La isla bonita
"La Isla Bonita" | |||||
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| Single de Madonna do álbum True Blue | |||||
| Lançamento | 25 de fevereiro de 1987 | ||||
| Formato(s) | |||||
| Gravação | 1986 | ||||
| Gênero(s) | |||||
| Duração | 4:03 | ||||
| Gravadora(s) |
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| Composição |
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| Produção |
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| Cronologia de singles de Madonna | |||||
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| Lista de faixas de True Blue | |||||
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| Vídeo musical | |||||
| "La isla bonita" no YouTube | |||||
"La isla bonita" é uma canção da cantora estadunidense Madonna, gravada para o seu terceiro álbum de estúdio True Blue (1987). Foi composta e produzida pela própria intérprete em conjunto com Patrick Leonard, com escrita adicional de Bruce Gaitsch. Leonard e Gaitsch conceberam a canção a partir de uma demo instrumental oferecida a Michael Jackson, que a rejeitou; em seguida, ao ser convocado para o futuro álbum de Madonna, ele ofereceu a composição e partir dali começaram a trabalhar. A intérprete concebeu o título e as letras, descrevendo a canção como uma homenagem "à beleza e ao mistério do povo latino-americano". Tida como a primeira obra na qual Madonna incluiu influências latinas — que viria a se repetir também em outros trabalhos com Leonard, como "Who's That Girl" e "Spanish Eyes" —, foi lançada como o quinto e último single do disco em 25 de fevereiro de 1987, sendo posteriormente incluída nas coletâneas The Immaculate Collection (1990) e Celebration (2009).
Em termos musicais, "La Isla Bonita" é uma canção de pop latino, que incorpora guitarra flamenca, percussão latina e maracas em sua instrumentação. Suas letras falam da "ilha bonita" de San Pedro, cuja locação foi alvo de debates, além de incluir quatro versos cantados em espanhol. A canção recebeu análises positivas crítica especializada, com elogios direcionados à sonoridade única no catálogo de Madonna e sua composição; de tal modo, resenhas em retrospectivo a colocam dentre as melhores da cantora. "La Isla Bonita" foi mais um single de sucesso de True Blue, repetindo o feito dos anteriores de entrar nas cinco primeiras posições da estadunidense Billboard Hot 100, onde atingiu a quarta colocação como melhor. Ao redor do globo, liderou as paradas musicais da Alemanha Ocidental, Áustria, Canadá, França, Reino Unido e Suíça, e foi a canção de maior sucesso na Europa em 1987.
O videoclipe correspondente foi dirigido por Mary Lambert e lançado em 6 de março de 1987 na MTV. Nele, Madonna interpreta duas personagens distintas: uma jovem devota católica e uma dançarina flamenca. Um dos vídeos mais bem sucedidos na televisão naquele ano, foi recebido com opiniões divergentes de críticos e estudiosos, em que alguns viram o uso de imagem hispânica e latina como uma estratégia de marketing de sucesso, e outros acusaram a artista de apropriação cultural. Madonna interpretou "La Isla Bonita" na maioria de suas turnês desde então, mais recentemente na The Celebration Tour (2023–24), sempre fazendo alusões à cultura latina nas produções. Como uma das mais populares do catálogo da cantora, a faixa foi regravada por artistas como Ricky Martin, Alizée, e interpolada pelo grupo The Black Eyed Peas em "Mamacita" (2020).
