La isla bonita

"La Isla Bonita"
La isla bonita
Single de Madonna
do álbum True Blue
Lançamento 25 de fevereiro de 1987 (1987-02-25)
Formato(s)
Gravação 1986
Gênero(s)
Duração 4:03
Gravadora(s)
Composição
  • Madonna
  • Patrick Leonard
  • Bruce Gaitsch
Produção
  • Madonna
  • Patrick Leonard
Cronologia de singles de Madonna
"Open Your Heart"
(1987)
"Who's That Girl"
(1987)
Lista de faixas de True Blue
"True Blue"
"Jimmy Jimmy"
(8)
Vídeo musical
"La isla bonita" no YouTube

"La isla bonita" é uma canção da cantora estadunidense Madonna, gravada para o seu terceiro álbum de estúdio True Blue (1987). Foi composta e produzida pela própria intérprete em conjunto com Patrick Leonard, com escrita adicional de Bruce Gaitsch. Leonard e Gaitsch conceberam a canção a partir de uma demo instrumental oferecida a Michael Jackson, que a rejeitou; em seguida, ao ser convocado para o futuro álbum de Madonna, ele ofereceu a composição e partir dali começaram a trabalhar. A intérprete concebeu o título e as letras, descrevendo a canção como uma homenagem "à beleza e ao mistério do povo latino-americano". Tida como a primeira obra na qual Madonna incluiu influências latinas — que viria a se repetir também em outros trabalhos com Leonard, como "Who's That Girl" e "Spanish Eyes" —, foi lançada como o quinto e último single do disco em 25 de fevereiro de 1987, sendo posteriormente incluída nas coletâneas The Immaculate Collection (1990) e Celebration (2009).

Em termos musicais, "La Isla Bonita" é uma canção de pop latino, que incorpora guitarra flamenca, percussão latina e maracas em sua instrumentação. Suas letras falam da "ilha bonita" de San Pedro, cuja locação foi alvo de debates, além de incluir quatro versos cantados em espanhol. A canção recebeu análises positivas crítica especializada, com elogios direcionados à sonoridade única no catálogo de Madonna e sua composição; de tal modo, resenhas em retrospectivo a colocam dentre as melhores da cantora. "La Isla Bonita" foi mais um single de sucesso de True Blue, repetindo o feito dos anteriores de entrar nas cinco primeiras posições da estadunidense Billboard Hot 100, onde atingiu a quarta colocação como melhor. Ao redor do globo, liderou as paradas musicais da Alemanha Ocidental, Áustria, Canadá, França, Reino Unido e Suíça, e foi a canção de maior sucesso na Europa em 1987.

O videoclipe correspondente foi dirigido por Mary Lambert e lançado em 6 de março de 1987 na MTV. Nele, Madonna interpreta duas personagens distintas: uma jovem devota católica e uma dançarina flamenca. Um dos vídeos mais bem sucedidos na televisão naquele ano, foi recebido com opiniões divergentes de críticos e estudiosos, em que alguns viram o uso de imagem hispânica e latina como uma estratégia de marketing de sucesso, e outros acusaram a artista de apropriação cultural. Madonna interpretou "La Isla Bonita" na maioria de suas turnês desde então, mais recentemente na The Celebration Tour (2023–24), sempre fazendo alusões à cultura latina nas produções. Como uma das mais populares do catálogo da cantora, a faixa foi regravada por artistas como Ricky Martin, Alizée, e interpolada pelo grupo The Black Eyed Peas em "Mamacita" (2020).

Antecedentes e lançamento

A demo instrumental de "La Isla Bonita" foi oferecida inicialmente a Michael Jackson (foto em 1988).

No outono de 1985, Madonna começou a compor e gravar músicas para seu terceiro álbum de estúdio, True Blue.[1] Ela colaborou mais uma vez com Stephen Bray — o principal parceiro em seu álbum anterior, Like a Virgin (1984) — e trouxe Patrick Leonard, que havia atuado como seu diretor musical na the Virgin Tour.[1][2][3] Antes de trabalhar com a cantora, Leonard havia contribuído para os Jacksons durante a Victory Tour (1984)[4][5] e manteve contato com Michael Jackson e o produtor Quincy Jones.[6] A pedido deles, ele compôs uma série de discos demo instrumentais, incluindo uma que pretendia se assemelhar ao estilo de Sade; a peça foi apresentada a Jackson e Jones, mas acabou sendo rejeitada.[6][7]

