Kate Winslet
Kate Winslet
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|---|---|
![]() Winslet em 2024
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| Nome completo | Kate Elizabeth Winslet |
| Outros nomes | English Rose Corset Kate |
| Nascimento | 5 de outubro de 1975 (50 anos) Reading, Berkshire, Inglaterra, Reino Unido |
| Nacionalidade | britânica |
| Educação | Lista
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| Atividade | 1991–atualidade |
| Cônjuge |
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| Filho(a)(s) | 3, incluindo Mia Threapleton e Joe Anders |
| Oscares da Academia | |
| Melhor Atriz 2009 - The Reader | |
| Emmys | |
| Melhor Atriz em Minissérie ou Telefilme 2011 - Mildred Pierce 2021 - Mare of Easttown | |
| Globos de Ouro | |
| Melhor Atriz em Cinema - Drama 2009 - Revolutionary Road Melhor Atriz Coadjuvante em Cinema 2009 - The Reader 2016 - Steve Jobs Melhor Atriz em Minissérie ou Telefilme 2012 - Mildred Pierce 2022 - Mare of Easttown | |
| Prémios Screen Actors Guild | |
| Melhor Atriz Coadjuvante 1996 - Sense and Sensibility 2009 - The Reader Melhor Atriz em Minissérie ou Telefilme 2012 - Mildred Pierce 2022 - Mare of Easttown | |
| César | |
| Prêmio Honorário 2012 - Pelo Conjunto da Obra | |
| Prémios BAFTA | |
| Melhor Atriz 2009 - The Reader Melhor Atriz Coadjuvante 1996 - Sense and Sensibility 2016 - Steve Jobs Melhor Atriz em Televisão 2023 - I Am Ruth Melhor Drama Televisivo 2023 - I Am Ruth Prêmio Los Angeles Britannia 2007 - Atriz Britânica do Ano | |
| Prémios Critics' Choice | |
| Melhor Atriz Coadjuvante 2009 - The Reader Melhor Atriz em Minissérie ou Telefilme 2022 - Mare of Easttown Melhor Minissérie 2022 - Mare of Easttown | |
| Assinatura | |
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Kate Elizabeth Winslet, CBE (Reading, 5 de outubro de 1975) é uma atriz inglesa. Conhecida principalmente por seus papéis como mulheres fortes e complexas em filmes independentes, especialmente dramas de época, ela recebeu inúmeros prêmios, incluindo um Oscar, dois Prêmios Primetime Emmy, cinco Prêmios BAFTA e cinco Globos de Ouro. A revista Time nomeou Winslet como uma das 100 pessoas mais influentes do mundo em 2009 e 2021.[1] Em 2012, ela foi nomeada Comandante da Ordem do Império Britânico (CBE).[2]
Winslet estudou teatro na Redroofs Theatre School. Sua primeira aparição na tela, aos quinze anos, foi na série britânica de televisão Dark Season (1991). Ela fez sua estreia no cinema interpretando uma adolescente assassina em Almas Gêmeas (1994) e, em seguida, ganhou um Prêmio BAFTA por interpretar Marianne Dashwood em Razão e Sensibilidade (1995).[3] A fama mundial veio com seu papel principal no épico romântico Titanic (1997), de James Cameron, que foi o filme de maior bilheteria da época. Depois disso, Winslet passou a evitar papéis em grandes produções em favor de filmes de época aclamados pela crítica, incluindo Contos Proibidos do Marquês de Sade (2000) e Iris (2001).
O romance de ficção científica Brilho Eterno de uma Mente sem Lembranças (2004), no qual Winslet foi escalada contra seu tipo habitual em um cenário contemporâneo, mostrou-se um ponto de virada em sua carreira. Ela ganhou ainda mais reconhecimento por suas atuações em Em Busca da Terra do Nunca (2004), Pecados Íntimos (2006), O Amor Não Tira Férias (2006), Foi Apenas um Sonho (2008) e O Leitor (2008). Por interpretar uma ex-guarda de um campo de concentração nazista neste último filme, ela ganhou o BAFTA e o Oscar de Melhor Atriz.[4] A interpretação de Winslet como Joanna Hoffman na cinebiografia Steve Jobs (2015) lhe rendeu outro Prêmio BAFTA. No mesmo ano, ela venceu o Prêmio AACTA por sua atuação em A Vingança Está na Moda (2015).[5] Na televisão, recebeu dois Prêmios Primetime Emmy por suas atuações na minissérie da HBO Mildred Pierce (2011) e em Mare of Easttown (2021).[6] Em 2022, produziu e estrelou o drama único I Am Ruth, vencendo dois Prêmios BAFTA de TV,[7] e interpretou um papel coadjuvante por meio de captura de movimento no filme de ficção científica de maior bilheteria de Cameron, Avatar: O Caminho da Água.[8]
Por sua narração de um conto no audiolivro Listen to the Storyteller (1999), Winslet ganhou um Prêmio Grammy.[9] Ela interpretou a canção “What If” para a trilha sonora de seu filme Christmas Carol: The Movie (2001).[10] Cofundadora da instituição de caridade Golden Hat Foundation, que tem como objetivo promover a conscientização sobre o autismo, Winslet também escreveu um livro sobre o tema.[11] Divorciada dos diretores de cinema Jim Threapleton e Sam Mendes, Winslet é casada com o empresário Edward Abel Smith desde 2012.[12] Ela tem um filho de cada casamento, dois dos quais são os atores Mia Threapleton e Joe Anders.[13]
Início da vida
Kate Elizabeth Winslet nasceu em 5 de outubro de 1975, em Reading, Berkshire, filha de Sally Ann (nascida Bridges) e Roger John Winslet.[14][15] Sua mãe trabalhava como babá e garçonete, enquanto seu pai, um ator com dificuldades na carreira, realizava trabalhos braçais para sustentar a família.[16] Seus avós maternos eram ambos atores e administravam a Reading Repertory Theatre Company. Winslet tem duas irmãs, Anna e Beth, ambas atrizes, e um irmão mais novo, Joss. Os irmãos são descendentes de britânicos, irlandeses e suecos.
A família tinha recursos financeiros limitados; viviam com benefícios de refeições gratuitas e recebiam apoio de uma instituição de caridade, o Actors’ Charitable Trust. Quando Winslet tinha dez anos, seu pai sofreu uma grave lesão no pé em um acidente de barco e passou a ter mais dificuldade para trabalhar, o que levou a ainda mais dificuldades financeiras para a família. Winslet afirmou que seus pais sempre os fizeram sentir-se cuidados e que eram uma família solidária.
Winslet estudou na escola primária St Mary and All Saints’ Church of England. Viver em uma família de atores a inspirou a seguir a carreira artística desde cedo. Ela e suas irmãs participaram de apresentações teatrais amadoras na escola e em um teatro juvenil local chamado Foundations. Aos cinco anos, Winslet fez sua primeira aparição no palco como Maria em uma encenação do presépio natalino de sua escola. Ela se descreve como uma criança acima do peso, que era chamada de “blubber” (algo como “gordinha”) por colegas de escola e sofria bullying por sua aparência. Segundo ela, isso não a impediu de seguir em frente.
Aos onze anos, Winslet foi aceita na Redroofs Theatre School, uma escola independente em Maidenhead. A instituição também funcionava como uma agência e levava os alunos a Londres para audições de trabalhos como atores. Ela apareceu em um comercial do cereal Sugar Puffs e fez dublagens para filmes estrangeiros. Na escola, foi eleita representante-chefe (head girl), participou de produções de As Aventuras de Alice no País das Maravilhas e O Leão, a Feiticeira e o Guarda-Roupa, e interpretou o papel principal de Wendy Darling em Peter Pan. Ao mesmo tempo, trabalhou com a Starmaker Theatre Company, em Reading. Participou de mais de vinte produções teatrais do grupo, mas raramente era escolhida para papéis principais devido ao seu peso. Ainda assim, interpretou papéis importantes, como Miss Agatha Hannigan em Annie, a Mãe Loba em O Livro da Selva e Lena Marelli em Bugsy Malone.
