Dólmen

Os dólmens[1] (grafia alternativa dólmin[2]), também conhecidos como antas[3] e orcas[4], são monumentos megalíticos tumulares coletivos construídos por humanos (datados desde o fim do V milénio a.C. até ao fim do III milénio a.C., na Europa, e até ao I milénio, no Extremo Oriente).
Etimologia
O substantivo «dólmen» entra na língua portuguesa por via do francês dolmen[5], que por seu turno provém da língua córnica «tolmen».[6] O substantivo «tolmen», por sua vez, remonta ao bretão antigo, resultando da aglutinação da expressão taol maen, em que taol significa «mesa» e maen significa «pedra».[7]
Quanto ao substantivo «Anta», por sinal de uso generalizado em Portugal e com grande expressão toponímica nacional, este provém do latim antae[8] que significa «pilares laterais ou ombreiras de um edifício ou de uma porta».[9]
No folclore tradicional português, estas construção, são também por vezes designadas casas de mouros, fornos de mouros ou pias.

Parece que Théophile-Malo de La Tour d'Auvergne-Corret foi o primeiro a utilizar o termo «dolmin» para designar um monumento, entre Locmariaquer e «les bois de Kerantré», correspondendo muito provavelmente à Table des Marchands[10] :
| “ | A enorme pedra que cobre este monumento da antiguidade chama-se na nossa língua dolmin. Existem em grande número com a mesma forma, e conhecidos sob a mesma denominação, na ilha de Man, no País de Gales, em Inglaterra e na ilha de Anglesey | ” |
O termo «dolmin» é retomado sob a forma «dolmine» por Pierre Jean-Baptiste Legrand d'Aussy a 25 de fevereiro de 1799 quando faz, no Instituto Nacional de Ciências e Artes, uma leitura da sua obra, Des sépultures nationales, publicada posteriormente em 1824 : «M. Coret, falando de uma destas mesas que darei a conhecer em breve, e que se vê em Locmariaker, diz que em baixo-bretão lhe chamam dolmin. Aproveito de novo esta expressão, que, como as duas anteriores, me é necessária. Num assunto totalmente novo, e do qual por conseguinte o vocabulário não existe, sou forçado a fazer um; e embora, por meu direito, eu estivesse autorizado a criar palavras, prefiro no entanto adoptar as que encontro existentes, sobretudo quando me dão, como o baixo-bretão, a esperança de representar as antigas denominações gaulesas. Adopto pois a palavra dolmine, e vou empregá-la para designar as mesas de que falo»[11].
Em 1805, Jacques Cambry utiliza pela primeira vez a palavra «dolmen» : «Dolmin, ou melhor dolmen, significa em bretão a mesa de pedra»[12]. A palavra é desde então retomada sucessivamente por diversos autores franceses sob as ortografias «dolmen» (Denoual de la Houssaye) ou «dolmin» (E. Littré, V. Hugo, Chateaubriant, Flaubert)[10] e tendo em conta a predominância dos arqueólogos franceses no fim do século XIX e início do século XX, o termo é adoptado pelos seus homólogos alemães, espanhóis, italianos, ingleses, quando mesmo o termo «túmulo megalítico» existe no seu idioma[13]. Em 1850, é mesmo adoptado em galês em concorrência com o termo galês «cromlech»[10].
Os celtistas opuseram-se a um termo que segundo eles teria sido forjado a partir das palavras bretãs t(d)aol (aparentado ao latim tabula), «mesa», e maen, «pedra», ou seja a «mesa de pedra» (pois o elemento mais impressionante deste tipo de monumento é bem frequentemente a principal laje de cobertura)[14]. O termo bretão autêntico para designar um tal monumento seria o de lia ou liac'h[15] (liaven, lieven ou leven nos compostos). No entanto, a palavra está atestada em vários textos em bretão desde o século XIX (dicionário de Le Gonidec em 1821), embora se encontre por outro lado as formas tolmin ou toulmin. O uso da palavra an dol (daol, taol) encontra-se em vários topónimos mas em certos casos ele remete a rochedos naturais. A forma an dolven (en dolven em vannetais) é também atestada[10].