Antecedentes e lançamento
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No outono de 1985, Madonna começou a compor e gravar músicas para seu terceiro álbum de estúdio, True Blue.[1] Ela colaborou mais uma vez com Stephen Bray — o principal parceiro em seu álbum anterior, Like a Virgin (1984) — e trouxe Patrick Leonard, que havia atuado como seu diretor musical na the Virgin Tour.[1][2][3] Antes de trabalhar com a cantora, Leonard havia contribuído para os Jacksons durante a Victory Tour (1984)[4][5] e manteve contato com Michael Jackson e o produtor Quincy Jones.[6] A pedido deles, ele compôs uma série de discos demo instrumentais, incluindo uma que pretendia se assemelhar ao estilo de Sade; a peça foi apresentada a Jackson e Jones, mas acabou sendo rejeitada.[6][7]
Leonard apresentou a demo a Madonna no início das sessões de True Blue, e ela começou a desenvolvê-la ainda mais.[6] Ela concebeu o título "La Isla Bonita" — que se traduz como "A Ilha Bonita" — e escreveu a letra enquanto filmava Shanghai Surprise (1986) em Hong Kong.[8][9] O músico Bruce Gaitsch, que trabalhou na faixa, inicialmente se mostrou cético em relação ao título, considerando-o "pouco comercial".[9] Madonna descreveu a canção como uma homenagem à "beleza e ao mistério" dos latino-americanos.[10] Ela explicou que há muito tempo era influenciada pela música latina, particularmente salsa e merengue, que ouvia frequentemente enquanto morava na cidade de Nova Iorque.[11] Ela acrescentou que tanto ela quanto Leonard acreditavam ter sido latinos "em outra vida", já que os ritmos dessa região frequentemente moldavam suas composições animadas.[10][12] Os dois voltariam mais tarde a explorar elementos de música latina em canções como "Who's That Girl" (1987) e "Spanish Eyes" de Like a Prayer (1989).[7]
"La Isla Bonita" foi lançado como o quinto e último single de True Blue em 25 de fevereiro de 1987.[13][14] A capa interna do single apresentava a intérprete usando uma jaqueta bolero bordada.[15] A música foi posteriormente incluída nas coletâneas The Immaculate Collection (1990) e Celebration (2009), e adicionada como faixa bônus na edição japonesa de Something to Remember (1995).[16][17][18]
Composição
"La Isla Bonita" foi escrita e produzida por Madonna e Patrick Leonard, com letras adicionais de Bruce Gaitsch.[19] Foi gravada no Channel Recording Studios, juntamente com o restante do álbum True Blue, e posteriormente mixada no Master Control.[19] Leonard cuidou dos arranjos e da programação dos teclados, Gaitsch tocou guitarra e a percussão foi fornecida por Paulinho da Costa, com vocais de apoio de Siedah Garrett e Edie Lehmann.[19] Musicalmente, foi descrita como uma balada pop latino dançante com influências da bossa nova.[20][21] A autora Mary Cross disse que marcou uma mudança na sonoridade da intérprete, combinando guitarra flamenca, percussão latina, maracas e elementos eletrônicos, com quatro versos cantados em espanhol.[1][12][22] Para garantir traduções precisas, Madonna e Leonard conversaram por telefone com uma governanta hispânica.[23]
Liricamente, "La Isla Bonita" é uma homenagem do "eu lírico" ao seu local de origem, isto é, a "ilha bonita", interpretada por muitos críticos e especialistas na época como uma referência ao terreno cubano, o que seria uma afronta aos estadunidenses mais nacionalistas, haja vista as relações políticas constantemente tensas entre Estados Unidos e Cuba.[24] A faixa começa com bongôs e castanholas , levando ao verso; "Como pode ser verdade?".[n 1][25] No primeiro verso, ela canta: "Ontem à noite sonhei com San Pedro/ Como se nunca tivesse ido, eu conhecia a canção".[n 2][21] A localização exata de San Pedro tem sido debatida, com Cuba, Porto Rico, Belize e a República Dominicana entre as possibilidades sugeridas.[26] A cidade de San Pedro em Ambergris Caye, Belize, abraçou a associação, com o turismo local adotando o apelido "La Isla Bonita".[27][26][28] Além disso, a ilha de La Palma, nas Ilhas Canárias, Espanha, recebeu o apelido de "La Isla Bonita", embora sua ligação com a canção permaneça não confirmada.[29]
Madonna esclareceu posteriormente, em entrevista à Rolling Stone, que o nome não tinha base geográfica específica, dizendo: "Talvez eu estivesse a caminho do estúdio e visse uma saída para San Pedro".[30] Os autores Eduardo Viñuela, Igor Paskual e Lara González apontaram que, embora a canção incorpore elementos da música espanhola, como o flamenco, ela também faz referência ao samba brasileiro, sugerindo que a ilha é um lugar fictício "utópico" em vez de um local real.[31] A emissora espanhola Los 40 descreveu a letra de forma semelhante como uma homenagem à "comunidade latina de Nova Iorque com a qual [Madonna] sempre teve proximidade", em vez da descrição literal de um lugar.[28]