Em 1991, duas semanas após concluir seus exames do GCSE, Winslet fez sua estreia na televisão como integrante do elenco principal da série britânica de ficção científica Dark Season, da BBC, escrita por Russell T Davies.[17][18] Ela interpretou Reet, uma estudante que ajuda seus colegas a lutar contra um homem sinistro que distribui computadores gratuitamente para a escola. Ela não ganhou muito dinheiro com o trabalho e, aos dezesseis anos, a falta de recursos financeiros a obrigou a deixar a Redroofs. Para se sustentar, passou a trabalhar em uma delicatesse.
Carreira
Trabalhos iniciais e ascensão (1992–1996)
Em 1992, ela teve uma pequena participação no telefilme Anglo-Saxon Attitudes, uma adaptação do romance satírico de Angus Wilson.[19][20] Winslet, que na época pesava 84 kg, interpretou a filha de uma mulher obesa. Durante as filmagens, após ouvir um comentário casual do diretor Diarmuid Lawrence sobre a semelhança entre ela e a atriz que fazia sua mãe, Winslet sentiu-se motivada a perder peso.[21] Em seguida, assumiu o papel da filha jovem de um empresário falido que enriqueceu por conta própria (interpretado por Ray Winstone) na sitcom televisiva Get Back (1992–1993).[22][23] Ela também teve uma participação especial em um episódio de 1993 da série médica Casualty.[24]
Winslet esteve entre 175 mulheres que fizeram teste para o drama psicológico Almas Gêmeas (1994), de Peter Jackson, e foi escolhida após impressionar o diretor com a intensidade que trouxe ao papel.[25] A produção, realizada na Nova Zelândia, é baseada no caso do assassinato Parker–Hulme, ocorrido em 1954, no qual Winslet interpretou Juliet Hulme, uma adolescente que ajuda sua amiga Pauline Parker (vivida por Melanie Lynskey) a assassinar a mãe de Pauline. Ela se preparou para o papel lendo as transcrições do julgamento, cartas e diários das garotas, além de interagir com pessoas que as conheciam.[26] Winslet afirmou ter aprendido muito com o trabalho. Jackson filmou nos locais reais do crime, e a experiência deixou Winslet traumatizada.[27] Ela achou difícil se desvincular da personagem e disse que, ao voltar para casa, frequentemente chorava. O filme representou um avanço crítico em sua carreira; Desson Thomson, crítico do The Washington Post, descreveu-a como “uma bola de fogo de olhos brilhantes, iluminando cada cena em que aparece”. Winslet gravou “Juliet’s Aria” para a trilha sonora do filme. Ainda naquele ano, ela apareceu como Geraldine Barclay, uma candidata a secretária, na produção da farsa What the Butler Saw, de Joe Orton, no Royal Exchange Theatre.
Enquanto promovia Almas Gêmeas em Los Angeles, Winslet fez teste para o pequeno papel de Lucy Steele na adaptação cinematográfica de 1995 do romance Sense and Sensibility, de Jane Austen, escrita e estrelada por Emma Thompson. Impressionada com sua leitura, Thompson a escalou para o papel muito maior da adolescente romanticamente impulsiva Marianne Dashwood.[28] O diretor Ang Lee queria que Winslet interpretasse a personagem com graça e contenção — aspectos que ele considerava ausentes em sua atuação em Almas Gêmeas — e, por isso, pediu que ela praticasse tai chi, lesse literatura gótica e aprendesse a tocar piano. David Parkinson, da Radio Times, considerou Winslet um dos destaques do elenco, e Mick LaSalle, do San Francisco Chronicle, observou como ela retratou bem o crescimento e a maturidade da personagem.[29][30] O filme arrecadou mais de US$ 134 milhões mundialmente. Ela venceu o Prêmio do Sindicato dos Atores e o Prêmio BAFTA de Melhor Atriz Coadjuvante, além de receber uma indicação ao Oscar na mesma categoria.[31] Ainda em 1995, Winslet participou do mal recebido filme da Disney Um Garoto na Corte do Rei Arthur.
Em 1996, Winslet atuou em dois dramas de época — Jude e Hamlet. Assim como em Almas Gêmeas, seus papéis nesses filmes foram de mulheres com um “toque de loucura”. Em Jude, de Michael Winterbottom, baseado no romance Jude the Obscure, de Thomas Hardy, ela interpretou Sue Bridehead, uma jovem com inclinações sufragistas que se apaixona por seu primo Jude (interpretado por Christopher Eccleston). O crítico Roger Ebert acreditou que o papel permitiu a Winslet demonstrar a amplitude de sua atuação e elogiou a postura desafiadora que ela trouxe à personagem. Após não conseguir um papel no filme Mary Shelley's Frankenstein (1994), de Kenneth Branagh, ela foi escalada como Ofélia, a amante trágica do personagem-título, na adaptação de Hamlet, de William Shakespeare, dirigida por Branagh. Aos vinte anos, Winslet se sentiu intimidada pela experiência de atuar em Shakespeare ao lado de atores consagrados como Branagh e Julie Christie, afirmando que o trabalho exigia um nível de intelecto que ela acreditava não possuir. Mike Jeffries, da Empire, considerou que ela interpretou o papel “muito além de sua idade”. Apesar do reconhecimento da crítica, Jude e Hamlet tiveram fraco desempenho nas bilheterias.[32][33]
Reconhecimento mundial e filmes independentes (1997–2003)
Winslet estava determinada a interpretar Rose DeWitt Bukater, uma socialite a bordo do condenado RMS Titanic, no épico romântico Titanic (1997), de James Cameron. Inicialmente, Cameron relutou em escalá-la, preferindo atrizes como Claire Danes e Gwyneth Paltrow, mas ela insistiu, dizendo: “Você não entende! Eu sou a Rose! Não sei por que você está sequer vendo outras pessoas!”.[34] Sua persistência o levou a lhe conceder o papel. Leonardo DiCaprio atuou como seu par romântico, Jack. Titanic teve um orçamento de produção de US$ 200 milhões, e as exaustivas filmagens principais ocorreram nos Baja Studios, onde foi construída uma réplica do navio.
As filmagens foram desgastantes para Winslet; ela quase se afogou, contraiu gripe, sofreu hipotermia e ficou com hematomas nos braços e joelhos. A carga de trabalho permitia apenas quatro horas de sono por dia, e ela se sentiu exausta com a experiência.[35][36] Escrevendo para a Newsweek, David Ansen elogiou Winslet por capturar o entusiasmo de sua personagem com delicadeza,[37] e Mike Clark, do USA Today, considerou-a o principal trunfo do filme.[38] Contra as expectativas, Titanic tornou-se o filme de maior bilheteria até então, arrecadando mais de US$ 2 bilhões mundialmente,[34][39] e estabeleceu Winslet como uma estrela global.[40] O filme venceu onze Oscars — empatando como o maior número conquistado por um único filme — incluindo Melhor Filme, e rendeu à Winslet, então com 22 anos, uma indicação ao Oscar de Melhor Atriz. Ela também recebeu indicações ao Globo de Ouro e ao SAG na mesma categoria.
Winslet não encarou Titanic como uma plataforma para salários maiores. Ela evitou papéis em grandes produções em favor de filmes independentes pouco vistos, acreditando que “ainda tinha muito a aprender” e que não estava preparada para ser uma estrela. Mais tarde, afirmou que essa decisão garantiu a longevidade de sua carreira.[41] O Expresso de Marrakesh, um drama de baixo orçamento filmado antes do lançamento de Titanic, foi seu único filme lançado em 1998.[42] Ela recusou ofertas para estrelar Shakespeare Apaixonado (1998) e Anna e o Rei (1999) para fazer esse projeto.[43] Baseado no romance semiautobiográfico de Esther Freud, O Expresso de Marrakesh conta a história de uma mãe britânica solteira em busca de uma nova vida no Marrocos dos anos 1970. Janet Maslin, do The New York Times, creditou a Winslet a escolha de seguir Titanic com um projeto tão fora do comum e destacou como ela capturou bem a “desatenção e o otimismo” de sua personagem.