Características
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Um dolmen (ou dólmen) é um túmulo geralmente megalítico, originalmente inserido num tumulus, que compreende uma câmara sepulcral destinada a receber várias inumações.
Esta palavra, formada a partir das palavras bretãs taol, feminina, após o artigo an daol, e maen "pierre", foi adoptada em várias línguas europeias. Tornou-se um termo genérico utilizado na arqueologia pré-histórica para designar tipos de arquitectura muito variados. O carácter impreciso da sua definição originelle e a multiplicidade das terminologias adoptadas desde então pelos especialistas, tendem agora a substituí-lo pelas expressões «túmulo megalítico» ou «sepultura megalítica», mas a palavra permanece sempre muito frequente no uso comum.
Dólmenes e menires são os dois tipos de megalitos mais frequentes e emblemáticos do megalitismo no mundo. É na Europa, nomeadamente na Ocidental, que se encontra o maior número de dólmenes, edificados ao longo do Neolítico. Existem numerosas construções do mesmo tipo no Norte de África, na Corna de África, no Próximo Oriente e no Extremo Oriente, mas construídas em épocas mais recentes.
Arquitectura geral
| “ | O dólmen é uma câmara sepulcral aberta, geralmente megalítica, recoberta de um tumulus e destinada a receber várias inumações[17]. | ” |
| “ | Em França, o termo designa um monumento pré-histórico construído, geralmente constituído de grandes lajes brutas, incluídas na origem num tumulus, e formado por uma câmara sepulcral provida de um acesso arquitectado, suposta ter recebido várias inumações[18]. | ” |

No seu estado actual de degradação, os dólmenes apresentam-se frequentemente sob a aparência de um esqueleto interno mas na origem eles eram recobertos de um tumulus ou de um cairn, que os tornava invisíveis do exterior, esta parte móvel (pedras, terra) da construção foi, ao longo dos séculos, erodida naturalmente ou fez objecto de uma recuperação[14] · [19].
A arquitectura dos dólmenes varia em função das regiões e das épocas e pode-se distinguir toda uma série de variantes arquitectónicas, classificadas em famílias tipológicas, variáveis segundo os autores e objecto de múltiplos debates entre eles, das quais se conserva o uso por hábito inclusive quando o seu nome parece mal escolhido[14]. Segundo os autores, o hábito foi tomado de utilizar a palavra dólmen acompanhada de um qualificativo (dólmen simples, dólmen de corredor, dólmen transeptado...)[20] ou por simplicidade de chamar «dolmen» a toda a sepultura colectiva neolítica (qualquer que seja o seu modo de construção ou o material utilizado)[21] ou ainda de utilizar a denominação mais global de «sepulturas megalíticas» que engloba as galerias cobertas e as cistas dolménicas[22].
| “ | Por extensão, chamou-se dólmenes a monumentos que apresentam uma morfologia e uma utilização supostas semelhantes às dos dólmenes típicos, erigidos noutros lugares e/ou noutras épocas, ou ainda com partes (mega)líticas parciais, ou mesmo ausentes[23]. | ” |
Para certos investigadores, ao lado destes megalitos em pedra, os seus equivalentes em madeira chamados, por falta de termo criado para os designar, dólmenes em madeira, poderiam ter existido[24].
Na Europa, pode-se todavia destacar séries bastante homogéneas nas quais «seria ilusório procurar uma filiação, uma cronologia ou uma ordem de difusão de conjunto, enquanto à escala local ou regional se pode tentá-lo»[14]. Distinguem-se assim geralmente dois tipos fundamentais de arquitectura. Cada tipo principal pode declinar-se em variantes locais caracterizando uma cultura neolítica específica ou resultando de uma fase transitória integrando diferentes influências.
