Dinastia jarráida
Jarráida
| |
|---|---|
| Banu Aljarrá | |
| Estado | |
| Título | Emir |
| Origem | |
| Fundador | Daguefal ibne Aljarrá |
| Fundação | Anos 970 |
| Etnia | árabe |
| Atual soberano | |
| Último soberano | Fadle ibne Rabia |
| Dissolução | ca. 1107 |
| Linhagem secundária | |
| alfládida | |
| Islamismo | |
Os jarráidas ou Banu Aljarrá (em árabe: بنو الجرَّاح; romaniz.: Banū al-Jarrāḥ) eram uma dinastia árabe que governou intermitentemente a Palestina e controlou a Transjordânia e o norte da Arábia no final do século X e início do XI. Eles eram a família governante da tribo dos taitas, uma das três tribos poderosas da Síria na época; as outras duas eram os calbitas e quilabitas. Os jarráidas surgiram pela primeira vez nas fontes muçulmanas como aliados dos cármatas, e ganharam destaque sob seu chefe Mufarrije ibne Daguefal ibne Aljarrá. Em 973, este último garantiu o governo da Palestina, tendo Ramla como seu centro, do Califado Fatímida como recompensa por serviços militares. Mufarrije perdeu o favor dos fatímidas, que expulsaram os jarráidas da Palestina quando eles saquearam Ramla em 981. Depois disso, os jarráidas passaram a atacar as caravanas de peregrinos do Haje que se dirigiam a Meca e oscilaram entre os fatímidas, bizantinos e governantes muçulmanos locais na Síria.
Por volta de 1011–12, os jarráidas controlavam todo o interior da Palestina até Tiberíades e desafiaram os fatímidas ao declarar seu próprio califa, Abu Alfutu Alhaçane ibne Jafar, em Ramla. O califa fatímida Aláqueme então pagou a Mufarrije para encerrar a rebelião, mas pouco depois enviou uma expedição contra os jarráidas, na qual eles foram novamente expulsos da Palestina. Mufarrije morreu em 1013 e foi sucedido por seu filho Haçane, que recuperou o controle da Palestina. Ele integrou os taitas a uma aliança com os calbitas e quilabitas, que dominou a Síria até sua derrota pelos fatímidas em 1029. Como resultado, os jarráidas moveram seus acampamentos para perto de seus aliados bizantinos próximos a Antioquia. Eles lutaram ao lado dos bizantinos em várias confrontações com poderes muçulmanos regionais. Após 1041, houve apenas menções esparsas aos jarráidas, nomeadamente sobre os sobrinhos de Haçane, Hazim ibne Ali e Humaide ibne Mamude na década de 1060, e o neto de Hazim, Fadle ibne Rabia, que por vezes foi aliado dos fatímidas, dos cruzados, dos maziádidas ou dos seljúcidas. Ele tornou-se o progenitor dos alfládidas, cujos emires passaram a dominar os beduínos da estepe síria até o século XVIII.