Em 2014, enquanto trabalhava em seu décimo terceiro álbum de estúdio, Rebel Heart (2015), Madonna gravou uma versão dubplate de "La Isla Bonita" com o produtor Diplo.[32][33] Essa reinterpretação substituiu os ritmos latinos da original por batidas de dancehall e incluiu novas letras fazendo referência ao Major Lazer.[33][34] A versão estreou na BBC Radio 1Xtra em março de 2015.[34]
Análise da crítica

Em uma resenha do álbum The Immaculate Collection, David Browne do Entertainment Weekly, comparou "La Isla Bonita" com a maneira de se movimentar de Carmen Miranda.[35] Enquanto isso, Sal Cinquemani, da Slant Magazine, em uma opinião sobre o álbum True Blue, a elegeu uma das melhores, mais influentes e atemporais músicas de Madonna.[36] O escritor Maury Dean elogiou-a em seu livro Rock 'n' Roll Gold Rush: "Madonna cantarola uma canção de ninar espanhola. O romance floresce entre as acolhedoras folhas de palmeira; as canções mais ásperas fazem a maioria dos homens balançar de ombros".[37][38] Rikky Rooksby, autor de The Complete Guide to the Music of Madonna, considerou que tinha "um ar escapista".[39] Em Public Women, Public Words, Dawn Keetley a classificou como uma das músicas que melhor capturam as emoções de Madonna.[40] William McKeen a descreveu como "quieta" e disse que "com o estilo imaginativo de Up on the Roof ela escapa ao ruído da cidade, aquele tipo de doçura com sabor latino que Blondie nunca poderia resistir".[41] Jude Rogers, do jornal britânico The Guardian, comentou que foi "um sucesso de verão que inclui guitarras do início da era Balearic e algumas deliciosas referências ao mercado pop latino".[42] Ken Barnes, da Creem, opinou que, embora não tão impactante quanto o single anterior de Madonna, "Open Your Heart", sua "qualidade suave (mas reflexiva)" a elevou além dos "clichês mexicanos".[43]
Paul Schrodt, da Slant Magazine, creditou o arranjo por adicionar "dinamismo" à música de Madonna, ajudando a dissipar as primeiras suposições de que ela era "simplesmente uma estrela pop de boate".[44] Carlos del Amo, da agência de notícias espanhola EFE, a elegeu uma das melhores canções da intérprete.[45] Louis Virtel, da NewNowNext, escreveu: "Um dos temas mais atemporais de Madonna é, sem dúvida, "La Isla Bonita", uma memória suave e sonhadora da utópica San Pedro. Como [canção de] romance, é tocante e, como reflexo pessoal, é lindo".[46] Para o editor da Entertainment Weekly, Chuck Arnold, esse era o 19.º melhor single da intérprete, analisando que "sem dúvida, uma das mais belas canções que Madonna tem feito". Ele acrescentou que, explorando o pop latino muito antes de se tornar moda, "inspirou tudo, desde o seu próprio "Who's That Girl" até "Alejandro" (2009) de Lady Gaga".[47] Jon Pareles, do New York Times, a considerou uma de suas canções de amor "mais amigáveis", e Don McLeese, do Chicago Sun-Times, achou que era a melhor e a mais memorável de True Blue.[48][49]
O jornal digital Hoy Bolivia opinou que "Madonna poderia ser considerada a primeira diva pop a ousar fazer crossover, ou pelo menos o fez timidamente em 'La Isla Bonita', um dos temas em spanglish mais lembrados dos últimos tempos".[50] Por sua parte, Sal Cinquemani, da revista Slant, a chamou de "um clássico".[51] Joey Guerra, do Houston Chronicle — em uma revisão da turnê Sticky & Sweet Tour —, a viu como uma canção autenticamente retro,[52] e Marty Racine, do mesmo jornal, opinou que era a faixa de destaque do álbum.[53] O Los Angeles Daily News, em um artigo sobre o estilo musical de Madonna, sentiu que "La Isla Bonita" era uma canção que "acolhe".[54] Em março de 2008, Sebas E. Alonso, do Jenesaispop, posicionou-a na posição 24 ao elencar as 40 melhores músicas da artista e comentou: "Embora não saibamos em que contexto colocar uma frase como "La Isla Bonita", a melodia do refrão é uma das mais belas que Madonna já cantou".[55] Dez anos depois, o mesmo autor voltou a incluí-la na sexta posição entre as 60 melhores, em comemoração aos 60 anos de Madonna; a respeito disso, declarou que era "uma canção surpreendentemente cativante, na qual um refrão magnífico, uma ponte celestial e uma interpretação calorosa, calma e tranquila brilham como uma soneca confortável".[56] Em comemoração aos 60 anos da intérprete, Joe Morgan, do site Gay Star News, a colocou no 35º lugar dentre suas 60 melhores músicas, chamando-a de "divertida".[57] Escrevendo no The Boston Globe, Steve Morse adjetivou-a de uma das mais "bonitas" de Madonna.[58]
