de Teatro Olodum, numa montagem baiana, capitaneia a produção de Medeamaterial, encenação de Márcio Meirelles para o texto de Heiner Müller, em 1994. Com Pérola, texto e direção de Mauro Rasi, montado em 1995, arrebata os principais prêmios do Rio de Janeiro e São Paulo, num trabalho que fica cinco anos em cartaz. Em 2001, volta aos palcos na montagem de Dias Felizes (Felizes Para Sempre), de Samuel Beckett, direção conjunta da dupla Adriano e Fernando Guimarães, com quem volta a trabalhar em 2002, em Não Ficamos Muito Tempo...Juntos, outra pesquisa sobre o universo de Beckett.[5]

Vera retornou à TV em 2008 na novela Três Irmãs como a antagonista central Violeta Áquila, recebendo muitos elogios da crítica por sua atuação.[7] Em 2010 atuou em Passione de Sílvio de Abreu, onde interpretou Candê. No mesmo ano, estreou como diretora em teatro na peça o Escolhido.[8] Em 2012, interpretou a antológica Mãe Lucinda, personagem que a imortalizou como "mãe do lixão", na novela de João Emanuel Carneiro, Avenida Brasil.[9][10]
Vera Holtz atuou em várias novelas na TV Globo, tais como Que Rei Sou Eu?, Vamp, Fera Ferida, A Próxima Vítima, O Fim do Mundo, Por Amor, Uga Uga, Desejos de Mulher, Mulheres Apaixonadas, Cabocla e outras.[5] Também atuou em minisséries e séries como Desejo, A Muralha, Presença de Anita, Terça Nobre e Mulher.[6]
Em 2013, teve um papel de destaque na novela Saramandaia, como a obesa Dona Redonda, considerada um marco na teledramaturgia brasileira. Para se caracterizar como a personagem, Vera teve que usar peruca, maquiagem e enchimento no corpo.[11][12] Em 2014 interpretou Vic Garcez, no remake de O Rebu.[13][14] No teatro, dirigiu as peças Antígona, Um Pai (Puzzle), Fatal e O Olho de Vidro.[15] Em 2016, fez um dos personagens principais em A Lei do Amor de Maria Adelaide Amaral e Vincent Villari, a vilã Magnólia. No intervalo entre as novelas, participou dos filmes Malasartes e o Duelo com a Morte,[16] TOC: Transtornada Obsessiva Compulsiva,[17] e Berenice Procura, bem como o híbrido de documentário e ficção As quatro irmãs, sobre a família Holtz e seu casarão em Tatuí. A história das quatro irmãs da família Holtz se confunde com a própria memória afetiva de Tatuí. No centro dessa narrativa está o antigo casarão onde cresceram, uma construção que atravessou décadas como testemunha silenciosa da vida familiar, das conversas na varanda, das refeições compartilhadas e das descobertas da infância.
Entre elas, destacou-se Vera Holtz, que mais tarde ganharia reconhecimento nacional no teatro e na televisão. Muito antes dos palcos e das câmeras, porém, Vera era apenas uma menina correndo pelos corredores largos da casa, dividindo sonhos e travessuras com suas irmãs, sob o olhar atento dos pais.
O casarão, localizado em Tatuí, carrega a arquitetura típica de outras épocas: pé-direito alto, janelas amplas, portas de madeira maciça e um quintal generoso, onde a vida acontecia ao ritmo simples do interior paulista. Ali se formaram valores, laços e memórias que marcariam para sempre a trajetória das quatro irmãs.
Anos mais tarde, já consagrada em sua carreira artística, Vera decidiu restaurar a casa da infância. O gesto foi mais que uma reforma arquitetônica — foi um ato de resgate da própria história. Ao recuperar paredes, pisos e detalhes originais, ela também reviveu lembranças, preservou a memória dos pais e reafirmou suas raízes tatuianas.