Os dólmenes simples
A câmara abre directamente sobre o exterior. Eles são geralmente compostos de dois a três ortóstatos e de uma laje de cabeceira. A câmara assim definida é de forma rectangular (dólmen dito de «tipo A») ou poligonal (dólmen dito de «tipo B»)[25]. Este tipo de dólmenes é muito espalhado no sudoeste (Aveyron, Lot) e no centro (Puy-de-Dôme) de França. Este tipo de construção conhece por vezes adaptações específicas muito localizadas:
- dólmenes com câmara compartimentada por uma laje ou um murete ;
- dólmenes de compartimentos laterais onde pequenas células são encostadas à câmara.
Os dólmenes de corredor
Por vezes também chamados túmulos de corredor, ou dólmenes de galeria (Passage Grave em inglês), os dólmenes de corredor são dólmenes onde a entrada da câmara (circular, poligonal, quadrangular) comunica com o exterior por um corredor (dito também galeria ou corredor), axial ou não, de dimensões muito variáveis (muito curto de um comprimento comparável ao da câmara ou consideravelmente alongado). Estes monumentos são isolados num cairn individual ou associados a vários[26]. Este tipo de dólmen conhece numerosas declinações locais:
- as sepulturas em V que se caracterizam por uma câmara trapezoidal, onde a largura interna e a altura sob a laje aumenta desde a entrada para o fundo, ligada sem ruptura ao corredor de acesso ;
- os dólmenes transeptados que se caracterizam por um corredor conduzindo a uma câmara terminal precedida de um duplo jogo de câmaras laterais desenhando uma cruz de Lorena (tumulus des Mousseaux, dolmen de la Joselière) ;
- os dólmenes acotovelados, onde a câmara e o corredor desenham um esquadro, encontram-se frequentemente em Morbihan ;
- os dólmenes angevinos, ou dólmenes de pórtico, construção de tamanho monumental composta por uma grande câmara precedida de uma antecâmara rebaixada (La Roche-aux-Fées) ;
- os dólmenes de câmara funerária quadrada, ou rectangular para os quais vários tipos foram definidos em função de particularidades, angoumoisins (Bougon em Deux-Sèvres) ou ainda languedocianos[27] que podem comportar uma antecâmara[28] (Lamalou no Hérault).
- os dólmenes de câmaras laterais, várias câmaras são colocadas de cada lado do corredor (sítio de Larcuste Cairn II)
- as galerias cobertas que se caracterizam por uma câmara muito alongada, distinta ou não do corredor.
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Estruturas simples | As estruturas mais simples comportam um corredor conduzindo a uma única câmara |
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Câmaras separadas | Neste caso o corredor conduz a câmaras separadas. |
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Estruturas simples de várias câmaras | Eles comportam vários corredores conduzindo cada um a uma câmara englobada num só cairn tal como em Larcuste Cairn I e Barnenez. Estas câmaras podem ser de tipos diferentes, pode-se encontrar algumas de tipo compartimentado |
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Câmaras compartimentadas | Certas câmaras podiam ser compartimentadas por lajes formando um sistema de divisórias |
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Corredores de câmaras laterais | Estas estruturas são compostas de um corredor conduzindo a várias câmaras colocadas de cada lado tais como Larcuste Cairn II |
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Tipo angevino | Estas estruturas compreendem uma câmara principal precedida por uma antecâmara mais estreita e um pórtico. |
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Tipo languedociano com antecâmara | Estas estruturas compreendem uma câmara quadrada, precedida aqui por uma antecâmara mais estreita. |
Função funerária

Os dólmenes são túmulos megalíticos, esta característica funerária é fundamental[29] e sistemática[30]. Se no século XIX, os celtómanos acreditaram ver neles «altares druídicos» e outras «pedras destinadas a sacrifícios sangrentos», estas visões fantasiosas, são totalmente infundadas :
| “ | O carácter sepulcral [destes monumentos] foi demonstrado todas as vezes que um monumento virgem fez objecto de uma escavação científica por um arqueólogo sério. Quando as condições químicas o permitem [...] ossadas humanas de época neolítica reencontram-se, frequentemente em grandes quantidades : os dólmenes e sobretudo as galerias cobertas apresentam-se então como ossários[29]. | ” |