Bianca Gracie, da Billboard, classificou-a no décimo quarto posto dentre as 100 melhores canções da artista e declarou que era uma das mais românticas de seu catálogo. Ele acrescentou: "Este single de True Blue combina maracas, congas e violão espanhol que o transporta imediatamente para a paradisíaca ilha fictícia. Mas a melhor parte de "A bela ilha" é a voz madura e exuberante de Madonna, que foi uma partida impressionante da "voz de [gás] hélio" que a tornou famosa em "Like a Virgin" e "Lucky Star".[59] Will Lavin, do portal Joe, a enumerou na terceira ocupação dentre suas dez melhores; ele declarou que era "realmente bom", que "demonstrou outra parte de seu repertório diversificado e deixou claro que ela era mais do que apenas uma cantora pop".[60] No site Medium, Richard LeBeau escreveu que "sua incorporação de letras em espanhol e vários instrumentos (incluindo guitarras e baterias cubanas) fazem desta uma das músicas mais únicas e memoráveis de seu catálogo".[61] A revista Queerty se referiu a faixa como "uma das jóias mais brilhantes de sua carreira inicial".[62] Guillermo Alonso, da edição espanhola da Vanity Fair, destacou-a como o vigésimo quarto melhor single da cantora e comentou: "O que esta música deixou como um testamento é uma das bases mais reconhecíveis dos anos oitenta. [...] E o marco de descrever, como nenhuma outra canção, apaixonar-se por um lugar".[63]
Videoclipe
Contexto e sinopse

O videoclipe de "La Isla Bonita" foi dirigido por Mary Lambert, que já havia colaborado com Madonna nos clipes de "Borderline" e "Like a Virgin" (ambos em 1984), bem como "Material Girl" (1985).[64] Filmado em Los Angeles ao longo de três dias, a produção foi descrita como "simples" pela produtora Sharon Oreck em seu livro Video Slut (2010).[65][66] Mais de 500 figurantes de ascendência hispânica participaram, incluindo um então desconhecido Benicio del Toro, que interpretou um adolescente sentado no capô de um carro e recebeu US$ 150 por sua aparição.[66][67] O percussionista Paulinho da Costa aparece na sequência de abertura tocando bongôs.[68]
Ambientada em uma área periférica,[12] a narrativa apresenta Madonna em papéis duplos: uma mulher católica devota e uma vibrante dançarina de flamenco.[64] A personagem católica é mostrada acendendo velas em um apartamento com mobília esparsa — suas paredes em tons frios adornadas com fotografias em preto e branco de indivíduos hispânicos e figuras religiosas.[12] Ela usa uma anágua branca simples e observa discretamente de sua janela um músico de rua.[12][69][70] Em contraste, a dançarina de flamenco se apresenta expressivamente em uma sala à luz de velas adornada com uma grande imagem do Sagrado Coração de Jesus.[12] Ela usa um vestido vermelho de bolinhas com decote e saia dividida ao meio.[12][71] Seu cabelo está preso em um coque espanhol com rede, adornado com um cravo vermelho.[12] À medida que o vídeo avança, começa uma celebração de rua, com famílias e casais hispânicos dançando ao som de música ao vivo. A dançarina eventualmente se junta às festividades.[72][64]
Estreado na programação da MTV em 6 de março de 1987, o vídeo tornou-se o mais solicitado na emissora por 20 semanas consecutivas; um recorde na época.[73] Na Europa, esteve entre os vídeos musicais mais executados do ano.[74] "La Isla Bonita" foi posteriormente incluído nas coletâneas de vídeos de Madonna, The Immaculate Collection (1990) e Celebration: The Video Collection (2009).[17][75]
Análise e recepção
O videoclipe de "La Isla Bonita" foi analisado quanto ao uso de imagens e simbolismos culturais. A autora Victoria Chow e o colaborador da Vanity Fair España, Juan Sanguino, identificaram o vídeo como um ponto de virada na carreira de Madonna, marcando seu primeiro uso proeminente de elementos culturais que não lhe pertenciam. Enquanto Chow observou a mudança de forma neutra, Sanguino criticou a representação como apropriação cultural, argumentando que a cantora se assemelhava a uma "prostituta bêbada na Feira de Abril" em vez de uma verdadeira dançarina de flamenco.[76][77] Eduardo Viñuela, escrevendo para o Instituto Cervantes da Universidade de Harvard, expressou preocupações semelhantes, descrevendo o vídeo como uma mistura inadequada de elementos latino-americanos e espanhóis. Ele argumentou que o vídeo confundia as fronteiras culturais e se baseava em "clichês desterritorializados" para construir uma "fantasia" voltada para o público dos EUA.