Outro aspecto marcante de sua trajetória é a amizade com o tatuiano Jorge Rizek. A convivência e o vínculo com conterrâneos sempre foram parte importante da identidade de Vera, mantendo viva a conexão com sua cidade natal mesmo após alcançar projeção nacional. Essas amizades reforçam o sentimento de pertencimento e mostram que, apesar do sucesso, suas raízes continuam firmemente plantadas em Tatuí.
O casarão restaurado tornou-se símbolo de pertencimento. Não apenas uma construção antiga, mas um espaço de afeto e identidade. A iniciativa de Vera reforça a importância da preservação do patrimônio histórico e emocional de Tatuí, mostrando que as casas guardam mais do que paredes: guardam histórias, risos, ensinamentos e o eco da infância que nunca se apaga.
Assim, a trajetória das quatro irmãs Holtz permanece viva — entre lembranças familiares, amizades duradouras e a presença concreta do casarão que resiste ao tempo, agora restaurado, como um marco da memória afetiva da cidade.
Em 2018, interpretou sua primeira protagonista na novela das seis, Orgulho & Paixão, inspirada no romance de Jane Austen. Nela interpretou uma mãe de cinco filhas, papeis de Nathalia Dill, Chandelly Braz, Ana Júlia Dorigon, Pâmela Tomé e Bruna Griphao.[18]
Em 2023, estreou com sua primeira protagonista nos cinemas no filme "Tia Virgínia". Sua atuação no filme lhe rendeu 5 prêmios de melhor atriz no ano, incluindo o do Festival de Gramado e os dois (júri popular e da crítica) no Festival Sesc Melhores Filmes.[19]
Filmografia
Televisão
| Ano | Título | Personagem | Nota |
|---|---|---|---|
| 1982 | Quem Ama não Mata | Babá | Episódio: "6 de agosto" |
| 1983 | Parabéns pra Você | Vendedora | Episódio: "16 de fevereiro" |
| 1985 | Corpo a Corpo | Irene | Episódios: "14–16 de janeiro"[20] |
| 1988 | Bebê a Bordo | Madalena | Participação especial[6] |
| 1989 | Que Rei Sou Eu? | Fanny | |
| Top Model | Irma Lamer | ||
| 1990 | Desejo | Angélica | |
| Barriga de Aluguel | Dos Anjos | ||
| 1991 | Vamp | Miss Alice Penn Taylor Smith | |
| 1992 | De Corpo e Alma | Simone Guedes | |
| 1993 | Fera Ferida | Querubina Praxedes de Menezes | |
| 1994 | Terça Nobre | Tibéria | Episódio: "O Compadre de Ogum" |
| 1995 | A Próxima Vítima | Quitéria Bezerra (Quitéria Quarta-Feira) | |
| 1996 | O Fim do Mundo | Florisbela Mendonça | |
| Você Decide | Episódio: "A Troca" | ||
| 1997 | Por Amor | Sirléia Batalha Pereira | |
| 1999 | Chiquinha Gonzaga | Dona Ló | |
| 1999 | Mulher | Luiza | 1 episódio |
| 2000 | A Muralha | Mãe Cândida Olinto | |
| Uga Uga | Santa Karabastos | ||
| 2001 | Brava Gente | Belzebu | Episódio: "Auto de Natal: O Mistério do Boi Surubim" |
| 2001 | Presença de Anita | Marta | |
| 2002 | Desejos de Mulher | Bárbara Toledo | |
| 2003 | Mulheres Apaixonadas | Santana Gurgel | |
| 2004 | Cabocla | Generosa de Oliveira Pinto | |
| 2005 | Carga Pesada | Catarina | Episódio: "Primeiro Prêmio" |
| Belíssima | Ornela Sabatini | ||