O drama psicológico Fogo Sagrado, ou Fogo Sagrado! (1999), de Jane Campion, trouxe Winslet como uma australiana que se junta a um culto religioso indiano. Ela considerou o roteiro corajoso e se sentiu desafiada pela ideia de interpretar uma mulher antipática e manipuladora.[44] Aprendeu a falar com sotaque australiano e trabalhou de perto com Campion para justificar a vileza da personagem. O filme exigiu que ela atuasse em cenas de sexo explícitas com o colega Harvey Keitel e incluiu uma cena em que sua personagem aparece nua e urina em si mesma.[45] David Rooney, da Variety, escreveu: “Demonstrando um tipo de coragem de que poucos jovens atores seriam capazes e uma gama extraordinária — da astúcia instintiva ao desespero descontrolado —, [Winslet] não poupa nada”.[46] No mesmo ano, ela dublou uma fada no filme animado Faeries, e venceu o Grammy de Melhor Álbum Falado por narrar o conto “The Face in the Lake” para o audiolivro infantil Listen to the Storyteller.[47]
Em Contos Proibidos do Marquês de Sade (2000), uma cinebiografia do excêntrico Marquês de Sade, estrelada por Geoffrey Rush e Joaquin Phoenix, Winslet interpretou o papel coadjuvante de uma lavadeira sexualmente reprimida que trabalha em um asilo psiquiátrico.[48] Ao chamá-la de “a atriz mais ousada em atividade hoje”, James Greenberg, da Los Angeles Magazine, elogiou Winslet por “continuar a explorar os limites da libertação sexual”.[49] Ela recebeu uma indicação ao SAG de Melhor Atriz Coadjuvante.[50] No ano seguinte, interpretou uma matemática fictícia envolvida na decifração dos códigos Enigma no suspense de espionagem Enigma, de Michael Apted.[51] A personagem de Winslet foi amplamente expandida em relação ao papel secundário de interesse amoroso no romance que inspirou o filme, tornando-se uma decifradora de códigos de destaque. Ela estava grávida durante as filmagens e, para disfarçar, usou espartilhos sob o figurino.[52]
A cinebiografia Iris (2001) apresentou Winslet e Judi Dench como a romancista Iris Murdoch em diferentes fases da vida. O diretor Richard Eyre escalou as duas atrizes após perceber uma “correspondência de espírito entre elas”.[53] Winslet se sentiu atraída pela ideia de interpretar uma protagonista intelectual e vibrante e, na pesquisa, leu os romances de Murdoch, estudou o livro de memórias do marido dela, Elegy for Iris, e assistiu a entrevistas televisivas da escritora. O projeto foi filmado em quatro semanas e permitiu que Winslet levasse sua filha, então com seis meses, ao set. Escrevendo para The Guardian, Martin Amis observou que “a seriedade e a firmeza do olhar de [Winslet] sugerem de forma eficaz o surgimento da amplitude da imaginação de Murdoch”.[54] Ela recebeu sua terceira indicação ao Oscar por Iris, além de indicações ao BAFTA e ao Globo de Ouro de Melhor Atriz Coadjuvante.[55]
O terceiro lançamento de Winslet em 2001 foi o filme animado Christmas Carol: The Movie, baseado no romance de Charles Dickens. Para a trilha sonora, ela gravou a canção “What If”, que se tornou um sucesso comercial. Após um ano afastada das telas, Winslet estrelou como uma jornalista obstinada que entrevista um professor condenado à morte no suspense A Vida de David Gale (2003). Ela aceitou o projeto para trabalhar com o diretor Alan Parker, a quem admirava, e acreditava que o filme levantava questões pertinentes sobre a pena de morte. Mick LaSalle considerou que o filme tratava o tema de forma confusa e não gostou nem do filme nem da atuação de Winslet.[56]
Evolução da carreira (2004–2007)

Para evitar ser rotulada em dramas históricos, Winslet passou a buscar ativamente papéis em filmes ambientados em contextos contemporâneos. Ela encontrou isso no romance de ficção científica Brilho Eterno de uma Mente sem Lembranças (2004), no qual interpretou uma mulher neurótica e impulsiva que decide apagar as memórias de seu ex-namorado (vivido por Jim Carrey). Diferentemente de seus trabalhos anteriores, o papel lhe permitiu mostrar um lado mais excêntrico de sua personalidade. O diretor Michel Gondry incentivou Winslet e Carrey a improvisarem no set e, para se manter em forma, ela praticou kickboxing. O filme obteve um sucesso financeiro moderado e vários críticos o consideram um dos melhores do século XXI.[57][58] Peter Travers, da Rolling Stone, descreveu-o como “um romance singularmente engraçado, imprevisivelmente delicado e assumidamente tortuoso” e considerou Winslet “eletrizante e dolorosamente vulnerável”.[59] Um jornalista da revista Premiere elogiou-a por abandonar sua “persona de rosa inglesa espartilhada” e classificou a atuação como a 81ª melhor performance cinematográfica de todos os tempos. Winslet considera esse um de seus papéis favoritos e recebeu indicações a Melhor Atriz no Oscar e no BAFTA. Ela afirmou que o filme marcou um ponto de virada em sua carreira e levou diretores a lhe oferecerem uma ampla variedade de papéis.
Seu lançamento seguinte naquele ano foi o drama Em Busca da Terra do Nunca, sobre a relação entre J. M. Barrie (interpretado por Johnny Depp) e os meninos Llewelyn Davies, que inspirou Barrie a escrever Peter Pan.[60] Winslet recebeu £6 milhões para interpretar a mãe dos garotos, Sylvia, e apesar de sua relutância em estrelar outro filme de época, aceitou o projeto após se identificar com o amor de Sylvia por seus filhos. Ella Taylor, do LA Weekly, considerou-a “radiante e terrosa como sempre”, e Paul Clinton, da CNN, achou sua atuação “excepcional, delicada e finamente calibrada”. Ela recebeu sua segunda indicação ao BAFTA de Melhor Atriz naquele ano. Com uma bilheteria de US$ 116 milhões, Em Busca da Terra do Nunca tornou-se seu filme mais visto desde Titanic.[61]
Em 2005, Winslet fez uma participação especial em um episódio da sitcom britânica Extras, estrelada por Ricky Gervais e Stephen Merchant. Ela interpretou uma versão satírica de si mesma — uma atriz que, na tentativa de ganhar um Oscar, aceita o papel de uma freira em um filme sobre o Holocausto. Recebeu uma indicação ao Primetime Emmy de Melhor Atriz Convidada em Série de Comédia. Três meses após dar à luz seu segundo filho, Winslet voltou ao trabalho em Romance e Cigarros, uma comédia romântica musical dirigida por John Turturro, na qual interpretou Tula, uma mulher promíscua e de linguagem vulgar. O papel exigiu que ela cantasse e dançasse e a ajudou a perder o peso ganho durante a gravidez. Ela torceu o tornozelo ao filmar uma das sequências de dança. Derek Elley, da Variety, escreveu que, apesar do tempo limitado em cena, Winslet teve “o papel mais chamativo e as falas mais ousadas”. Ela recusou uma oferta de Woody Allen para estrelar Ponto Final - Match Point (2005) a fim de passar mais tempo com seus filhos.