[71] Segundo Viñuela, essa abordagem apareceria posteriormente em outros sucessos latinos de artistas de língua inglesa. Ele citou exemplos como a mistura de flamenco e romani em "Ain't It Funny" (2001) de Jennifer Lopez, o uso de instrumentos andinos em "Whenever, Wherever" (2001), de Shakira e as influências melódicas do Oriente Médio em "Jaleo" (2003), de Ricky Martin.[71] Outras perspectivas foram mais favoráveis. Um blogueiro citado pela jornalista Caroline Sullivan comparou o uso de imagens espanholas e latinas por Madonna no vídeo à sua defesa da população LGBTQ+, argumentando que isso beneficiou o público americano ao fornecer uma janela para tradições e culturas que anteriormente receberam pouca ou nenhuma exposição na mídia convencional.[78]

O debate também se concentrou em como as imagens do vídeo posicionam Madonna. Os acadêmicos Santiago Fouz-Hernández e Freya Jarman-Ivens argumentaram que o vídeo reforçou estereótipos de hispânicos e latinos como despreocupados e musicais, em um contexto de pobreza.[72] Madonna, observou eles, permaneceu visual e socialmente à parte desse cenário; seja assistindo de cima ou participando brevemente das festividades antes de ir embora.[72] Em Media Culture: Cultural Studies, Identity, and Politics Between the Modern and the Postmodern, Douglas Kellner viu o vídeo de forma mais favorável, sugerindo que o uso romantizado da moda e das imagens hispânicas pela cantora ampliou seu apelo ao público em geral.[79] Fouz-Hernández e Jarman-Ivens também destacaram o contraste entre os dois papéis da cantora no vídeo; a mulher católica simbolizando austeridade e passividade, e a dançarina de flamenco representando paixão e autonomia.[72]
Uma interpretação simbólica e espiritual também foi proposta. No capítulo "O Tríptico da Madonna: Uma Leitura Mística de Três Videoclipes Antigos" do livro Music and Culture in the Middle Ages and Beyond: Liturgy, Sources, Symbolism, o autor Andrew Tomasello argumentou que o vídeo apresentava a ilha titular como uma metáfora para o Paraíso e a vida eterna. A letra inicial, "¿Cómo puede ser verdad?" ("Como pode ser verdade?"), sinaliza uma narrativa mística.[80] Tomasello analisou o vídeo como parte de um tríptico com "Like a Virgin" e "Like a Prayer" (1989) — visuais também dirigidos por Lambert —, cada um explorando a jornada simbólica de Madonna pelas culturas italiana, espanhola e afro-americana, respectivamente. Nessa leitura, os três vídeos retratam uma jornada espiritual que culmina em uma metafórica Terra Prometida.[80]
O figurino do vídeo também foi reconhecido. O vestido vermelho de flamenco é considerado um dos figurinos mais marcantes de Madonna. Em sua biografia da cantora, a autora Lucy O'Brien o achou "tão icônico quanto o 'boy toy' ou a 'sirene' de espartilho preto",[81] opinião compartilhada pelos escritores da revista People, Cara Lynn Shultz e Aaron Parsley, que o classificaram entre seus looks "mais inesquecíveis".[82] O Daily News and Analysis também o considerou um de seus conjuntos mais icônicos, enquanto a Entertainment Weekly o destacou como um momento-chave em sua "evolução fashion".[83][84] "La Isla Bonita" foi nomeado um dos videoclipes "mais estilosos" de Madonna por Dan Ahwa, do The New Zealand Herald.[85] María Mérida, da Vogue España, atribuiu ao vídeo o mérito de ter moldado a estética do estilo "electro-latino" através do uso de babados, tops justos, joias barrocas e jaquetas curtas.[86]
A recepção crítica geral do clipe foi mista. A equipe da Rolling Stone elogiou seu caráter teatral,[30] mas o crítico do Miami Herald, Ryan Murphy, o definiu como "fraco, exagerado e quase absurdo", especialmente por não gostar da sequência final de danças na rua.[87] Rikky Roksby, em The Complete Guide to the Music of Madonna, comentou que o vídeo era "marginalmente mais interessante" do que a música.[25] "La Isla Bonita" foi considerado o 34º e o 20º melhor videoclipe da cantora por Louis Virtel, do TheBacklot.com, e Sal Cinquemani, da Slant Magazine, respectivamente, enquanto Mike Neid, do site MRC, o classificou em 16º lugar.[88][89][90] Até abril de 2025, era o vídeo mais visto dela no YouTube, tendo ultrapassado um bilhão de visualizações.[64]
Apresentações ao vivo

