Caravelas (Bahia)
Caravelas | |
|---|---|
| Município do Brasil | |
![]() | |
![]() Bandeira | |
| Hino | |
| Gentílico | caravelense[1] |
| Localização | |
![]() | |
![]() Caravelas |
|
| Mapa de Caravelas | |
| Coordenadas | 🌍 |
| País | Brasil |
| Unidade federativa | Bahia |
| Municípios limítrofes | Alcobaça, Teixeira de Freitas, Medeiros Neto, Lajedão, Ibirapuã e Nova Viçosa |
| Distância até a capital | 836 km[2] |
| História | |
| Fundação | 23 de abril de 1855 (170 anos)[3] |
| Administração | |
| Distritos | Lista
|
| Prefeito(a) | Adauto Ronaldo Azevedo da Costa (Doutor Adauto)[1][5] (PSD, 2025–2028) |
| Características geográficas | |
| Área total [1] | 2 377,889 km² |
| • Área urbana (IBGE/2019) [1] | 5,94 km² |
| População total (Censo IBGE/2022) [1] | 20 580 hab. |
| • Estimativa (IBGE/2025) | 21 384 hab. |
| Densidade | 8,7 hab./km² |
| Clima | tropical quente superúmido (Aw)[6][7] |
| Fuso horário | Hora de Brasília (UTC−3) |
| Indicadores | |
| IDH (PNUD/2010) [8] | 0,616 — médio |
| PIB (IBGE/2021) [9] | R$ 357 881,73 mil |
| PIB per capita (IBGE/2021) | R$ 16 145,53 |
| Sítio | www.caravelas.ba.gov.br (Prefeitura) camaradecaravelas.ba.gov.br (Câmara) |
Caravelas é um município brasileiro no litoral do estado da Bahia, Região Nordeste do país. Localiza-se no extremo sul baiano,[10] estando situado a cerca de 840 km a sudoeste da capital estadual. Ocupa uma área de aproximadamente 2 380 km², sendo que 6 km² estão em área urbana, e sua população foi estimada em 21 384 habitantes em 2025.
História
Período pré-cabralino
A história da ocupação humana de Caravelas anterior à chegada dos europeus no continente americano, acompanhando assim a história da ocupação da zona costeira brasileira e, após a primeiras expedições coloniais ainda na primeira década do século XVI, os processos de sua formação histórica se confundem com os da própria Capitania de Porto Seguro.[11]
As terras que faziam parte do histórico território caravelense eram ocupadas no litoral por povos de língua tupi (ex. tupinambás, tupiniquins e tupinaki), enquanto que, os registros existentes apontam que as partes interioranas eram habitadas por pataxós, maxakalis, kumanasó, makuni, canarim, botocudos, pam-pams, yiporrok-poyicá e uruku.[12]
Os povos tupis que viviam na costa caravelense denominavam de Guaratuba o espaço em que se encontrava a sua aldeia indígena durante o período pré-colonial e que veio a abrigar no futuro a contemporânea cidade de Caravelas.[13]
Período colonial
Os primeiros registros de europeus que aportaram em terras caravelenses ocorreram em 1503 com a chegada de uma esquadra portuguesa comandada pelo militar Gonçalo Coelho e que era pilotada por Américo Vespúcio. Esta frota de exploração atracou no porto natural existente no que seria a futura cidade de Caravelas e lá fundou uma feitoria, que deixou fortificada com 12 peças de artilharia e 24 homens europeus.[14]
Com a decisão do rei Manuel I de Portugal em dividir o Brasil em capitanias hereditárias, em 1534, as terras do atual município de Caravelas passaram a pertencer formalmente à Capitania de Porto Seguro com a doação da capitania feita pela Coroa portuguesa para Pero de Campos Tourinho por meio da Carta régia de 27 de maio de 1534.[14]
Por causa da invasão portuguesa, materializada neste território com a implantação da feitoria de Caravelas, surgiu a resistência de diversos povos indígenas, sendo que a primeira delas se deu pelos povos tupiniquins, que habitavam a faixa litorânea compreendida pelo rio Camamu até o rio Cricaré, que seria conhecido contemporaneamente como rio Mucuri.[14]
Com a implantação do Governo-Geral do Brasil em Salvador no ano de 1549, as autoridades coloniais passaram a consolidar o seu domínio sobre o território que estavam conquistando. Uma dessas medidas foi o estímulo a expedições no litoral e penetrações colonizadoras no interior que seriam conhecidas como "entradas e bandeiras".[14]
Em 1553, a feitoria Caravelas recebe a expedição exploratória chefiada pelo castelhano Francisco Bruza Espinosa que tinha saído de Porto Seguro como objetivo de aprofundar o conhecimento do território sob conquista, encontrar metais e pedras preciosas. Esta "entrada" colonizadora era composta por homens portugueses, mamelucos, "mazambos" e indígenas tupiniquins aliados dos portugueses.[14]