| 2006 | O Profeta | Ana de Oliveira | Episódio: "16 de outubro" |
| 2007 | Paraíso Tropical | Marion Novaes | |
| 2008 | Dilemas de Irene | Dona Célia | |
| Três Irmãs | Violeta Áquila | ||
| 2010 | Passione | Maria Candelária Lobato (Candê) | |
| 2012 | Avenida Brasil | Lucinda Pereira Oliveira (Mãe Lucinda) | |
| 2013 | Saramandaia | Evangelina de Souza (Dona Redonda) | |
| Bitela de Souza | Episódios: "24–27 de setembro" | ||
| 2014 | O Rebu | Vic Garcez | |
| 2016 | A Lei do Amor | Magnólia Costa Leitão (Mág) | |
| 2018 | Orgulho e Paixão | Ofélia Benedito | |
| 2019 | Mulheres Fantásticas | Narradora[21] | Episódio: "Frida Kahlo" |
| Eu, a Vó e a Boi | Yolanda Andrade (Boi)[22][23] | ||
| Amor de Mãe | Kátia Brandão[24] | Episódios: "28 de novembro–4 de dezembro" | |
| 2024 | Tributo | Ela mesma | Episódio: "Manoel Carlos" |
Cinema
| Ano | Título | Papel | Nota |
|---|---|---|---|
| 1985 | Fêmeas em Fuga | ||
| 1991 | Assim na Tela Como no Céu | Patty Shivers | |
| 1992 | Meu Nome é João | Curta-metragem | |
| 1993 | Capitalismo Selvagem | Susana | |
| Diário Noturno | Depiladora | Curta-metragem | |
| 1994 | Mil e Uma | Secretária | |
| 1995 | Vicente | Mãe de Vicente | Curta-metragem |
| Menino Maluquinho - O Filme | Professora | ||
| Carlota Joaquina, Princesa do Brazil | Maria Luísa de Parma | ||
| 1996 | Nos Tempos do Cinematógrapho | ||
| 2001 | Tônica Dominante | Piano | |
| 2003 | Apolônio Brasil, Campeão da Alegria | Beggar | |
| 2005 | O Nosso Livro | Isabel | Curta-metragem |
| Bendito Fruto | Virgínia | ||
| 2006 | Anjos do Sol | Nazaré | |
| O Cavaleiro Didi e a Princesa Lili | Rainha Valentina | ||
| 2009 | O Que Há De Ficar | Curta-metragem | |
| 2010 | A Verdadeira História da Bailarina de Vermelho | Curta-metragem | |
| 2011 | Família Vende Tudo | Cida | |
| 2014 | Tereza & Tereza | Tereza | Curta-metragem |
| 2015 | Meus Dois Amores [25] | Flausina | |
| Maresia [26] | Angelina | ||
| 2017 | TOC: Transtornada Obsessiva Compulsiva | Carol | |
| Malasartes e o Duelo com a Morte | Parca Cortadeira | ||
| Berenice Procura | Greta | ||
| Café, um Dedo de Prosa | Ela | Curta-metragem | |
| As Quatro Irmãs | Terezinha Fraletti Holtz | ||
| 2018 | Alguma Coisa Assim - O Filme | Tia Cinthia | |
| 2022 | Teatro de Máscaras | Sara[27] | Curta-metragem |
| 2023 | Tia Virgínia | Virgínia | [28] |
Teatro




| Ano | Título | Papel / Função |
|---|---|---|
| 1975 | As Feiticeiras de Salem | |
| 1975 | Tribobó City | Maria Belezoca |
| 1978 | Visões de Simone Machard | |
| 1978 | O Interrogatório | |
| 1979 | Cidade Assassinada | |
| 1979 | Procura-se uma Imperatriz | |
| 1979 | Rasga Coração | Vários |
| 1980 | Queridos Monstrinhos | Bruxa Caxuxa |
| 1980 | As Doutoras | |
| 1981 | Viva sem Medo suas Fantasias Sexuais | Assistente de direção |
| 1981 | Carmem | |
| O Anel e a Rosa | ||
| Na Terra do Pau-brasil Nem Tudo Caminha, Viu? | ||
| 1982 | La Bohème | |
| E Agora, Hermínia? | ||