"La Isla Bonita" foi incluída em oito turnês de shows de Madonna. Na Who's That Girl (1987), foi realizada como parte do bis. A intérprete apareceu no palco com um deslumbrante vestido vermelho de flamenco, como visto no videoclipe, e cantou a música acompanhada por suas vocalistas de apoio Niki Haris, Donna De Lory e Debra Parson. Também foi incluída uma dança latina com Angel Ferreira. Duas apresentações diferentes da música nesta turnê podem ser encontradas nos vídeos: Who's That Girl: Live in Japan, filmado em Tóquio, Japão, em 22 de junho de 1987,[91] e Ciao Italia: Live from Italy, filmado em Turim, Itália, em 4 de setembro de 1987.[92] Na The Girlie Show (1993), Madonna tocou a música no topo de uma plataforma crescente, depois de "I'm Going Bananas". Ela estava vestida com uma camisa listrada azul e branca, enquanto Haris e De Lory usavam uma roupa semelhante, mas em preto e vermelho. Um dos músicos caminhava sem camisa, tocando violão.[93]
Durante a Drowned World Tour (2001), Madonna executou "La Isla Bonita" durante o segmento dedicado à cultura latina, trajando um vestido de inspiração hispânica enquanto tocava violão. A cantora pedia ao pública que cantasse "olé ola" entre as estrofes da canção.[94] A apresentação da música no show de 26 de agosto, realizado no The Palace of Auburn Hills, Auburn Hills, Michigan, foi incluída no álbum de vídeo Drowned World Tour 2001.[95] Na Confessions Tour (2006), a intérprete surgia no palco com os cabelos soltos, vestindo um collant branco e roxo, e começou a cantar a música. No meio da apresentação, seus dançarinos apareceram, caminhando ao lado dela pelo palco enquanto cantavam o refrão, e no final, ela se deitou no palco. Além disso, as telas exibiam um paraíso tropical semelhante à ilha de San Pedro mencionada na música.[96] A apresentação em Londres foi gravada e a faixa foi incluída em seu segundo álbum ao vivo, The Confessions Tour.[97]
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A canção foi selecionada durante sua participação no Live Earth, concerto beneficente realizado no Estádio de Wembley em 2007. Durante a performance, Madonna dividiu os vocais com a banda Gogol Bordello, alterando algumas partes da letra original.[98] A canção voltou a ser interpretada, dessa vez durante a turnê Sticky & Sweet (2008-09), como parte do segmento de temática cigana do espetáculo, contando com a participação da banda Arkady Gips e a canção folclórica cigana romani "Lela Pala Tute". Durante a apresentação, Madonna usava um vestido preto curto e justo e botas até a coxa adornadas com pérolas rosa fluorescentes e um colar. Além de "Lela Pala Tute", havia uma festa de rua mediterrânea com dançarinos gregos, outra canção cigana chamada "Doli, Doli" e uma apresentação solo de flamenco.[99] Um dos concertos em Buenos Aires, Argentina, foi gravado, e a canção foi incluída em seu terceiro álbum ao vivo, Sticky & Sweet Tour.[100]
Madonna cantou uma versão flamenca da música em sua turnê Rebel Heart Tour (2015-16). Ela contatou uma alfaiataria espanhola em Zaragoza para produzir todo o figurino do segmento hispânico do espetáculo, que incluiria um traje de luces e capas de couro para seus dançarinos.[101] Em sua crítica ao show em Montreal, o jornalista Jordan Zivitz, do Montreal Gazette, descreveu a performance como "uma das únicas a preservar o mesmo tom da gravação original".[102] A execução da faixa nesta turnê foi incluída no quinto álbum ao vivo da artista, Rebel Heart Tour, lançado em 2017.[103] Em 27 de julho de 2017, ela a apresentou no gala beneficente anual promovida pelo ator Leonardo DiCaprio em Saint-Tropez, França.[104][105] Para a digressão Madame X Tour, de 2019–2020, Madonna apresentou um mashup no estilo chá-chá-chá de "La Isla Bonita" e "Crazy", de seu décimo quarto álbum de estúdio, Madame X.[106][107] Antes de começar a apresentação, ela tirou uma luva como uma homenagem a Rita Hayworth no filme Gilda (1946) e disse: "Este é o meu striptease. É a coisa mais extrema que farei esta noite".[107]
Regravações
Antes de Madonna lançar "La Isla Bonita" como single, a cantora holandesa Micaela já havia gravado-a em 1986, chegando ao número 25 nos Países Baixos.[108] Em 1987, uma versão em espanhol na voz da cantora mexicana Byanka alcançou o número 45 na tabela Hot Latin Songs.[109] A cantora indonésia Elvy Sukaesih, gravou uma versão da música em língua indonésia, intitulada "Laila Bonita", para seu álbum Jangan Kau Pergi (1992).[110] Esta versão foi muito popular em seu país de origem e foi realizada por concorrentes de várias competições de canto televisionadas, incluindo Bintang Pantura and D'Academy Asia; o último envolveu seis países do Sudeste Asiático.[111][112] Em 1999, a cantora Deetah usou elementos da música em seu single "El Paraíso Rico".