Território
Os jarráidas controlaram intermitentemente territórios na Palestina, na planície de Balca a leste do rio Jordão, nas montanhas de Axarate ao sudeste do Jordão e nas cadeias montanhosas do norte da península Arábica, o monte Aja e os montes Salma. Sua presença na Palestina foi intermitente; eles controlaram a região em 977–981/2, 1011–1013, 1024–1029,[1] e por volta de 1041. Durante um período de conflito com os fatímidas, os jarráidas haviam se deslocado para a região de Palmira em 1030 e, em 1031, transferiram seus acampamentos para Arruje, uma área entre Antioquia e Homs.[2]
História
Início
Os jarráidas eram o clã governante da tribo dos taitas.[3][4] Os jarráidas inicialmente controlavam fortalezas nas montanhas de Axarate.[5] O primeiro membro dos jarráidas mencionado no registro histórico foi Daguefal ibne Aljarrá, um aliado dos cármatas.[6] Ele estava baseado em Ramla, o centro do Junde de Filastine (Distrito da Palestina). Daguefal ofereceu abrigo seguro a um oficial do governante cármata, Abu Tair Aljanabi, quando este partiu para liderar uma expedição contra o Egito fatímida em 972 Dois anos depois, um certo Haçane ibne Aljarrá (possivelmente a mesma pessoa que Daguefal) era comandante de tropas auxiliares no exército cármata durante uma segunda invasão do Egito. Haçane aceitou um suborno para desertar dado pelo califa fatímida Almuiz Lidim Alá (r. 953–975), e sua deserção resultou na derrota das forças cármatas nos arredores do Cairo e na subsequente retomada fatímida da Palestina e da Síria até Damasco.[6][7]
Reinado de Mufarrije

O filho de Daguefal, Mufarrije, entrou no registro histórico durante a luta fatímida contra Alpetaquim, um comandante buída apoiado pelos cármatas que tomou Damasco. Alpetaquim foi derrotado na Batalha de Ramla em 977, e Mufarrije o capturou entre Cafre Sabá e Calansaua para recolher a recompensa de 100 mil dinares de ouro colocada sobre sua cabeça pelo califa fatímida Alaziz Bilá (r. 975–996). Os jarráidas detiveram Alpetaquim em Iubna ou Tel Safi no sul da Palestina antes de entregá-lo aos fatímidas.[1][8] Em troca do apoio dos jarráidas, Alaziz nomeou Mufarrije uáli (governador) de Ramla.[9]
Em 979, o general fatímida Fadle ibne Sale ofereceu ao emir hamadânida Abu Taglibe o controle de Ramla no lugar dos jarráidas; ao fazer isso, Fadle buscava sufocar uma aliança nascente entre as principais potências árabes regionais da época: os jarráidas, os hamadânidas e os ucailitas.[10] Abu Taglibe e seus aliados ucailitas atacaram Ramla em agosto, mas foram derrotados e capturados em 29 de agosto pelos jarráidas, que então recuperaram o apoio de Fadle.[9] Este pediu que Mufarrije entregasse Abu Taglibe ao califa Alaziz, mas temendo que Abu Taglibe pudesse ser usado potencialmente pelos fatímidas contra ele, Mufarrije o matou e enviou sua cabeça ao califa.[1] A execução de Abu Taglibe por Mufarrije marcou o fim oficial dos hamadânidas de Moçul.[9]
Fadle logo depois voltou-se contra Mufarrije, mas foi chamado de volta ao Cairo pelo califa Alaziz, deixando essencialmente os jarráidas como governantes virtuais da Palestina. Entre 979 e 980, os jarráidas saquearam e devastaram Ramla e o campo da Palestina,[9] levando os fatímidas a lançar uma expedição contra eles em 981.[1] Naquele ano, os jarráidas se revoltaram contra os fatímidas enquanto o exército destes sitiava Damasco. Os jarráidas foram acompanhados pelos remanescentes do exército de Abu Taglibe e pelo governador árabe de Tiberíades, um certo Bixara. Os jarráidas foram finalmente expulsos da Palestina naquele ano pelos fatímidas e fugiram rumo ao Hejaz. Em junho de 982, eles saquearam a caravana de peregrinos do Haje em seu retorno de Meca para a Síria.[1] Outra expedição punitiva fatímida foi lançada contra eles, mas foi derrotada pelos jarráidas em Aila. Depois disso, Mufarrije retornou à Palestina, apenas para ser novamente derrotado pelos fatímidas. Desta vez, Mufarrije fugiu para o norte, rumo a Homs, onde recebeu abrigo do governador circassiano dos hamadânidas, Baquejur, no final de 982.[3] Durante os dez anos seguintes, Mufarrije oscilou entre o Império Bizantino, Baquejur e os fatímidas. Em 997, os jarráidas tentaram saquear Ramla, mas foram repelidos e fugiram para os montes Aja e Salma no norte da Arábia, o território ancestral dos taitas.[1]