Leonard apresentou a demo a Madonna no início das sessões de True Blue, e ela começou a desenvolvê-la ainda mais.[6] Ela concebeu o título "La Isla Bonita" — que se traduz como "A Ilha Bonita" — e escreveu a letra enquanto filmava Shanghai Surprise (1986) em Hong Kong.[8][9] O músico Bruce Gaitsch, que trabalhou na faixa, inicialmente se mostrou cético em relação ao título, considerando-o "pouco comercial".[9] Madonna descreveu a canção como uma homenagem à "beleza e ao mistério" dos latino-americanos.[10] Ela explicou que há muito tempo era influenciada pela música latina, particularmente salsa e merengue, que ouvia frequentemente enquanto morava na cidade de Nova Iorque.[11] Ela acrescentou que tanto ela quanto Leonard acreditavam ter sido latinos "em outra vida", já que os ritmos dessa região frequentemente moldavam suas composições animadas.[10][12] Os dois voltariam mais tarde a explorar elementos de música latina em canções como "Who's That Girl" (1987) e "Spanish Eyes" de Like a Prayer (1989).[7]

"La Isla Bonita" foi lançado como o quinto e último single de True Blue em 25 de fevereiro de 1987.[13][14] A capa interna do single apresentava a intérprete usando uma jaqueta bolero bordada.[15] A música foi posteriormente incluída nas coletâneas The Immaculate Collection (1990) e Celebration (2009), e adicionada como faixa bônus na edição japonesa de Something to Remember (1995).[16][17][18]

Composição

"La Isla Bonita" foi escrita e produzida por Madonna e Patrick Leonard, com letras adicionais de Bruce Gaitsch.[19] Foi gravada no Channel Recording Studios, juntamente com o restante do álbum True Blue, e posteriormente mixada no Master Control.[19] Leonard cuidou dos arranjos e da programação dos teclados, Gaitsch tocou guitarra e a percussão foi fornecida por Paulinho da Costa, com vocais de apoio de Siedah Garrett e Edie Lehmann.[19] Musicalmente, foi descrita como uma balada pop latino dançante com influências da bossa nova.[20][21] A autora Mary Cross disse que marcou uma mudança na sonoridade da intérprete, combinando guitarra flamenca, percussão latina, maracas e elementos eletrônicos, com quatro versos cantados em espanhol.[1][12][22] Para garantir traduções precisas, Madonna e Leonard conversaram por telefone com uma governanta hispânica.[23]

Liricamente, "La Isla Bonita" é uma homenagem do "eu lírico" ao seu local de origem, isto é, a "ilha bonita", interpretada por muitos críticos e especialistas na época como uma referência ao terreno cubano, o que seria uma afronta aos estadunidenses mais nacionalistas, haja vista as relações políticas constantemente tensas entre Estados Unidos e Cuba.[24] A faixa começa com bongôs e castanholas , levando ao verso; "Como pode ser verdade?".[n 1][25] No primeiro verso, ela canta: "Ontem à noite sonhei com San Pedro/ Como se nunca tivesse ido, eu conhecia a canção".[n 2][21] A localização exata de San Pedro tem sido debatida, com Cuba, Porto Rico, Belize e a República Dominicana entre as possibilidades sugeridas.[26] A cidade de San Pedro em Ambergris Caye, Belize, abraçou a associação, com o turismo local adotando o apelido "La Isla Bonita".[27][26][28] Além disso, a ilha de La Palma, nas Ilhas Canárias, Espanha, recebeu o apelido de "La Isla Bonita", embora sua ligação com a canção permaneça não confirmada.[29]

Madonna esclareceu posteriormente, em entrevista à Rolling Stone, que o nome não tinha base geográfica específica, dizendo: "Talvez eu estivesse a caminho do estúdio e visse uma saída para San Pedro".[30] Os autores Eduardo Viñuela, Igor Paskual e Lara González apontaram que, embora a canção incorpore elementos da música espanhola, como o flamenco, ela também faz referência ao samba brasileiro, sugerindo que a ilha é um lugar fictício "utópico" em vez de um local real.[31] A emissora espanhola Los 40 descreveu a letra de forma semelhante como uma homenagem à "comunidade latina de Nova Iorque com a qual [Madonna] sempre teve proximidade", em vez da descrição literal de um lugar.[28]

Em 2014, enquanto trabalhava em seu décimo terceiro álbum de estúdio, Rebel Heart (2015), Madonna gravou uma versão dubplate de "La Isla Bonita" com o produtor Diplo.[32][33] Essa reinterpretação substituiu os ritmos latinos da original por batidas de dancehall e incluiu novas letras fazendo referência ao Major Lazer.[33][34] A versão estreou na BBC Radio 1Xtra em março de 2015.[34]

Análise da crítica

Madonna interpretando "La Isla Bonita" em sua The Girlie Show World Tour (1993).

