Paulino Botelho
Paulino Botelho
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![]() Botelho em 1930.
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| Nome completo | Paulino Mâncio Botelho |
| Nascimento | 23 de setembro de 1879 Rio de Janeiro, RJ |
| Morte | 23 de maio de 1948 (68 anos) Rio de Janeiro, RJ |
| Ocupação | Fotógrafo, roteirista, cinegrafista, cineasta, produtor de cinema |
Paulino Mâncio Botelho, mais conhecido apenas como Paulino Botelho (Rio de Janeiro, 23 de setembro de 1879 – Rio de Janeiro, 23 de maio de 1948), foi um fotógrafo, roteirista, cinegrafista, cineasta e produtor de cinema brasileiro. É conhecido por ter sido um dos principais nomes do início do cinema brasileiro.
Biografia

Junto com seu irmão, Alberto Botelho, começou sua carreira trabalhando como fotógrafo para a imprensa do Rio de Janeiro, inicialmente no periódico Gazeta de Notícias.[1] Seu primeiro contato com o cinema foi em 1909, com os documentários Circuito de São Gonçalo e Festas de Nossa Senhora da Penha, trabalhando como cinegrafista, função que exerceria por grande parte de sua carreira.
Junto com Alberto funda a companhia cinematográfica Botelho Film, que ficou conhecida por ter sido pioneira no surgimento de documentários no Brasil. Também era conhecida pelos seus cinejornais.[2] Em 1910 dirige seu primeiro filme, 606, longa-metragem humorístico que "trata unicamente de assuntos da época."[3] Em 1913 dirige e escreve seu segundo e último filme, Um Crime Sensacional (também conhecido como "O Crime de Paula Mattos"), longa que conta a história de um crime ocorrido no Rio de Janeiro.
Paulino faleceu com a idade de 68 anos no Rio de Janeiro, no ano de 1948.[2]
Referências
- ↑ NORONHA, Jurandyr Dicionário Jurandyr Noronha de Cinema Brasileiro EMC Edições, 2008
- ↑ a b RAMOS, Fernão Pessoa e MIRANDA, Luiz Felipe Enciclopédia do Cinema Brasileiro SENAC São Paulo, 2000
- ↑ «606». Cinemateca Brasileira