A administração da Capitania de Porto Seguro passa por uma mudança em 10 de agosto de 1559 com a sua venda, pelo capitão-donatário Pero Tourinho, para dom João Lancastre, o Duque de Aveiro.[14]
Depois da entrada de Espinoza, somente em 1572 apareceu uma nova expedição colonial desta natureza, com a entrada de Sebastião Fernandes Tourinho que subiu o rio Doce e, após concluir suas incursões, retrocedeu ao litoral pelo vale do rio das Caravelas.[14]
Em 1574 a área onde se encontrava a Feitoria de Caravelas foi visitada por uma nova expedição colonizadora, desta vez chefiada por Antonio Dias Adorno e composta por 150 portugueses e 400 indígenas que adentraram no "sertão" do Brasil à procura de ouro e da já famosa serra das Esmeraldas. Eles inclusive navegaram pelo rio Caravelas com esse fim.[14]
A presença de todas estas expedições que ocorreram na segunda metade do século XVI não contribuíram para o estabelecimento de qualquer núcleo populacional de origem colonial no território caravelense. Isto somente iria ocorrer em 1581, de acordo com a tradição oral, por meio de um padre missionário francês, que supostamente teria vindo acompanhando a missão de Manuel da Nóbrega e acabou fundando a aldeia de Caravelas (como era conhecida em português pelos portugueses), também chamada de aldeia de Guaratuba (como era chamada em tupi pelos povos tupis e demais falantes da Língua Geral do Sul baiano)[13], inicialmente composta por indígenas que habitavam tradicionalmente este território. Nesta povoação, teria sido erigida uma pequena igreja, sob a invocação de Santo Antônio do Campo dos Coqueiros.[14]
Posteriormente, essa aldeia foi abandonada. Contudo, em 1610, os seus habitantes da Aldeia de Caravelas foram obrigados a retornar para o povoado por ordem do 9.º Governador-Geral do Brasil, dom Diogo de Menezes, mantendo, desde então, uma ocupação territorial contínua.[14]
Em 1636, o povoado de Caravelas sofreu um ataque neerlandês patrocinado pela Companhia das Índias Ocidentais. Este ataque se deu no contexto de tentativa de conquista pela então República dos Sete Países Baixos Unidos de territórios fragilizados da União Ibérica.[14]
Em 1700, o povoado de Caravelas foi elevado à categoria de vila, com o nome de Vila de Santo Antônio do Rio das Caravelas, por ato do governador-geral do Brasil, João Lencastre, ato confirmado pela Metrópole lusitana por meio de alvará real de 1701. De acordo com outro alvará, datado de 18 de janeiro de 1755, a vila de Santo Antônio do Rio das Caravelas é reconhecida como uma à categoria de freguesia eclesiástica e passa a ter uma jurisdição territorial ampla que abrangia os contemporâneos municípios de Mucuri, Vila Viçosa e Conceição da Barra (este no Espírito Santo).[14]
Período pós-independência
A vila de Santo Antônio do Rio das Caravelas teria sido um dos primeiros municípios da região sul da província da Bahia a aclamar o príncipe regente dom Pedro como "Imperador Constitucional do Brasil" em 13 de outubro de 1822, e reconhecendo o Decreto da Corte de 17 de julho de 1822, expedido pelo então Príncipe Regente que determinava a eleição de deputados para uma nova legislatura a ser sediada no Rio de Janeiro, em solo brasileiro. Este movimento de Caravelas foi acompanhado pelo município de Porto Seguro em 25 de novembro de 1822, quando fez essa aclamação de dom Pedro.[15]
Na mesma época, enquanto Caravelas e Porto Seguro se alinhavam com a Corte no Rio de Janeiro, este movimento político não havia sido efetuado pelo município de São Jorge dos Ilhéus, o qual se recusava a cumprir o dito Decreto, enquanto os grupos políticos que compunham o município de Prado se encontravam divididos, conforme documentos da época.[15]
