Fábrica de Tecidos Carioba
| Fábrica de Tecidos Carioba | |
|---|---|
![]() Vista aérea da fábrica | |
| Empresa de capital aberto | |
| Fundação | 1875 |
| Fundador(es) | Antonio de Souza Queiroz Augusto de Souza Queiroz William Pultney Ralston |
| Encerramento | 1976 |
| Sede | |
| Empregados | 2.000 em 1939 |
| Produtos | Tecidos de algodão |
Fábrica de Tecidos Carioba foi uma indústria têxtil sediada na cidade Americana, no estado de São Paulo.[1][2] Fundada no ano de 1875 pelos irmãos Antonio e Augusto de Souza Queiroz em sociedade com o imigrante confederado William Pultney Ralston, atingiu seu apogeu na administração da família Müller, ganhando projeção em todo país.[3] A indústria foi comprada pelo Grupo JJ Abdalla em 1944 e encerrou suas atividades em 1976.[4]
É considerada o berço da industrialização de Americana, sendo a primeira indústria da cidade e de importância fundamental para seu desenvolvimento econômico.[5] Atualmente a região de Americana é a maior produtora de tecidos planos de fibras artificiais e sintéticas da América Latina, responsável por 85% da produção brasileira nesse setor, empregando cerca de 30 mil pessoas em 600 tecelagens e 1,2 mil confecções.[6]
Fundação e primeiros anos
Fundação
A Fábrica de Tecidos Carioba foi uma das primeira tecelagens paulistas.[1][7] Em 1873 Antonio de Souza Queiroz adquire do Major Francisco de Campos Andrade uma grande área de terras desmembradas da Fazenda Salto Grande, formando a Fazenda São Domingos.[4]
Logo após a fábrica, uma fiação e tecelagem de algodão, foi construída numa área estratégica da fazenda, próxima a confluência do Ribeirão Quilombo com o Rio Piracicaba, e inaugurada em 1875, simultaneamente com a inauguração da Estação de Santa Bárbara pela então Companhia Paulista de Vias Férreas e Fluviais,[8] da qual distava cerca de três quilômetros, sendo que os trilhos da ferrovia também cortavam as terras da fazenda.[5]
Foi fundada pelos irmãos fazendeiros Antonio e Augusto de Souza Queiroz, prósperos cafeicultores de Limeira e Campinas, em sociedade com o engenheiro confederado William Pultney Ralston, aparentado com os Souza Queiroz por ter-se casado em 1869 com Letícia da Fonseca, uma descendente dessa família. Na época ele era técnico empregado da Lidgerwood Manufacturing & Co., estabelecida em Campinas e importadora de manufaturados.[7][9]
A primeira razão social da fábrica foi Queiroz & Ralston, e contava no ano de sua inauguração com 28 teares, movidos por força hidráulica através do desvio de água do Ribeirão Quilombo que era canalizado, acionando as turbinas. A matéria prima utilizada era o algodão produzido em larga escala pelos imigrantes americanos estabelecidos na região. A fábrica empregava em 1878 cerca de 34 operários.[10]
Fabricava inicialmente tecidos de algodão para vestimentas dos escravos, confecção de sacos para café e embalagem de peças de fazendas. Passou depois a fabricar a “Casemira Carioba”, de cores variadas, tingida com tintas extraídas de plantas da região.[10]
Novos proprietários
Em 1884 é adquirida pelos irmãos ingleses Clement e George Willmot, passando a ter a razão social Clement Willmot & Cia, que a ampliaram, fazendo algumas melhorias, e iniciaram a construção da vila operária.[11]
Sob a direção dos irmãos Willmot inúmeras famílias italianas ali se estabeleceram. A fábrica participa da Exposição Provincial de São Paulo em 1885, recebendo medalha de prata pela classificação em segundo lugar na categoria de Fábrica de Tecidos de Algodão. Também foram eles que em 1889 a batizaram como Fábrica de Tecidos Carioba, palavra que em tupi significa "pano branco".[1]
Só que havia dificuldades para obtenção de mão-de-obra na região, pois o processo imigratório envolvendo trabalhadores europeus com alguma experiência na atividade têxtil começou no ano de 1887. Desta forma os proprietários chegaram a contratar escravos negros, possibilitando-lhes a obtenção da alforria, mas não a liberdade imediata: tratava-se de um compromisso de trabalho, sem estipular o salário, com concessão de moradia, vestuário, alimentação e assistência médica em caso de moléstia. O número de horas de trabalho não era determinado, referindo-se apenas à obrigação de trabalho em todos os dias úteis.[5]
Após a abolição da escravatura em 1888 e com a concorrência externa no mercado de tecidos, começa o endividamento da empresa com o Banco do Brasil e o consequente fechamento da mesma em 1896. O teor do processo nº 636 do 1º Ofício do Tribunal de Justiça Civil explicita a situação de endividamento e o processo de execução e penhoras de bens que lhe moveu o Banco do Brasil em 1898, o qual descreve de modo detalhado às terras e a fábrica:[5]
Língua de terra entre o Rio Atibaia e seus afluentes, na margem esquerda confrontando com José Bueno Rangel, Basílio Bueno Rangel, William Pyles, Dr. Clement Willmot, Rio Piracicaba, Luiz Demaret, Francisco de Campos e seus filhos, com dezessete alqueires de terra, edifício da fábrica, força d'água motiva, casa de carpinteiro, quarenta e cinco casas para operários.