Em uma resenha do álbum The Immaculate Collection, David Browne do Entertainment Weekly, comparou "La Isla Bonita" com a maneira de se movimentar de Carmen Miranda.[35] Enquanto isso, Sal Cinquemani, da Slant Magazine, em uma opinião sobre o álbum True Blue, a elegeu uma das melhores, mais influentes e atemporais músicas de Madonna.[36] O escritor Maury Dean elogiou-a em seu livro Rock 'n' Roll Gold Rush: "Madonna cantarola uma canção de ninar espanhola. O romance floresce entre as acolhedoras folhas de palmeira; as canções mais ásperas fazem a maioria dos homens balançar de ombros".[37][38] Rikky Rooksby, autor de The Complete Guide to the Music of Madonna, considerou que tinha "um ar escapista".[39] Em Public Women, Public Words, Dawn Keetley a classificou como uma das músicas que melhor capturam as emoções de Madonna.[40] William McKeen a descreveu como "quieta" e disse que "com o estilo imaginativo de Up on the Roof ela escapa ao ruído da cidade, aquele tipo de doçura com sabor latino que Blondie nunca poderia resistir".[41] Jude Rogers, do jornal britânico The Guardian, comentou que foi "um sucesso de verão que inclui guitarras do início da era Balearic e algumas deliciosas referências ao mercado pop latino".[42] Ken Barnes, da Creem, opinou que, embora não tão impactante quanto o single anterior de Madonna, "Open Your Heart", sua "qualidade suave (mas reflexiva)" a elevou além dos "clichês mexicanos".[43]

Paul Schrodt, da Slant Magazine, creditou o arranjo por adicionar "dinamismo" à música de Madonna, ajudando a dissipar as primeiras suposições de que ela era "simplesmente uma estrela pop de boate".[44] Carlos del Amo, da agência de notícias espanhola EFE, a elegeu uma das melhores canções da intérprete.[45] Louis Virtel, da NewNowNext, escreveu: "Um dos temas mais atemporais de Madonna é, sem dúvida, "La Isla Bonita", uma memória suave e sonhadora da utópica San Pedro. Como [canção de] romance, é tocante e, como reflexo pessoal, é lindo".[46] Para o editor da Entertainment Weekly, Chuck Arnold, esse era o 19.º melhor single da intérprete, analisando que "sem dúvida, uma das mais belas canções que Madonna tem feito". Ele acrescentou que, explorando o pop latino muito antes de se tornar moda, "inspirou tudo, desde o seu próprio "Who's That Girl" até "Alejandro" (2009) de Lady Gaga".[47] Jon Pareles, do New York Times, a considerou uma de suas canções de amor "mais amigáveis", e Don McLeese, do Chicago Sun-Times, achou que era a melhor e a mais memorável de True Blue.[48][49]

O jornal digital Hoy Bolivia opinou que "Madonna poderia ser considerada a primeira diva pop a ousar fazer crossover, ou pelo menos o fez timidamente em 'La Isla Bonita', um dos temas em spanglish mais lembrados dos últimos tempos".[50] Por sua parte, Sal Cinquemani, da revista Slant, a chamou de "um clássico".[51] Joey Guerra, do Houston Chronicle — em uma revisão da turnê Sticky & Sweet Tour —, a viu como uma canção autenticamente retro,[52] e Marty Racine, do mesmo jornal, opinou que era a faixa de destaque do álbum.[53] O Los Angeles Daily News, em um artigo sobre o estilo musical de Madonna, sentiu que "La Isla Bonita" era uma canção que "acolhe".[54] Em março de 2008, Sebas E. Alonso, do Jenesaispop, posicionou-a na posição 24 ao elencar as 40 melhores músicas da artista e comentou: "Embora não saibamos em que contexto colocar uma frase como "La Isla Bonita", a melodia do refrão é uma das mais belas que Madonna já cantou".[55] Dez anos depois, o mesmo autor voltou a incluí-la na sexta posição entre as 60 melhores, em comemoração aos 60 anos de Madonna; a respeito disso, declarou que era "uma canção surpreendentemente cativante, na qual um refrão magnífico, uma ponte celestial e uma interpretação calorosa, calma e tranquila brilham como uma soneca confortável".[56] Em comemoração aos 60 anos da intérprete, Joe Morgan, do site Gay Star News, a colocou no 35º lugar dentre suas 60 melhores músicas, chamando-a de "divertida".[57] Escrevendo no The Boston Globe, Steve Morse adjetivou-a de uma das mais "bonitas" de Madonna.[58]

