Zero-Treze
Zero-Treze
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| Brasil 1918 • p&b • | |
| Género | drama |
| Direção | Luiz de Barros |
| Roteiro | Luiz de Barros |
| Elenco | Fernando do Val Nilda Bellini A. Severino Joaquim Guerreiro |
| Cinematografia | Alberto Botelho Paulino Botelho |
| Companhia produtora | Guanabara-Film |
| Idioma | mudo (intertítulos em português) |
Zero-Treze ou 013 é um filme brasileiro do gênero drama, escrito e dirigido por Luiz de Barros em 1918. Produção da Guanabara-Film, teve sua estreia em janeiro de 1918, no Cine Palais, no Rio de Janeiro.[1] É considerado um filme perdido, pois nenhuma cópia do longa foi preservada.
Enredo
Álvaro Ramos, boêmio incorrigível, expulso da pensão em que morava por falta de pagamento, acha na rua cinquenta mil réis. Compra um bilhete de loteria número 013 e tira a sorte grande. Enfastiado da vida da cidade, parte para o interior em automóvel. Durante a excursão, salva um fazendeiro das mãos de dois colonos agressores. Levado para a fazenda, onde fica hospedado por alguns dias, não resiste aos encantos da filha do fazendeiro, de nome Maria, que era pretendida também pelo administrador João. Maria inclina-se por Álvaro.
João, enciumado, à frente de um grupo de colonos, exige a expulsão de Álvaro da fazenda. Uma luta corporal se trava entre os dois. Álvaro resolve partir, mas antes pede a Tancredo a mão de sua filha. O fazendeiro recusa; quer sua filha casada com gente da roça. A moça abandona a casa paterna e foge com seu apaixonado. Um ano mais tarde, Tancredo, cheio de saudades de Álvaro e Maria, já concretizada em um gordo pimpolho, os chama carinhosamente ao seu convívio.[2]
Elenco
- Fernando do Val como Álvaro Ramos
- Nilda Bellini como Maria
- A. Severino como João
- Joaquim Guerreiro como Tancredo
Referências
- ↑ «FILMOGRAFIA - ZERO-TREZE». Cinemateca Brasileira. Consultado em 28 de dezembro de 2025
- ↑ «No Palais: "013" da Guanabara Film». Palcos e Telas. 4 de maio de 1918. Consultado em 28 de dezembro de 2025
Ligações externas
- Zero-Treze no IMDb