Pela descrição apenas parte da Fazenda São Domingos foi penhorada, continuando a área remanescente propriedade de Clement Willmot.[5]
No processo consta também uma detalhada descrição das máquinas e equipamentos de uma bem organizada indústria têxtil. Finalizando os motivos da requisição da penhora foi apresentado o valor da dívida que deveria ser paga, do contrário os proprietários teriam os bens penhorados. A penhora realmente se efetivou em 1901, passando a fábrica por um hiato de cinco anos, até ser leiloada.[11]
Administração da família Müller e seu auge
Aquisição

Então o Banco do Brasil colocou à venda os bens penhorados em hasta pública. Regressando de uma viagem à Alemanha o Comendador alemão Franz Muller tomou conhecimento de que a Fábrica de Tecidos Carioba se encontrava a venda.[5]
Ele arrematou a fábrica em 28 de setembro de 1901, obtendo os recursos necessários através da formação de uma empresa de capital misto inglês e alemão, a Rawlinson Muller & Cia.,[4] junto com seu irmão Hermann Theodor e com o capitalista inglês Rawlinson.[11]
A intenção inicial do Comendador Müller e de seus sócios era de recolocar a fábrica em funcionamento para em seguida vendê-la; mas especialmente o Comendador Müller ficou muito encantado com a beleza natural do lugar.[12]
Então, em volta da casa sede, o Comendador manda construir casas para seus filhos, e lá se instala com toda sua família em 1902. Foram meses de árduo trabalho até a recuperação da fábrica. Além disso também ampliaram a vila operária dotando-a de toda infraestrutura necessária aos futuros operários.[12]
Neste período as famílias que antes residiam em Carioba e haviam se transferido para Villa Americana quando do seu fechamento, retornaram quando a fábrica foi reaberta. Também imigrantes europeus especializados na atividade têxtil vieram trabalhar em Carioba, onde muitos de seus trabalhadores provinham de áreas têxteis da Itália. Já a mão de obra especializada era constituída por imigrantes alemães.[10][13]
Expansão e auge
Franz Müller registra as terras da propriedade onde estava instalada a Fábrica de Tecidos Carioba no Cartório de Registro de Imóveis de Campinas, em transcrição datada de 30 de novembro de 1907. Desde os primeiros anos de estabelecimento em Carioba, a família Müller começou a acrescentar Carioba ao seu sobrenome, tendo este sido oficializado a partir da década de 1930.[5]
Em 1907, com a necessidade de uma fonte de energia mais potente para expandir a fábrica, adquiriu do Major Francisco de Campos Andrade a parte remanescente da Fazenda Salto Grande, unindo as duas propriedades sob o nome dessa.[5][10]

A Fazenda Salto Grande dispunha de grande queda d’água no Rio Atibaia, esta propícia para geração de energia.[10] O Comendador Müller contrata a firma Bromberg, Hacher & Cia. e constrói a primeira Usina Hidrelétrica Salto Grande, inaugurada em 1911 fornecendo energia elétrica não apenas para a fábrica e Carioba, como também para os distritos de Vila Americana, Cosmópolis, Sumaré, povoado de Nova Odessa e para a cidade de Santa Bárbara.[4]
Lá também plantou algodão em larga escala para suprir a fábrica de tecidos, onde também fazia a seleção de sementes de algodão e vendia para agricultores de diversas regiões.[4][5] Na Fazenda Salto Grande, a produção de algodão era integrada a fabricação do tecido, sendo pioneiro no sistema verticalizado de produção, que trabalha a matéria-prima, industrializando e comercializando o produto final, isso já no início do século XX. A tecelagem era conveniada ao Instituto Agronômico de Campinas, para o desenvolvimento de sementes de algodão, milho e feijão,[5] e produzia feno para a pecuária de leite. Estes produtos eram usados também para o abastecimento da vila operária.[3]