Caravelas foi uma das localidades situadas no litoral brasileiro que recebeu um grande fluxo de pessoas escravizadas (também chamadas de "cativas") de origem africana ou interna, que chegavam principalmente por meio de seu porto. Tendo em vista que a independência do Brasil em 1822 não acabou com a escravidão existente no período colonial, as propriedades rurais situadas neste município também acompanharam o resto do país e mantinham esse sistema econômico de exploração da mão-de-obra escravizada, como era o caso da fazenda do sargento-mor Manoel Nunes de Abreu Júnior, um dos envolvidos nas lutas pela independência do Brasil na região de Caravelas e proprietário de terras e pessoas escravizadas.[15][16]
De acordo com estudo historiográfico sobre cativos africanos registrados em livros da igreja matriz de Caravelas entre as décadas de 1820 a 1840, foi identificado que os africanos cativos pertenciam aos seguintes povos, nações ou origem: Minas (32%), Guiné (24%), Moçambique (12%), Cabindo (8%), Ifá (8%), Nagô (4%), Jeje (4%), Manjolo (4%), Rebolo (4%).[16]
Como Guiné e Moçambique se referem essencialmente a territórios onde se situava o porto africano que embarcou os escravizados, esses grupos poderiam se referir a uma grande diversidade de etnias[17]. Apesar de "mina" ser uma expressão ambígua aplicável tanto a Costa da Mina, quanto ao porto ganense de Elmina, a classificação batismal separa os minas dos iorubás e ifás, de modo que se percebe que destes grupos os Minas se destacavam, o que seria o indício de que uma grande importância deste grupo na própria formação cultural da Vila de Caravelas, pois fui o maior grupo de origem africana identificada no período estudado.[16]
Durante o período do Brasil Império, em meados do século XIX, a vila de Caravelas foi elevada à condição de cidade. Assim, ela recebeu o título de Constitucional Cidade de Caravelas, por meio da Lei n.º 521, de 23 de abril de 1855, assinada por João Maurício Wanderley, 1.º Ministro do Império e, mais tarde, Barão de Cotegipe.[14]
Período republicano
Com a proclamação da república em 15 de novembro de 1889, seguindo a tendência de coronelismo vigente durante a dita República Velha, a elite política de Caravelas era representada pelo coronel Hermenegildo Soares de Almeida Alcântara, o qual, constava em 1905 como Presidente do Conselho Municipal (o equivalente à Câmara Municipal), enquanto a intendência municipal era exercida pelo major Francisco Soares dos P. Monteiro, vinculado diretamente ao coronel Hermenegildo Alcântara.[13]
Na condição de patriarca de um relevante clã político caravelense (o clã "Almeida"), o coronel Hermenegildo Soares Alcântara veio a ser pai de José de Almeida Alcântara (1904-1968), cidadão caravelense que foi deputado estadual pela Bahia e exerceu por duas vezes o mandato de prefeito de Itabuna[18]. Um padrão das famílias políticas do interior baiano, incluindo o Extremo Sul da Bahia, que não se limitam ao seu município, mas se dispersam para ocupar posições políticas em locais próximos.[19]
Após a visita do governador do estado da Bahia à Caravelas em 1907, os clãs políticos entraram em conflito para decidir quem seria eleito intendente municipal. Deste modo, abriu uma disputa entre dois grupos: a primeira facção política, conhecida popularmente como os "bicudos", que era vinculado ao coronel Hermenegildo S. de Almeida Alcântara designa o capitão João Vicente de Almeida; enquanto o segundo grupo político, liderado pelo capitão Gustavo Costa, que rompe com a elite dominante, torna-se uma força oposicionista local e ficam conhecidos como os "crejuás", designa o capitão Manoel Feliciano Alves Cajazeira para representar o grupo na disputa eleitoral.[19]
O conjunto de conflitos, incluindo tiroteios, violências e mortes diretamente envolvidos com essa disputa eleitoral municipal acabou sendo conhecida localmente como o Caso de 1908. Este evento alcançou seu ápice quando a Câmara Estadual em Salvador não ratificou a eleição do "bicudo" João Vicente de Almeida, mas declarou como vencedor o oposicionista "crejuá" Manoel Feliciano Alves Cajazeira. Após o aumento dos atos de agressão entre os dois grupos, com os bicudos se recusando inicialmente a aceitar a decisão das autoridades baianas, este episódio de violência política só se apaziguou quando as elites de Salvador ratificam a eleição do "crejuá" Manoel Cajazeira como intendente municipal, o qual constava em 1910 como exercente desta função[20].