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Winslet teve quatro lançamentos em 2006. Primeiro, apareceu em A Grande Ilusão, um suspense político ambientado na Louisiana dos anos 1940, com Sean Penn e Jude Law. Ela interpretou o papel coadjuvante do interesse amoroso do personagem de Law. O filme recebeu críticas negativas por sua falta de profundidade política e coesão narrativa, e não recuperou o investimento de US$ 55 milhões. Seu lançamento seguinte, o drama Pecados Íntimos, de Todd Field, foi melhor recebido. Baseado no romance homônimo, o filme conta a história de Sarah Pierce, uma dona de casa infeliz que tem um caso com um vizinho casado (interpretado por Patrick Wilson). Winslet se sentiu desafiada pelo papel de uma mãe negligente, pois não compreendia nem respeitava as ações da personagem. As cenas em que precisava ser hostil com a atriz mirim que interpretava sua filha foram perturbadoras para ela. Tendo tido dois filhos, ficou apreensiva com as cenas de sexo em que aparecia nua; aceitou o desafio para apresentar uma imagem positiva de mulheres com, segundo suas próprias palavras, “corpos imperfeitos”. A. O. Scott, do The New York Times, escreveu que Winslet consegue “registrar cada lampejo do orgulho, da dúvida e do desejo de Sarah, despertando uma mistura de reconhecimento, compaixão e preocupação”.[62] Mais uma vez, recebeu indicações ao BAFTA e ao Oscar de Melhor Atriz; esta última a tornou, aos 31 anos, a intérprete mais jovem a acumular cinco indicações ao Oscar.[63]
Após Pecados Íntimos, Winslet assumiu um papel que considerou mais simpático na comédia romântica O Amor Não Tira Férias, de Nancy Meyers. Ela interpretou uma britânica que troca temporariamente de casa com uma americana (vivida por Cameron Diaz) durante o período natalino. O filme tornou-se seu maior sucesso comercial em nove anos, arrecadando mais de US$ 205 milhões mundialmente.[64] O crítico Justin Chang considerou o filme previsível, porém agradável, e destacou o brilho e o charme de Winslet.[65] Em seu último lançamento do ano, ela dublou Rita, uma ratazana coletora de esgoto, no filme de animação Por Água Abaixo.[66] Seu único projeto em 2007 foi como narradora da versão em inglês do filme infantil francês A Raposa e a Criança.[67]
Sucesso em prêmios (2008–2011)
Winslet teve dois papéis aclamados pela crítica em 2008. Após ler o roteiro de Justin Haythe para Foi Apenas um Sonho, uma adaptação do romance de estreia de Richard Yates, Winslet recomendou o projeto ao então marido, o diretor Sam Mendes, e ao seu colega de elenco de Titanic, Leonardo DiCaprio.[68] O filme retrata as tribulações de um jovem casal casado na América suburbana dos anos 1950. Winslet se sentiu atraída pela ideia de interpretar uma mulher cujas aspirações não haviam sido realizadas, e leu A Mística Feminina para compreender a psicologia das donas de casa infelizes daquela época. Mendes incentivou Winslet e DiCaprio a passarem tempo juntos, e ela acreditava que o set reduzido utilizado ajudou os dois a desenvolverem a relação tensa de seus personagens. Ao elogiá-la como “a melhor atriz de cinema de língua inglesa de sua geração”, David Edelstein, da revista New York, escreveu que “não há um momento banal na atuação de Winslet — nem um gesto, nem uma palavra”.[69]

Para evitar um conflito de agenda com Foi Apenas um Sonho, Winslet recusou uma oferta para estrelar O Leitor. Depois que sua substituta, Nicole Kidman, deixou o projeto devido à gravidez, Winslet foi contratada para o papel. Dirigido por Stephen Daldry, O Leitor é baseado no romance Der Vorleser, de Bernhard Schlink, e trata de Hanna Schmitz, uma guarda analfabeta de um campo de concentração nazista (Winslet), que tem um caso com um adolescente. Winslet pesquisou o Holocausto e os guardas da SS. Para se informar sobre o estigma do analfabetismo, passou um tempo com alunos da Literacy Partners, uma organização que ensina adultos a ler e escrever. Ela não conseguiu simpatizar com Schmitz e teve dificuldades para interpretar o papel de forma honesta sem humanizar as ações da personagem. Apesar disso, alguns historiadores criticaram o filme por tornar Schmitz objeto da simpatia do público e acusaram os cineastas de revisionismo do Holocausto. Escrevendo para a Variety, Todd McCarthy elogiou Winslet por “fornecer uma concha assombrosa para essa mulher internamente devastada”,[70] e Sukhdev Sandhu, do The Daily Telegraph, considerou que ela foi “absolutamente destemida aqui, não apenas por sua disposição de se expor fisicamente, mas por sua recusa em expor sua personagem psicologicamente”.[71]
Winslet recebeu atenção significativa de prêmios por suas atuações em Foi Apenas um Sonho e O Leitor. Ela ganhou um Globo de Ouro por cada um desses filmes e, pelo segundo, recebeu o Oscar e o BAFTA de Melhor Atriz. Aos 33 anos, superou seu próprio recorde como a intérprete mais jovem a acumular seis indicações ao Oscar. Também se tornou a terceira atriz da história a vencer dois Globos de Ouro na mesma cerimônia.[72] Exausta pela atenção da mídia nesse período, Winslet tirou dois anos de folga do trabalho até se sentir pronta para se engajar criativamente novamente.
Winslet retornou à atuação com a minissérie da HBO em cinco partes Mildred Pierce (2011), uma adaptação do romance de James M. Cain dirigida por Todd Haynes. A história gira em torno da heroína homônima (Winslet), uma mulher divorciada durante a Grande Depressão que luta para estabelecer um negócio de restaurante enquanto anseia pelo respeito de sua filha narcisista (interpretada por Evan Rachel Wood). Winslet, que havia se divorciado recentemente de Mendes, acreditava que certos aspectos da vida de sua personagem refletiam a sua própria. Ela se sentiu intimidada pela dimensão da produção, já que aparecia em todas as cenas do roteiro de 280 páginas. Ficou perturbada e emocionada com a história, e se sentiu particularmente fascinada pela relação complexa entre mãe e filha. Colaborou de perto com as equipes de produção e figurino, e aprendeu a assar tortas e preparar frangos. A exibição teve uma audiência limitada, mas recebeu críticas positivas. Matt Zoller Seitz, da Salon, chamou a série de “uma obra-prima silenciosa e comovente” e descreveu a atuação de Winslet como “formidável — inteligente, focada e aparentemente desprovida de ego”. Ela venceu o Primetime Emmy Award, o Globo de Ouro e o SAG Award de Melhor Atriz em Minissérie.[73]
O thriller de ficção científica Contágio, de Steven Soderbergh, foi o primeiro lançamento cinematográfico de Winslet em 2011. Ela foi escalada como uma investigadora de doenças do CDC e modelou seu papel com base em Anne Schuchat, diretora do NCIRD.[74] Contágio foi um sucesso comercial, e David Denby, da The New Yorker, creditou a Winslet a captura da essência de uma mulher exasperada.[75] Seu projeto seguinte foi Deus da Carnificina, dirigido por Roman Polanski, adaptado da peça God of Carnage, de Yasmina Reza. Ambientada inteiramente dentro de um apartamento, a comédia de humor negro acompanha dois casais de pais em conflito por causa de seus respectivos filhos. Jodie Foster, John C. Reilly e Christoph Waltz também atuaram. O elenco ensaiou o roteiro como uma peça por duas semanas, e Winslet levou seus filhos a Paris durante as oito semanas de filmagem.[76][77] Os críticos consideraram a adaptação menos envolvente do que a peça, mas elogiaram as atuações de Winslet e Foster.[78] Ambas receberam indicações ao Globo de Ouro pelo filme.[79]
Oscilações na carreira (2012–2019)
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Winslet afirmou que a carga de trabalho em 2011 a ajudou a superar o sofrimento causado pelo divórcio e, após concluir Carnage, fez uma pausa na atuação para se dedicar aos filhos. Uma breve participação que ela havia filmado quatro anos antes para o filme antológico Comédia Explícita - Movie 43 foi sua única aparição nas telas em 2012, e recebeu as piores críticas de sua carreira.[80][81] Winslet também gravou um audiolivro do romance Thérèse Raquin, de Émile Zola.[82] Ela hesitou em aceitar o convite de Jason Reitman para estrelar a adaptação cinematográfica de 2013 do romance Refém da Paixão, de Joyce Maynard, mas concordou depois que Reitman adiou a produção por um ano para acomodar o compromisso de Winslet com os filhos. Ambientado durante um fim de semana do Dia do Trabalho, o filme conta a história de Adele (Winslet), uma mãe solteira agorafóbica que se apaixona por um presidiário fugitivo. Descrevendo a caracterização de Adele como tendo “mais vulnerabilidade do que força”, Winslet considerou o papel um afastamento das mulheres de personalidade forte que costumava interpretar. Uma cena do filme exigia que ela fizesse uma torta, para a qual recorreu à experiência adquirida em Mildred Pierce.[83] As críticas ao filme foram negativas; Chris Nashawaty, da Entertainment Weekly, classificou-o como “meloso e melodramático”, mas creditou a Winslet o mérito de acrescentar camadas a um papel passivo.[84][85] Ela recebeu sua décima indicação ao Globo de Ouro.[86]
A novidade de interpretar uma vilã levou Winslet ao papel de Jeanine Matthews no filme de ficção científica Divergente (2014).[87][88] Ambientada em um futuro distópico, a adaptação do romance juvenil de Veronica Roth tem Shailene Woodley como a heroína que enfrenta um regime opressivo liderado pela personagem de Winslet. Ela estava grávida de seu terceiro filho durante a produção, e seus figurinos justos precisaram ser ajustados para acomodar a gravidez. Para manter a aura intimidadora de sua personagem, manteve certa distância dos colegas de elenco durante grande parte das filmagens. Richard Lawson, da Vanity Fair, comparou o filme de forma desfavorável à série Jogos Vorazes e considerou que Winslet foi subaproveitada. O filme arrecadou 288 milhões de dólares em todo o mundo. Um Pouco de Caos marcou seu retorno ao gênero de filmes de época. Dirigido por Alan Rickman, o longa retrata uma rivalidade entre jardineiros encarregados de criar uma fonte no Palácio de Versalhes. Winslet interpretou a arquiteta fictícia Sabine de Barra, uma personagem que ela acreditava ter superado um luto e dificuldades extremas, assim como ela própria. Catherine Shoard, do The Guardian, destacou a “honestidade emocional” que Winslet trouxe ao papel, mas criticou a falta de plausibilidade da personagem.[89] Ainda naquele ano, ela leu os audiolivros dos romances infantis de Matilda de Roald Dahl e O Dedo Mágico.
