Perdida (1916)
Perdida
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1916 • p&b • | |
| Género | drama |
| Direção | Luiz de Barros |
| Roteiro | Luiz de Barros (roteiro) Oscar Lopes (história) |
| Elenco | Yole Burlini Erico Braga Leopoldo Fróes |
| Idioma | português |
Perdida é um filme brasileiro do gênero drama, dirigido por Luiz de Barros em 1916[1]. Esse filme marcou a estreia de Leopoldo Fróes no Cinema[2]. É considerado um filme perdido, com nenhuma cópia conhecida.
Lançado em 16 de outubro de 1916, no Cinema Pathé, no Rio de Janeiro, foi a primeira produção da Guanabara-Film. Também foi exibido em Manaus, em 1917, com a imprensa detalhando elenco, argumento e gênero.
Sinopse
A francesinha Nanette Lubin veio ao Rio à procura de sua tia e acabou encontrando o filho de uma baronesa, Ricardo de Toneleiros. Não encontrando a tia, Nanette torna-se manicura de uma baronesa e mais tarde amante do sobrinho dessa senhora. O filme termina com a morte de Nanette, que fora localizada pela tia, mas esta, ao saber como a sobrinha vinha vivendo, voltara para o sítio em que morava.[3]
Elenco
| Ator/Atriz | Personagem |
|---|---|
| Yole Burlini | Nanette Lubin |
| Leopoldo Fróes | Ricardo de Toneleiros |
| Erico Braga | — |
| Miss Rosalie | — |
| Gabriela Montani | — |
| Maria Reis | — |
Referências
- ↑ «Perdida». Cinemateca Brasileira
- ↑ Leopoldo Fróes (1882-1932). Cultura Niterói
- ↑ BARROS, Luiz de Minhas memórias de cineasta Artenova, 1978