Em anos posteriores, Mufarrije fez com que seus filhos Ali, Haçane e Mamude auxiliassem o califa fatímida Aláqueme em suas campanhas militares. Segundo o historiador Marius Canard, "surgiu uma oportunidade para que Mufarrije desempenhasse um papel de genuína importância política" em 1012, quando o vizir fatímida deposto, Abu Alcácime Huceine, buscou refúgio junto ao filho de Mufarrije, Haçane.[1] O historiador Hugh Kennedy afirma que isso representou o "ponto alto das fortunas dos líderes jarráidas". Nesse momento, os jarráidas controlavam todo o interior da Palestina, desde a fronteira com o Egito até Tiberíades.[11] Sob a iniciativa de Haçane e Abu Alcácime, os jarráidas atacaram e capturaram Iaruque, o indicado de Aláqueme para o governo de Damasco, nas proximidades de Gaza enquanto ele seguia para Damasco. Eles simultaneamente ocuparam Ramla, e pouco depois Haçane mandou matar Iaruque. Eles desafiaram ainda mais a autoridade de Aláqueme proclamando Alhaçane ibne Jafar, o xerife de Meca, como califa em Ramla.[1] Aláqueme subornou os jarráidas para encerrar sua revolta, e depois disso Haçane retornou a Meca, enquanto Abu Alcácime fugiu para o Iraque.[11] Os jarráidas continuaram a dominar a Palestina e buscaram consolidar seu domínio apelando ao apoio dos cristãos locais. Para esse fim, Mufarrije contribuiu à restauração da Igreja do Santo Sepulcro, que Aláqueme havia destruído em anos anteriores.[1]
Reinado Haçane

Aláqueme mudou sua abordagem com relação aos jarráidas da diplomacia para a força militar punitiva em agosto de 1013.[12] Ali e Mahmud renderam-se ao exército fatímida que avançava, enquanto Aláqueme mandou envenenar Mufarrije até a morte. Haçane, cuja ambição era governar a Palestina, fugiu, mas depois obteve o perdão de Aláqueme, que lhe devolveu os ictas de Mufarrije na Palestina. Depois disso, Haçane auxiliou Aláqueme em suas expedições contra Alepo.[2] Em 1019, Haçane, como representante dos taitas, inseriu sua tribo em uma aliança com os calbitas sob Sinane ibne Suleimão e os quilabitas sob Sale ibne Mirdas. Uma aliança desse tipo entre as três principais tribos árabes do Levante era inédita e visava impedir o domínio de forças externas sobre o deserto e a estepe síria.[13] De acordo com os termos do pacto, os jarráidas governariam a Palestina, enquanto os calbitas e os quilabitas (sob os mirdássidas) governariam Damasco e Alepo, respectivamente. O reinado de Aláqueme terminou com sua morte misteriosa em 1021, sendo sucedido pelo califa Ali Azair.[2]
Em 1023, os fatímidas instalaram Anustaquim Adisbari como governador militar da Palestina, algo que os jarráidas rejeitaram. Em 1024, um dos filhos de Haçane e outro chefe beduíno saquearam Aila e Alarixe, e o governo central fatímida não conseguiu reagir.[14] Em vez disso, Adisbari tomou a iniciativa de cobrar impostos do icta de Haçane em Baite Jibrim e privá-lo dessas receitas, o que terminou com a morte dos soldados de Anustaquim. Isso intensificou o conflito com os jarráidas, especialmente depois que Anustaquim prendeu dois dos principais auxiliares de Haçane em Ascalão. Os jarráidas lançaram uma guerra total em setembro para libertar seus homens, destruindo Tiberíades, sitiando Ramla e libertando seus cativos falsificando documentos de autorização de soltura. Eles forçaram Adisbari a fugir de Ramla, que foi saqueada, e obtiveram dos fatímidas a concessão de Nablus como icta, mas não Jerusalém.[15]