[113] A cantora pop francesa Alizée executou "La Isla Bonita" durante suas primeiras turnês promocionais na Europa em 2003.[114] Em 2008, uma nova versão de estúdio foi lançada como uma faixa bônus em uma nova edição de seu terceiro disco, Psychédélices, e se tornou o primeiro single de Alizée a alcançar o top dez na parada nacional de rádio mexicana, enquanto alcançou o segundo lugar em sua França natal.[115][116] O rapper Black Rob incluiu elementos da faixa em sua música "Spanish Fly", de 1999, incluída em seu álbum Life Story.[117] Durante a primeira temporada (2002) do talent show brasileiro Popstars, a então concorrente Fantine Thó interpretou o tema em uma das audições.[118] Em 2004, o rapper Mase interpolou a faixa em sua música "My Harlem Lullaby".[119] O músico folclórico psicodélico Jonathan Wilson regravou-a para a compilação em tributo a Madonna em 2007, Through the Wilderness.[120]
Em um concerto em junho de 2007 no San Siro de Milão, a cantora italiana Laura Pausini apresentou um medley multilíngue que incluía "La Isla Bonita", posteriormente incluído no álbum ao vivo San Siro 2007. Voltou a executá-la em 2025, no programa de TV "A Grammy Celebration of Latin Music" e, no ano seguinte, a incluiu em seu álbum de regravações Io canto 2.[121][122] Em 2007, a banda argentina Kumbia Queers gravou "La isla con chicas", uma versão tropipunk de "La isla bonita", para seu álbum de estreia, Kumbia Nena!.[123] Em 2010, o blogueiro Perez Hilton lançou uma paródia intitulada "Gagalupe", satirizando as crenças espirituais de Madonna.[124] Um ano depois, vazou uma demo de uma faixa intitulada "Love 2 Love U", na voz de Britney Spears, que contém amostras de "La Isla Bonita".[125] No episódio "O Pai, o Filho e o Santo Fonz"[n 3] da série Family Guy, ao citarem Madonna no final, um dos personagens, Peter Griffin, a chama de mentirosa por cantar sobre um lugar inexistente (La Isla Bonita) afirmando que não foi possível encontrá-lo em um mapa.[126] A música também foi cantanda no programa de TV da Fox, Glee, no episódio "The Spanish Teacher", nas vozes do porto-riquenho Ricky Martin e da estadunidense Naya Rivera; essa última que interpreta uma professora de espanhol em uma escola noturna. Foi filmado e gravado em janeiro e depois transmitido em fevereiro de 2012.[127] A regravação alcançou o número 99 na Billboard Hot 100 e o número 93 na tabela canadense Canadian Hot 100.[128][129]
O décimo segundo disco de estúdio banda americana Deerhoof, que leva o nome de La Isla Bonita, é uma homenagem a Madonna e Janet Jackson, considerando-o seu lançamento "mais cru e punk" desde sua estreia em 1997.[130] O Black Eyed Peas e Ozuna samplearam "La Isla Bonita" em "Mamacita" (2020), uma ideia que o produtor Johnny Goldstein atribuiu a will.i.am.[131] Em 2025, a faixa experimentou uma popularidade renovada no TikTok, onde foi amplamente utilizada em conteúdos de moda e férias; mais de 200 mil vídeos com a música foram postados na plataforma.[132] No mesmo ano, a banda System of a Down incluiu trechos de "La Isla Bonita" em sua canção "Chop Suey!", durante sua turnê Wake UP! South America Stadium Tour.[133]
Impacto e legado
Os críticos notaram a influência de "La Isla Bonita" na ascensão de ritmos latinos na música mainstream. Stewart Mason disse que a canção antecipou o dance-pop com influência latina que surgiu no final da década de 1980, citando artistas como Lisa Lisa and Cult Jam, e canções como "Domino Dancing" (1988) dos Pet Shop Boys e "Who's That Girl" da própria Madonna como parte dessa tendência.[22] Chuck Arnold chamou-a de uma exploração inicial de estilos latinos "muito antes de se tornarem tendência", enquanto Dan Ahwa escreveu que ela ajudou a popularizar o Spanglish no mainstream.[47][85] O editor Judy Cantor-Navas, da Billboard, identificou-a como precursora da "Explosão do Pop Latino liderada por Ricky Martin" no final da década de 1990.[134] Viñuela escreveu que "La Isla Bonita" incorporava muitos dos elementos sonoros que mais tarde definiriam o sucesso crossover que artistas latinos obtiveram em mercados de língua inglesa, incluindo guitarra flamenca, castanholas e frases sussurradas em espanhol usadas para transmitir sensualidade.[71]