Geografia
Localiza-se a uma latitude 17º43'55" sul e a uma longitude 39º15'57" oeste, estando a uma altitude de 10 metros, e é banhado pelo rio de mesmo nome.
Demografia
![]() |
|---|
Em 2016, a população do município foi contada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em 22.646 habitantes.[23] Porém no censo de 2010, quando a cidade possuía 21.414 habitantes, foram levantados dados de que 10.873 (50,78%) eram homens e 10.541 (49,22%) eram mulheres. Ainda segundo o mesmo censo, 11.309 habitantes (52,81%) viviam na zona urbana e 10.105 (47,19%) na zona rural. Entre 2000 e 2010, a população de Caravelas cresceu a uma taxa média anual de 0,63%, metade da média do Brasil naquele período. O censo também apontou que a taxa de urbanização do município era de 51,40%. Da população total em 2010, 6.246 habitantes (29,17%) tinham menos de 15 anos de idade, 13.681 habitantes (63,89%) tinham de 15 a 64 anos e 1.487 pessoas (6,94%) possuíam mais de 65 anos, sendo que a esperança de vida ao nascer era de 72,5 anos e a taxa de fecundidade total por mulher era de 2,7.[24]
O Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDH-M) de Caravelas é considerado médio, segundo o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) no ano de 2010. Seu valor era de 0,616, sendo o 96º maior, entre os 417 municípios da Bahia e 3.771º maior, entre os 5 565 municípios do Brasil.[25] Considerando apenas a educação, o índice era de 0,473, o índice da longevidade era de 0,791; e o de renda era de 0,626. Entre 1991 e 2010, a renda per capita média do caravelense subiu de R$ 146,40 para R$ 394,43, apresentando um aumento total de 169,42%. Isso significa que a renda média da população cresceu a uma taxa 5,35% ao ano. A proporção de pessoas pobres, ou seja, com renda domiciliar per capita inferior a R$ 140,00 era de 34,46% em 2010. Já a população considerada extremamente pobre, com renda domiciliar per capita inferior a R$ 70,00, era de 11,82% no mesmo ano. O Coeficiente de Gini, que mede a desigualdade social, era de 0,56.[24]
Economia
| Setor | Valor |
| Setor primário | R$ 108.688.000,00 |
| Setor secundário | R$ 12.730.000,00 |
| Setor terciário | R$ 85.344.000,00 |
| Administração pública | R$ 65.251.000,00 |
| Impostos | R$ 15.024.000,00 |
| Total | R$ 287.036.000,00 |
O Produto Interno Bruto (PIB) de Caravelas em 2014 era de aproximadamente 290 milhões de reais. Do valor total do PIB caravelense no referido ano, 108,7 milhões advieram do setor primário, 12,7 milhões do setor secundário, 85,3 milhões do setor terciário, 65,2 milhões da Administração pública e 15,0 milhões foram arrecadados com impostos sobre produtos líquidos de subsídios. O PIB per capita era de 12,8 mil reais.[27]
Em 2010 havia 13.905 habitantes acima de 18 anos no município. Dessa faixa etária, 8.657 (62,3%) eram economicamente ativos e estavam ocupados, enquanto outros 1.880 (13,5%) estavam desocupados. Os demais 3.368 (24,2%) foram considerados economicamente inativos. Das pessoas ocupadas, 32,51% trabalhavam no setor agropecuário, 0,16% na indústria extrativa, 4,62% na indústria de transformação, 6,27% no setor de construção, 0,43% nos setores de utilidade pública, 7,89% no comércio e 34,81% no setor de serviços.[24]
Geografia
O bioma de Caravelas é Mata Atlântica.[1]
- Clima