Bianca Gracie, da Billboard, classificou-a no décimo quarto posto dentre as 100 melhores canções da artista e declarou que era uma das mais românticas de seu catálogo. Ele acrescentou: "Este single de True Blue combina maracas, congas e violão espanhol que o transporta imediatamente para a paradisíaca ilha fictícia. Mas a melhor parte de "A bela ilha" é a voz madura e exuberante de Madonna, que foi uma partida impressionante da "voz de [gás] hélio" que a tornou famosa em "Like a Virgin" e "Lucky Star".[59] Will Lavin, do portal Joe, a enumerou na terceira ocupação dentre suas dez melhores; ele declarou que era "realmente bom", que "demonstrou outra parte de seu repertório diversificado e deixou claro que ela era mais do que apenas uma cantora pop".[60] No site Medium, Richard LeBeau escreveu que "sua incorporação de letras em espanhol e vários instrumentos (incluindo guitarras e baterias cubanas) fazem desta uma das músicas mais únicas e memoráveis ​​de seu catálogo".[61] A revista Queerty se referiu a faixa como "uma das jóias mais brilhantes de sua carreira inicial".[62] Guillermo Alonso, da edição espanhola da Vanity Fair, destacou-a como o vigésimo quarto melhor single da cantora e comentou: "O que esta música deixou como um testamento é uma das bases mais reconhecíveis dos anos oitenta. [...] E o marco de descrever, como nenhuma outra canção, apaixonar-se por um lugar".[63]

Videoclipe

Contexto e sinopse

Capturas em ecrã de três momentos do videoclipe de "La isla bonita".

O videoclipe de "La Isla Bonita" foi dirigido por Mary Lambert, que já havia colaborado com Madonna nos clipes de "Borderline" e "Like a Virgin" (ambos em 1984), bem como "Material Girl" (1985).[64] Filmado em Los Angeles ao longo de três dias, a produção foi descrita como "simples" pela produtora Sharon Oreck em seu livro Video Slut (2010).[65][66] Mais de 500 figurantes de ascendência hispânica participaram, incluindo um então desconhecido Benicio del Toro, que interpretou um adolescente sentado no capô de um carro e recebeu US$ 150 por sua aparição.[66][67] O percussionista Paulinho da Costa aparece na sequência de abertura tocando bongôs.[68]

Ambientada em uma área periférica,[12] a narrativa apresenta Madonna em papéis duplos: uma mulher católica devota e uma vibrante dançarina de flamenco.[64] A personagem católica é mostrada acendendo velas em um apartamento com mobília esparsa — suas paredes em tons frios adornadas com fotografias em preto e branco de indivíduos hispânicos e figuras religiosas.[12] Ela usa uma anágua branca simples e observa discretamente de sua janela um músico de rua.[12][69][70] Em contraste, a dançarina de flamenco se apresenta expressivamente em uma sala à luz de velas adornada com uma grande imagem do Sagrado Coração de Jesus.[12] Ela usa um vestido vermelho de bolinhas com decote e saia dividida ao meio.[12][71] Seu cabelo está preso em um coque espanhol com rede, adornado com um cravo vermelho.[12] À medida que o vídeo avança, começa uma celebração de rua, com famílias e casais hispânicos dançando ao som de música ao vivo. A dançarina eventualmente se junta às festividades.[72][64]

Estreado na programação da MTV em 6 de março de 1987, o vídeo tornou-se o mais solicitado na emissora por 20 semanas consecutivas; um recorde na época.[73] Na Europa, esteve entre os vídeos musicais mais executados do ano.[74] "La Isla Bonita" foi posteriormente incluído nas coletâneas de vídeos de Madonna, The Immaculate Collection (1990) e Celebration: The Video Collection (2009).[17][75]

Análise e recepção

O videoclipe de "La Isla Bonita" foi analisado quanto ao uso de imagens e simbolismos culturais. A autora Victoria Chow e o colaborador da Vanity Fair España, Juan Sanguino, identificaram o vídeo como um ponto de virada na carreira de Madonna, marcando seu primeiro uso proeminente de elementos culturais que não lhe pertenciam. Enquanto Chow observou a mudança de forma neutra, Sanguino criticou a representação como apropriação cultural, argumentando que a cantora se assemelhava a uma "prostituta bêbada na Feira de Abril" em vez de uma verdadeira dançarina de flamenco.[76][77] Eduardo Viñuela, escrevendo para o Instituto Cervantes da Universidade de Harvard, expressou preocupações semelhantes, descrevendo o vídeo como uma mistura inadequada de elementos latino-americanos e espanhóis. Ele argumentou que o vídeo confundia as fronteiras culturais e se baseava em "clichês desterritorializados" para construir uma "fantasia" voltada para o público dos EUA.[71] Segundo Viñuela, essa abordagem apareceria posteriormente em outros sucessos latinos de artistas de língua inglesa. Ele citou exemplos como a mistura de flamenco e romani em "Ain't It Funny" (2001) de Jennifer Lopez, o uso de instrumentos andinos em "Whenever, Wherever" (2001), de Shakira e as influências melódicas do Oriente Médio em "Jaleo" (2003), de Ricky Martin.[71] Outras perspectivas foram mais favoráveis. Um blogueiro citado pela jornalista Caroline Sullivan comparou o uso de imagens espanholas e latinas por Madonna no vídeo à sua defesa da população LGBTQ+, argumentando que isso beneficiou o público americano ao fornecer uma janela para tradições e culturas que anteriormente receberam pouca ou nenhuma exposição na mídia convencional.[78]

O videoclipe ganhou notoriedade pelo figurino de Madonna, que faz uso de um vestido típico de flamenco, como o da foto.