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Em 2015, Winslet reprisou o papel de Jeanine Matthews no segundo filme da série Divergente, intitulado Insurgente, que, apesar das críticas negativas, arrecadou 297 milhões de dólares mundialmente.[90][91] Seu filme seguinte, uma adaptação do romance gótico australiano A Vingança Está na Moda, foi descrito pela diretora Jocelyn Moorhouse como reminiscente do faroeste Os Imperdoáveis (1992).[92] Winslet estrelou como a femme fatale Tilly Dunnage, uma costureira que retorna à sua cidade natal anos depois de ter sido acusada de assassinato. Ela aprendeu a costurar para o papel e desenhou alguns de seus próprios figurinos. O projeto foi filmado no deserto australiano, e ela achou difícil usar vestidos de alta-costura sob o clima severo. Apesar de não gostar do filme, Robert Abele, do Los Angeles Times, creditou a Winslet o mérito de conter a exagerada caracterização de sua personagem. O filme se tornou um dos maiores sucessos de bilheteria da história do cinema australiano, mas teve pouco retorno em outros mercados. Winslet venceu o AACTA Award de Melhor Atriz.[93]
Durante as filmagens de A Vingança Está na Moda, Winslet tomou conhecimento de uma cinebiografia de Steve Jobs que estava por vir, escrita por Aaron Sorkin e dirigida por Danny Boyle. Interessada em interpretar a chefe de marketing e confidente de Jobs, Joanna Hoffman, ela enviou ao produtor do filme uma foto sua caracterizada como Hoffman.[94] Steve Jobs, estrelado por Michael Fassbender no papel-título, é contado em três atos, cada um retratando um marco importante da carreira de Jobs. Para se preparar, Winslet passou um tempo com Hoffman e trabalhou com um treinador de dialeto para falar com o sotaque dela — uma mistura de armênio e polonês — que considerou o mais difícil de sua carreira. O elenco ensaiou cada ato como se fosse uma peça teatral e os filmou em sequência. Winslet colaborou de perto com Fassbender, e a relação entre eles fora das telas refletiu a dinâmica profissional entre Jobs e Hoffman. O filme rendeu a ela algumas das melhores críticas de sua carreira, embora tenha fracassado nas bilheteiras.[95][96] Peter Howell, do Toronto Star, elogiou Winslet por encontrar “força e graça” em seu papel,[97] e Gregory Ellwood, do HitFix, achou que ela aprimorou a caracterização de Hoffman. Ela venceu o Globo de Ouro e o BAFTA de Melhor Atriz Coadjuvante, além de receber sua sétima indicação ao Oscar.
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O thriller policial de elenco Triplo 9 (2016), de John Hillcoat, apresentou Winslet como Irina Vlaslov, uma implacável gângster russo-israelense. A crítica Ann Hornaday, do The Washington Post, considerou que Winslet não conseguiu retratar a personagem de forma eficaz. Seu lançamento seguinte no mesmo ano, Beleza Oculta, sobre um homem (interpretado por Will Smith) que lida com a morte da filha, foi duramente criticado. Escrevendo para a Vulture, Emily Yoshida descartou o filme como uma releitura vazia de Um Conto de Natal e acrescentou que Winslet “nunca pareceu tão artificial e cansada”. O filme teve um desempenho modesto nas bilheteiras. Winslet aceitou o drama romântico de desastre Depois Daquela Montanha (2017) para enfrentar o desafio de um papel que exigia esforço físico. O filme a reuniu com Idris Elba como dois estranhos que sofrem um acidente aéreo em uma cadeia de montanhas gelada e isolada. As filmagens ocorreram nas montanhas do oeste do Canadá, a 10 mil pés (3.000 metros) acima do nível do mar, com temperaturas muito abaixo de zero. Winslet realizou suas próprias cenas de ação e descreveu a experiência como a mais fisicamente extenuante de sua carreira. Moira Macdonald, do The Seattle Times, opinou que o carisma e a química da dupla elevaram um filme mediano.[98]
Roda Gigante, de Woody Allen, um drama ambientado em Coney Island nos anos 1950, foi o último lançamento de Winslet em 2017. Ela interpretou Ginny, uma dona de casa temperamental que tem um caso com um salva-vidas (vivido por Justin Timberlake). Winslet descreveu Ginny como permanentemente insatisfeita e inquieta, e afirmou que interpretá-la foi difícil, causando-lhe ansiedade.[99] Manohla Dargis, do The New York Times, não gostou do texto de Allen, mas creditou a Winslet o mérito de preencher sua “personagem desgastada com uma vida febril”.[100] Quando questionada durante a divulgação do filme sobre sua decisão de trabalhar com Allen apesar de uma acusação de abuso sexual infantil contra ele, Winslet optou por não comentar a vida pessoal do cineasta, mas disse estar satisfeita com a colaboração. Mais tarde, ela expressaria arrependimento por ter trabalhado tanto com Allen quanto com Roman Polanski. Em 2019, Winslet emprestou sua voz à série animada Moominvalley, sobre os Moomins, e assumiu um papel principal ao lado de Susan Sarandon e Mia Wasikowska em A Despedida, uma refilmagem do filme dinamarquês Silent Heart (2014).[101] Benjamin Lee, do The Guardian, descartou o longa como “menos um filme e mais um workshop de atores” e considerou Winslet mal escalada.[102]
Ressurgimento e expansão (2020–presente)
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Winslet interpretou a paleontóloga Mary Anning em Ammonite (2020), um drama de época sobre um romance entre Anning e Charlotte Murchison (interpretada por Saoirse Ronan), ambientado na Inglaterra da década de 1840. Ela desistiu de participar de A Crônica Francesa, de Wes Anderson, para ter mais tempo de preparação para o projeto. Trabalhou em estreita colaboração com Ronan, e as duas coreografaram suas próprias cenas de sexo. Durante grande parte das filmagens, viveu isolada em um chalé alugado em Dorset, onde o filme foi rodado, para entrar no estado mental da personagem. Caryn James, da BBC, creditou a Winslet o mérito de retratar Anning como “severa e rígida, mas imensamente simpática”, e considerou sua “atuação contida e poderosa” uma das melhores de sua carreira; Manuel Betancourt, da revista New York, saudou o trabalho como um “retorno à boa forma”. Em seguida, ela dublou o cavalo-título em uma adaptação cinematográfica do romance Beleza Negra: Uma Amizade Verdadeira, lançada no Disney+.
Em 2021, Winslet foi produtora executiva e protagonista de Mare of Easttown, uma minissérie da HBO sobre uma detetive de polícia atormentada que investiga um caso de assassinato.[103] Ambientada no condado de Delaware, Winslet insistiu em usar o “sotaque Delco”, uma variação do inglês da Filadélfia falada na região; ela o considerou um dos sotaques mais difíceis que já teve de aprender. Para interpretar Mare, uma mulher que perdeu um filho por suicídio, criou uma história de fundo para a personagem e colaborou de perto com um conselheiro especializado em luto. A série e a atuação de Winslet receberam aclamação da crítica; Richard Roeper escreveu que ela “acrescenta a uma longa lista de atuações magníficas em que desaparece dentro da personagem”, e Lucy Mangan, do The Guardian, opinou: “Se é possível ter uma atuação definidora tão tarde na carreira, esta certamente é a de Winslet”. Mare of Easttown foi um sucesso de audiência para a HBO, e Winslet voltou a vencer o Primetime Emmy, o Globo de Ouro e o SAG Award de Melhor Atriz em Minissérie.