Elementos estilísticos de "La Isla Bonita" foram observados em canções como "Viva Forever" (1998), das Spice Girls, "Mi Chico Latino" (1999), de Geri Halliwell, "Alejandro" (2010), de Lady Gaga e "Despacito" (2016), de Luis Fonsi e Daddy Yankee.[n 4] Natalie Nichols, jornalista do Los Angeles Times, apontou que "ecos" da canção aparecem "mais de uma vez" em J.Lo, o segundo álbum de estúdio de Jennifer Lopez.[137] Em 2005, a canção foi incluída no livro Rock Song Index: The 7500 Most Important Songs for the Rock & Roll Era, de Bruce Pollock.[138] De acordo com Manuel Heredia, ex-ministro do Turismo de Belize, "La Isla Bonita" aumentou a visibilidade de Ambergris Caye, que continua a atrair visitantes que procuram o local que a canção evoca.[139]
Formatos e lista de faixas
| USA 7" Single[140] | ||||||||||
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| N.º | Título | Duração | ||||||||
| 1. | "La Isla Bonita (LP Version)" | 4:01 | ||||||||
| 2. | "La Isla Bonita (Instrumental Remix)" | 4:20 | ||||||||
| EP japonês "La Isla Bonita Super Mix"[141] | ||||||||||
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| N.º | Título | Duração | ||||||||
| 1. | ""La Isla Bonita (Extended Remix)"" | 5:28 | ||||||||
| 2. | ""Open Your Heart (Extended Version)"" | 10:38 | ||||||||
| 3. | "Gambler" | 3:58 | ||||||||
| 4. | "Crazy For You" | 4:12 | ||||||||
| 5. | "La Isla Bonita (Instrumental)" | 5:21 | ||||||||
Créditos
- Madonna – letra, produção e vocais
- Bruce Gaitsch – violão e violão acústico
- Patrick Leonard – letra, produção, programação e teclado
- Johnathan Moffett – bateria
- Paulinho da Costa – percussão
- Michael Verdick – mixagem de som
Créditos adaptados das notas principais do álbum.[142]
Desempenho comercial
Nos Estados Unidos, "La Isla Bonita" estreou na 49.ª posição da Billboard Hot 100 em 21 de março de 1987, tornando-se o décimo primeiro single consecutivo de Madonna a alcançar o título de maior estreia da semana; uma sequência que começou com "Lucky Star" em 1984.[143][144] Em 25 de abril, qualificou-se nos dez primeiros lugares da parada, igualando sua intérprete a Michael Jackson como os únicos artistas a terem doze músicas consecutivas no top 10.[145] Atingiu seu pico na quarta posição, em 2 de maio, marcando seu décimo primeiro sucesso entre os cinco primeiros lugares, uma marca superada na época apenas pelos the Beatles e Elvis Presley.[146][147] Converteu-se também no quinto single do álbum True Blue nos dez primeiros, tornando o álbum o segundo de uma artista feminina a render cinco temas no top 5, depois de Control (1986), de Janet Jackson.[145]
Foi o segundo lançamento de Madonna a liderar a tabela Adult Contemporary, após "Live to Tell".[148] Também obteve sucesso na tabela Hot Dance Singles Sales, onde alcançou o número um.[149] No fim de 1987, "La Isla Bonita" ficou em 58.º lugar entre os mais bem sucedidos do ano na Hot 100 e em 34.º na Adult Contemporary.[150][151] Em agosto de 2024, a Billboard classificou-a como o 23.º maior sucesso de Madonna na Hot 100.[152] No Canadá, a música estreou no número 74 na edição de 4 de abril de 1987 da revista RPM.[153] Moveu-se para o topo da tabela em sua décima semana, na edição de 6 de junho de 1987,[154] constando na mesma por 25 atualizações.[155] Encerrou como o 22.º tema de maior sucesso no gráfico em 1987.[156] Na América Latina, alcançou o quarto lugar na Cidade do Panamá e o primeiro em Santiago do Chile.[157][158]
Na tabela britânica UK Singles Chart, "La Isla Bonita" estreou em quinto lugar em 4 de abril de 1987 e subiu para o primeiro, três semanas depois, permanecendo no posto por duas atualizações e oscilou no gráfico por onze semanas no total.[159] Tornou-se o quarto single de Madonna a alcançar essa posição no Reino Unido.[160] De acordo com a publicação Hull Daily Mail, com apenas 50 mil cópias na semana em que chegou ao topo, tornou-se a faixa número um no Reino Unido mais vendida em cinco anos.[161] Segundo a Official Charts Company, já vendeu 435 mil unidades em solo britânico.[162]
"La Isla Bonita" foi a primeira música número um de Madonna na França, posto que ocupou por três semanas em julho de 1987.[163] Foi certificado como ouro pelo Syndicat National de l'Édition Phonographique (SNEP) denotando 500 mil cópias adquiridas.[164] Permanece sendo o single que mais vendeu da intérprete no país, excedendo 771 mil aquisições.[165] Na tabela pan-continental Eurochart Hot 100, converteu-se no quarto lançamento de True Blue a chegar ao cume, estando na colocação por três semanas em 1987.[166] Alcançou o topo das tabelas na Suíça, Bélgica e Áustria[167][168][169] além de chegar aos cinco primeiros na Irlanda, Noruega, Países Baixos e Suécia.[170][171][172][173]
Tabelas semanais
|
Tabelas anuais
Certificações
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Notas de rodapé
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