O debate também se concentrou em como as imagens do vídeo posicionam Madonna. Os acadêmicos Santiago Fouz-Hernández e Freya Jarman-Ivens argumentaram que o vídeo reforçou estereótipos de hispânicos e latinos como despreocupados e musicais, em um contexto de pobreza.[72] Madonna, observou eles, permaneceu visual e socialmente à parte desse cenário; seja assistindo de cima ou participando brevemente das festividades antes de ir embora.[72] Em Media Culture: Cultural Studies, Identity, and Politics Between the Modern and the Postmodern, Douglas Kellner viu o vídeo de forma mais favorável, sugerindo que o uso romantizado da moda e das imagens hispânicas pela cantora ampliou seu apelo ao público em geral.[79] Fouz-Hernández e Jarman-Ivens também destacaram o contraste entre os dois papéis da cantora no vídeo; a mulher católica simbolizando austeridade e passividade, e a dançarina de flamenco representando paixão e autonomia.[72]

Uma interpretação simbólica e espiritual também foi proposta. No capítulo "O Tríptico da Madonna: Uma Leitura Mística de Três Videoclipes Antigos" do livro Music and Culture in the Middle Ages and Beyond: Liturgy, Sources, Symbolism, o autor Andrew Tomasello argumentou que o vídeo apresentava a ilha titular como uma metáfora para o Paraíso e a vida eterna. A letra inicial, "¿Cómo puede ser verdad?" ("Como pode ser verdade?"), sinaliza uma narrativa mística.[80] Tomasello analisou o vídeo como parte de um tríptico com "Like a Virgin" e "Like a Prayer" (1989) — visuais também dirigidos por Lambert —, cada um explorando a jornada simbólica de Madonna pelas culturas italiana, espanhola e afro-americana, respectivamente. Nessa leitura, os três vídeos retratam uma jornada espiritual que culmina em uma metafórica Terra Prometida.[80]

O figurino do vídeo também foi reconhecido. O vestido vermelho de flamenco é considerado um dos figurinos mais marcantes de Madonna. Em sua biografia da cantora, a autora Lucy O'Brien o achou "tão icônico quanto o 'boy toy' ou a 'sirene' de espartilho preto",[81] opinião compartilhada pelos escritores da revista People, Cara Lynn Shultz e Aaron Parsley, que o classificaram entre seus looks "mais inesquecíveis".[82] O Daily News and Analysis também o considerou um de seus conjuntos mais icônicos, enquanto a Entertainment Weekly o destacou como um momento-chave em sua "evolução fashion".[83][84] "La Isla Bonita" foi nomeado um dos videoclipes "mais estilosos" de Madonna por Dan Ahwa, do The New Zealand Herald.[85] María Mérida, da Vogue España, atribuiu ao vídeo o mérito de ter moldado a estética do estilo "electro-latino" através do uso de babados, tops justos, joias barrocas e jaquetas curtas.[86]

A recepção crítica geral do clipe foi mista. A equipe da Rolling Stone elogiou seu caráter teatral,[30] mas o crítico do Miami Herald, Ryan Murphy, o definiu como "fraco, exagerado e quase absurdo", especialmente por não gostar da sequência final de danças na rua.[87] Rikky Roksby, em The Complete Guide to the Music of Madonna, comentou que o vídeo era "marginalmente mais interessante" do que a música.[25] "La Isla Bonita" foi considerado o 34º e o 20º melhor videoclipe da cantora por Louis Virtel, do TheBacklot.com, e Sal Cinquemani, da Slant Magazine, respectivamente, enquanto Mike Neid, do site MRC, o classificou em 16º lugar.[88][89][90] Até abril de 2025, era o vídeo mais visto dela no YouTube, tendo ultrapassado um bilhão de visualizações.[64]

Apresentações ao vivo

Madonna apresentando "La Isla Bonita" durante a Confessions Tour (2006).