Segundo dados do Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), referentes ao período de 1961 a 1970, 1973 a 1980, 1986 a 1989 e a partir de 1993, a menor temperatura registrada em Caravelas foi de 10 °C em 13 de agosto de 1963, e a maior atingiu 36,6 °C em 20 de março de 2019. O maior acumulado de precipitação em 24 horas foi de 195,2 milímetros (mm) em 27 de setembro de 2000. Outros grandes acumulados iguais ou superiores a 150 mm foram 180,3 mm em 4 de novembro de 2012, 175,6 mm em 29 de novembro de 1999 e 172,2 mm em 19 de janeiro de 1969. Abril de 1995, com 511,4 mm, foi o mês de maior precipitação.[28][29]
| Dados climatológicos para Caravelas | |||||||||||||
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Mês | Jan | Fev | Mar | Abr | Mai | Jun | Jul | Ago | Set | Out | Nov | Dez | Ano |
| Temperatura máxima recorde (°C) | 34,8 | 36,2 | 36,6 | 34,6 | 34,5 | 32,4 | 32,1 | 31,5 | 32,6 | 34 | 33,4 | 34 | 36,6 |
| Temperatura máxima média (°C) | 30,5 | 31 | 30,6 | 29,6 | 28,3 | 26,8 | 26,4 | 26,6 | 27,3 | 28,1 | 28,6 | 29,7 | 28,6 |
| Temperatura média compensada (°C) | 26,4 | 26,5 | 26,5 | 25,8 | 24,3 | 22,8 | 22,2 | 22,5 | 23,5 | 24,5 | 25,2 | 26,1 | 24,7 |
| Temperatura mínima média (°C) | 22,8 | 22,9 | 23 | 22,3 | 20,7 | 18,9 | 18,4 | 18,4 | 19,7 | 21 | 22 | 22,6 | 21,1 |
| Temperatura mínima recorde (°C) | 17,8 | 18 | 18,9 | 17,3 | 14 | 13,3 | 12,7 | 10 | 12,7 | 14,7 | 16,4 | 18 | 10 |
| Precipitação (mm) | 83,8 | 66,7 | 147,5 | 161,8 | 134,9 | 85,1 | 105,6 | 58,3 | 90,2 | 102,7 | 220,7 | 148 | 1 405,3 |
| Dias com precipitação (≥ 1 mm) | 8 | 7 | 12 | 13 | 11 | 11 | 12 | 9 | 9 | 9 | 11 | 10 | 122 |
| Umidade relativa compensada (%) | 80,1 | 79,3 | 82,1 | 83 | 83,9 | 84,5 | 84 | 81,2 | 79,6 | 79,6 | 81,9 | 81,2 | 81,7 |
| Insolação (h) | 241 | 224,8 | 203,2 | 191,4 | 172,2 | 155,9 | 169,1 | 197,2 | 178,7 | 186,3 | 164,1 | 185 | 2 268,9 |
| Fonte: Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) (normal climatológica de 1981-2010;[30] recordes de temperatura: 01/01/1961 a 31/12/1970, 01/01/1973 a 31/12/1980, 01/01/1986 a 31/03/1989 e 01/01/1993 a 22/07/2016 e 01/03/2018-presente)[29][31][28] | |||||||||||||
Infraestrutura
Saúde
Caravelas ficou na primeira posição do ranking referente aos melhores indicadores de saúde do Programa Previne Brasil nos municípios que fazem parte da microrregião do extremo sul baiano.[32]
-
Prédios históricos no Centro de Caravelas -
Igreja Nossa Senhora da Conceição -
Ponta de Areia -
Praia de Caravelas
Ver também
- Aeroporto de Caravelas
- Zona turística da Costa das Baleias
- Lista de municípios da Bahia
- Lista de municípios do Brasil
Referências
- ↑ a b c d e f Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). «Caravelas». Consultado em 13 de novembro de 2025. Cópia arquivada em 13 de novembro de 2025
- ↑ Secretaria de Infraestrutura do Estado da Bahia (SEINFRA) (2012). «Localização das sedes municipais» (PDF). p. 6–9. Consultado em 13 de novembro de 2025. Cópia arquivada (PDF) em 14 de fevereiro de 2025
- ↑ Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). «História - Caravelas». Consultado em 13 de novembro de 2025. Cópia arquivada em 13 de novembro de 2025
- ↑ Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (2022). «Unidades territoriais do nível Distrito - Caravelas». Consultado em 13 de novembro de 2025. Cópia arquivada em 13 de novembro de 2025
- ↑ G1 (31 de dezembro de 2024). «Prefeito de Caravelas (BA) toma posse nesta quarta (1º); veja lista de vereadores eleitos». Consultado em 18 de outubro de 2025
- ↑ Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). «Brasil - Climas». Biblioteca IBGE. Consultado em 1 de dezembro de 2023. Cópia arquivada em 12 de outubro de 2013
- ↑ Climate-Data.org. «Clima: Caravelas». Consultado em 1 de dezembro de 2023. Cópia arquivada em 1 de dezembro de 2023