| “ | Os dólmenes são túmulos ; nenhuma dúvida subsiste hoje, mas muitas outras interrogações permanecem a seu respeito. A primeira que vem ao espírito, quando se tem algumas experiências destes monumentos, é a de saber se era ali a sua função única ou se, como deixa pensar bom número de vestígios descobertos sobre os tumuli, que ritos eram celebrados na vizinhança da câmara funerária ? Estes ritos estavam directamente ligados aos funerais ou a outras cerimónias ?[31] | ” |
No V milénio e durante uma parte do IV milénio, túmulos individuais e colectivos coexistem mas para além disso as sepulturas colectivas parecem mais sistemáticas[19]. Estas são sepulturas colectivas de carácter reutilizável, à imagem dos jazigos familiares contemporâneos, os dólmenes podiam assim ser reutilizados durante séculos : em solo calcário, pode-se aí reencontrar em média de 15 a 25 indivíduos (Poitou, Normandia)[29] e nas galerias cobertas da bacia parisiense pôde-se aí reencontrar as ossadas acumuladas de várias centenas de indivíduos[32]. Elas são colectivas no sentido em que recolhem, sucessivamente, os restos humanos de vários indivíduos em geral com muito pouco mobiliário de acompanhamento[19]. Esta reutilização perdurou por vezes durante períodos por vezes muito longos como atesta a descoberta concomitante de um mobiliário funerário correspondente a diversas épocas históricas (Neolítico, Idade do Cobre, Idade do Bronze, Idade do Ferro) consecutivas[29]. As inumações mais recentes são aquelas onde os ossos permaneceram em conexão anatómica[29], para as mais antigas, para fazer lugar, as ossadas são amontoadas desordenadamente (ao fundo, sobre os lados) ou armazenadas segundo uma certa ordem (sobrepostas em várias camadas) sofrem uma redução ou uma evacuação fora da câmara (no corredor)[33]. Existe também numerosos casos de incineração[29] com depósitos sucessivos de camadas de cinza por vezes separadas por uma camada intermédia voluntária (leito de pedras, lajeado, argila) ou involuntária (camada detrítica resultante de uma ocultação imperfeita da entrada). Alguns dólmenes não entregaram restos humanos de tipo sepulcral, mas isso pode ser uma consequência de fenómenos tafonómicos, da erosão, de saques, de escavações antigas pouco metódicas.
A expressão «sepultura colectiva» não implica forçosamente que se trate de um túmulo para todos : o número de ocupantes não pode corresponder a todos os membros de uma comunidade mas apenas a uma parte deles[19], «eram túmulos comuns a todo um clã, uma aldeia ou uma família mas não se dispunha lá todos os mortos da comunidade, devia haver critérios de escolha»[29]. Foi demonstrado que para certos túmulos, o culto dos mortos podia conduzir a uma exposição macabra, em certas ocasiões, de ossos dos antepassados, tais como relíquias, que se recolocavam de seguida na sepultura[29]. A descoberta de pequenos vasos de libações diante da entrada de um dólmen, sobre o seu cairn ou o seu tumulus indica provavelmente a organização de cerimónias fúnebres por ocasião das inumações ou aquando de ocasiões ulteriores, por vezes mesmo praticadas por populações bem diferentes daquelas na origem da sua construção.
Datação
O espólio depositado na câmara, no corredor, na fachada da entrada ou sobre o cairn e o tumulus varia consoante os períodos de ocupação e o estado de conservação da sepultura. Este mobiliário pode compreender objectos. de natureza puramente utilitária (de carácter doméstico ou agrícola), armas, elementos de adorno (colares, contas, amuletos, braçadeira de arqueiro,...), objectos rituais (machados de aparato), objectos insólitos (concha, fóssil) ou excepcionais (machado em jadeíte) e mesmo oferendas (pedaços de carne dos quais não restam senão os ossos, vasos cheios de grãos ou de bebidas) sem esquecer todos os objectos em matérias perecíveis (madeira, osso, couro, tecidos, fibras diversas, peles)[34] geralmente desaparecidos ou excepcionalmente conservados no estado de detritos ínfimos em condições muito favoráveis. Monumentos inviolados podem por vezes entregar um material considerável (séries de vasos completos às dezenas, ferramentas em sílex às centenas, contas aos milhares).