"La Isla Bonita" foi incluída em oito turnês de shows de Madonna. Na Who's That Girl (1987), foi realizada como parte do bis. A intérprete apareceu no palco com um deslumbrante vestido vermelho de flamenco, como visto no videoclipe, e cantou a música acompanhada por suas vocalistas de apoio Niki Haris, Donna De Lory e Debra Parson. Também foi incluída uma dança latina com Angel Ferreira. Duas apresentações diferentes da música nesta turnê podem ser encontradas nos vídeos: Who's That Girl: Live in Japan, filmado em Tóquio, Japão, em 22 de junho de 1987,[91] e Ciao Italia: Live from Italy, filmado em Turim, Itália, em 4 de setembro de 1987.[92] Na The Girlie Show (1993), Madonna tocou a música no topo de uma plataforma crescente, depois de "I'm Going Bananas". Ela estava vestida com uma camisa listrada azul e branca, enquanto Haris e De Lory usavam uma roupa semelhante, mas em preto e vermelho. Um dos músicos caminhava sem camisa, tocando violão.[93]

Durante a Drowned World Tour (2001), Madonna executou "La Isla Bonita" durante o segmento dedicado à cultura latina, trajando um vestido de inspiração hispânica enquanto tocava violão. A cantora pedia ao pública que cantasse "olé ola" entre as estrofes da canção.[94] A apresentação da música no show de 26 de agosto, realizado no The Palace of Auburn Hills, Auburn Hills, Michigan, foi incluída no álbum de vídeo Drowned World Tour 2001.[95] Na Confessions Tour (2006), a intérprete surgia no palco com os cabelos soltos, vestindo um collant branco e roxo, e começou a cantar a música. No meio da apresentação, seus dançarinos apareceram, caminhando ao lado dela pelo palco enquanto cantavam o refrão, e no final, ela se deitou no palco. Além disso, as telas exibiam um paraíso tropical semelhante à ilha de San Pedro mencionada na música.[96] A apresentação em Londres foi gravada e a faixa foi incluída em seu segundo álbum ao vivo, The Confessions Tour.[97]

Madonna e seus dançarinos realizando uma versão flamenca de "La Isla Bonita" durante a Rebel Heart Tour (2015–2016).

A canção foi selecionada durante sua participação no Live Earth, concerto beneficente realizado no Estádio de Wembley em 2007. Durante a performance, Madonna dividiu os vocais com a banda Gogol Bordello, alterando algumas partes da letra original.[98] A canção voltou a ser interpretada, dessa vez durante a turnê Sticky & Sweet (2008-09), como parte do segmento de temática cigana do espetáculo, contando com a participação da banda Arkady Gips e a canção folclórica cigana romani "Lela Pala Tute". Durante a apresentação, Madonna usava um vestido preto curto e justo e botas até a coxa adornadas com pérolas rosa fluorescentes e um colar. Além de "Lela Pala Tute", havia uma festa de rua mediterrânea com dançarinos gregos, outra canção cigana chamada "Doli, Doli" e uma apresentação solo de flamenco.[99] Um dos concertos em Buenos Aires, Argentina, foi gravado, e a canção foi incluída em seu terceiro álbum ao vivo, Sticky & Sweet Tour.[100]

Madonna cantou uma versão flamenca da música em sua turnê Rebel Heart Tour (2015-16). Ela contatou uma alfaiataria espanhola em Zaragoza para produzir todo o figurino do segmento hispânico do espetáculo, que incluiria um traje de luces e capas de couro para seus dançarinos.[101] Em sua crítica ao show em Montreal, o jornalista Jordan Zivitz, do Montreal Gazette, descreveu a performance como "uma das únicas a preservar o mesmo tom da gravação original".[102] A execução da faixa nesta turnê foi incluída no quinto álbum ao vivo da artista, Rebel Heart Tour, lançado em 2017.[103] Em 27 de julho de 2017, ela a apresentou no gala beneficente anual promovida pelo ator Leonardo DiCaprio em Saint-Tropez, França.[104][105] Para a digressão Madame X Tour, de 2019–2020, Madonna apresentou um mashup no estilo chá-chá-chá de "La Isla Bonita" e "Crazy", de seu décimo quarto álbum de estúdio, Madame X.[106][107] Antes de começar a apresentação, ela tirou uma luva como uma homenagem a Rita Hayworth no filme Gilda (1946) e disse: "Este é o meu striptease. É a coisa mais extrema que farei esta noite".[107]

Regravações

Artistas como Laura Pausini (esquerda) e Ricky Martin (direita) reinterpretaram "La Isla Bonita".