Após Mare of Easttown, Winslet tirou um ano de folga do trabalho para passar tempo com a família.[104] Ela narrou o documentário Eleven Days in May (2022), sobre o bombardeio de Gaza por Israel em 2021. Atuou ao lado da filha Mia Threapleton em um episódio improvisado de longa-metragem da série antológica do Channel 4 I Am…, intitulado "I Am Ruth", sobre os efeitos negativos das redes sociais, que ela desenvolveu e coescreveu com o diretor Dominic Savage.[105] Ela venceu dois Prêmios BAFTA de Televisão — de Melhor Atriz e de Melhor Drama (como produtora). Em seu discurso de aceitação, pediu que legisladores criminalizassem conteúdos digitais nocivos. Em 2017 e 2018, Winslet filmou simultaneamente duas sequências do filme de ficção científica Avatar (2009), de James Cameron, utilizando tecnologia de captura de movimento. Ela aprendeu mergulho em apneia para o papel e conseguiu prender a respiração debaixo d’água por sete minutos, estabelecendo um novo recorde para qualquer cena cinematográfica filmada submersa.[106][107] Lançado em 2022, Avatar: O Caminho da Água arrecadou mais de 2 bilhões de dólares, tornando-se o terceiro filme de maior bilheteria de todos os tempos e o segundo de Winslet, depois de Titanic, a ultrapassar a marca de 2 bilhões.
Após permanecer ligada por oito anos a uma cinebiografia da modelo e fotógrafa de guerra Lee Miller, Winslet produziu e estrelou Lee (2023). Ela contratou a diretora de fotografia Ellen Kuras (que a havia filmado em Brilho Eterno de uma Mente sem Lembranças) para fazer sua estreia na direção de longas-metragens com o projeto. Durante as filmagens, Winslet escorregou e caiu, sofrendo três hematomas na coluna; mesmo com dores, continuou trabalhando. Críticos do The Hollywood Reporter e do The Daily Beast destacaram o quanto a atuação de Winslet ajudou a elevar uma cinebiografia convencional. Em seguida, Winslet foi produtora executiva e protagonista da minissérie da HBO O Regime (2024), uma sátira sobre um país autoritário fictício. Para interpretar uma ditadora megalomaníaca, ela consultou um neurocientista e um psicoterapeuta para criar a história de fundo da personagem. Críticos consideraram sua atuação superior à própria série. Ela recebeu indicações ao Globo de Ouro por suas atuações em Lee e O Regime, além de uma indicação ao BAFTA de Melhor Filme Britânico como produtora de Lee.[108][109]
Em 2025, Winslet reprisou seu papel na sequência Avatar: Fogo e Cinzas. Ela fez sua estreia na direção com o drama da Netflix Adeus, June, escrito por seu filho Joe Anders, no qual também atuou e produziu.[110]
Recepção e estilo de atuação
Jornalistas consideram Winslet uma das melhores atrizes de sua geração.[111] Apesar de ter alcançado o estrelato ainda no início da carreira com o blockbuster Titanic, ela raramente atuou em filmes movidos principalmente por interesses comerciais.[112] Uma jornalista da Elle acredita que suas escolhas refletem a “alma e a atitude de uma atriz trabalhadora, presa no corpo de uma estrela de cinema”.[113] Winslet foi eleita uma das 50 maiores atrizes de todos os tempos em uma enquete com leitores da Empire em 2022; a revista a descreveu como “uma força dramática, capaz de transitar por todos os tipos de períodos e gêneros com um senso inimitável de dignidade e força”.[114] Em 2025, o The Independent a nomeou a 45ª maior atriz do século XXI.[115]
Winslet pertence a um grupo de renomadas atrizes britânicas que geralmente demonstram “contenção, expressando emoções por meio do intelecto em vez dos sentimentos, e um senso de ironia, que evidencia a compreensão superior da heroína”.[116] Tom Perrotta, autor de Pecados Íntimos, afirmou que Winslet “gravita em direção a papéis perturbadores em filmes menores”, geralmente de mulheres “espinhosas, potencialmente antipáticas”.[117] O jornalista Mark Harris escreve que ela se especializou em “mulheres sem sentimentalismo, inquietas, problemáticas, insatisfeitas, desconcertantes e difíceis”, e John Hiscock, do The Daily Telegraph, identificou um tema recorrente de personagens livres e independentes, com uma carga sexual.
Anthony Lane, da The New Yorker, associa Winslet à obstinação, escrevendo que “o ângulo de seu maxilar e o brilho de seu olhar sugerem um espírito libertador, que conhece o caminho à frente e está determinado a segui-lo”.[118] Stephen Whitty, do NJ.com, associa Winslet a “materiais sérios, quase desesperadores”, embora considere difícil rotulá-la como atriz. Josephine Livingstone, da The New Republic, por outro lado, considera Winslet pouco convincente em papéis nos quais ela não apresenta “nenhuma vulnerabilidade emocional real”, acreditando que ela é mais envolvente quando tem “a oportunidade de se descontrolar emocionalmente”.[119]
"Eu não consigo simplesmente decorar minhas falas e fazer [meu trabalho], mas talvez isso seja porque eu não quero atuar, eu quero ser. E acho que há uma diferença nisso."
—Winslet, sobre atuação[112]
Leonardo DiCaprio, seu colega de elenco em Titanic e Foi Apenas um Sonho, considera Winslet “a atriz mais preparada e bem pesquisada no set”, e Jude Law, seu colega em O Amor Não Tira Férias, acredita que, apesar de sua seriedade, ela continua sendo “muito calma e bem-humorada”.[120] O diretor de Steve Jobs, Danny Boyle, identificou em Winslet uma disposição para evitar o estereótipo e afirmou que ela se esforça para “reposicionar a perspectiva de diretores e produtores sobre ela”, permitindo-se ser desafiada como artista.
Winslet afirmou que se interessa por interpretar “mulheres angustiadas”, com personalidades fortes que escondem falhas e inseguranças, e que se conecta com “mulheres que estão tentando sair de uma situação, procurando amor, enfrentando algum conflito dentro do amor ou questionando as grandes questões da vida”. Atraída por papéis que dialogam com suas lutas pessoais em determinados momentos de sua vida, ela considera difícil se desligar de seus personagens, dizendo que “é preciso confrontar seus verdadeiros sentimentos todos os dias. E isso é bastante exaustivo. Depois, você ainda tem que ir para casa e fazer o jantar”. Mesmo assim, ela considera a atuação terapêutica. Winslet é conhecida por sua disposição em realizar cenas de nudez, tendo feito isso em mais de uma dúzia de seus filmes, embora avalie a contribuição dessas cenas para a narrativa antes de aceitá-las.[121] Ela acredita que tais cenas promovem uma imagem corporal positiva entre as mulheres.
Vida pessoal
Durante as filmagens de Dark Season, Winslet, então com quinze anos, iniciou um relacionamento romântico com o ator e roteirista Stephen Tredre, que era doze anos mais velho do que ela.[122] Ela o considerava uma grande influência em sua vida, e os dois viveram juntos em Londres a partir de 1991.[123] Eles se separaram em 1995, mas permaneceram próximos até Tredre morrer de câncer ósseo dois anos depois. Winslet decidiu não comparecer à estreia de Titanic para poder ir ao funeral dele. Em 2008, ela afirmou que nunca havia superado a morte dele.
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Um ano após a morte de Tredre, Winslet conheceu Jim Threapleton no set de O Expresso de Marrakesh, no qual ele atuava como assistente de direção.[124] Eles se casaram em novembro de 1998, na igreja local da família dela, e sua filha, Mia, nasceu em 2000. Descrevendo posteriormente seu casamento com Threapleton como um “caos”, Winslet disse que perdeu o controle de seus instintos durante esse período. Eles se divorciaram em 2001.[125][126]
Pouco depois de se separar de Threapleton, ela conheceu o diretor Sam Mendes, quando ele lhe ofereceu um papel em uma peça; ela recusou a proposta, mas os dois começaram a namorar.[127] Descontente com a forma como os tabloides britânicos retratavam sua vida pessoal, Winslet se mudou para a cidade de Nova York. Ela se casou com Mendes em maio de 2003, na ilha de Anguilla, e o filho do casal, Joe, nasceu ainda naquele ano.[128] A família dividia seu tempo entre Nova York e visitas frequentes à propriedade que possuíam em Cotswolds, na Inglaterra. Em meio a intensas especulações da mídia sobre um possível caso entre Mendes e a atriz Rebecca Hall, ele e Winslet anunciaram sua separação em 2010 e se divorciaram no ano seguinte. Ela relatou ter ficado profundamente abalada com a separação, mas reafirmou sua determinação em cuidar dos filhos apesar do fim do casamento. Em 2010, Winslet se mudou com os filhos de Nova York para a Inglaterra para evitar os paparazzi.