| 1983 | O Dia em que Alfredo Virou a Mão | |
| Tempo Quente na Floresta Azul | ||
| Motivo Simples | ||
| 1984 | Último Tango em Huahuatenango | |
| Sem Sutiã – Uma Revista Feminina | ||
| 1985 | Astrofolia | |
| Caiu o Ministério | ||
| 1985 | Theatro Musical Brazileiro - Parte I (1860/1914) | |
| 1986 | Mahagonny | Jenny Smith |
| Electra Com Creta | ||
| 1988 | Qualquer Nota | |
| 1988 | Theatro Musical Brazileiro - Parte II (1860/1910) | |
| 1989 | A Bela Aborrecida, Musical Infantil | |
| Ópera Joyce | ||
| 1990 | Lamartine para Inglês Ver | |
| O Protagonista | ||
| Amor com Amor se Paga | ||
| 1991 | Um Certo Hamlet | Gertrudes / Ofelia |
| Phaedra | ||
| Quartett | ||
| 1992 | O Retrato de Gertrud Stein Quando Homem | Hélène |
| Volta ao Lar | Ruth | |
| 1994 | Medeiamaterial | Medéia |
| 1995–99 | Pérola | Pérola |
| 2000 | Theatro e Artes Plásticas | |
| 2000 | Felizes para Sempre | |
| 2002 | Não Ficamos Muito Tempo...Juntos | Participaçao |
| 2003–06 | Intimidade Indecente | Roberta |
| 2010 | O Estrangeiro | Direção da peça |
| 2011 | Sonhos para Vestir | Direção da peça |
| 2012 | Palácio de Fim | Nehrjas Al Saffarh |
| 2014–16 | Timon de Atenas[29] | Timon de Atenas |
| 2014 | Antígona | Direção da peça |
| 2015 | Um Pai (Puzzle) | Direção da peça |
| 2016 | Fatal | Colaboração |
| 2017 | O Olho de Vidro | Direção da peça |
| 2018 | A Peste | Direção da peça |
| 2018 | Romeu & Julieta | Colaboração |
| 2019 | Merlin e Arthur: um sonho de liberdade | Merlin (em audio-visual) |
| 2022-2023 | Ficções[30] | Homo Sapiens |
Prêmios e indicações
Notas
1. RIOS, Jefferson del. Vera Holtz revela a magia de Medea. O Estado de S. Paulo, São Paulo, 05 nov. 1993. Caderno 2, p. 19.Fonte:http://www.itaucultural.org.br/aplicexternas/enciclopedia_teatro/index.cfm?fuseaction=personalidades_biografia&cd_verbete=291 Enciclopédia itaú Cultural teatro
Referências
- ↑ Vera Holtz sem neuras: 'Este é meu corpo, tenho o maior respeito por ele'
- ↑ «"As Quatro Irmãs" exibe memórias de Vera Holtz em Tatuí». CPP (Centro do Professorado Paulista). 15 de outubro de 2018. Consultado em 11 de fevereiro de 2023. Arquivado do original em 18 de outubro de 2021
- 1 2 «Vera Holtz - Coleção Aplauso - Imprensa Oficial» (PDF). Coleção Aplauso. Consultado em 11 de outubro de 2018
- ↑ Peças de Teatro com Vera Holtz
- 1 2 3 4 «Vera Holtz. Intérprete versátil, com trânsito tanto em montagens convencionais quanto nas experiências de vanguarda, nas quais imprime sua vigorosa presença». Enciclopedia itau. Consultado em 11 de outubro de 2018
- 1 2 3 4 «Vera Holtz». Memoria Globo. Consultado em 11 de outubro de 2018
- ↑ Macedo Rodrigues. «Irreverência pura». Isto É Gente. Consultado em 29 de dezembro de 2014
- ↑ «Diário de Tatuí: Vera Holtz estreia como diretora em teatro». Diário de Tatuí. Consultado em 11 de outubro de 2018
- ↑ Diversão Terra. 'Avenida Brasil': Lucinda não é mais suspeita da morte de Max. Página visitada em 20 de outubro de 2012.