os taitas, calbitas e quilabitas renovaram sua aliança em 1024/5, mas seu pedido de apoio aos bizantinos foi recusado pelo imperador Basílio II (r. 976–1025). Mesmo assim, eles derrotaram um exército fatímida enviado por Azair naquele ano em Ascalão, e Haçane entrou em Ramla. Após a morte de Sinane, seu sobrinho e sucessor desertou para os fatímidas, enquanto os jarráidas e os Mirdássidas continuaram sua rebelião. Eles foram derrotados na Batalha de Alucuana perto do lago Tiberíades pelos fatímidas sob comando de Adisbari em 1029, após o que Haçane fugiu da Palestina.[2] Consequentemente, os fatímidas transferiram os ictas dos jarráidas na Palestina para tribos árabes mais leais.[16]
Os jarráidas e os bizantinos firmaram uma aliança em 1030. Os emissários de Haçane foram recebidos pelos bizantinos em Antioquia e receberam uma bandeira adornada com uma cruz para representar Haçane, além de uma mensagem prometendo a restauração da Palestina à sua tribo.[2] A tribo também abraçou nominalmente o cristianismo como parte do acordo jarráida-bizantino.[16] Logo depois, uma coalizão jarráida-bizantina foi derrotada pelos Mirdássidas. Haçane retomou sua antiga aliança com os calbitas e, juntos, seus tribais atacaram os fatímidas em Haurã até serem empurrados para Palmira no deserto. Em seguida, o imperador Romano III (r. 1028–1034) persuadiu Haçane e os taitas a transferirem seus acampamentos para território bizantino perto de Antioquia, e os 20 mil membros da tribo taita migraram para Arruje, no noroeste da Síria. Lá, enfrentaram duas ofensivas fatímidas em Castune e Inabe. Mais tarde, os jarráidas atacaram Afamia em nome dos bizantinos e ajudaram estes a capturar a fortaleza de Manica na Cordilheira Costeira Síria.[2]
Os bizantinos e os fatímidas iniciaram negociações de paz em 1032, e Haçane esteve presente nas discussões em Constantinopla. Os bizantinos exigiram a restauração do governo jarráida na Palestina sob suserania fatímida como condição para a paz, mas Azair recusou.[2] A recusa fatímida contribuiu para o colapso das negociações. No ano seguinte, os jarráidas ofereceram sua lealdade a Adisbari em troca de seus antigos ictas na Palestina, mas a tentativa fracassou.[16] Os fatímidas e os bizantinos concluíram um tratado de paz de dez anos, sem considerar os interesses jarráidas, em 1035.[17] Depois disso, Haçane e seu filho Alafe são mencionados ocasionalmente, como em sua ajuda na defesa bizantina de Edessa contra os maruânidas e os numaíridas em 1035/6.[2] Em 1038, os jarráidas participaram da conquista de Alepo, então sob domínio mirdássida, por Adisbari. Como resultado, Haçane foi mantido confinado em Constantinopla até 1040, para evitar que sua tribo, com suas alianças instáveis, atacasse Antioquia. A última menção a Haçane ocorre em 1041, quando os jarráidas foram autorizados pelos fatímidas a reentrar na Palestina.[18] O governo de Haçane nesse período era contestado pelo governador fatímida de Damasco.[2]
Chefes posteriores

Os jarráidas foram mencionados nas fontes em 1065/6, quando os sobrinhos de Haçane, Hazim ibne Ali e Humaide ibne Mamude, provavelmente apoiaram Abde Axarife ibne Abil Jane em sua tentativa de tomar o controle de Damasco das tropas do vizir fatímida Badre Aljamali. Depois disso, os sobrinhos foram capturados e presos no Cairo. Sua libertação foi solicitada em 1066/7 pelo general fatímida e descendente dos hamadânidas, Nácer Adaulá ibne Hamadane.[2] Hazim teve filhos chamados Badre e Rabia. Segundo o historiador sírio Mustafa A. Hiyari, as informações sobre Rabia nas fontes medievais são confusas, embora seja mais provável que ele tenha sido um emir de auxiliares beduínos do emir búrida de Damasco, Toguetequim (r. 1103–1128). Nada mais sobre ele é mencionado nas fontes, mas as atividades militares de seus filhos, Mira e Fadle, são registradas. Seus outros filhos eram Daguefal, Tabite e Faraje.[19]