Durante férias na propriedade de Richard Branson, na ilha Necker, em 2011, Winslet conheceu o sobrinho dele, Edward Abel Smith (legalmente conhecido como Ned Rocknroll entre 2008 e 2019), então chefe de marketing promocional e experiência de astronautas da Virgin Galactic, durante um incêndio na casa. Eles se casaram em dezembro de 2012, em Nova York, e o filho do casal, Bear, nasceu no ano seguinte. Após o casamento, Abel Smith passou a ser pai em tempo integral, ajudando Winslet a criar os filhos e também a ensaiar suas falas, apesar de ser severamente disléxico. Posteriormente, ele acrescentou “Winslet” como um de seus nomes do meio. Depois de se mudarem de volta para a Inglaterra, Winslet comprou uma propriedade à beira-mar avaliada em £3,25 milhões em West Wittering, Sussex, onde vivia com Abel Smith e seus filhos em 2015.[129] Em uma entrevista naquele ano, ela comentou o quanto gostava de viver no campo.
Winslet afirmou que, apesar de três casamentos e de uma estrutura familiar que poderia ser vista por alguns como “não convencional”, ela não a considera “menos família” por isso. Ela recusa trabalhos que a manteriam longe dos filhos por longos períodos e gosta de organizar seus compromissos de filmagem de acordo com as férias escolares deles. Ao falar sobre seu estilo de criação, disse que gosta de preparar as marmitas e levar os filhos para a escola.[130]
Ativismo e filantropia
Winslet tem apoiado diversas instituições de caridade e causas, tanto por meio de doações financeiras quanto com a contribuição de itens para leilões beneficentes. Em 2006, tornou-se patrona da instituição Family Haven, sediada em Gloucester, que oferece serviços de aconselhamento a famílias em situação de vulnerabilidade. No mesmo ano, envelopes artesanais criados por Winslet foram leiloados para a campanha Pushing the Envelope, criada pelo National Literacy Trust. Winslet esteve entre as celebridades que participaram de um leilão em 2007 para arrecadar fundos para a Afghanistan Relief Organization. Em 2009, ela contribuiu com desenhos para o Butterfly Book, uma coletânea de rabiscos feitos por várias celebridades com o objetivo de arrecadar dinheiro para pesquisas sobre leucemia. Ainda naquele ano, Winslet, juntamente com Leonardo DiCaprio, James Cameron e Celine Dion, doou US$ 30.000 para apoiar Millvina Dean, então a última sobrevivente viva do Titanic. O valor cobriu os custos de sua estadia em uma casa de repouso no Reino Unido.[131]
Em 2009, Winslet narrou a versão em inglês do documentário islandês A Mother’s Courage: Talking Back to Autism, que retrata a história de Margret Ericsdottir, cujo filho, Keli Thorsteinsson, tem autismo não verbal. Inspirada pela história, ela se uniu a Ericsdottir em 2010 para fundar uma ONG chamada Golden Hat Foundation. A organização tem como objetivo promover a conscientização sobre o autismo e recebeu esse nome a partir de um poema escrito por Thorsteinsson. Como embaixadora das marcas de luxo Lancôme e Longines, Winslet fez parcerias com essas empresas para arrecadar fundos e divulgar a fundação. Ela criou uma coleção de maquiagem para a Lancôme em 2011 e, em 2017, desenhou um novo relógio para a Longines.[132][133]
Em 2012, Winslet escreveu um livro sobre o autismo intitulado The Golden Hat: Talking Back to Autism, publicado pela Simon & Schuster. A obra reúne correspondências entre Winslet e Ericsdottir, depoimentos pessoais de várias celebridades e contribuições de Thorsteinsson. Um crítico da Publishers Weekly elogiou o livro por sua “calidez e sinceridade”. As Nações Unidas apresentaram o livro durante uma cerimônia do Dia Mundial da Conscientização do Autismo, em 2012. Por seu trabalho com a Golden Hat Foundation, Winslet recebeu o prêmio espanhol Yo Dona de Melhor Trabalho Humanitário.[134]
Em 2010, Winslet narrou um vídeo para a PETA que expunha a crueldade animal na produção de foie gras.[135] Ela incentivou chefs a retirarem o item de seus cardápios e pediu aos consumidores que o boicotassem.[136] Em 2015, apoiou a campanha da UNICEF World’s Largest Lesson, que busca conscientizar crianças sobre desenvolvimento sustentável e cidadania global. Alvo de provocações na infância por causa de seu peso, Winslet se posiciona contra o body shaming e o bullying. Ela narrou o curta-metragem animado australiano Daisy Chain (2015), que aborda a história de uma vítima de cyberbullying. Em 2017, Winslet se uniu à fundação ambiental de Leonardo DiCaprio em um evento beneficente sobre o aquecimento global. No mesmo ano, ela e DiCaprio leiloaram um jantar privado com ambos para arrecadar fundos para o tratamento contra o câncer de uma mulher britânica. Em 2018, Winslet se juntou à Lancôme e ao National Literacy Trust para lançar um programa voltado à educação de mulheres desfavorecidas no Reino Unido.[137] Em 2020, ela leu uma história de ninar como parte da iniciativa Save with Stories, arrecadando fundos para o Save the Children’s Emergency Coronavirus Appeal.[138] Em 2021, Winslet comentou sobre a homofobia em Hollywood, afirmando conhecer atores “que têm pavor de que sua sexualidade seja revelada e que isso atrapalhe a possibilidade de serem escalados para papéis heterossexuais”.[139] Em 2025, Winslet foi nomeada embaixadora da The King’s Foundation.[140]
Imagem pública
Em um artigo de 2015 para a Elle, Sally Holmes descreveu a capacidade de Winslet de criar empatia por meio de sua postura.[141] Jo Ellison, da Vogue, escreve que ela possui uma “aura autoritária, quase diplomática”, e Kira Cochrane, do The Guardian, a considera “articulada, sofisticada, [com] um claro toque de grandiosidade”. Ao descrevê-la como alguém que fala de forma direta, Krista Smith, da Vanity Fair, acredita que, apesar do estrelato, Winslet é despretensiosa.

As variações de peso de Winslet ao longo dos anos foram amplamente documentadas pela mídia.[142] Ela tem sido firme em sua recusa em permitir que Hollywood dite seu peso. Em 2003, a edição britânica da revista GQ publicou fotografias de Winslet que haviam sido alteradas digitalmente para fazê-la parecer mais magra e mais alta.[143] Ela afirmou que as alterações foram feitas sem seu consentimento, e a GQ posteriormente publicou um pedido de desculpas.[144][17][145] Em 2007, Winslet venceu um processo por difamação contra a revista Grazia, após a publicação afirmar que ela havia consultado uma nutricionista. Ela recebeu £10.000 em indenização e doou o valor a uma instituição de apoio a pessoas com transtornos alimentares. Em 2009, venceu outro processo contra o tabloide britânico Daily Mail, que alegava que ela havia mentido sobre sua rotina de exercícios. Winslet recebeu um pedido de desculpas e uma indenização de £25.000.
Winslet foi incluída na lista das “Pessoas Mais Bonitas” da revista People em 2005.[146] Sua beleza e apelo sexual também foram destacados por outras publicações, como Harper's Bazaar, Who e Empire.[147] Ela afirma não seguir o ideal de beleza de Hollywood e utiliza sua visibilidade para incentivar mulheres a aceitarem sua aparência com orgulho.[148] Winslet já se manifestou contra o uso de Botox e cirurgias plásticas. Com o objetivo de incentivar o envelhecimento natural, fundou a British Anti-Cosmetic Surgery League, ao lado das atrizes Emma Thompson e Rachel Weisz.[149] Ela orienta revistas e marcas a não suavizarem digitalmente suas rugas em fotografias. Winslet demonstra relutância em discutir publicamente a disparidade salarial de gênero na indústria cinematográfica, pois não gosta de falar sobre seu próprio salário. Também já expressou aversão a grandes press junkets e eventos de tapete vermelho, classificando-os como desperdício de dinheiro.