- ↑ Revista Veja. ‘Avenida Brasil’ termina mas não acaba Arquivado em 5 de dezembro de 2013, no Wayback Machine. (19 de outubro). Página visitada em 20 de outubro de 2012.
- ↑ Gshow (19 de junho de 2013). «Vera Holtz leva quatro horas para se transformar em dona Redonda». Fique por dentro - Saramandaia. Consultado em 17 de junho de 2014
- ↑ Carla Bittencourt (5 de junho de 2013). «Veja fotos de Vera Holtz como dona Redonda em 'Saramandaia': 'Demoro quatro horas para me arrumar'». Extra. Telinha. Consultado em 1 de novembro de 2014
- ↑ Gshow (17 de junho de 2014). «Vera Holtz volta à TV para viver ricaça festeira e problemática em 'O Rebu'». Extras - O Rebu. Consultado em 17 de junho de 2014
- ↑ «Vera Holtz, a Vic de 'O rebu', conta que se diverte ao contracenar com garotões e se diz festeira como a personagem». Extra. 21 de julho de 2014. Consultado em 12 de outubro de 2014
- ↑ «Todo Teatro Carioca - Teatro, Espetáculos, Atores». Todo Teatro Carioca. Consultado em 11 de outubro de 2018
- ↑ E começam as filmagens de Pedro Malasartes
- ↑ Filme 'Transtornos de uma Obsessiva Compulsiva' de Teo Poppovic
- ↑ Guilherme Guidorizzi (24 de janeiro de 2017). «Vera Holtz enfrenta o marido para casar as 5 filhas na novela 'Orgulho e Paixão'». Terra Networks. Consultado em 27 de fevereiro de 2018
- ↑ Toledo, Marina. «Conheça os vencedores do Festival Sesc Melhores Filmes e confira a programação». CNN Brasil. Consultado em 29 de abril de 2024
- ↑ Xavier, Nilson. «Corpo a Corpo». Teledramaturgia. Consultado em 14 de fevereiro de 2025
- ↑ Flávio Ricco (6 de março de 2019). «"Fantástico" vai estrear série que mistura linguagem documental e animação». UOL. Consultado em 6 de março de 2019
- ↑ «Globo escala Vera Holtz para substituir Susana Vieira em série». Stars Insider. 23 de fevereiro de 2019. Consultado em 26 de fevereiro de 2019
- ↑ «Vera Holtz, Daniel Rangel e Arlete Salles em 'Eu, a vó e a Boi'». Kogut. 22 de junho de 2019. Consultado em 26 de junho de 2019
- ↑ «Vera Holtz será uma vilã em 'Amor de mãe'». Patricía Kogut. 26 de julho de 2019. Consultado em 26 de julho de 2019
- ↑ Meus Dois Amores Um filme de Luiz Henrique Rios
- ↑ «Elenco do Filme 'Maresia'». Consultado em 13 de fevereiro de 2016. Arquivado do original em 27 de agosto de 2016
- ↑ «Vera Holtz estreia curta 'Teatro de Máscaras' no Rio: "Bem emocionante"». revistaquem.globo.com. Consultado em 25 de janeiro de 2023
- ↑ «Tia Virgínia». adorocinema.com. Consultado em 15 de agosto de 2023
- ↑ Luiz Felipe Reis (5 de outubro de 2014). «Vera Holtz é Timon de Atenas no palco». O Globo. Consultado em 29 de dezembro de 2014
- ↑ «"Ficções", monólogo estrelado por Vera Holtz, reflete sobre a condição humana». bemparana.com.br. Consultado em 28 de junho de 2023
Ligações externas
- Vera Holtz no IMDb
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