O estudo deste mobiliário constitui um precioso indicador para o conhecimento das sociedades megalíticas tanto ao nível dos seus rituais funerários, que do desenvolvimento das técnicas e da sua riqueza material mas também das trocas comerciais que puderam existir por vezes entre comunidades geograficamente muito afastadas[35]. No que respeita aos dólmenes, e fora da descoberta de carvões de madeira podendo permitir uma eventual datação ao radiocarbono, este mobiliário, nomeadamente lítico ou cerâmico e mais tardiamente metálico, permanece também o único meio de datação da sua construção e da sua duração de utilização.
É assim que foi possível determinar, por exemplo, uma cronologia aproximada dos dólmenes do Oeste e do Centro-Oeste de França. Os primeiros dólmenes de corredor aparecem aí por volta de 5 000 a.C. e a sua construção estender-se-á por pouco mais de 2000 anos, com um certo número de variedades derivadas. As galerias cobertas aparecem por volta de 3 000 a.C. e serão construídas até ao meio do III milénio[36]. Elas serão por sua vez progressivamente substituídas por construções cada vez menos espectaculares e resultarão na generalização dos cofres megalíticos durante a Proto-história.
Distribuição geográfica
Cinquenta mil dólmenes teriam sido recenseados no mundo, dos quais vinte mil na Europa, com uma muito forte concentração na Europa Ocidental (França, no Reino Unido, na Dinamarca, na Alemanha do Norte, na Bélgica, nos Países Baixos, em Espanha, em Portugal, na Suíça, na Itália e em Malta) e numa menor medida em redor do Mar Negro (Ucrânia, Crimeia, Geórgia). Na Europa, os dólmenes são uma das componentes maiores do megalitismo onde eles se desenvolvem durante todo o Neolítico.
Alguns dólmenes existem no norte de Marrocos. Na Argélia e na Tunísia, os dólmenes são geralmente concentrados em vastas necrópoles podendo comportar centenas ou mesmo milhares de monumentos (Bou-Nouara, Roknia, Gastel, Djebel Gorra...). Trata-se essencialmente de grandes cofres megalíticos excedendo raramente metro de comprimento (Gabriel Camps, 1962) mas existem também monumentos assimiláveis a galerias cobertas na Grande Cabília (Aït Raouna, Aït Garet)[37]. Esta concentração em necrópole existe também no Próximo Oriente (Síria, Líbano, Jordânia, Israel)[38].
Na Índia, os dólmenes são erigidos do II milénio até ao meio do I milénio. No Extremo Oriente, os dólmenes da Coreia são datados do I milénio, e os do Japão do século -VII ao II. A Indonésia é o único país no mundo onde se edifica ainda dólmenes em certas províncias muito localizadas.
Galeria
Bilhete-postal do dolmen de Ménardeix por volta de 1920.
La Roche-aux-Fées, Bretanha, França.- O dolmen de Chianca Apúlia.
- O Dolmen de Sa Coveccada Sardenha.
- Dolmen do Poitou, França.
Dolmen de Paço das Vinhas, Portugal.
Dolmen de Barrocal, região de Évora, Portugal.- Dolmen do Djebel Gorra perto de Thibar, Tunísia.
Dolmen de Dougga, Tunísia.- Vista interior para a entrada do dolmen de Gallardet, França.
Dolmen em Roknia, província de Guelma na Argélia.
Dolmen de Keriaval, Carnac, Bretanha, França.
Referências
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Ver também
- Cista
- Mamoa
- Cromlech
- Lista de antas localizadas em Portugal
- Lista de antas localizadas em Espanha
- Ver o mapa dos dólmenes inventariados no Wikidata
Bibliografia
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