Antes de Madonna lançar "La Isla Bonita" como single, a cantora holandesa Micaela já havia gravado-a em 1986, chegando ao número 25 nos Países Baixos.[108] Em 1987, uma versão em espanhol na voz da cantora mexicana Byanka alcançou o número 45 na tabela Hot Latin Songs.[109] A cantora indonésia Elvy Sukaesih, gravou uma versão da música em língua indonésia, intitulada "Laila Bonita", para seu álbum Jangan Kau Pergi (1992).[110] Esta versão foi muito popular em seu país de origem e foi realizada por concorrentes de várias competições de canto televisionadas, incluindo Bintang Pantura and D'Academy Asia; o último envolveu seis países do Sudeste Asiático.[111][112] Em 1999, a cantora Deetah usou elementos da música em seu single "El Paraíso Rico".[113] A cantora pop francesa Alizée executou "La Isla Bonita" durante suas primeiras turnês promocionais na Europa em 2003.[114] Em 2008, uma nova versão de estúdio foi lançada como uma faixa bônus em uma nova edição de seu terceiro disco, Psychédélices, e se tornou o primeiro single de Alizée a alcançar o top dez na parada nacional de rádio mexicana, enquanto alcançou o segundo lugar em sua França natal.[115][116] O rapper Black Rob incluiu elementos da faixa em sua música "Spanish Fly", de 1999, incluída em seu álbum Life Story.[117] Durante a primeira temporada (2002) do talent show brasileiro Popstars, a então concorrente Fantine Thó interpretou o tema em uma das audições.[118] Em 2004, o rapper Mase interpolou a faixa em sua música "My Harlem Lullaby".[119] O músico folclórico psicodélico Jonathan Wilson regravou-a para a compilação em tributo a Madonna em 2007, Through the Wilderness.[120]

Em um concerto em junho de 2007 no San Siro de Milão, a cantora italiana Laura Pausini apresentou um medley multilíngue que incluía "La Isla Bonita", posteriormente incluído no álbum ao vivo San Siro 2007. Voltou a executá-la em 2025, no programa de TV "A Grammy Celebration of Latin Music" e, no ano seguinte, a incluiu em seu álbum de regravações Io canto 2.[121][122] Em 2007, a banda argentina Kumbia Queers gravou "La isla con chicas", uma versão tropipunk de "La isla bonita", para seu álbum de estreia, Kumbia Nena!.[123] Em 2010, o blogueiro Perez Hilton lançou uma paródia intitulada "Gagalupe", satirizando as crenças espirituais de Madonna.[124] Um ano depois, vazou uma demo de uma faixa intitulada "Love 2 Love U", na voz de Britney Spears, que contém amostras de "La Isla Bonita".[125] No episódio "O Pai, o Filho e o Santo Fonz"[n 3] da série Family Guy, ao citarem Madonna no final, um dos personagens, Peter Griffin, a chama de mentirosa por cantar sobre um lugar inexistente (La Isla Bonita) afirmando que não foi possível encontrá-lo em um mapa.[126] A música também foi cantanda no programa de TV da Fox, Glee, no episódio "The Spanish Teacher", nas vozes do porto-riquenho Ricky Martin e da estadunidense Naya Rivera; essa última que interpreta uma professora de espanhol em uma escola noturna. Foi filmado e gravado em janeiro e depois transmitido em fevereiro de 2012.[127] A regravação alcançou o número 99 na Billboard Hot 100 e o número 93 na tabela canadense Canadian Hot 100.[128][129]

O décimo segundo disco de estúdio banda americana Deerhoof, que leva o nome de La Isla Bonita, é uma homenagem a Madonna e Janet Jackson, considerando-o seu lançamento "mais cru e punk" desde sua estreia em 1997.[130] O Black Eyed Peas e Ozuna samplearam "La Isla Bonita" em "Mamacita" (2020), uma ideia que o produtor Johnny Goldstein atribuiu a will.i.am.[131] Em 2025, a faixa experimentou uma popularidade renovada no TikTok, onde foi amplamente utilizada em conteúdos de moda e férias; mais de 200 mil vídeos com a música foram postados na plataforma.[132] No mesmo ano, a banda System of a Down incluiu trechos de "La Isla Bonita" em sua canção "Chop Suey!", durante sua turnê Wake UP! South America Stadium Tour.[133]

Impacto e legado

Os críticos notaram a influência de "La Isla Bonita" na ascensão de ritmos latinos na música mainstream. Stewart Mason disse que a canção antecipou o dance-pop com influência latina que surgiu no final da década de 1980, citando artistas como Lisa Lisa and Cult Jam, e canções como "Domino Dancing" (1988) dos Pet Shop Boys e "Who's That Girl" da própria Madonna como parte dessa tendência.[22] Chuck Arnold chamou-a de uma exploração inicial de estilos latinos "muito antes de se tornarem tendência", enquanto Dan Ahwa escreveu que ela ajudou a popularizar o Spanglish no mainstream.[47][85] O editor Judy Cantor-Navas, da Billboard, identificou-a como precursora da "Explosão do Pop Latino liderada por Ricky Martin" no final da década de 1990.[134] Viñuela escreveu que "La Isla Bonita" incorporava muitos dos elementos sonoros que mais tarde definiriam o sucesso crossover que artistas latinos obtiveram em mercados de língua inglesa, incluindo guitarra flamenca, castanholas e frases sussurradas em espanhol usadas para transmitir sensualidade.[71]