Em 2009, a Forbes estimou seu salário anual em US$ 2 milhões, sendo a maior parte proveniente de contratos publicitários.[150] No mesmo ano, o UK Film Council calculou que ela havia ganhado £20 milhões com seus papéis como atriz desde 1995. Winslet foi nomeada uma das 100 pessoas mais influentes do mundo pela revista Time em 2009 e 2021. O Madame Tussauds de Londres revelou uma estátua de cera de Winslet em 2011.[151] No ano seguinte, ela recebeu o prêmio César Honorário e, em 2014, ganhou uma estrela na Calçada da Fama de Hollywood.[152][153] Winslet foi nomeada Comandante da Ordem do Império Britânico (CBE) nas Honrarias de Aniversário de 2012, por seus serviços ao drama.[154]
Filmografia
Cinema
| Ano | Título original | Papel |
|---|---|---|
| 1994 | Heavenly Creatures | Juliet Marion Hulme |
| 1995 | Sense and Sensibility | Marianne Dashwood |
| A Kid in King Arthur's Court | Princesa Sarah | |
| 1996 | Hamlet | Ofélia |
| Jude | Sue Bridehead | |
| 1997 | Titanic | Rose DeWitt Bukater |
| 1998 | Hideous Kinky | Júlia |
| 1999 | Holy Smoke! | Ruth Barron |
| 2000 | Quills | Madeleine |
| 2001 | War Game | Mum / Annie (voz) |
| Iris | Iris Murdoch (Jovem) | |
| Christmas Carol: The Movie | Belle (voz) | |
| Enigma | Hester Wallace | |
| Faeries | Brigid (voz) | |
| 2003 | The Life of David Gale | Bitsy Bloom |
| 2004 | Pride | Suki (voz) |
| Eternal Sunshine of the Spotless Mind | Clementine Kruczynski | |
| Finding Neverland | Sylvia Llewelyn Davies | |
| 2005 | Romance & Cigarettes | Tula |
| 2006 | Flushed Away | Rita (voz) |
| The Holiday | Iris Simpkins | |
| All the King's Men | Anne Stanton | |
| Little Children | Sarah Pierce | |
| Deep Sea 3D | Narradora | |
| 2007 | Le renard et l'enfant | Narradora |
| 2008 | The Reader | Hanna Schmitz |
| Revolutionary Road | April Wheeler | |
| 2011 | Carnage | Nancy Cowan |
| Contagion | Dra. Erin Mears | |
| 2013 | Movie 43 | Beth |
| 2014 | Labor Day | Adele Wheeler |
| A Little Chaos | Sabine de Barra | |
| Divergent | Jeanine Matthews | |
| 2015 | The Divergent Series: Insurgent | |
| The Dressmaker | Myrtle "Tilly" Dunnage | |
| Steve Jobs | Joanna Hoffman | |
| 2016 | Triple 9 | Irina Vlaslov |
| Collateral Beauty | Claire Wilson | |
| The Lost Letter | Narradora | |
| 2017 | The Mountain Between Us | Alex Martin |
| Wonder Wheel | Ginny | |
| 2018 | Mary and the Witch's Flower | Madame Mumblechook (voz) |
| 2019 | Birds of a Feather | Blanche (voz) |
| Blackbird | Jennifer | |
| 2020 | Ammonite | Mary Anning |
| 2022 | Avatar: The Way of Water | Ronal |
| 2023 | Lee | Lee Miller |
| 2024 | DreamScapes | Narradora |
| 2025 | Avatar: Fire and Ash | Ronal |
| Goodbye June | Julia |
Televisão
| Ano | Título original | Personagem |
|---|---|---|
| 1991 | Dark Season | Reet |
| 1992 | Get Back | Eleanor Sweet |
| Anglo Saxon Attitudes | Caroline Jenington | |
| 1993 | Casualty | Suzanne |
| 2003 | Nefertiti Revealed | Narradora |
| 2005 | Extras | Ela mesma |
| 2011 | Mildred Pierce | Mildred Pierce |
| 2019 | Moominvalley | Sra. Fillyjonk (voz) |
| 2021 | Mare of Easttown | Mare Sheehan |
| 2023 | I Am... | Ruth |
| 2024 | The Regime | Elena Verham |
| 2025 | Digman! | Dra. Sandra Null (voz; episódio 'Freud's Couch') |
| 2026 | Finding Harmony: A King's Vision | Narradora |
Prêmios e indicações
| Ano | Categoria | Trabalho indicado | Resultado |
|---|---|---|---|
| 1996 | Melhor Atriz Coadjuvante | Sense & Sensibility | Indicado |
| 1998 | Melhor Atriz | Titanic | Indicado |
| 2002 | Melhor Atriz Coadjuvante | Iris | Indicado |
| 2005 | Melhor Atriz | Eternal Sunshine of the Spotless Mind | Indicado |
| 2007 | Little Children | Indicado | |
| 2009 | The Reader | Venceu | |
| 2016 | Melhor Atriz Coadjuvante | Steve Jobs | Indicado |
| Ano | Categoria | Trabalho indicado | Resultado |
|---|---|---|---|
| 1996 | Melhor Atriz Coadjuvante em Cinema | Sense and Sensibility | Indicado |
| 1998 | Melhor Atriz em Cinema - Drama | Titanic | Indicado |
| 2002 | Melhor Atriz Coadjuvante em Cinema | Iris | Indicado |
| 2005 | Melhor Atriz em Filme de Comédia ou Musical | Eternal Sunshine of the Spotless Mind | Indicado |
| 2007 | Melhor Atriz em Cinema - Drama | Little Children | Indicado |
| 2009 | Revolutionary Road | Venceu | |
| Melhor Atriz Coadjuvante em Cinema | The Reader | Venceu | |
| 2012 | Melhor Atriz em Minissérie ou Telefilme | Mildred Pierce | Venceu |
| Melhor Atriz em Cinema - Comédia ou Musical | Carnage | Indicado | |
| 2015 | Melhor Atriz em Cinema - Drama | Labor Day | Indicado |
| 2016 | Melhor Atriz Coadjuvante em Cinema | Steve Jobs | Venceu |
| 2022 | Melhor Atriz em Minissérie ou Telefilme | Mare of Easttown | Venceu |
| Melhor Minissérie ou Telefilme (como produtora) | Indicado | ||
| 2025 | Melhor Atriz em Minissérie ou Telefilme | The Regime | Indicado |
| Melhor Atriz em Cinema - Drama | Lee | Indicado |
| Ano | Categoria | Trabalho indicado | Resultado |
|---|---|---|---|
| 2005 | Melhor Atriz Convidada em Série de Comédia | Extras | Indicado |
| 2011 | Melhor Atriz em Minissérie ou Telefilme | Mildred Pierce | Venceu |
| 2021 | Mare of Easttown | Venceu | |
| Melhor Série Limitada | Indicado |
| Ano | Categoria | Trabalho indicado | Resultado |
|---|---|---|---|
| 1996 | Melhor Atriz Coadjuvante | Sense & Sensibility | Venceu |
| 2002 | Iris | Indicado | |
| 2005 | Melhor Atriz | Eternal Sunshine of the Spotless Mind | Indicado |
| Finding Neverland | Indicado | ||
| 2007 | Little Children | Indicado | |
| 2009 | The Reader | Venceu | |
| Revolutionary Road | Indicado | ||
| 2016 | Melhor Atriz Coadjuvante | Steve Jobs | Venceu |
| Ano | Categoria | Trabalho indicado | Resultado |
|---|---|---|---|
| 2000 | Melhor Álbum Falado para Crianças | Listen to the Storyteller | Venceu |
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Ela tem o tipo de personalidade que deixa uma sala inteira à vontade, soltando palavrões de vez em quando e fazendo comentários autodepreciativos, enquanto encanta todo mundo com aquele sotaque inglês aveludado.
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