Fadle é descrito na crônica do século XIII de ibne Alatir (m. 1233) como um emir que, em 1107/8, vacilou entre os cruzados, que conquistaram a costa levantina em 1099, e os fatímidas, cujo domínio havia sido reduzido ao Egito desde 1071. Isso levou Toguetequim a expulsar Fadle da Síria; depois disso, ele formou uma aliança com Sadaca ibne Mançor, o chefe da dinastia árabe maziádida no Iraque, antes de desertar para o Império Seljúcida. Segundo ibne Alatir, após a entrada de Fadle em Ambar para bloquear a rota desértica rumo a Sadaca, “foi a última vez que se ouviu falar dele”.[20] Eles foram descritos pelo historiador Marius Canard (1888–1982) como uma “família turbulenta que não deixou de ter importância como peões no tabuleiro da Síria nos séculos X–XI, a quem os fatímidas alternadamente atacaram e cortejaram, que os bizantinos conseguiram utilizar, mas que parecem ter criado para si mesmos, em seus próprios interesses, uma regra de duplicidade, traição e pilhagem”.[21]
Descendentes
Fadle ibne Rabia foi o progenitor dos alfládidas,[22] enquanto Mira e Faraje se tornaram os ancestrais dos clãs Almira e Alfaraje, respectivamente.[19][23] Coletivamente, esses clãs formavam os rebíadas (Banu Rabia) e, juntamente com seus aliados, dominavam as regiões de deserto e estepe entre o vale do Eufrates ao norte e o Négede central e o norte do Hejaz ao sul.[24] Durante o governo aiúbida na Síria (1182–1260), os emires alfládidas e alfarájidas alternavam no posto de amir alárabe ("comandantes das tribos beduínas"). Contudo, sob os mamelucos (1260–1516), o cargo tornou-se hereditário dentro da casa alfládida,[25] que detinha autoridade sobre os beduínos do norte da Síria e possuía numerosos ictas, incluindo Palmira, Salamia, Maarate Anumane, Sarmim e Duma.[13] Os emires dos almiráidas exerciam autoridade semelhante sob os mamelucos e eram conhecidos como maleque alárabe ("rei das tribos beduínas") no deserto do sul da Síria.[25] Os alfládidas continuaram a exercer influência durante o período do Império Otomano.[26]
Lista de chefes
| Nome | Reinado | Notas |
|---|---|---|
| Daguefal ibne Aljarrá | 971 – c. 975 | Primeiro jarráida a ser mencionado nas fontes medievais. |
| Mufarrije ibne Daguefal | 977–1013 | Filho de Daguefal. Governou a Palestina em nome dos fatímidas, contra quem frequentemente se rebelou e com quem se reconcilou. |
| Haçane ibne Mufarrije | 1013–1041(?) | Filho de Mufarrije. Governou a Palestina em nome dos fatímidas e depois se tornou aliado dos bizantinos. |
| Hazim ibne Ali Humaide ibne Mamude |
c. 1065–1067 | Sobrinhos de Haçane. Pouco se sabe sobre eles além de sua rebelião contra os fatímidas. |
| Rabi ibne Hazim | começo do século XII | Nada se sabe sobre suas atividades. |
| Fadle ibne Rabia | c. 1107 | Filho de Rabia. Progenitor da dinastia alfládida que dominou os beduínos da Síria até o século XVIII |
Referências
- ↑ a b c d e f g h i Canard 1965, p. 483.
- ↑ a b c d e f g h i j Canard 1965, p. 484.
- ↑ a b Gil 1997, p. 358.
- ↑ Cappel 1994, p. 124.
- ↑ Lancaster & Williams 1999, p. 36.
- ↑ a b Canard 1965, p. 482.
- ↑ Abu-Izzedin 1993, p. 50.
- ↑ Gil 1997, p. 351.
- ↑ a b c d Gil 1997, p. 355.
- ↑ Gil 1997, p. 354–355.
- ↑ a b Kennedy 2004, p. 286.
- ↑ Canard 1965, p. 483–484.
- ↑ a b Bakhit 1993, p. 461–462.
- ↑ Lev 2003, p. 47.
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- ↑ a b c Cappel 1994, p. 125.
- ↑ Cappel 1994, p. 125–126.
- ↑ Cappel 1994, p. 126.
- ↑ a b Hiyari 1975, p. 513.
- ↑ Richards 2010, p. 126.
- ↑ Canard 1965, p. 484.
- ↑ Hiyari 1975, p. 513–514.
- ↑ Hiyari 1975, p. 515.
- ↑ Hiyari 1975, p. 512–513.
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