Roberto Carlos e o Diamante Cor-de-rosa
Roberto Carlos e o Diamante Cor-de-Rosa
| |
|---|---|
![]() | |
1970 • cor • 94 min | |
| Género | aventura, musical |
| Direção | Roberto Farias |
| Produção | Roberto Farias Wilmar Menezes |
| Roteiro | Roberto Farias Berilo Faccio |
| Elenco | Roberto Carlos José Lewgoy Wanderléa Erasmo Carlos |
| Idioma | português |
Roberto Carlos e o Diamante Cor-de-Rosa é um filme brasileiro, que estreou em julho de 1970, dirigido e produzido por Roberto Farias.[1] O filme teve um público de 2.639.174 espectadores, sendo o filme mais assistido no Brasil em 1970.[1] Uma aventura através do mundo, ao som das canções do trio líder da Jovem Guarda: Roberto Carlos, Erasmo Carlos e Wanderléa. Para a realização do filme, o diretor Roberto Farias inspirou-se nas Aventuras de Tintim.
Sinopse
No Japão, Wanderléa compra uma estatueta de pedra na companhia de Roberto Carlos e Erasmo Carlos. Um homem (José Lewgoy) presencia o ato e com a ajuda de seus capangas inicia uma perseguição em busca da estatueta. Após um confronto, a estatueta se quebra. Roberto e Erasmo estão de partida para Israel. Wanderléa aproveita para comprar outra estatueta e acaba perdendo o vôo. No hotel de Israel, Roberto e Erasmo recebem a nova estatueta e a guardam. Um mágico samurai chamado "Eugênio" (Teruo Nakatani) aparece para a dupla e diz ser o protetor dos três. Wanderléa chega a Israel, e ao encontrar seus dois amigos, conta que a estatueta possui um mapa que indica a localização de um grande tesouro: o Diamante Cor-de-Rosa. O vilão (Lewgoy) prossegue sua perseguição em busca da estatueta. Roberto consulta uma guru que traduz o mapa do tesouro. Os três vão para o Rio de Janeiro, onde o diamante está escondido. Capturado e hipnotizado, Erasmo entrega a estatueta e o mapa ao vilão. Após fracassada tentativa de matar Roberto e Wanderléa, Erasmo é curado de seu transe e num esforço de memória lembra do local do esconderijo do vilão. Com a ajuda de "Eugênio", eles recuperam a estatueta e o mapa. Logo, escalam a Pedra da Gávea e adentram a caverna do tesouro. Após acharem o Diamante Cor-de-Rosa, o Eugênio aparece e lhes conta toda a história sobre a estatueta e o tesouro e lhes diz que a metade do tesouro deverá ser entregue à primeira criança que avistarem após saírem da caverna. Os capangas do vilão chegam à caverna, mas são derrotados pelos três. O vilão mata o Gênio, mas é derrotado por Roberto. A caverna desmorona e lá fica o Gênio. Roberto escapa e encontra os demais. No caminho de volta, encontram uma criança na estrada que vive na casa do sr. Eugênio. Ela recebe sua parte do tesouro. Os três rodam de jipe pelo Rio de Janeiro felizes com a vitória, e cantam "É Preciso Saber Viver".[2]
Elenco
- Roberto Carlos
- Erasmo Carlos
- Wanderléa
- José Lewgoy (Pierre)
- Teruo Nakatani (Eugênio)
- Paulo Porto
Referências
- ↑ a b Agência Nacional do Cinema, Filmes nacionais com mais de um milhão de espectadores (1970/2010) por ano de lançamento [em linha]
- ↑ «FILMOGRAFIA - ROBERTO CARLOS E O DIAMANTE CÔR DE ROSA». bases.cinemateca.org.br. Consultado em 1 de fevereiro de 2026