Os Muller também construíram uma nova residência para a família. Idealizado por Hermann Müller, o prédio foi construído em 1909 em estilo ítalo-germânico e possui 53 cômodos distribuídos em cinco pavimentos.[14][15]
No ano de 1911 se estabeleceu junto à Fábrica de Tecidos Carioba um modelar estabelecimento de confecção de fitas de sedas com a razão social de Muller, Albert & Cia., sob a direção de Bruno von der Leyen, casado com Margarete Muller (Margarida von der Leyen),[16] uma das filhas do Comendador Muller. Em 1924 teve sua razão social mudada para Cia Leyen - Tecelagem de Seda,[17] e em 1935 passou a ser denominada Tecelagem de Fitas e Elásticos Quilombo, quando da entrada de Henrique Muller, filho mais novo do Comendador, como sócio.[7]

Em 1919 a tecelagem produziu 7 milhões de metros quadrados de tecidos de algodão. Empregava então 720 operários, na maioria imigrantes italianos, que moravam em 215 casas; o número de empregados chegou a 2.000 em 1939. Em 1920 o Comendador Franz Müller falece e sua tarefa é continuada por seus filhos. Era tão querido e respeitado, que o busto dele foi encomendado pelos próprios operários. Este busto, que originalmente ficava na praça de Carioba, hoje se encontra na praça que leva seu nome, no centro de Americana.[18]
Seu filho mais velho Hermann Müller assumiu a gerência da fábrica, que graças a suas habilidades para o negócio, atingiu assombrosa prosperidade sob sua administração. Hermann também teve grande participação na vida política de Americana, sempre lutando pelo desenvolvimento da cidade.
A década de 1930 foi o auge do desenvolvimento de Carioba. Com a venda da Usina Hidrelétrica Salto Grande à Companhia Paulista de Força e Luz, e o objetivo de ter energia própria mais uma vez, em 1934 Müller constrói a Usina Cariobinha no ribeirão Quilombo. Nessa época seu volume de água era suficiente para movimentar a fábrica e o bairro.[19] As pedras retiradas para a construção da usina foram as empregadas no asfaltamento de Carioba em 1935. Foi importado piche da Alemanha e toda a vila foi pavimentada, sendo considerado o primeiro asfalto do Brasil.[10]

A vila operária de Carioba era encantadora desde sua entrada. O famoso túnel de bambus, sombreado e acolhedor da estrada de acesso era o que primeiro se via. Lá foram construídas 287 casas para os empregados e suas famílias seguindo a arquitetura alemã. O esmero dos moradores com o jardim da frente e a horta dos fundos era uma exigência da administração. Havia luz elétrica, água encanada, esgoto, coleta de lixo. A água fervida na tinturaria passava por tratamento antes de ser despejada no rio.[20][13][9]
Tinha escola para as crianças, biblioteca, igreja, açougue, padaria, farmácia, bares, restaurante, cinema, clube de regatas, campo de futebol, salão de danças, bandas de música, grupos de teatro. Tinha hotel e pista com hangar para aviões e o parque recreativo ficava aberto para o piquenique dos turistas. Os Müller acreditavam que era necessário um desenvolvimento harmônico entre o capital e o trabalho, isso se refletiu na infraestrutura de Carioba.[20][13][3]
Mas logo após eclode a Segunda Guerra Mundial e o Brasil entra em estado beligerante contra as nações do eixo. O governo getulista então, impõe restrições a todos os imigrantes e descendentes de italianos, japoneses e alemães. A fábrica começou em seguida a sentir o aumento da concorrência. Com esta cada vez maior, e dificuldades em conseguir empréstimos para continuar seu negócio, Hermann se vê obrigado a vender a fábrica.[7]
Administração da família Abdalla e seu fechamento

Em 1944, a fábrica é adquirida pelo Grupo JJ Abdalla.[21] No início houve até uma expansão da fábrica e da vila operária, mas os Abdalla também não conseguiram vencer a concorrência, e o declínio de Carioba se tornou inevitável.