Elementos estilísticos de "La Isla Bonita" foram observados em canções como "Viva Forever" (1998), das Spice Girls, "Mi Chico Latino" (1999), de Geri Halliwell, "Alejandro" (2010), de Lady Gaga e "Despacito" (2016), de Luis Fonsi e Daddy Yankee.[n 4] Natalie Nichols, jornalista do Los Angeles Times, apontou que "ecos" da canção aparecem "mais de uma vez" em J.Lo, o segundo álbum de estúdio de Jennifer Lopez.[137] Em 2005, a canção foi incluída no livro Rock Song Index: The 7500 Most Important Songs for the Rock & Roll Era, de Bruce Pollock.[138] De acordo com Manuel Heredia, ex-ministro do Turismo de Belize, "La Isla Bonita" aumentou a visibilidade de Ambergris Caye, que continua a atrair visitantes que procuram o local que a canção evoca.[139]

Formatos e lista de faixas

Créditos

  • Madonna – letra, produção e vocais
  • Bruce Gaitsch – violão e violão acústico
  • Patrick Leonard – letra, produção, programação e teclado
  • Johnathan Moffett – bateria
  • Paulinho da Costa – percussão
  • Michael Verdick – mixagem de som

Créditos adaptados das notas principais do álbum.[142]

Desempenho comercial

Nos Estados Unidos, "La Isla Bonita" estreou na 49.ª posição da Billboard Hot 100 em 21 de março de 1987, tornando-se o décimo primeiro single consecutivo de Madonna a alcançar o título de maior estreia da semana; uma sequência que começou com "Lucky Star" em 1984.[143][144] Em 25 de abril, qualificou-se nos dez primeiros lugares da parada, igualando sua intérprete a Michael Jackson como os únicos artistas a terem doze músicas consecutivas no top 10.[145] Atingiu seu pico na quarta posição, em 2 de maio, marcando seu décimo primeiro sucesso entre os cinco primeiros lugares, uma marca superada na época apenas pelos the Beatles e Elvis Presley.[146][147] Converteu-se também no quinto single do álbum True Blue nos dez primeiros, tornando o álbum o segundo de uma artista feminina a render cinco temas no top 5, depois de Control (1986), de Janet Jackson.[145]

Foi o segundo lançamento de Madonna a liderar a tabela Adult Contemporary, após "Live to Tell".[148] Também obteve sucesso na tabela Hot Dance Singles Sales, onde alcançou o número um.[149] No fim de 1987, "La Isla Bonita" ficou em 58.º lugar entre os mais bem sucedidos do ano na Hot 100 e em 34.º na Adult Contemporary.[150][151] Em agosto de 2024, a Billboard classificou-a como o 23.º maior sucesso de Madonna na Hot 100.[152] No Canadá, a música estreou no número 74 na edição de 4 de abril de 1987 da revista RPM.[153] Moveu-se para o topo da tabela em sua décima semana, na edição de 6 de junho de 1987,[154] constando na mesma por 25 atualizações.[155] Encerrou como o 22.º tema de maior sucesso no gráfico em 1987.[156] Na América Latina, alcançou o quarto lugar na Cidade do Panamá e o primeiro em Santiago do Chile.[157][158]

Na tabela britânica UK Singles Chart, "La Isla Bonita" estreou em quinto lugar em 4 de abril de 1987 e subiu para o primeiro, três semanas depois, permanecendo no posto por duas atualizações e oscilou no gráfico por onze semanas no total.[159] Tornou-se o quarto single de Madonna a alcançar essa posição no Reino Unido.[160] De acordo com a publicação Hull Daily Mail, com apenas 50 mil cópias na semana em que chegou ao topo, tornou-se a faixa número um no Reino Unido mais vendida em cinco anos.[161] Segundo a Official Charts Company, já vendeu 435 mil unidades em solo britânico.[162]

"La Isla Bonita" foi a primeira música número um de Madonna na França, posto que ocupou por três semanas em julho de 1987.[163] Foi certificado como ouro pelo Syndicat National de l'Édition Phonographique (SNEP) denotando 500 mil cópias adquiridas.[164] Permanece sendo o single que mais vendeu da intérprete no país, excedendo 771 mil aquisições.[165] Na tabela pan-continental Eurochart Hot 100, converteu-se no quarto lançamento de True Blue a chegar ao cume, estando na colocação por três semanas em 1987.[166] Alcançou o topo das tabelas na Suíça, Bélgica e Áustria[167][168][169] além de chegar aos cinco primeiros na Irlanda, Noruega, Países Baixos e Suécia.[170][171][172][173]

Tabelas semanais

Notas de rodapé

  1. No original: "¿Cómo puede ser verdad?".
  2. No original: "Last night I dreamt of San Pedro / Just like I'd never gone, I knew the song".
  3. No inglês: "The Father, the Son, and the Holy Fonz".
  4. Atribuído a múltiplas referências;[135][136][47][134]

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Bibliografia