- ↑ Atlas do Desenvolvimento Humano (29 de julho de 2013). «Ranking decrescente do IDH-M dos municípios do Brasil» (PDF). Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). Consultado em 24 de agosto de 2013. Arquivado do original (PDF) em 8 de julho de 2014
- ↑ Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (2021). «Produto Interno Bruto dos Municípios - 2021». Consultado em 13 de novembro de 2025. Cópia arquivada em 13 de novembro de 2025
- ↑ «Temóteo Brito destaca passagem dos 158 anos do município de Caravelas». Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA). 26 de abril de 2013. Consultado em 18 de outubro de 2025
- ↑ Francisco Cancela (2020). «História dos Pataxó no Extremo Sul da Bahia: Temporalidades, Territorializações e Resistências». Abatirá: Revista de Ciências Humanas e Linguagens. Consultado em 29 de dezembro de 2025
- ↑ Wagner Carvalho de Argolo Nobre (2015). «História linguística do Sul da Bahia (1534-1940)». Salvador: Tese (Doutorado) – Instituto de Letras da Universidade Federal da Bahia. Consultado em 29 de dezembro de 2025
- ↑ a b c «Caravellas». Rio de Janeiro: Almanak Laemmert: Administrativo, Mercantil e Industrial (RJ). 1905. Consultado em 29 de dezembro de 2025
- ↑ a b c d e f g h i j k l m «Caravelas: Histórico». IBGE. Consultado em 29 de dezembro de 2025
- ↑ a b c Francisco Cancela (2023). «Povos indígenas, a independência e a formação do estado brasileiro: documentos da história indígena e do indigenismo na Bahia (1821-1836)». Curitiba: CRV. Consultado em 29 de dezembro de 2025
- ↑ a b c Uerisleda Alencar Moreira (2015). «Africanos em Caravelas, Bahia: estratégias de batismo e compadrio (1821-1823)». Revista África(s). 2 (4). Consultado em 29 de dezembro de 2025
- ↑ «Rotas da escravidão». Portal Geledés. 18 de abril de 2009. Consultado em 29 de dezembro de 2025
- ↑ «DEP. JOSÉ ALCÂNTARA». Assembleia Legislativa da Bahia. Consultado em 29 de dezembro de 2025
- ↑ a b SAID, Fabio. O clã Almeida de Caravelas e Alcobaça. São Paulo: edições do autor, 2012.
- ↑ «Caravellas». Rio de Janeiro: Almanak Laemmert: Administrativo, Mercantil e Industrial (RJ). 1910. Consultado em 29 de dezembro de 2025
- ↑ Atlas Brasil. «Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil». Consultado em 27 de março de 2017
- ↑ IBGE. «Caravelas - População estimada 2016». Consultado em 27 de março de 2017
- ↑ «IBGE | Cidades | Bahia | Caravelas | Estimativa da População 2016». cidades.ibge.gov.br. Consultado em 27 de março de 2017
- ↑ a b c «Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil». Atlas Brasil. Consultado em 27 de março de 2017
- ↑ «IDHM Municípios 2010». PNUD Brasil. Consultado em 27 de março de 2017
- ↑ «Produto Interno Bruto dos Municípios 2014 - Caravelas». IBGE. Consultado em 27 de março de 2017
- ↑ «PIB 2014». IBGE. Consultado em 27 de março de 2017
- ↑ a b «Banco de dados meteorológicos». Instituto Nacional de Meteorologia (INMET). Consultado em 1 de dezembro de 2023
- ↑ a b «Estação: Caravelas (A405)». Instituto Nacional de Meteorologia (INMET). Consultado em 1 de dezembro de 2023
- ↑ «NORMAIS CLIMATOLÓGICAS DO BRASIL». Instituto Nacional de Meteorologia. Consultado em 18 de julho de 2018
- ↑ «Gráficos». Instituto Nacional de Meteorologia (INMET). Consultado em 1 de dezembro de 2023
- ↑ «Caravelas fica em primeiro no ranking de qualidade da saúde pública na região extremo sul». PrimeiroJornal. 28 de julho de 2021. Consultado em 17 de agosto de 2021
Ligações externas
Media relacionados com Caravelas no Wikimedia Commons- Prefeitura de Caravelas
- Câmara Municipal
- Caravelas no IBGE Cidades