Com o crescimento de Americana, as pessoas foram pouco a pouco se mudando para lá, abandonando Carioba, ficando a fábrica com cada vez menos mão-de-obra especializada, além das inúmeras questões trabalhistas.[4]
A década de 1970 foi marcada por greves, e a situação financeira da fábrica era tão ruim que o salário dos operários era pago em tecidos, que eles vendiam para sobreviver. Em 31 de dezembro de 1976 os teares da Fábrica de Tecidos Carioba funcionaram pela última vez.[1][4]
Em setembro de 1980 os acionistas do Grupo JJ Abdalla decidiram por unanimidade mudar a razão social da empresa de Fábrica de Tecidos Carioba S/A para Agro Imobiliária Jaguari S/A, sendo que José João Abdalla Filho adquiriu na mesma ocasião os 30% restantes das ações que estavam nas mãos de terceiros, ficando assim a família detentora da totalidade das ações da empresa.[22]
Fim de Carioba e as áreas preservadas
Pedido de tombamento
Em 1980 foi apresentado na Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo um projeto de lei solicitando o tombamento de todo o bairro Carioba como monumento histórico do estado de São Paulo.[23][24]
Após o pedido de tombamento junto ao Condephaat ter sido arquivado, teve grande parte de seus prédios demolidos, principalmente as residências da vila operária.[23]
Os herdeiros de José João Abdalla pretendiam lotear a área, dividindo-a em três mil lotes, implantando nova infra-estrutura, novo sistema viário e outras obras que desvirtuariam o conjunto histórico, embora se comprometessem a conservar alguns prédios.[25] As casas do bairro acabaram derrubadas em dois meses por Juca Abdalla, filho de J. J. Abdalla, com a intenção de fazer o que quiser com elas.[26]
Já o casarão sede da Fazenda Salto Grande teve um destino melhor. Foi transformado no Museu Histórico e Pedagógico Municipal "Dr. João da Silva Carrão",[27] sendo desapropriado em 1975 pela prefeitura e tombado pelo Condephaat no ano de 1982.[28][18]
Acordo com o município
Em 1983 foram firmados acordos entre a Prefeitura Municipal de Americana e a Agro Imobiliária Jaguari S/A, os quais foram referendados por lei municipal e registrados em cartório em 30 de junho de 1983. O acordo transferiu para o patrimônio municipal uma área de cerca de 442 mil metros quadrados, da qual fazem parte os salões da fábrica, o histórico campo de futebol, a Usina Cariobinha, os remanescentes de algumas residências, a residência Hermann Müller, o prédio da antiga Associação de Mútuo Socorro e o prédio do antigo grupo escolar.[29][30]

Assim o acordo permitiu conservar o patrimônio arquitetônico da fábrica, que foi dividida em 30 galpões, os quais atualmente são quase todos usados de forma locada por pequenas tecelagens, e também do seu entorno, como a residência dos Müller, que hoje abriga a Casa de Cultura "Hermann Müller".[14]
Fora dessa área foram preservados em Carioba somente o prédio da antiga Fábrica de Fitas e Elásticos Quilombo e a Igreja de São João Batista.[31][32] Por fim todo o Complexo Industrial Carioba foi tombado pelo Condephaat em 2013.[33]
Incêndio
Na noite de 5 de setembro de 2020 um incêndio de grandes proporções atingiu o Complexo Industrial Carioba.[34][35] Dos 25 mil metros quadrados do complexo, cerca de 6 mil foram atingidos pelas chamas, que comprometeram cinco dos 22 galpões, mas não houve registro de vítimas.[36][37]
Representantes do sindicato dos trabalhadores da indústria têxtil relataram que pelo menos meia centena de operários perderam o seu emprego. E os empresários – que pagavam aluguel dos espaços à prefeitura – perderam tudo.[38]
Relação dos proprietários
| Ano | Razão social | Nome fantasia | Proprietários |
|---|---|---|---|
| 1875 | Queiroz & Ralston | Antonio de Souza Queiroz, Augusto de Souza Queiroz e William Pultney Ralston | |
| 1884 | Clement H. Willmot & Cia. | Clement Willmot e outros | |
| 1889 | George & Clement Willmot | Fábrica de Tecidos Carioba | George Willmot e Clement Willmot |
| 1901 | Rawlinson Muller & Cia. | Fábrica de Tecidos Carioba | Franz Müller, Hermann Theodor Müller e Rawlinson |
| 1931 | Muller Carioba & Cia.[39] | Fábrica de Tecidos Carioba | Hans Müller, Hermann Theodor Müller |
| 1944 | Fábrica de Tecidos Carioba S.A.[22] | Fábrica de Tecidos Carioba | Grupo JJ Abdalla |
Ver também
Referências
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- ↑ «Carioba – Americana Viva». Consultado em 8 de fevereiro de 2026
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- ↑ a b c d e f g STOCK, Suzete de Cássia Volpato (2009). «Benamata – um lugar, uma herança» (PDF). Tese (doutorado) – Universidade Estadual de Campinas
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